segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Estava na hora de fechar, mas as 4 insistiram para ficar mais um pouco.



Ele não se incomodou em ficar...

(escrito por Kaplan)

Sandro tinha aberto um local com várias mesas para jogadores de sinuca. Ainda estava no primeiro mês, a freguesia não era muito grande e ele acabava fechando o local entre 1 e 2 horas da madrugada.
Naquela noite, meio de semana, havia poucos jogadores. E quatro jogadoras: sua namorada Lilian e suas amigas Bernadete, Ellen e Eneida.

Na verdade, não eram quatro jogadoras. Somente a Lilian sabia jogar. As outras três estavam ali para dar uma força, e ficavam mais brincando do que jogando. Sandro não se incomodava com isso, afinal, poderiam atrair mais pessoas. E fregueses era o que ele mais precisava! 

...mas minha namorada é muito gostosa!


Então ficou vendo o pessoal jogar e brincar. Até que era divertido ver as três tentando acertar as bolas com os tacos...

Elas erram tudo...













E mais ou menos quando faltavam 15 minutos pras duas, os fregueses foram embora e ficaram somente eles. Ele começou a arrumar tudo, a fechar as janelas e portas, mas elas pediram a ele para ficar mais um pouco. 

- Mas pra que, gente? Não vai chegar mais ninguém!
- Ah, querido, mas estamos aqui... e podemos fazer alguma coisa pra você ficar mais animadinho...
- O que, por exemplo?
- Abre a calça que eu te mostro...
- Ficou doida, Lilian? E suas amigas, vão ficar vendo você me fazer um boquete?
- Só vendo não... já fiz sua propaganda e elas estão doidas pra te boquetear também...
- Pronto... o que você bebeu?
- Eu não bebi nada. Vamos, meu bem, deixa de ser chato, mostra o pau pra gente...

Ele resolveu aceitar o desafio.
Abriu a braguilha e mostrou o pau. Mole, claro... 

 - Tá vendo como ele tá tristinho? Todo caidinho... Deixa eu começar a te animar, depois elas continuam.
E Lilian fez um boquete no namorado. O pau dele logicamente cresceu, endureceu, sob aplausos das outras três.


E quando Lilian se deu por satisfeita, passou a bola para as amigas. Elas tiraram par ou impar e Eneida foi a primeira. Rindo, ela chegou perto do Sandro, pegou no pau dele e comentou:

- Sua namorada é doida, né? Mas eu não vou perder essa chance não... se tem uma coisa que eu gosto é de chupar um pau.
- Já que ela ofereceu, aproveite, tenho certeza de que vou gostar.
Já que a namorada deixou... aproveitemos!!!

Ela, então, se ajoelhou e fez um demorado boquete nele. Sandro não conseguiu evitar a comparação... o boquete dela era bem melhor do que o da Lilian.
 

Outro par ou impar e Bernadete, vencedora, tratou de chupar o pau dele também. O Sandro já não estava mais preocupado, estava gostando da brincadeira... será que ia ficar só nos boquetes? Ele já estava pensando se daria conta de comer as quatro...
Finalmente a Ellen veio e fez o boquete também.

Ficou ele parado, com o pau duro, querendo saber os próximos capítulos. Mas teve a tristeza de ver a namorada falar que agora poderiam ir.

- Mas era só o boquete?
- Claro... o trato que fiz com elas foi esse. Chupar pode... dar? Nem pensar!

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Caminhou tanto que chegou ao hotel cansada, mas o vizinho de quarto estava lá

Voltando às estatísticas: 1.518.146 acessos e 2.635 contos publicados.



(escrito por Kaplan)

Uma amiga nossa, Kátia, andou dando umas voltas pela Inglaterra e, na volta, além de nos mostrar as fotos da viagem, contou casos deliciosos.

Um deles foi o encontro com um brasileiro, chamado Rodrigo, em um hotel de Londres. Vizinhos de quarto, numa bela coincidência. Logo no dia em que ela chegou e estava colocando a mala em cima da cama para tirar as roupas e pendurá-las, tinha deixado a porta aberta e o Rodrigo passou, escutou-a cantando em português. 

Acho que vou ter muito prazer em te conhecer...
Parou na porta, deu um sorriso e perguntou se ela era brasileira e, ante a confirmação, atrevidamente entrou no quarto, se apresentou, disse que estava no quarto ao lado, quis saber o que ela estava fazendo em Londres.

- Eu disse que tinha ido passear. Ele gostou, era exatamente o que ele estava fazendo. E na maior cara de pau do mundo, propôs que passeássemos juntos. Eu olhou bem pra ele, vi que não era de se jogar fora, mas fiquei meio intrigada com a pressa dele... então disse que sim, poderíamos, mas primeiro eu queria descansar e fazer algumas compras de sabonetes, xampus, essas coisas.

