quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

O vizinho mais espetacular que tivemos

Esse foi um dos primeiros, mas traçou direitinho!

(escrito por Kaplan)

 

Sim, como vocês já sabem, vizinhos sempre existiram em nossa vida. Não importa em que edifício a gente morava, sempre tinha um, ou vários que gostavam muito de frequentar nosso apartamento.

O que vou contar hoje é interessante, por ter sido o primeiro de todos.

Quando nos mudamos da nossa casinha inicial e fomos, pela primeira vez, morar num edifício de apartamentos,é que a coisa aconteceu.

Compreende-se, não estávamos habituados à rotina de conviver com muita gente.

E o apartamento para o qual mudamos andava precisando de uns consertos, que os moradores de primeira viagem só descobriram quando já tínhamos feito a mudança.

Ainda meio atarefados e atarantados, num dos primeiros dias, quando estávamos no elevador (íamos morar no 806) , ficamos conhecendo o senhor Olívio, que residia no 405. 


Ele nos olhou e começou a conversar. Era mais velho, devia ter 50 e poucos anos, quase o dobro de nossas idades.

- Vocês são o casal que se mudou agora, não é?

- Sim – respondi – e a Meg ficou só ouvindo.

- Pois meu nome é Olívio, moro aqui no 405 e o que precisarem podem vir me falar, sou viúvo, sei como é complicado mudar. Fico em casa praticamente os dias todos e estou à disposição.

- Não queremos abusar...

- Não vão, pelo contrário, vão me arrumar coisas pra fazer, vou adorar ajudá-los!

Ele desceu, nós continuamos e Meg comentou que parecia ser uma boa pessoa. Concordei. Ele inspirava confiança.

No dia seguinte, quando eu já me preparava para sair, ela me perguntou se eu poderia passar no 405 e perguntar pro seu Olívio se ele conseguia destravar a cama, que tinha feito ruídos demais naquela noite. Acho que eu não tinha armado ela direito. 



Dali a pouco batem a campainha. Era o seu Olívio que veio para tentar resolver o problema da cama. Ela estava só com um vestido curtinho, e pra variar, sem sutiã e sem calcinha. Mas ele não ficou olhando. Foram diretos para o quarto, ela o ajudou a tirar o colchão e ele examinou as peças.

- Vou ter de desarmar e armar de novo. Tudo bem?

- Tá, fique à vontade, eu vou passar uma vassoura na casa.

Deixou ele lá, e se surpreendeu, não demorou nem 15 minutos para ele a chamar.

- Acho que tá resolvido. Pode deitar e ver se continua o barulho. 




Deitou e acho que deu um lance de bunda... ele tossiu. De fato não havia mais barulho.

- Nossa, seu Olívio. Nem sei como agradecer.

- Precisa agradecer não. Tem mais alguma coisa que posso te ajudar? Aproveita que estou de folga!

- Ah... deixa eu ver...

Ficaram conversando enquanto ela pensava, e acabou conhecendo muito da vida dele. Era mesmo uma figura interessante. E ela acabou tendo outro tipo de interesse, e resolveu colocar à prova o vizinho.

- Tem sim, eu estou pensando como decorar essa parede atrás da cama.Não gosto de paredes nuas. O que você acha que poderia colocar?

- Penso que quadros. Uns dois ou três, dependendo do tamanho. Mas seria interessante que os quadros tivessem um tema único, tipo marinhas, ou montanhas... vocês tem quadros assim?

- Não, mas temos fotos. Meu marido é fotógrafo e vive tirando fotos minhas. Deixa eu pegar aqui em cima do armário. 



E ela pegou uma escada e foi subindo, ele ficou embaixo, segurando a escada com medo dela cair. E aí ele viu de novo... que bunda... que xota...

Ela pegou três quadros e os entregou. Ele colocou na cama enquanto ela descia. E ela viu que ele estava de pau duro. E ficou mais ainda quando ela desembrulhou os quadros... eram fotos dela, nua!






- Nossa... que fotos maravilhosas...

- Obrigada! E estou vendo que o seu Olívio ficou excitado...

- Como não ficar? Primeiro, vendo ao vivo e a cores você no alto da escada, e agora nessas fotos... não me leve a mal...

- Claro que não levo... é um grande elogio!

Notou que ele ficava olhando sem parar para ela.

- Estou achando que o senhor está querendo ter uma prova de que sou eu mesma nas fotos... acertei?

- Bem... pode ser?

- Claro!

E ela tirou o vestidinho. Completamente nua na frente dele. Vendo o pau dele quase furar a calça... 


- Deixa eu ver o senhor também...

Ele não precisava de um convite melhor do que esse.

Despiu-se rapidinho. Colocaram os quadros no chão, deitaram-se na cama e transaram. Uma transa demorada, sensível, gostosa demais.

Só depois de terem gozado é que ele se lembrou que Meg era casada.

- Seu marido vai querer me matar se souber disso...

- Vai não... não precisa se preocupar com ele. Ele é bem liberal.

- Não sei... acho que abusei.

- Mas você disse que podíamos usar e abusar de você, não disse?

- É, mas não era isso que eu tinha pensado.

- Fica calmo. Gostei demais de abusar de você, e vou querer abusar mais... tem tanta coisa aqui nesse apartamento para ser consertada...

Cheguei em casa, ela me contou tudo. 



E aí me habituei a chegar em casa e ficar sabendo que ele consertou o sifão da pia da cozinha, que ele apertou direito os parafusos do armário, montou as cortinas da sala, colocou um espelho no corredor, consertou o forno, a máquina de lavar, quando a TV que eu tinha comprado chegou ele a instalou e assistiram a um filme juntos, pelados e comendo pipoca...

Foi uma festa geral a história dela com nosso primeiro vizinho!

 

 

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