terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Cecília pegou namorado com outra

 Resultado: um belo ménage   

(Escrito por Cecília)

 

Ê, tio.... é cada coisa que me acontece...

Imagina que comecei a namorar um carinha, o Roque, cara que parecia ser gente boa. Bom de cama ele era, já tínhamos dado boas trepadas.

Aí, sem avisar, resolvi fazer uma visitinha a ele. Mora sozinho, sabia que não teria familiar algum para encher a paciência.

Mas... se não tinha parente, tinha outro tipo de pessoa lá. A Maria Alice, amiga minha. E como encontrei a porta do apartamento aberta, entrei,  fui direto pro quarto.

E o que vejo?

Ele deitado na cama e a Maria Alice fazendo o maior boquete nele! 


Fiquei puta da vida.

Avancei nos dois, tirei a boca dela e fiquei pegando no pau.

- Qualé a de vocês dois, hein?

Eles não sabiam o que falar.

Bem, pra mim o namoro tinha acabado naquele instante.

Mas eu não ia deixar barato.

Ao meu jeito...

- Pode continuar o boquete... aliás, vou te ajudar, sua traíra!

E fui chupar o pau dele, junto com ela! 



E depois tirei a roupa também.

- Você vai ter de comer as duas... e ai de você se não comer direito!

Deixei ele comer ela primeiro.

Fiquei só lambendo o pau dele e os peitos dela, que levou um susto dos diabos! Nunca tinha feito nada com mulher!

Depois de ele meter bastante nela...

- Agora é minha vez!

Deitei na cama pra ele me comer deitada. E mandei ela ficar beijando ele, e aproveitei para passar a mão nos peitos dela. Aí vi que ela estava gostando! 


Bem... as duas já comidas, fomos boquetear o Roque de novo.

Até ele gozar nas nossas bocas.

Me vesti,  fiz aquele sinal com o dedo médio pros dois. E nunca mais quero vê-los!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Ela queria dar, ele queria fotografar

 Deu tudo certo    

(escrito por Kaplan)

 

Como sabem, em meu Studio eu  dava cursos de fotografia. Um dos muitos casos interessantes é o que vou narrar agora.

Um jovem fotografo, iniciante, chamou uma colega do curso para posar pra ele.

- Eu topo, mas com uma condição: depois eu quero te fotografar também.

- Uai... tá bem, nunca posei antes, mas acho que nós dois aprendemos como dirigir uma pessoa para ser fotografada, né?

Tudo acertado, o Robson recebeu a Kelly em sua casa.

Como ela já tinha pensado em outras coisas além de fotos, levou apenas um biquíni e um robe.

As primeiras fotos foram com o tal robe. 



Até que ela posava direitinho...

Ele bateu várias fotos.

Depois perguntou o que mais ela tinha levado.

Ela simplesmente tirou o robe e se mostrou de biquíni pra ele.

E aí, mais um punhado de fotos, ela em pé, sentada, ajoelhada.

Fazendo caras e bocas que deixaram o Robson meio desnorteado.

Sentados no sofá, conversaram e ela deu o golpe.

- Nós aprendemos também a fotografar pessoas nuas, quer me fotografar assim?

Ele engoliu em seco. Mas jamais recusaria.

Então tirou muitas fotos dela nua. 





Ela de bundinha era uma coisa linda.

Mas quando ficou de frente, pernas abertas, ele vendo a xotinha dela...

Tremia que nem vara verde.

Ela ficou até com pena, mas queria transar com ele, então o chamou para o sofá e lá encheu-o de beijos.

- Nunca imaginei isso, Kelly.

- Pois eu imaginei o tempo todo, Robson. Durante o curso eu fiquei com o maior tesão com você. Adorei quando você me chamou para posar. Mas agora eu quero transar...

Tirou a calça dele e fez um boquete daqueles maravilhosos. 


E depois rolou de tudo.

Ele deu uma bela chupada na xotinha dela.

Ela o cavalgou, pulando muito e gemendo sem parar.

Deu de ladinho.

Deu de frente.

Queria aproveitar ao máximo!



Deu o cuzinho também. Imagina se não daria! 

 

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Deixou o dentista de boca aberta

 Também... com aquele corpaço!