- Ou seja, despachei o tal do Rodrigo naquele dia. E enquanto eu fazia as compras fiquei pensando se devia passear com ele ou não. Boa pinta ele era, mas... eu sozinha, país estrangeiro... sei lá, fiquei um pouco desconfiada.
- Realmente ele foi bem ousado...
- Pois é, então, lá pelas 20 horas, eu desci para jantar, e como não conhecia nada ainda, preferi usar o restaurante do hotel. Estava quase terminando quando quem aparece??? Ele. 

Abriu um sorriso enorme ao me ver e perguntou se podia se sentar comigo. Falei que sim, mas já estava terminando. E aí ele disse que eu poderia ficar com ele até ele terminar, a gente poderia se conhecer melhor. E pediu uma garrafa de vinho e um prato que nem me lembro qual. 

Estou só conhecendo... e gostando...
- Tomamos a garrafa inteira. E falamos muito, fiquei sabendo que era filho de um empresário e estava de férias. Olha, se ele não era mentiroso, fiquei acreditando em tudo que ele falou. Mas estava com receio de ele me chamar pro quarto dele. E fiquei surpresa porque ele não tocou nesse assunto. Pelo contrário, quando ele terminou o jantar, ainda ficamos um tempo no restaurante e depois subimos, ele me deu boa noite e foi pro quarto dele.

- Sabe que eu fiquei meio chateada? Eu esperava o convite, talvez não aceitasse, mas eu achava que seria convidada... então, no dia seguinte, saí bem cedo e fui conhecer a cidade. Gente, como eu andei! Não gosto de pegar metrô, nem ônibus, gosto de curtir a cidade, entrar em lojinhas, comprar alguns souvenirs, gosto de entrar em igrejas, mesmo de outras religiões, fui na Tate Galery, uma beleza de galeria! Tem até fotos dela, vejam aqui. 

E nos mostrou algumas fotos de lá. Já conhecíamos, pois dois anos antes fomos a Londres e estivemos nela.

- O fato é que andei demais e cheguei no hotel, lá pelas 18 horas, ainda estava claro, mas meus pés estavam ardendo. E quando subo para meu quarto, mal estou abrindo a porta, vejo o Rodrigo sair do quarto dele e vir em minha direção.
- Fugiu de mim, hein?
- Não... fugi não, eu só fui verificar umas coisas e ia voltar, mas aí... é tanta coisa interessante que acabei andando por quilômetros. Meus pés estão arruinados! 

Eu sabia que isso ia acontecer...
E nisso eu ia abrindo a porta, entrando e ele foi junto. E quando sentei na cama, ele sentou ao lado, pegou minhas pernas, tirou meus tênis e começou a fazer uma massagem deliciosa nos meus pés... amoleci todinha, fiquei com um tesão danado e me entreguei quando ele veio me beijar. Beijei com vontade e ele começou a abaixar meu vestido, viu meus seios, pois eu não estava de sutiã, começou a beijar, a chupar... e eu abri a calça dele e peguei no pau e fiquei masturbando ele... foi uma loucura! E ele me colocou em pé, abaixou meu vestido todo, tirou minha calcinha e me deu uma chupada fenomenal... Aí eu mandei ele tirar a roupa também e caprichei no boquete.
E depois ele me comeu bonito... foi bom demais!

Depois da transa ele foi pro quarto dele e me deixou sonhando com mais trepadas nos dias seguintes... só que não rolou.

- Uai, por que não?
- Porque o sacana saiu do hotel antes que eu descesse pro café. Quando eu o procurei, o quarto estava vazio, fui na recepção, me informaram que ele tinha fechado a conta e ido pro aeroporto!

Mas não teve problema. Fui passear mais e quando voltei, à tardinha, para tomar um banho e depois jantar, quando eu pedi a chave na recepção, vi que um hóspede que acabara de chegar, ia ocupar exatamente o quarto em que o Rodrigo estivera.
Olhei pra ele... era estrangeiro. Definitivamente não era brasileiro. Prestei atenção na conversa e descobri o nome dele: Christian. 

Já que um não está... vai com o outro mesmo!
E resolvi que ia experimentar o gringo. Fui pro meu quarto, fiquei atenta aos ruídos no corredor e ouvi ele abrindo e depois fechando a porta do quarto. Tomei meu banho, abri a porta do quarto, vi que o corredor estava vazio, e fui ao quarto dele, me enrolando na toalha.
Bati e ele abriu. Fiz uma cara de surpresa.

Falei em português: Onde está o Rodrigo? E vi que ele não entendeu nada, aí arranhei um pouco de inglês: My friend, Rodrigo, he was in this room... Where is he?

Não sei se estava certo, mas ele entendeu e falou qualquer coisa que eu não entendi. Ficamos olhando um pro outro e aí resolvi: entrei no quarto, fechando a porta, tirei a toalha e deixei ele me ver nua.

Ainda bem que ele não fez escândalo algum, pelo contrário, acho que gostou do que viu e tratou de ficar pelado também. E aí...mais chupadas, mais boquete, mais um papai e mamãe muito gostoso...
Dei um beijo nele e me despedi. Fui rindo pro meu quarto, não acreditando no que eu tinha feito.
Mas tinha gostado, então, no dia seguinte, voltei lá. 

Ah.. você sabia que eu viria...

