terça-feira, 4 de abril de 2017

A secretaria dava para os dois sócios



Dadivosa, ela...

(escrito por Kaplan)

Sim, amigos e amigas, os empresários Anísio e Lucas tiveram muita sorte ao contratar Alana para secretária. Moça experiente, ótimo currículo, além de um belo físico, uma educação finíssima... e um excelente gosto por sexo. 

Olha só a simpatia dela.... gostosura!
Que se revelou poucos meses após ser contratada. Ela mesma se encarregou de providenciar meios para que eles ficassem interessados em transar com ela. O pouco que ela conheceu da vida dos dois fez com que ficasse interessada neles.

A dúvida que ela ficou limitou-se ao seguinte: Anísio ou Lucas?  Qual deles parecia ser mais receptivo às suas táticas de sedução?

E com o tempo passando, ela ficou entusiasmada quando percebeu que os dois se mostraram receptivos... o que ela poderia querer de melhor?

O interessante foi que, no dia em que ela e Lucas se encararam pra valer, os dois estavam sozinhos no escritório. Anísio tinha saído para resolver alguns negócios. Ela ficou conversando com Lucas e da conversa, cada vez mais íntima, ela abriu a blusa e mostrou-lhe os seios. Ele ficou encantado, aproximou-se dela, pegou neles e os beijou. 

Você mostra o peito... eu mostro o pinto!
E então os dois se beijaram na boca, aqueles beijos demorados, molhados... e Lucas foi puxando a saia dela pra cima, levou-a toda para a cintura. A calcinha preta foi tirada, ele beijou a bunda da Alana, lambeu tudo a que tinha direito ali e depois colocou-a curvada sobre a mesa e enfiou o pau na xotinha, bombando sem parar.

Foi aí que aconteceu o inesperado. Anísio chegou, abriu a porta e deparou-se com aquela cena nada empresarial ali no escritório. Entendeu tudo e como já tinha sido seduzido por ela, trancou a porta e aproximou-se da mesa, abrindo a braguilha e levando o pau até a boca da secretária, que adorou a iniciativa dele, engoliu o pau e fez aquele boquete...

Nesse ínterim, os dois foram tirando suas roupas e o ménage foi rolando, numa boa.
Anísio fez Alana deitar-se na mesa e meteu nela, de frente. Lucas quis um boquete, então ficou do lado oposto e ela se encarregou de pegar no pau dele e colocar em sua boca.
Finalmente alguém falou. Foi Anísio.

- Você gosta de tudo, Alana?
- Gosto demais... de tudo...
- Tudo mesmo?
-  Tudo, chefinho... tudo... não precisam perguntar... façam! 

Realmente, eu gosto de tudo...que picas!!!
Os dois a retiraram da mesa e Anísio sentou na cadeira, e a trouxe para sentar em seu pau... que foi enfiado não na xotinha, mas no cuzinho...

- Ah! Como eu gosto disso...

Olhou para o Lucas. Apontou para sua xotinha, ele entendeu e chegou até os dois e enfiou... uma DP com a secretária. Que maravilha...

Os dois bombavam sem parar e viram Alana quase desfalecer ao gozar. E eles também gozaram, inundando a xotinha e o rabinho dela.

A secretária dadivosa estava muito feliz. Sua dúvida acabara. Os dois a queriam e a teriam sempre.

Daquele dia em diante, foi quase impossível ela escapar algum dia... ou era um ou o outro, ou os dois. Mas sexo foi o que não faltou mais naquele escritório!

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Foi morar no exterior com duas amigas. A recepção foi fantástica!



Três lésbicas num mesmo apartamento...

(escrito por Kaplan)

Ivone tomara uma decisão que espantou a família. Queria morar fora do país. Estava formada já havia três anos e não conseguia um trabalho adequado. E ao conversar isso com uma antiga amiga sua, Augusta, que estava morando na França, recebeu o convite para ir morar com ela.

