terça-feira, 5 de setembro de 2017

Ganhou um presente e foi mostrar que tinha ficado bom



Ele achou que ficou ótimo!

(escrito por Kaplan)

Vamos falar de um encontro bem sucedido, que aconteceu por ocasião do aniversário de Cristiana, uma bela morena de 1,68m, 86 de busto e 90 de quadril. 

Ele não queria só estudar com ela...
Pois essa morena enfeitiçava os sonhos de Olegário, seu antigo colega de faculdade. Ele passou 4 anos perto dela, fazendo trabalhos com ela, estudando juntos... e nada... ele estava desesperado.

E teve uma ideia quando se aproximava o aniversário dela.
Foi a uma loja de roupas íntimas femininas, escolheu a lingerie mais cara que encontrou, mandou embrulhar pra presente e foi na casa dela entregar pessoalmente.

Ela o recebeu com a alegria de sempre. Gostava muito dele.
Ele lhe deu os dois beijinhos tradicionais e lhe entregou o presente. Ela abriu, claro, na frente dele e ficou feliz. O conjunto era, de fato, belíssimo, e ela sabia que era caro.
Mandou que ele sentasse no sofá e foi ao quarto, guardar o presente. E já no caminho para o quarto, começou a refletir sobre o que Olegário poderia estar insinuando com aquele presente...

“Será que ele gosta de mim? Será que está a fim de mim? Gente... mas  ficamos quatro anos juntos e ele nunca disse nada...bem, só tem um jeito de saber!”

E o jeito que ela entendeu seria experimentar a lingerie que ele lhe dera e perguntar se ela tinha ficado boa...
Então, rapidamente tirou a roupa toda e vestiu a calcinha e o sutiã. Olhou-se no espelho. Estava linda!
Daí, foi caminhando para a sala. Olegário estava sentado no sofá, de costas para o corredor de onde ela surgiu.

- Ficou bom, Olegário? 

Eu gostei... você gostou?
 - Hein? 

Ele perguntou já virando o rosto na direção dela e ai seu coração bateu mais forte. Que monumento de mulher era aquela! Engoliu em seco.

- Então? O que achou? Ficou legal?
- É....é....é... ficou... ficou sim... muito bom!
- Como posse te agradecer esse presente lindo, Olegário? Você foi muito gentil em me dar isso. Adorei, mas adorei de montão!

Sentou-se ao lado dele e ficou olhando fixamente nos olhos dele, vendo a confusão em que ele estava. Teve a certeza de que ele estava apaixonado por ela. Com a mão na perna dele, ela aproximou seu corpo e lhe deu um beijo na boca.

Olegário suava frio.
Mas conseguiu retribuir o beijo que ela lhe deu e daí em diante nenhuma palavra era necessária. Mas ela falou:

- Pra te agradecer direito eu vou tirar o presente que você me deu. Tá?

Não esperou a resposta dele. Tirou, lentamente, o sutiã, deixando-o embasbacado ao ver os seios dela. Seios com os quais sonhara e agora estavam ali, na sua frente! 

Prefere com lingerie ou sem?
Torno a perguntar: com ou sem?

E tirou a calcinha também. E ele viu aquela que lhe pareceu a mais linda bucetinha do universo. Lisinha, toda depilada...

- Cris... eu não mereço...
- Merece sim, deixa de ser bobo...

E já foi abrindo a calça dele e pondo o pau pra fora. E pegou nele e deu uma bela chupada. 

Olegário não cabia em si de tesão, de alegria, de felicidade. Entendeu que ia rolar algo muito mais profundo do que o que já tinha rolado. Então ajudou-a a tirar-lhe a roupa. E eles se deitaram no sofá, ele por cima dela, e começou um festival de beijos na boca, na nuca, nos seios, na xotinha, nos pés...

E Cristiana gemia, alucinada... pensando por quê ele nunca se manifestara antes...
E ele a comeu. Deitado em cima dela, papai e mamãe.
Fizeram um 69 em seguida. E gozaram em suas bocas. Ele lambeu tudo da xotinha dela, ela engoliu tudo que ele derramou.

