Também...
com aquele corpaço!
(escrito por Denise)
Tenho
acompanhado a vida da Denise e chego à conclusão de que ser professor ou
professora é uma profissão bem interessante.
Acredito
que a maioria, como ela, nunca se envolveu com alunos e ou alunas enquanto
cursavam o ensino médio, com seus 17,18 e até 19 anos.
Ela sempre
me disse que teve alunos que se insinuavam muito, mas ela era firme. Nada de
aventuras com alunos.
Curioso é
que, quando ela estava fazendo faculdade, ela se envolveu com alguns
professores. Mas aí já era um caso diferente, maior de idade, ela sabia o que
queria, seduzia e era seduzida.
Mas depois
que os alunos do ensino médio saiam da escola, prestavam vestibular, iam fazer
seus cursos nas várias universidades que existiam na cidade, de vez em quando
ela trombava com um, seja no shopping (cinema, praça de alimentação, livraria,
lojas...)
 |
| Ela encontrava ex-alunos em todos os lugares |
E aí, os
jovens que ela conhecera com 17, 18 anos, já estavam formados, trabalhando e
tinham idades próximas dos 30 anos, alguns até já tinham casado.
Como já
relatamos várias vezes aqui, desses encontros casuais resultavam sempre
momentos de sexo casuais...
Foi o que
aconteceu com o Marcelino, que era dentista.
Ela o
encontrou numa recepção de casamento de uma ex-aluna, eles bateram longos
papos e ela ficou de consultar com ele quando precisasse.
Ainda
brincou:
- Tenho de
ter muito cuidado com meu siso... não posso perdê-lo!
Frase de
duplo sentido, ela não percebeu se ele entendera o jogo de palavras.
Demorou
uns dois meses e, finalmente, ela precisou dos serviços dele.
Agendou e
apareceu lá.
Ele fez
como qualquer paciente. Fez várias perguntas, principalmente se ela tinha
alergia a algum medicamento, e finalmente mandou que ela sentasse naquela
cadeira típica de consultório de dentista.
Eu tinha
brincado com ela, falando para ela não agir como a Meg, que sempre trepava ao
final das consultas, com médicos ou dentistas.
 |
| Que dentista não gostaria de ver tal coisa? |
Não sei se
isso deixou-a meio excitada, ela acabou indo com uma roupa que talvez não fosse
a mais adequada. Saia curta, blusa decotada talvez em excesso para quem ia
ficar quase deitada na cadeira.
Pensou que
ele colocaria um pano sobre o peito dela, mas ele só colocou um guardanapo.
E aí... ele
viu, tudo que queria ou até mesmo se não queria...
Ele não
conseguiu evitar o comentário.
- Nunca
pensei que minha professora tivesse seios tão lindos!
- Nossa...
obrigada... mas quando eu era sua professora eles eram mais lindos... com o
tempo, tudo cai, né, até o siso!
- Por que
eu acho que a senhora está me provocando?
- Senhora
está no céu, viu? Faça o favor de me respeitar, ainda não cheguei à velhice!
- Perdão,
perdão... é a força do hábito.
Ela deu
uma gargalhada.
- Deixa de
ser bobo, Marcelino, não sou mais sua professora, sou sua paciente, e estou
impaciente para você me tratar tudo, não apenas os dentes!
Aí não
tinha como ele não entender.
 |
| Ela pediu, ele atendeu! |
Enfiou as
mãos no decote e pegou nos seios dela, fazendo-a estremecer de tesão.
Ficou
massageando muito tempo os seios, os biquinhos estavam tesos.
-
Marcelino, lá embaixo também preciso de tratamento...
Dificil
não entender...
Lá foi ele
verificar atentamente o problema dela “lá embaixo”
Deu-lhe
uma chupada que quase a fez cair da cadeira!
Colocou a
cadeira praticamente na posição horizontal, tirou a roupa e deitou-se por cima
dela, metendo rápido, ele estava enlouquecido, não queria saber de mais
preliminares.
Por sorte
não gozou rápido, deu tempo de ela suar, os dois desceram da cadeira e ela
ajoelhou para fazer um belo boquete nele. Aí ele gozou, em sua boca, ela
engoliu tudo.
 |
| Esse remédio é muito bom para os dentes! |
- E então,
doutor, meus dentes vão precisar de um tratamento prolongado ou hoje você já
resolveu tudo?
- Pelo
menos umas dez sessões você precisará de vir... professorinha querida do meu
coração!
Era tudo
que ela queria!