segunda-feira, 25 de maio de 2026

Cecília foi num quiroprata

 Ele comeu

(escrito por Kaplan)   

 

Não sei se pelo excesso de aventuras sexuais, houve um momento em que Cecília começou a reclamar de dores na coluna, um certo mal estar.

Uma amiga recomendou que ela procurasse ajuda com um quiroprata, especialista nesses casos. Indicou o que ela ia sempre, o doutor Marcos.

De posse do endereço, Cecília telefonou e agendou uma consulta.

Achou o doutor Marcos muito simpático e até mesmo novo. Será que ele iria resolver seu problema?

Conversou bastante com ele, explicou tudo que estava sentindo e ficou animada com o que ele falou.

E ele já quis começar uma primeira sessão. Ela adorou.

Deitou-a numa maca e fez aqueles exercícios que parecem coisa de doido, mas que funcionam. Dobrou o corpo dela, dobrou as pernas, massageou a nuca e as costas. 





Ela gostou, principalmente porque as mãos dele eram firmes e a deixaram até meio que com tesão... ela era impossível.

Sentiu-se melhor,mas é claro que só aquela sessão não resolveria os problemas, ele marcou um novo encontro para dali a três dias.

Ela chegou, sorridente.

- E então? Sentiu melhoras?

- Nossa... super!

- Que bom. As pessoas duvidam muito dos nossos trabalhos, mas eles são eficientes de verdade.

Vamos aos exercícios de novo.

E recomeçou. Os  mesmos exercícios. Só que como ela foi com uma saia bem curtinha, quando ele virava as pernas dela... ele via coisas bem interessantes. 



E mesmo sendo um profissional sério... o pau dele não era tão sério assim, endureceu e ela viu.

Não falou nada, mas começou a pensar como poderia tirar proveito daquilo.

Depois da sessão toda, ele perguntou se ela precisava de mais coisas, e ela falou, na lata.

- Olha, eu fico até meio sem graça de falar sobre isso... mas minha xotinha também precisa de um tratamento...

- Hummm... entendi. (ele logo sacou o que ela estava pretendendo)

Mas você sabe que isso demanda atividades um pouco diferentes, e não é com as mãos que se faz. Vai querer?

- Eu preciso, doutor Marcos. E tenho certeza de que o senhor tem tudo o que é necessário para solucionar meu problema.

Ele sorriu e abaixou a calça.

- Belo instrumento de trabalho, doutor. Posso examinar com mais cuidado?

- Fique à vontade. 





Ela não era quiroprata, mas boqueteadora...

Depois do boquete, ela virou pra ele e falou que já tinha deixado o instrumento bem molhado e pronto pra ele usar.

E como ele usou!

Colocou-a sentada nele e ela pulou bastante.

Depois a colocou sentada quase deitada na maca e penetrou-a, arrancando gemidos. Que instrumento de trabalho bom o doutor Marcos tinha!

E depois de fazer ela gozar lindamente, ele afirmou ser necessário tratar do outro buraquinho... ela gostou muito dessa afirmação!



E ainda ajudou, enfiando seus dedos na xotinha enquanto o pau dele conhecia o que havia lá por trás...

- Doutor Marcos, pelo que nós fizemos até agora, acha que preciso de mais sessões?

- Com certeza, já vou agendar mais duas pra semana que vem.

 

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