quinta-feira, 17 de setembro de 2026

Ele elogiou as pernas dela... aí ela mostrou o resto!

 Denise, a que não perdoa!

(escrito por Kaplan)

 

Denise vivia encontrando os antigos colegas professores. Ela havia se aposentado e de vez em quando, para matar a saudade, dava um pulo no colégio. Era uma festa!

Tinha um professor lá com quem ela transou bastante enquanto ambos davam aulas. Mas ele também tinha aposentado.

Num desses dias em que ela esteve lá, ia sempre na hora do recreio para poder conversar e ver os antigos amigos e amigas. Num dia desses, como estava falando, um dos professores, o Jorge, ficou na sala porque tinha um horário vago. Os dois ficaram conversando.

Ela estava de saia, e quase sempre era curta.

E ganhou um elogio. 




- Denise, suas pernas são maravilhosas!

- Nunca tinha visto? Eu vinha sempre de saias curtas.

- Mas eu não fixava, porque sabia de sua história com seu colega da História.

- Sabia? Como assim? Ele contou?

- Não, não contou, mas a gente reparava nos olhares de vocês... tava na cara que vocês tinham um caso. Por isso nunca me manifestei, mas hoje posso fazer o elogio.

Aquilo deixou Denise arrepiada.

- Você tem mais aulas hoje?

- Folgo nesse horário e depois dou aula no último.

- Está de carro?

- Não.

- Eu estou, vou te dar uma carona pra gente conversar melhor a respeito disso.

Ela estava eufórica e o Jorge quase não conseguiu dar a aula direito, só pensando o que poderia ser aquela “conversa melhor”.

Pois bem, as aulas terminaram, ela e o Jorge foram em direção ao carro, e ela o levou para o edifício onde mora.

- Que lugar é esse, Denise?

- Meu apartamento é aqui. Vamos entrar.

Entraram e ela foi direto ao ponto.

- Jorge, eu fiquei encantada com seu elogio. E acho que posso retribuir o elogio, deixando você me ver por completo. Que tal?

- Acho magnífica a sua ideia.

Ela sorriu e tirou a roupa toda. 



Ele ficou encantado. Não eram apenas as pernas que ele considerou maravilhosas, tudo nela era maravilhoso.

Ficou admirando-a, quase babando.

Ela não perdeu tempo.

- Escuta, para de me olhar e me mostra se você também é maravilhoso...

Ele entendeu o recado.

Ficou pelado.

Pau duro, claro.

Ela gostou do que viu. 





E pegou e fez boquete.

Ele gemia.

Nem foi preciso ir pro quarto.

O sofá... ah! Se os sofás falassem...

Foi no sofá mesmo que os corpos se encontraram, se possuíram. 



- Foi maravilhoso, Jorge!

- Também achei.

- Qualquer dia desses, eu vou lá no colégio de novo... entendeu?

Ele sorriu. Claro que entendeu!

 

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