terça-feira, 30 de maio de 2017

Meg e amigo na piscina da casa dele



Um belíssimo fim de semana!
(escrito por Kaplan)

A tarde caía naquele condomínio. Era verão, muito calor. Aproximando-nos de uma determinada casa, veríamos que as luzes dela estavam apagadas, mas, no quintal, havia uma pequena luminosidade.

Entremos, pois o portão nunca ficava trancado e vamos observar o que está acontecendo. Vejo que a luminosidade é resultado de uma lâmpada dirigida para a piscina. E o barulho das águas mostra que alguém está lá. Nadando? Aproveitando o calor? Ao acostumarmos nossa vista, vemos que há um casal. 

Aproveitando a escuridão...
E eles estão nus, dentro da piscina. Nadam, tem horas que ele ou ela param num dos cantos, o outro sai de perto, nadando de costas, e depois volta. As expressões são de felicidade.

Eram dois amigos, muito íntimos. Meg e Fidélis. Ele a havia convidado para passar um fim de semana com ele. Não me incomodei, sabia que ela curtia muito a companhia dele. E eu também tinha companhia para aquele fim de semana, em nosso apartamento mesmo.

A introdução deste conto, portanto, é mera fantasia. Mas a partir de agora vou reproduzir o que ela me contou daquele fim de semana.

Já tinham chegado de manhã à casa dele, foram direto pra cama e transaram muito, conversaram muito, treparam mais. Dormiram depois do almoço e só à tardinha é que foram para a piscina. Contavam, realmente, com a noite caindo para fugir de olhares curiosos de vizinhos. 

Me pega... me chupa... me come!
Entraram, já nus, na piscina e começaram uma dança erótica, que os deixou alucinados. Num dado momento, ela enganchou suas pernas na cintura dele, que estava na parte rasa da piscina, então os corpos ficaram fora da água. E eles se beijaram e logo ela “desganchou” e sua boca foi diretamente ao pau dele, grande, grosso, duro, que ela chupou demoradamente.

E então ele a puxou para si, e a xotinha dela foi preenchida pelo pau. Cavalgar dentro da água parece coisa impossível... mas eles fizeram e o barulho da água os deixava cada vez mais enlouquecidos. Ela gozou, gemendo alto, sem se preocupar com possíveis ouvidos.
Ele a colocou de bruços, a parte superior do corpo para fora da piscina e ficou com sua bela bunda bem de frente ao rosto. 

Este é o maior espetáculo da terra!
Pernas abertas, sua xotinha estava ali, pulsando.

- Meg, sua buceta é linda, gostosa, perfumada... adoro ela!
- Então use e abuse...

Ele enfiou um dedo dentro dela e ficou mexendo. Mais gemidos... bunda beijada, dedo enfiado, ela se arrepiava toda.
Sentou na borda da piscina e ele saiu e veio na direção dela.

- Faz uma coisa pra mim?
- Faço, o que é?
- Põe a cabecinha na entrada, mas não entre, só faça de conta...
- Gosta disso?
- Adoro... 

Ele fez como ela pedira e ficou pincelando a cabeçorra na entrada da xotinha.

- Ah.... ah... que coisa deliciosa! Agora enfia tudo, de uma vez! Uhhhhhhh... mete.. mete...

Fidélis não aguentava mais. Meteu forte e gozou logo.

- Nossa, Meg... cada trepada com você me dá vontade de nunca parar de trepar...
- Pois trepemos mais!
- Dá um tempo, meu bem... vamos ali tomar um uísque, vamos?

Foram os dois. Noite já era. Escuro, ninguém poderia vê-los. Tomaram duas doses de uísque e ela ficou tesando-o o tempo todo, colocando o pé no pau dele,até ver que ele começava a reagir. Aí, mais um belo boquete e o viu duro de novo.

- Boquinha poderosa essa sua, hein?
- Acho que sim... nunca reclamaram não...

Ganhou um tapa na bunda.

- Deixa de ser convencida...
- Deixo, se a gente voltar pra piscina...
- Vamos lá. 

Que pau mais gostoso que você tem!
Voltaram e a primeira coisa que ele fez foi deixá-la com metade do corpo fora da piscina e aproveitando para beijar e lamber sua bunda, seu cuzinho. Ela sorriu. Sabia que ele iria querer anal daquela vez.