(escrito por Denise)        


 Tenho acompanhado a vida da Denise e chego à conclusão de que ser professor ou professora é uma profissão bem interessante.

Acredito que a maioria, como ela, nunca se envolveu com alunos e ou alunas enquanto cursavam o ensino médio, com seus 17,18 e até 19 anos.

Ela sempre me disse que teve alunos que se insinuavam muito, mas ela era firme. Nada de aventuras com alunos.

Curioso é que, quando ela estava fazendo faculdade, ela se envolveu com alguns professores. Mas aí já era um caso diferente, maior de idade, ela sabia o que queria, seduzia e era seduzida.

Mas depois que os alunos do ensino médio saiam da escola, prestavam vestibular, iam fazer seus cursos nas várias universidades que existiam na cidade, de vez em quando ela trombava com um, seja no shopping (cinema, praça de alimentação, livraria, lojas...) 


Ela encontrava ex-alunos em todos os lugares



E aí, os jovens que ela conhecera com 17, 18 anos, já estavam formados, trabalhando e tinham idades próximas dos 30 anos, alguns até já tinham casado.

Como já relatamos várias vezes aqui, desses encontros casuais resultavam sempre momentos de sexo casuais...

Foi o que aconteceu com o Marcelino, que era dentista.

Ela o encontrou numa recepção de casamento de uma ex-aluna, eles bateram longos papos e ela ficou de consultar com ele quando precisasse.

Ainda brincou:

- Tenho de ter muito cuidado com meu siso... não posso perdê-lo!

Frase de duplo sentido, ela não percebeu se ele entendera o jogo de palavras.

Demorou uns dois meses e, finalmente, ela precisou dos serviços dele.

Agendou e apareceu lá.

Ele fez como qualquer paciente. Fez várias perguntas, principalmente se ela tinha alergia a algum medicamento, e finalmente mandou que ela sentasse naquela cadeira típica de consultório de dentista.

Eu tinha brincado com ela, falando para ela não agir como a Meg, que sempre trepava ao final das consultas, com médicos ou dentistas. 


Que dentista não gostaria de ver tal coisa?


Não sei se isso deixou-a meio excitada, ela acabou indo com uma roupa que talvez não fosse a mais adequada. Saia curta, blusa decotada talvez em excesso para quem ia ficar quase deitada na cadeira.

Pensou que ele colocaria um pano sobre o peito dela, mas ele só colocou um guardanapo.

E aí... ele viu, tudo que queria ou até mesmo se não queria...

Ele não conseguiu evitar o comentário.

- Nunca pensei que minha professora tivesse seios tão lindos!

- Nossa... obrigada... mas quando eu era sua professora eles eram mais lindos... com o tempo, tudo cai, né, até o siso!

- Por que eu acho que a senhora está me provocando?

- Senhora está no céu, viu? Faça o favor de me respeitar, ainda não cheguei à velhice!

- Perdão, perdão... é a força do hábito.

Ela deu uma gargalhada.

- Deixa de ser bobo, Marcelino, não sou mais sua professora, sou sua paciente, e estou impaciente para você me tratar tudo, não apenas os dentes!

Aí não tinha como ele não entender. 


Ela pediu, ele atendeu!

Enfiou as mãos no decote e pegou nos seios dela, fazendo-a estremecer de tesão.

Ficou massageando muito tempo os seios, os biquinhos estavam tesos.

- Marcelino, lá embaixo também preciso de tratamento...

Dificil não entender...

Lá foi ele verificar atentamente o problema dela “lá embaixo”

Deu-lhe uma chupada que quase a fez cair da cadeira!

Colocou a cadeira praticamente na posição horizontal, tirou a roupa e deitou-se por cima dela, metendo rápido, ele estava enlouquecido, não queria saber de mais preliminares.

Por sorte não gozou rápido, deu tempo de ela suar, os dois desceram da cadeira e ela ajoelhou para fazer um belo boquete nele. Aí ele gozou, em sua boca, ela engoliu tudo. 


Esse remédio é muito bom para os dentes!


- E então, doutor, meus dentes vão precisar de um tratamento prolongado ou hoje você já resolveu tudo?

- Pelo menos umas dez sessões você precisará de vir... professorinha querida do meu coração!

Era tudo que ela queria!