quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Denise foi na garagem procurar alguma coisa

O que seria?

(Escrito por Denise)

 

Há muito tempo, eu publiquei uma história da Denise que tinha ido aos Estados Unidos para o casamento de uma amiga. E lá ela se encontrou com um antigo namorado. Ela me disse que haviam transado, mas não contou os detalhes. Pressionei-a agora, e ela, finalmente, concordou em falar tudo. Vamos ver?

 

Bem, é uma longa história, mas vou abreviar. Esse meu ex morava numa casa simples, mas como todas as casas nas cidades menores, tinha garagem e um pequeno jardim na frente. Algumas tinham piscinas pequenas num quintalzinho, mas nem todas.

Aquele povo é meio doido. Usam a garagem para guardar tudo que não cabe dentro da casa. Os carros ficam no passeio ou na rua...




Mas esse meu amigo, como bom brasileiro, cometia a ousadia de guardar o carro dele na garagem! Mas só à noite. Todo mundo passava e admirava aquela loucura!

Pois bem.

Eu sabia que ele estaria lá, tinha me dito que estava aproveitando uma folga no trabalho para consertar algumas coisas.

Então pus um colant e um shortinho e entrei na garagem.

Ele estava de calça jeans e sem camisa.

Era um belo corpo, que tinha me entusiasmado muito.

E aí... não deu outra...

Relembramos as boas trepadas de antigamente. 



E ele me pediu para passar o dia com ele. Ajudando ali na garagem e depois, na parte da tarde, divertindo-nos dentro da casa, muito confortável, por sinal.

Bem, eu tinha ido para um casamento de amiga, que já tinha acontecido. Nada me impedia de ficar mais alguns dias lá.




Fiquei.

E foi ótimo, como sempre.



Conversamos muito, trepamos bastante, relembrando os velhos tempos. Nem tão velhos assim, mas já tinha mais de 5 anos que a gente não se via.

Rever foi algo assim bem explosivo.

Nem pensei em recusar quando ele me pediu para passar o fim de semana com ele. Por que recusaria? País diferente, homem o mesmo, a gostosura de sempre...

Fui no hotel, fechei a conta, peguei minhas coisas.

Ele me esperava, viemos no carro dele para a casa.

Entramos.

Me de uma vontade de fazer um boquete nele!

Arrancamos as roupas, pulamos na cama e fiz. 




Óbvio que não ficou só no boquete.

Fui chupada com força! Delícia!

Trepamos.

Demos uma folga, voltamos à garagem.

Ajudei-o em pouca coisa. Não é meu forte...

Depois da ceia, sentamos na sala, vimos um pouco de TV, ele me explicando alguma coisa que eu não entendia, porque meu inglês é bem fraquinho.

E cama! 


Nossa... e isso foi no sábado.

O que me esperava no domingo?

Levantamos, tomamos nosso café da manhã.

De short e camiseta, fui ver uma revista que havia chegado pelo correio no dia anterior.

Só ver, porque não entendia quase nada do que estava escrito.

Aí ele chegou perto de onde eu estava, com uma cara séria.

- Que foi?

- Denise, esta noite eu acordei com uma voz me fazendo perguntas.

- Já fiquei arrepiada de pavor... que perguntas?

- Na verdade, só lembrei de uma. A voz perguntava: cadê aquela boquinha que me chupou tão gostoso ontem? Acredita! Era meu pau falando isso!

Eu quase caí da cadeira de tanto rir. Safado demais!!! Mas não podia deixar de atender à voz do pau... 



Evidente que após o pau dele ter ficado tão alegre... você pode adivinhar que outra bela trepada aconteceu.

Mas o resto do dia foi dedicado a uns passeios, pude conhecer melhor a cidade que ele elegeu para ser seu novo lar.

Só de noite, depois de um banho gostoso, pus minha camisola e fomos pra cama.

Estávamos cansados, mas eu sabia que no dia seguinte eu iria embora. Não podia ficar mais tempo.

Então... a última trepada! 

 

E aí, ela me deu uma gozeira.

- Tá feliz agora? Gostou do punhado de chifres que coloquei em você?

Eu perdoo...

 

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