Ficou uma semana pensando e resolveu. Augusta era uma antiga colega, com quem, inclusive, ela já trocara alguns beijos e amassos quando ela ainda morava no Brasil.
Ivone sabia, portanto, que seria recebida carinhosamente, pois ambas se gostavam muito. Já era um ponto positivo, não iria ao desconhecido. Teria um apoio grande.
Então conseguiu convencer os pais, apesar de eles protestarem, a princípio. 

Ah... Paris.. cidade dos amores... (foto: Kaplan)

E lá foi ela para Paris. Tinha o endereço da amiga, que lhe dera as indicações sobre a linha de metrô que deveria utilizar. Para sorte dela, o metrô passava praticamente dentro do aeroporto e ela não teve problemas para adquirir os tickets. Falava francês razoavelmente bem.

Desceu na estação que a amiga indicara. Ali ela pegou um mapa da cidade e foi procurar a rua onde Augusta morava. Foi fácil encontrar. Apertou o interfone e uma voz diferente atendeu. Ela disse quem era, confirmou que Augusta residia ali, e pôde entrar.

Ao chegar ao apartamento, uma surpresa. Havia uma recepção pra ela. Mesa posta, vinho, e uma outra pessoa, que deveria ser quem atendeu o interfone. Augusta chegou, abraçou-a, beijaram-se e ela foi apresentada a Irina.

- Irina mora aqui comigo. Ela é húngara, mas já está quase falando francês direitinho, além de eu ter-lhe ensinado algumas palavras em português. Mas venha, lave as mãos e sente-se aqui com a gente, comprei vinho e a Irina fez alguns pratos deliciosos. Está com fome?
- Se estou... 

Que bom que você criou coragem para vir! Vai adorar!
Foi levada ao quarto onde ficaria, o apartamento era pequeno. Dois quartos, uma sala, um banheiro e uma cozinha. De relance, ela viu que o quarto onde Augusta dormia tinha uma cama de casal. Ficou preocupada... será que a tal da Irina iria ficar enciumada com sua presença?

À mesa, brindaram à chegada dela, sentaram-se e ela pôde experimentar os pratos preparados.Via-se que haviam sido feitos com carinho. Era uma boa demonstração da qualidade da “cuisinne française”.

E tomaram muito vinho, o que as deixou animadas. A conversa fluía, e Augusta comentou que havia contado a Irina os lances gostosos dela com Ivone. Ivone passou a ter certeza de que as duas eram namoradas. E na segunda garrafa de vinho isso se confirmou, porque Augusta e Irina começaram a se beijar apaixonadamente.

Ivone, ao ver aquilo, sentiu duas coisas diferentes: a primeira, um tesão danado, percebeu que sua calcinha estava ficando molhada; a segunda, o temor de que estaria excluída pela amiga. 

Não te esqueci e te quero sempre!
Mas isso não aconteceu. E foi Irina quem deu o primeiro passo, chegando perto de Ivone e dando-lhe gostosos beijos na boca, que ela retribuiu com intensidade.

E aí foi apresentada à sobremesa: três grandes paus... de chocolate. Sorriu, e não resistiu quando elas pediram que ela mostrasse como chupava um do namorado que deixara no Brasil.

Ela o fez e aí as três começaram a se tocar, a se beijar, as roupas começaram a ser tiradas. Augusta e Irina estavam loucas para beijar o corpo de Ivone, e o fizeram, não deixaram um pedacinho sequer sem ser beijado, lambido, tocado. Ivone não cabia em si de contente, seu corpo tremia todo, toda arrepiada...

E logo ela percebeu porque sua amiga Augusta se apaixonara pela Irina. A língua dela fazia maravilhas em sua bucetinha. Augusta, por sua vez, deliciava-se chupando os biquinhos dos seios de Ivone... que loucura! “Vive la France” pensava ela, enquanto seu corpo reagia às bocas das duas dando pinotes de puro tesão. 

