quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Deixou o dentista de boca aberta

 Também... com aquele corpaço!

(escrito por Denise)        


 Tenho acompanhado a vida da Denise e chego à conclusão de que ser professor ou professora é uma profissão bem interessante.

Acredito que a maioria, como ela, nunca se envolveu com alunos e ou alunas enquanto cursavam o ensino médio, com seus 17,18 e até 19 anos.

Ela sempre me disse que teve alunos que se insinuavam muito, mas ela era firme. Nada de aventuras com alunos.

Curioso é que, quando ela estava fazendo faculdade, ela se envolveu com alguns professores. Mas aí já era um caso diferente, maior de idade, ela sabia o que queria, seduzia e era seduzida.

Mas depois que os alunos do ensino médio saiam da escola, prestavam vestibular, iam fazer seus cursos nas várias universidades que existiam na cidade, de vez em quando ela trombava com um, seja no shopping (cinema, praça de alimentação, livraria, lojas...) 


Ela encontrava ex-alunos em todos os lugares



E aí, os jovens que ela conhecera com 17, 18 anos, já estavam formados, trabalhando e tinham idades próximas dos 30 anos, alguns até já tinham casado.

Como já relatamos várias vezes aqui, desses encontros casuais resultavam sempre momentos de sexo casuais...

Foi o que aconteceu com o Marcelino, que era dentista.

Ela o encontrou numa recepção de casamento de uma ex-aluna, eles bateram longos papos e ela ficou de consultar com ele quando precisasse.

Ainda brincou:

- Tenho de ter muito cuidado com meu siso... não posso perdê-lo!

Frase de duplo sentido, ela não percebeu se ele entendera o jogo de palavras.

Demorou uns dois meses e, finalmente, ela precisou dos serviços dele.

Agendou e apareceu lá.

Ele fez como qualquer paciente. Fez várias perguntas, principalmente se ela tinha alergia a algum medicamento, e finalmente mandou que ela sentasse naquela cadeira típica de consultório de dentista.

Eu tinha brincado com ela, falando para ela não agir como a Meg, que sempre trepava ao final das consultas, com médicos ou dentistas. 


Que dentista não gostaria de ver tal coisa?


Não sei se isso deixou-a meio excitada, ela acabou indo com uma roupa que talvez não fosse a mais adequada. Saia curta, blusa decotada talvez em excesso para quem ia ficar quase deitada na cadeira.

Pensou que ele colocaria um pano sobre o peito dela, mas ele só colocou um guardanapo.

E aí... ele viu, tudo que queria ou até mesmo se não queria...

Ele não conseguiu evitar o comentário.

- Nunca pensei que minha professora tivesse seios tão lindos!

- Nossa... obrigada... mas quando eu era sua professora eles eram mais lindos... com o tempo, tudo cai, né, até o siso!

- Por que eu acho que a senhora está me provocando?

- Senhora está no céu, viu? Faça o favor de me respeitar, ainda não cheguei à velhice!

- Perdão, perdão... é a força do hábito.

Ela deu uma gargalhada.

- Deixa de ser bobo, Marcelino, não sou mais sua professora, sou sua paciente, e estou impaciente para você me tratar tudo, não apenas os dentes!

Aí não tinha como ele não entender. 


Ela pediu, ele atendeu!

Enfiou as mãos no decote e pegou nos seios dela, fazendo-a estremecer de tesão.

Ficou massageando muito tempo os seios, os biquinhos estavam tesos.

- Marcelino, lá embaixo também preciso de tratamento...

Dificil não entender...

Lá foi ele verificar atentamente o problema dela “lá embaixo”

Deu-lhe uma chupada que quase a fez cair da cadeira!

Colocou a cadeira praticamente na posição horizontal, tirou a roupa e deitou-se por cima dela, metendo rápido, ele estava enlouquecido, não queria saber de mais preliminares.

Por sorte não gozou rápido, deu tempo de ela suar, os dois desceram da cadeira e ela ajoelhou para fazer um belo boquete nele. Aí ele gozou, em sua boca, ela engoliu tudo. 


Esse remédio é muito bom para os dentes!


- E então, doutor, meus dentes vão precisar de um tratamento prolongado ou hoje você já resolveu tudo?

- Pelo menos umas dez sessões você precisará de vir... professorinha querida do meu coração!

Era tudo que ela queria!

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