E aí o papo rolou, e ele pôde dizer a ela o quanto gostava dela, sempre gostara, e nunca tivera coragem de falar. E ela o censurou por isso.

- Eu sempre gostei de você, Olegário. Podia ter me falado antes, e isso que está rolando hoje já poderia ter rolado há mais tempo...
- Eu sei, sou um bobo, né?
- Não... só bobinho... adorável bobinho... 

Que delícia que você é, Olegário...

Não demorou para que ambos sentissem necessidade de continuar com o sexo. Mais boquete. Pau duro. Enfiou-se na xotinha dela, de quatro. Ela vibrou.

Queria mais. Cavalgou-o. Pulou o quanto pôde.

E deu o cuzinho pra ele. Naquele dia, podia tudo.
E foram juntos para o banheiro e tomaram um gostoso banho. Agarradinhos, deitaram-se na cama dela e se amaram de novo.

E começaram um namoro que já virou noivado. O casamento será em breve.

Uma bela transa pra fazer o titio relaxar



E fiquei tão relaxado...

(escrito por Kaplan)

Não me canso de elogiar minhas sobrinhas. E vocês, leitores e leitoras, creio que me dão razão. Elas são divinamente maravilhosas... e como gostam de transar comigo!

Na verdade, creio que vocês sabem que elas não são minhas sobrinhas de sangue. São filhas de irmãs da Meg. Portanto, sou o que se chama de “tio torto”. Mas elas sempre me chamaram de tio. E devo confessar que, no meio de uma transa, ser chamado de tio... dá um outro sabor!

O lance que vou narrar hoje envolveu, além de minha pessoa, a Cecília, prima da Helena e da Paulinha. 27 anos. Loura. Safadinha como ela só. 

Oi titio... tudo bem com você?
E foi ela que encontrei em meu apartamento, dia desses, eu chegando cansado de filas de banco para pagar as contas... exausto mesmo. E me deparo com ela, confortavelmente deitada em meu sofá...só de lingerie. Levantou-se assim que me viu entrando e me deu um sorriso.

- Nossa, tio... que cara é esta? Parece que foi atropelado!
- Faltou pouco, lindinha. Eu não aguento essas coisas de ir em banco e pegar filas... aí vou fazer uma fezinha na lotofácil... e mais filas... isso me irrita e me deixa estressado.
- Ah... tadinho do meu titio... vem cá, eu sei como te acalmar...

Foi me puxando para o sofá. E tirou o sutiã. Só de ver aqueles peitinhos lindos que ela tem eu já comecei a ficar relaxado...
Mas ela não iria parar por ai. Claro que não!

Me fez deitar no tapete, com a cabeça em cima do sofá, tirou a calcinha também e ficou com a xotinha em cima de minha cabeça, me oferecendo aquela delícia para eu dar um banho de língua nela. 

O melhor tratamento para estresse....

Depois que eu a chupei bastante, ela levantou o corpo e foi até minha cintura. Desabotoou o cinto, abriu a calça e a tirou. Sorriu ao ver que meu pau já estava bem duro.

- Você sempre se excita comigo... adoro isso... tem namorado que arrumo que não endurece nada... é uma tristeza só. Você não... sempre ereto!
- Garota, se um namorado seu não ficar de pau duro ao primeiro beijo que você lhe der, despacha... não vai dar conta!

Ela não riu, não podia, porque meu pau já estava dentro da sua boca. E ela chupava gostosamente, lambia o tronco, segurava nas bolas. Passava a mão, com suavidade, entre as bolas e meu cu, é um carinho que chega a me deixar arrepiado. Meg é que ensinou esse truque a ela e às primas. E elas faziam com perfeição, enlouquecendo os parceiros.