Irina... que língua adorável você tem!!
Teve um gozo extraordinário e ficou desfalecida no sofá, vendo as duas se engalfinharem em beijos, abraços, chupadas... até que ambas se sentiram realizadas.

- Gente, vocês não tinham como me fazer uma recepção melhor do que essa... estou encantada!
- Mas confessa que pensou que ia ficar de lado... não foi?
- Augusta, nunca menti pra você. Fiquei sim. Só me acalmei quando a Irina veio me beijar e aí entendi tudo. Entendi inclusive porque você demorou um pouco a me dar a resposta se eu poderia vir morar com você. Tinha que discutir o assunto com a Irina e ter a aprovação dela, não é?
- Sim, foi isso mesmo. Eu fiquei doidinha quando você disse que queria vir, mas eu estava vivendo com ela há mais de ano, não podia te convidar sem falar com ela. Viu como ela é uma pessoa linda? De primeira, ela falou que não se incomodaria e mais feliz ficou quando eu contei o que já tinha rolado entre nós duas no Brasil. Me falou: que ótimo! Seremos três amantes!

Ivone levantou-se e deu um beijo em Irina.

- Merci... 

Irina sorriu e deu um tapinha na bunda de Ivone. Falou  uma palavra em sua língua natal, que Ivone não entendeu, olhou interrogativamente para Augusta. 

Somos as três gringas mais felizes de Paris!
- Também não sei o que ela disse, e nem adianta perguntar. Tem coisas que ela fala e não traduz!

O resto do dia elas passaram conversando, ajudando Ivone a arrumar as coisas. Nenhuma delas se vestiu, ficaram as três nuas, e dormiram juntas na cama de casal. Nada de transa, não precisavam ficar afobadas com isso. Só dormiram, nuas, abraçadas, Ivone no meio das duas.

No dia seguinte, um domingo, elas saíram para fazer uma caminhada. Ali perto tinha uma área enorme, gramada e as pessoas que gostavam de ter cuidado com a saúde usavam-na para fazer caminhadas, as crianças brincavam, jogavam bola. Tudo muito lindo, segundo a opinião de Ivone.

Ao voltarem, Irina foi tomar banho e as duas ficaram no sofá conversando mais um pouco. Era tanto assunto que tinham!

Mas o assunto melhor era o que haviam feito... e aí começaram a fazer de novo. Beijos foram dados, e as mãos percorreram os corpos... carícias deliciosas. Os tops foram saindo aos poucos, descobrindo os seios que foram beijados e chupados os biquinhos.

- Você continua a mesma Ivone gostosa que amei...
- E você também continua sendo a Augusta gostosa que me fez gostar de mulheres mais do que de homens...
- Isso.. somos as duas brasileiras mais gostosas em Paris... 

Que saudades disso, meu amor!
E rindo, continuaram se beijando. Os shorts também saíram e as duas, nuas no sofá, se tocavam. Fizeram um 69 e nem perceberam que Irina saira do banheiro e as olhava, enternecida. Mas não se envolveu, deixou as duas à vontade, sabia que elas tinham uma história e precisavam colocar tudo em dia. Aquele momento era das duas. Mas não custava olhar...

Foi assim que começou a vida de Ivone em Paris. Tinha jeito de ter começado melhor? Ela nunca achou que teria...

O colega de estudos dela era casado... porém...



Porém, mas, contudo...

(escrito por Kaplan)

Jussara se apaixonara por Rodolfo, seu colega de faculdade. Dava a maior bola pra ele, mas ele não retornava. Ele gostava muito dela, mas era casado e achava que não deveria trair a esposa. 

Mas Jussara procurava, de todos os meios, faze-lo mudar de ideia. E aproveitava quando tinham de fazer algum trabalho em dupla, sempre o chamava para fazerem juntos e ali, depois das tarefas cumpridas, ela jogava seu charme tentando, tentando... quem sabe um dia ele mudava de ideia?

