sexta-feira, 7 de agosto de 2026

O amigo da Cecília pegou-a na cozinha

 Pra variar, na cozinha de meu apartamento!     

(escrito por Kaplan)

 

Ninguém me tira da cabeça que a Cecília tramou tudo. Fez questão de me pedir um favor que só poderia ser realizado numa cidade aqui perto. Ou seja, eu ficaria, sem dúvida, por causa do trânsito cada vez mais caótico, eu ficaria umas 4 horas ausente. Ela me disse que iria me esperar ali mesmo, no meu apartamento.

E só fiquei sabendo das tretas quando cheguei.

A cara de safada que ela estava... eu conhecia.

- Muito bem, pode desembuchar, já saquei que alguém esteve aqui no meu apartamento.

Ela riu.

- De fato, tio, era o único lugar que eu tinha pra receber o Fabrício. Antes que me pergunte, é o filho de um cliente poderoso para quem meu patrão trabalha de vez em quando. Fiquei conhecendo o Fabrício e o convidei pra vir aqui, por isso te expulsei.

- Conte-me tudo, não me esconda nada!

- Tá bem. Assim que você saiu, eu me produzi para receber o Fabricio. Nada sofisticado. Só uma camiseta branquinha e uma calcinha branquinha também.

E fui pra cozinha pra fazer uns pães de queijo. 


Ele chegou e fomos pra cozinha.

Mas o pão de queijo nem foi pro forno. Ele é bem decidido. Já foi me perguntando que horas você voltaria e quando eu disse que seria dali a pouco mais de três horas, ele falou que não poderíamos perder tempo.

E começou a passar a mão em mim, a beijar minha nuca, passar a mão nos peitinhos... tudo rápido, mas tava legal.

Abaixou minha camiseta e mamou gostoso... eita trem bão!

E foi enfiando a mão dentro da minha calcinha, colocou-a de lado e a beleza da língua fez o serviço super gostoso.



Ai eu tirei a camisetinha, a calcinha. Deixei ele me ver nua por inteiro. E eu fiz questão de começar a baixar a calça dele. Queria ver o pau... vi, gostei, chupei!

Primeira trepada foi no tapete da sua cozinha... não me leve a mal!

De ladinho, gostosinho.

Depois ele me colocou sentada na bancada da pia e enfiou o pau.

Nossa... pau grande e grosso.

Entrou rasgando e me fez gozar.

Desci, ele sentou no tapete e lá fui eu dar uma bela cavalgada! 



E ele gozou também. E a porrinha desceu e lambrecou o pau dele todo.

Tive de dar um banho no pobre rapaz...

- Pelo visto,serviço completo.

- Foi sim, tio, obrigada.

- Eu devia dizer: obrigada nada, pode descer a calcinha...

- Eu topo, mas não agora... vou ficar aqui o resto do dia e posso até dormir na sua cama, com você. O que me diz?

- Aprovado por unanimidade!

 

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