Aí ela deitou-se, pernas abertas, bem convidativa.
Fui deitando sobre ela e encaixando meu pau. Entrou fácil, ela já estava toda úmida. Fechou os olhos quando sentiu que tinha entrado tudo.

- Come sua sobrinha, titio... come bem legal...

Fui fazendo os movimentos de vai e vem, a princípio bem lentamente, depois fui acelerando e vendo que ela gemia, pegava nos biquinhos e quase os arrancava. Arfando, olhos vidrados, me encarando e demonstrando que estava gostando bastante. 

Me come titio... quero te ver bem relaxado...
Virei-a e deixei-a de quatro. Ajoelhei no sofá atrás dela e tornei a enfiar meu pau na xotinha.É a posição preferida dela. E tome bombada. Meti muito, arrancando mais gemidos, vendo ela ficar suada, os cabelos molhados.

Baixei meu corpo para trás e a trouxe junto, ela ficou sentada em meu pau e me cavalgou. Poucos minutos e gozou. Parou, sentada, sentindo que eu também gozara. E como ela era muito sacana, foi levantando bem devagar e fazendo a porra descer e inundar meu ventre.
Ria gostosamente da sacanagem, foi ao banheiro, pegou papel e me limpou.

- Não ficou totalmente limpo, malandrinha.
- Eu sei, e por isso preciso te dar  um banho. Vamos lá?

Acompanhei-a ao banheiro e tomamos um gostoso banho, brincando, rindo, beijando, chupando.
Saímos de lá e fomos, nus, para a cama.

- Ainda tá estressado?
- Eu podia mentir e dizer que sim, para receber mais um tratamento desses... mas não, não estou mais. Seu remédio foi salutar! Vou te contratar toda vez que ficar estressado!

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Julia e a irmã, as chupadoras



Mais um primo que adorou visitar as duas

(Escrito por Kaplan)

A família de Julia e Lilian era muito grande. Quando elas eram pequenas, e moravam em cidade do interior, todos os tios e tias delas moravam por lá também. E as crianças, volta e meia se encontravam na fazenda dos avós paternos delas. Havia festas tradicionais que se comemoravam lá e somente lá: Natal, Páscoa, aniversário de casamento dos avós, aniversário da avó e do avô. E quando nascia mais um rebento, a festa grandiosa era lá também. 

Mas o tempo passou, as coisas mudaram muito e vários parentes se mudaram para outras cidades e houve até parentes que se mudaram para outro estado. E assim, aquelas brincadeiras que Julia e sua irmã Lilian tanto participaram quando tinham seus 6 até 12 anos, acabaram.

Elas vieram morar na capital. Perderam o contato com boa parte dos primos. De vez em quando um aparecia, visitava, e depois voltava para onde estava morando.

Elas tinham muita saudade de um primo em especial, o Thiago. Na opinião delas, o mais bonito entre os primos. Era dois anos mais velho que Julia e quatro anos mais velho que Lilian. 

 
Havia muitos locais pra brincar escondido... (foto: Kaplan)
Julia se lembrava de algumas brincadeiras, que eram típicas das crianças na época da infância, principalmente a brincadeira de médico. Nem elas nem os primos e primas sabiam a razão, mas tinham certeza de que os adultos não concordariam com aquela brincadeira e por isso ela sempre acontecia em locais mais escondidos.

E a brincadeira era simples. Um dos primos era o médico e as primas iam consultá-lo, uma de cada vez. E ele sempre fazia elas ficarem peladinhas para consultá-las. E a consulta acontecia com todos os participantes olhando a “consulta”. E sempre invertiam e depois de muito custo, as meninas também conseguiram o direito de consultar os primos. E da mesma forma que os primos pegavam nas xotinhas e bundinhas, elas pegavam nos pintinhos e bundinhas deles.

Quando tinham 12 anos... as coisas já começavam a ficar diferentes. Pelinhos surgiam, seios começavam a apontar e pintinhos já endureciam... mas nunca passou de mãos pegando. Nunca.

