quinta-feira, 21 de maio de 2026

Não ouse me desprezar, mano...

 Será que tem manos desprezando as manas?

(escrito por Kaplan)   

 

E não é que a senhorita Angélica presenciou o irmão Bruno trocando de roupa e ficou muito, mas muito interessada no que viu balançando entre as pernas dele.

Cara de pau, ela viu e falou com ele que viu e que queria ver mais e até fazer outras coisas...

Mas o Bruno ficou receoso. Por mais que ele e a irmã fossem maiores de idade, moravam com os pais. E se eles descobrissem? Ia ser uma catástrofe!

Então ele ficou negaceando.

E ela não desistiu.

Aproveitando bons momentos de folga que tinham à tarde, ela viu que ele estava sentado no sofá da sala vendo televisão e tentou seduzi-lo sentando de frente pra ele, suspendendo a saia e mostrando a calcinha. 





Ele arregalou os olhos. Ela estava mesmo decidida... só que ele ainda não!

Então, desligou a TV e foi correndo pro quarto.

Deitou-se na cama e ficou ruminando a situação.

E ela?

Ora, ela fez o que achava certo, foi atrás dele.

Entrou no quarto e falou aquela frase que virou o título deste conto:

- Não ouse me desprezar, mano...

- Não é desprezo... é receio do que pode acontecer.

- Irão acontecer belos momentos de prazer. Olha aqui: 



Tirou a calcinha e mostrou a xotinha pra ele.

Ele não sabia o que pensar... mas o pau dele soube!

Ficou duro e ela viu.

Deu um sorriso.

Ele não iria escapar.

Levantou o corpete que usava, mostrando os seios a ele.

Ele estava alucinado.

Não conseguiu resistir a ela tirando sua calça e cueca.

E ela sentou no pau dele. 





- Você é doida!

- Tem perigo não, mano... tomo pílula, estou protegida.

E cavalgou um bom tempo, até ver que ele estava completamente rendido.

Aí levantou e fez um belo boquete.

O Bruno percebeu que ela chupava melhor do que as meninas da faculdade...

Entregou-se completamente.

Comeu-a de cachorrinho. 



Depois de frente. Ela gemia loucamente.

- Estou gozando,mano... mete mais, mete mais!

Ele meteu.

Ela gozou.

Ele tirou o pau de dentro, punhetou e gozou na barriguinha dela.

- Viu como foi fácil e gostoso? Ainda tá com medo?

- Não... você conseguiu, danadinha.

- E você já sabe que não foi só hoje, né? sou muito gulosa, quero todo dia!

 

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