Pulou dentro da piscina e tornou a chupar o pau dele.
Tirou-o da água, deitaram na beirada da piscina e ela sentou no pau dele, cavalgou-o bastante. Ficou de quatro e foi comida de cachorrinho e foi depois que ele enfiou o pau no cuzinho dela. E lá ele derramou seu esperma. Finalizaram aquela bela tarde na piscina e entraram. Se enxugaram e foram deitar. 

De manhã cedo, mas não muito cedo(acordaram as 10 horas), fizeram um belo lanche e ficaram conversando por horas a fio.

Até que chegou a hora de voltar e resolveram tomar um banho. E o banho foi demorado, pois a trepada iria acontecer e aconteceu. 

Por que trepar com os corpos molhados é tão gostoso?

Beijos, amassos. Ele ajoelhou e chupou a xotinha dela, depois ela colocou o pau dele entre os seios,  brincou com ele, chupou, foi comida por trás, em pé, depois, ainda molhados, saíram do boxe, ele deitou-se no tapete do banheiro, ela sentou em cima e cavalgou até gozar. E ele comeu o cuzinho dela de novo.

E gozou nos seios dela.
Aí tomaram um banho da maneira correta... e foram embora.

Ela chegou bem feliz em casa... e foi comida de novo!

Julia, a irmã e o primo brincando com a garrafa



Essas brincadeiras são ótimas!

(escrito por Kaplan)

Essas brincadeiras são, realmente, muito divertidas. E acabam sempre em belas transas. Lembro que no tempo em que eu estava na faculdade,brincávamos sempre e depois que todos ou a maioria já estava nu, a farra era fantástica.

Mas Julia e a irmã, Lílian, resolveram fazer a brincadeira só das duas com um primo delas, o Luciano. 

Estavam os três, sozinhos, em casa e a ideia surgiu, só pra esquentar o ambiente, porque ele já tinha ido visitá-las com a intenção de uma bela transa.

Depois de pensarem onde jogariam, decidiram por uma mesa, as duas ficaram de um lado e ele do outro.

Como, ao girar a garrafa, nem sempre ela para apontando exatamente para uma pessoa, as duas dividiram o espaço, marcaram mesmo: um quarto da mesa pra cada uma, para identificar qual das duas teria de ser penalizada. E ele já começou em desvantagem, porque ficou exatamente com a metade do outro lado...mas não se incomodou, o importante era a brincadeira, que todos ali sabiam como é que iria acabar.

Lilian foi a primeira a girar a garrafa e ela apontou para o primo. Ele tirou a camisa.

A brincadeira começou bem...
Aí ele girou e a garrafa apontou para a Lilian, que teve de tirar a camiseta. Mas estava de sutiã...

Ela foi a próxima a girar e ela caiu para o primo de novo, que teve de tirar a calça.

Julia foi a seguinte a ter de tirar uma peça de roupa, e também tirou a camiseta. Só que ela estava sem sutiã, foi a primeira a exibir uma parte cobiçada...

E a brincadeira continuou e Luciano, na sua vez, para atiçar as duas... tirou as meias, permanecendo só de cueca. Protestos das duas não resolveram nada, afinal a pessoa tinha de tirar alguma peça de roupa, sem especificação de qual.

Elas estavam em desvantagem nesse aspecto, porque ambas estavam de sandália. E Lilian teve de tirar o sutiã em seguida, sob aplausos da irmã e do primo.

Na sequência, ela teve de tirar a bermuda e o primo teve que tirar a cueca. Foi o primeiro a ficar totalmente nu, então agora, as duas tinham de brincar apenas entre si.

E Lilian teve de tirar a calcinha. Então, o jogo acabou e Julia tirou a bermuda e a calcinha também. E riram muito quando se levantaram e viram que o primo já estava bem excitado, seu pau já apontava bem para o teto.

- Que lindo! – falou Julia que, na mesma hora, pegou nele e ficou alisando-o. 

Ah, primo... vai nos fazer felizes com esse pintão!!!
 Colocaram o primo sentado na mesa e as duas, ajoelhadas uma de cada lado dele, ficaram revezando com as mãos. Mas queriam mais, então foi a vez dos boquetes que enlouqueceram o Luciano.

E depois dos boquetes, elas o carregaram para a cama da Júlia, onde se entregaram a um festival de beijos, amassos, chupadas. 

E ele pôde comer as duas, que era o objetivo maior de sua ida à casa delas.

