domingo, 27 de setembro de 2026

Meg passeou de lancha a sós com o amigo

Imagina se transaram num local conhecido dele

(escrito por Meg)

 

Sereias gostam do mar, não gostam? E as sereias humanas, como a Meg, adoravam o mar.

Passar dias e férias nas praias fazia parte do cardápio dela.

Aceitar convites de amigos ou amigas para passar fim de semana em casa de praia? Ela estava pronta!

Já contei vários casos dela. Vamos ver o que ela escreveu sobre um convite que recebeu de um amigo, o Gilberto.

Gilberto sabia da minha predileção por sol, areia e mar.

E ele, poderoso financeiramente, tinha casa de praia, tinha lancha... tudo de bom.

E um dia ele me convidou pra ir lá.

Jamais recusaria.

Arrumei meus biquinis, os mais sexyes que tinha, vestidos superdecotados alguns, bem transparentes outros.  






E aguardei ele vir me pegar.

Nós nunca tivéramos um caso mais sério. Alguns beijos e amassos já tinham sido dados, mas sempre aparecia algum contratempo.

Agora eu sabia que ia rolar. Ah, se ia!

Mas fiquei surpresa, porque havia um casal na casa dele. Fiquei sabendo que era uma prima e seu marido. Pessoas simpáticas, mas fiquei preocupada.

Me vendo meio constrangida, o Gilberto foi me mostrar a casa, belíssima, e me falou, baixinho, para não me preocupar, que nós iríamos dar um passeio de lanche, só ele e eu.

Isso me deixou mais animada. E ele ainda disse que no dia seguinte o casal iria embora, e a casa ficaria só pra nós dois. Melhor ainda!

É claro que à noite, depois de lancharmos, bebermos vinho, fomos pra um quarto e o casal pra outro.

Dar a primeira trepada com um cara que você gosta, numa casa à beira mar... é tudo de bom!


Acordamos, fomos para a cozinha, preparamos o café pros quatro. Eles já chegaram com as malas prontas. Não iriam demorar.

Tomamos o café, depois nos despedimos. Eles se foram.

Gilberto me levou até onde a lancha estava. Já havia preparado tudo.

Ele mesmo iria “pilotar”.

E eu fiquei de beleza. Aproveitei e tirei o sutiã. Nada como um topless, não é mesmo? 



Ele aplaudiu.

Mas continuou dirigindo a lancha.

Me falou que ia levar num local especial. Claro que pensei que era um local para onde ele já teria levado muitas gatas. Mas não me importei com isso. Afinal, naquele momento a gata era eu.

E só pra provocar, tirei a calcinha. Fiquei toda nua, passeando pela lancha e lançando olhares cúpidos pra ele.



Dali a pouco chegamos ao tal local. Não era nada de tão especial assim.

Um pequeno trecho de praia, não frequentada por ninguém.

Descemos e não foi pra brincar.

Foi pra trepar que nem gente grande!

Colocamos uma grande colcha na areia, ele se despiu também.

Deitou e vi o pau já pronto para o combate.

Deitei por cima dele e fiz um belo boquete, arrancando bons suspiros dele. 



Rolamos na areia, entramos no mar, brincamos à vontade, fui chupada, chupei.

Só não trepamos dentro d’água porque as ondas estavam muito fortes.

Voltamos para a toalha.

Falei que queria cavalgá-lo olhando pro mar.

Ele gostou, porque aí ficava olhando minha bunda levantando e abaixando  e dando “aquela” vontade nele.

Não me importei. Gozei cavalgando.

E deixei ele gozar no fiofó. 



Ficamos naquele local por umas 5 horas, depois regressamos.

Enquanto ele preparava algo para comer e beber, fui tomar banho e voltei com o vestido transparente.

Prá quê?

O cara enlouqueceu. Parecia que nunca tinha me visto nua.

Quase rasgou o vestido. Me comeu bonito de novo.

E tornou a me comer na cama, quando fomos deitar.

Pena que voltaríamos no dia seguinte... Eu ficaria um mês inteiro com ele!

 

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