Finalmente, ela resolveu tomar uma atitude drástica e jurou a si mesma que, se não desse certo, desistiria de vez do Rodolfo.

Era uma manhã de sábado e eles se encontraram no apartamento dela para terminar um trabalho que haviam iniciado alguns dias antes.

Hoje você me escapa... ou escapa!
Recebeu-o com um minivestido que nunca tinha usado na faculdade. Era novo, comprado especialmente para a ocasião tão esperada.

Terminaram o trabalho, na mesa da sala, depois sentados no sofá ela voltou à carga e dessa vez não perdoou. Jogou-se pra cima dele, beijando-o, pondo a mão sobre o pau dele... Rodolfo ficou estático, não sabia o que fazer.

Um drama para ele. Não achava certo aquilo, mas como Jussara beijava gostoso... e aquele toque dela em seu pau... irresistível!

- Jussara... não devo...
- Rodolfo, por favor... que seja só esta vez, mas não me desaponte...

E já ia abrindo a camisa dele... e ele, sem ação, rendeu-se... deixou que ela abrisse também sua calça, que abrisse a braguilha, que pegasse em seu pau e o colocasse na boca, chupando-o de um jeito que sua esposa não fazia... também, ela se casara virgem, estava ainda aprendendo muitas coisas... e Jussara se deliciava com o pauzão dele, e enquanto chupava pensava como devia ser feliz a esposa dele, tendo aquele mastro todo dia à sua disposição...
E vendo que ele estava gostando, ela continuou chupando. E de vez em quando parava de chupar e ia beijá-lo na boca. 

Maravilhosos.... (foto: Kaplan)
Finalmente ele resolveu participar ativamente. Abaixou o vestido dela e viu-lhe os belos seios. Não teve dúvida, pegou neles e os beijou, acariciou, deu pequenas mordidas nos biquinhos, Jussara se arrepiou toda. E voltou ao boquete, agora esfregando os seios na coxa dele.

Despiram-se por completo. E ela continuava chupando...

Mas ele também queria agradá-la, já que ela o estava agradando tanto. Então levantou-se, deitou-a no sofá, admirou a xotinha peludinha dela, ele se ajoelhou entre as pernas dela e deu-lhe uma chupada que ela considerou sensacional. Gemeu, desesperadamente feliz!

Já estava pensando porque não tinha ousado antes... Rodolfo era muito bom... ela estava adorando só as preliminares... já estava louca pelas finalmentes...

E ele não a desapontou. Depois de vê-la pingando, enfiou o pau na xotinha, deitando-se sobre ela e ficou no vai e vem por minutos que pareceram décadas pra ela, que gozou alucinadamente. Respirava, ofegante, com aquele homem adorado por cima dela. Sorriam um para o outro. 

Ele levantou-se e ela o chamou para tomarem um banho.

- Não é bom você chegar em sua casa cheirando a sexo... 

Foi o banho mais gostoso da minha vida!
Deu-lhe um banho gostoso, ele também a banhou. Não transaram ali, apesar de o pau dele ter endurecido com mais uma chupada que ela deu.
Saíram do banho, se enxugaram. Ele se vestiu.

- Rodolfo... vai ser só essa vez mesmo?
- Penso que sim, Ju... não sei como vou encarar minha esposa depois disso...

Ela o beijou, se despediram.
Um misto de alegria e tristeza tomou conta dela. Tinha sido uma trepada ótima... mas será que ele conseguiria trair a esposa novamente?

Naquela semana, ele se comportou exatamente como sempre na faculdade. Não tocou no assunto e ela ficou em dúvida se devia insistir.
Até que na quinta-feira, ao saírem da aula, ele virou-se pra ela e perguntou:

- Nós temos um outro trabalho para fazer sábado em sua casa, não temos?

Ela quase enlouqueceu ouvindo aquilo. Abriu um sorriso monumental. Tinha entendido perfeitamente bem a resposta à pergunta que fizera...