Mas Julia, que já era bem safadinha, gostava de pegar no pinto do Thiago, que lhe pareceu sempre o maior de todos. E quando ele endurecia, então... que beleza!

Bem, como eu disse, as brincadeiras acabaram quando as pessoas começaram a mudar do interior.
E agora, Julia com 33 anos e Lilian com 31, já bem safadas, transando com primos e tios... eis que recebem a notícia de que o Thiago estaria vindo à capital. 

Julia (foto: Kaplan)
Lilian (foto: Kaplan)

Ficaram ouriçadas. E mais ainda quando souberam que ele iria se hospedar no apartamento delas. A mãe disse que uma delas deveria deixar o quarto pra ele e dormir com a irmã.
- São poucos dias, filhas. Ele não vai incomodar muito.
- Tem problema não, mãe! Tem tanto tempo que a gente não se vê! Vai ser ótimo ele estar aqui com a gente.
Aguardaram ansiosas. Lilian é que ficou de dormir no quarto da Julia. Mas elas arquitetaram planos já pensando como poderiam pegar aquele primo tão querido.

E quando ele chegou, elas ficaram alucinadas. Que gato era aquele! Aquele priminho tinha virado um primão! Com certeza elas não o deixariam escapar!

A sorte delas é que os pais trabalhavam. Saiam de casa lá pelas 8 horas, às vezes retornavam para o almoço, outros dias eles só regressavam quando a tarde caía.
E assim o plano delas começou a ser executado logo na primeira manhã em que o primo estava lá.
Assim que os pais saíram e avisaram que não viriam almoçar, elas nem acreditaram. Era bom demais!
Então Lilian tirou a camisola e foi, só de lingerie, ao quarto dela, onde o primo estava dormindo. E ele acordou quando a viu, naqueles trajes sumários, pegando coisas no guarda-roupa. 

Oi! Só vim pegar umas coisas...
Ela se virou para ele, como se nada de estranho estivesse acontecendo ali, sorriu, deu bom dia e pediu desculpas por tê-lo acordado, mas tinha de pegar a roupa que iria usar. E o chamou para tomarem café.

Saiu, rebolando, com as roupas na mão e deixou-as no quarto da Julia, que estava nua e assim permaneceu. Porta aberta, ela se deixou ficar ali, enquanto a irmã, ainda de lingerie, foi para a copa esperar o Thiago.
 

Que, quando saiu do quarto e deu de cara com a porta do quarto da Julia... viu-a nua... e se lembrou da priminha magrela que agora era um mulherão... 

Julia! É você? (foto: Kaplan)

E ela o viu, sorriu, veio até ele e o levou à copa para tomarem o café.
Thiago estava perplexo. Uma prima de lingerie, outra nua. O que significava aquilo?
Não precisou esperar muito tempo para ter a resposta. Terminado o café, elas o levaram ao quarto, Lilian também se despiu e tiraram a roupa dele.

- Minha nossa! Como esse seu bichinho cresceu, Thiago! Vamos cuidar bem dele, não vamos Lilian?

Ela nem respondeu, já caiu de boca no pau dele, molinho, molinho e o fez endurecer rapidamente com seu boquete. E chupou muito... até dar a vez para Julia que também chupou o pau do primo com sofreguidão.
E elas ficaram revezando, e só chupando... e ele não entendendo nada. Mas gostando. Quem não gostaria? 

Kakaka.... ele gozou!!!
 Mas... chega uma hora em que o gozo sai... e saiu, inundando o rosto da Lilian que era a chupadora da vez...

Foram risos e mais risos. Aí elas explicaram a ele que ficariam o dia inteiro a sós... e queriam fazer mais coisas além de chupar o pau dele.

A farra foi muito boa. Treparam até as 16:30, quando pararam e foram tomar banho. Lá o primeiro cuzinho, da Julia, foi traçado.

Saíram do banho, se enxugaram, se vestiram e elas prepararam o lanche da noite. Mas avisaram a ele que na manhã seguinte as duas iriam acordá-lo...