E acho que ele tinha certeza de que eu voltaria, porque quando abriu a porta... estava pelado!

Aí voamos pra cama e fiz um boquete precioso nele, depois ele me deu uma chupada muito boa, cavalguei, dei de cachorrinho, gozei, chupei o pau dele e ele gozou na minha cara.

Olha, foi bom demais. Mas ficou só nisso, não o procurei mais não.

- Você não devia ter nos contado essas coisas, Kátia!
- Por que não?
- Você acha que nós somos de ferro? Estamos excitadíssimos... vamos pra cama!

Ao final, ela comentou que sexo no estrangeiro era bom, mas ménages com a gente era ótimo!

Os jovens sabem: as quarentonas são ótimas



E elas aproveitam o interesse deles!

(escrito por Kaplan)

Num certo edifício perto de onde morávamos, uma amiga nossa, Luciana, 46 anos, corpo esbelto de quem se cuidava direitinho, residia sozinha. Havia se divorciado já há um certo tempo, não quisera se casar de novo. Não tinha filhos, mas tinha uma excelente situação financeira. O que não era motivo para não trabalhar.

Ela tinha sociedade numa agência de turismo, que, aliás, Meg e eu sempre utilizávamos os serviços dela para nossas viagens de férias. 

Quarentona, livre, linda... a loba ataca!
E lá ela conhecia muita gente. E se insinuava para aqueles que a atraiam. E recebia muitas cantadas, inclusive de rapazes mais jovens, que ela curtia muito. E eles se ainda não tinham experimentado uma mulher madura, experimentavam e gostavam muito.

Fabrício foi um desses. Ela contava tudo para a Meg, que, por sua vez, compartilhava as informações comigo. Em outras ocasiões, quando nos reuníamos para um ménage, ela mesma contava suas aventuras com os rapazolas.

Fabrício tinha 23 anos. Conheceu-a na agência, foi muito bem atendido e sempre voltava. E ela começou a ver que ele muitas vezes vinha só perguntar sobre algum pacote, mas não fechava. 

Logo ela percebeu que o interesse dele não era a viagem, mas vê-la e conversar com ela. E nos dias mais folgados, principalmente quando a sócia dela não estava, geralmente quando ela saía para almoçar e Luciana ficava sozinha, aí que era certo ele aparecer. 

Luciana sozinha, nenhum outro cliente à vista. Ele entrava, já se cumprimentavam como velhos amigos, com dois beijinhos. E as conversas foram fluindo, até que ela se sentiu suficientemente seduzida por ele e o convidou a ir ao apartamento dela.

Ele mal podia acreditar que ela o  havia convidado. Tremendo de emoção, ele foi no horário que ela estipulou. E já ao ser recebido, ele percebeu a diferença entre a mulher madura e as novinhas. 

Ela sabia o que queria. E os trajes com que ela o recebeu diziam exatamente isso. 

Percebeu o que eu desejo?
Que trajes? Simples: chinelos... e nada mais. Nua, esplendorosamente nua a mulher que abriu a porta para o Fabrício, com um sorriso nos lábios e chamando-o para entrar logo, antes que alguém a visse...

E ela teve a excelente surpresa de ver que o Fabrício, passado o primeiro momento de surpresa, sabia exatamente o que devia fazer com aquele mulherão.

- Eu estava preparando algumas coisinhas para a gente beber e comer... venha comigo.

Levou-o à cozinha e ele não quis saber o que ela preparava. Tratou de levantá-la e colocá-la sentada na mesa, agachando-se na frente dela e mandando a língua na bucetinha da mulher que tanto ele ficara com tesão nela. Lambeu, enfiou a língua, enfiou dedos...

E Luciana, adorando aquilo, tratou de mostrar a ele que ela podia comandar também. Desceu da mesa e tirou toda a roupa do Fabrício. Gostou de ver o que ele tinha entre as pernas e tratou de abocanhar e fazer um boquete que ele teve a certeza de que nunca recebera um igual. 

Uau... ela entende de tudo! Adorei!

E aquela língua dela na cabeça do pau dele... que loucura! Adorou! Nunca tinha recebido tal carinho...
E então transaram.

Em cima da mesa, no chão, foram para a sala, para o quarto dela. Na cama ela o cavalgou e ele ficou impressionado com a resistência física dela. Pulava por mais tempo que as novinhas com quem ele saía e nem demonstrava sinal de cansaço. E sorria, fechava os olhos, gemia, deixando o Fabrício cada vez mais enlouquecido.

Ela fez de tudo... que mulherão!

Voltaram à cozinha, onde ele a comeu apoiada na mesa. Meteu por trás e deu sinais de que estaria quase gozando. Ela já tinha gozado na cama, aquilo ali na cozinha era um “plus” que ela agradeceu tirando o pau dele de sua xotinha e o chupando até que ele inundasse sua boca. Engoliu tudo.

Aí se lembraram das bebidas e salgadinhos... que foram bebidos e comidos em meio a muita conversa. Ele queria passar a noite lá, mas isso era contra os princípios dela.