Julia foi a primeira a ser comida por ele, e foi do jeito que ela mais gostava, ela de quatro na cama e ele ajoelhado atrás dela e metendo firme na xotinha, estilo cachorrinho, e ele meteu bastante, até fazer com que ela, exaurida, cedesse o lugar para a irmã. 

Pinto e mão... assim vocês dois me matam...
E Lilian foi comida cavalgando, com a irmã ajudando fazendo massagens no grelinho dela.

Continuaram na cama, comentando sobre a brincadeira que tinham feito. Luciano gostara  muito da ideia, nunca tinha feito aquilo e – não falou com elas – já estava com a ideia de brincar daquele jeito com outras amigas dele...

Se tivesse falado... elas poderiam se oferecer para ir junto e levar um ou dois amigos, a brincadeira iria ser muito mais interessante!

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Mal cheguei e vocês dois já querem me comer?



Claro que nós queríamos!

(escrito por Kaplan)

Lembram-se do que narrei no relatoEla gostou muito de encontrar nós dois juntos”? Pois então, não é que o Arnaldo, que sempre sumia, daquela vez não sumiu? Quer dizer, sumiu, mas depois de reaparecer no dia seguinte em nosso apartamento. Me encontrou lá, ficamos conversando e logo depois Meg chegou. Mal nos viu, já teve o lampejo de que outro ou outros ménages iam acontecer naquela noite.
E não deu outra, avançamos em sua direção e começamos a bolinar seu corpo.

- Calma, pessoal... Mal cheguei e vocês dois já querem me comer?
- Você tem alguma dúvida a respeito?

Ela riu e concordou. Não tinha dúvida nenhuma, e como sempre estava disposta ao “sacrifício” de dar pros dois homens da vida dela. 

É sempre encantador dar pra vocês dois! Amo!
Começamos a tirar seu vestido e à medida em que descobríamos seu corpo, os seios eram beijados e mamados, a xotinha era tocada e beijada, lambida... e não demorou para que ela ficasse totalmente no clima.
Arnaldo, afoito, já foi deitando-a no sofá e começando uma chupada fantástica em sua buceta. Ela gemeu logo, pois gostava demais daquilo.

Fui tirando minha roupa e aguardando uma chance, que veio logo, pois ele se levantou, tirou a calça e colocou Meg ajoelhada no sofá. Então ela ficou com a boca perto do meu pau e tratou de chupá-lo, enquanto o Arnaldo metia em sua xotinha, por trás.

E foram muitas bombadas que ele deu, até fazê-la revirar os olhos, sinal de que estava gozando. Caiu deitada no sofá, arfando... esses ménages eram tudo de bom que acontecia na vida dela!

Mas como nós dois ainda continuávamos “duros”, não deu outra. Ele se deitou, fez ela sentar-se no pau, de frente pra ele e me fez sinal. Entendi. Cheguei junto e enfiei meu pau no cuzinho dela. 

DP.. outra coisa que amo!
Melhor que ménage só mesmo uma DP... ela vibrou, entusiasmou-se e ficamos metendo nela até gozarmos.

Banho? Sim, é bom, depois de uma DP sempre é bom, para deixar tudo limpinho para o que vier a acontecer depois.

Depois do banho, os três nus, ficamos na sala, conversando. Abri uma garrafa de vinho e tomamos, o que significou que em pouco tempo já estávamos prontos pra mais uma rodada.

Que começou com ela comandando a situação, como sempre gostava de fazer. Ter o controle era fundamental pra ela e foram poucas as vezes em que ela deixou de lado esse poder que tinha de comandar tudo. 

Sou muito feliz com esses dois paus maravilhosos!
E quis nos chupar, para nosso grande prazer. Chupou-nos com a competência de sempre e o prazer redobrado, por ter dois paus em suas mãos e em sua boca.
Levou-nos para a cama. 

- Lá sempre é mais confortável, não acham?
Não discordamos. Iríamos fazer tudo que a mestra mandasse.

E ela nos colocou deitados, lado a lado. Cavalgou primeiro o Arnaldo, depois de alguns minutos passou para meu pau e me cavalgou também.

Depois ela ficou de quatro e o Arnaldo a comeu, em seguida foi a minha vez.

- Por mais que eu goste, hoje não quero outra DP não, então agora, fica por conta de vocês o prazer que quiserem me dar, saibam que já gozei...

Bem, ela não queria DP, mas não tinha falado nada a respeito de anal... então nós dois comemos o cuzinho dela...