Médicos formados precisam de mais treinamento
(escrito por Meg, no diário)
Quando eu
falo que essa criatura arrumava soluções para tudo ninguém acredita. Mas leiam
isso que ela escreveu no diário dela.
Duas vezes por ano eu faço um checkup. Não
se pode brincar com a saúde. Não brinco
mesmo. E além disso, faço amizades com todos os médicos que conheço e eles
sempre me conheciam profundamente quando eu ia consultá-los e depois, quando
que levava os resultados dos exames que eles pediam para eu fazer. Sim, todos
faziam questão absoluta de recomendar exames, só para eu retornar e aí, vendo
que eu estava completamente sã... me comiam gostoso, lá mesmo nos consultórios.
Entendam por que eu fazia questão de todo semestre fazer um checkup? Pois é,
entendedores entenderão!
E semana atrasada fui ao meu ginecologista.
Tive uma baita surpresa! Ele não estava mais
trabalhando. Aposentara e deixara o consultório e as clientes para o filho
dele, formado recentemente.
A secretária, que já me conhecia, ficamos
amigas, sabia que o pai me comia sempre, me avisou que ele havia feito grandes
recomendações ao filho.
- E, olha, Meg... ele disse que era para o
filho te dar um tratamento especial, porque você era a paciente mais bonita,
gostosa e dadivosa! Olha só! Fiquei com
ciúme!
- Por que? Você e ele... também?
- Claro... imagina se eu ia deixar passar. E
ele também não era bobo... Vamos sentir a falta dele, não vamos?
- Bem, se ele recomendou ao filho... talvez
possamos continuar felizes como sempre fomos!
Rimos muito. Dali a pouco a paciente saiu e
ele me chamou.
- Boa tarde... pelo visto a senhora continua
com a mesma rotina de como era com meu pai, sempre a última do dia!
- Nossa... até isso ele te contou?
- Sim... contou tudo!!!
Dei um sorriso pra ele. Rapaz bonito, devia
ter uns 25 ou 26 anos.
Pegou minha ficha, leu tudo, balançou a cabeça afirmativamente. Colocou as luvas.
- Pelo visto a senhora se cuida muito bem. E
hoje está aqui. Algo diferente, sente alguma coisa ou é a visita que fazia
e que todas as mulheres deviam fazer?
- Sim, é a rotina, é o checkup semestral.
Muito bem! Vamos ao trabalho, então.
Sente-se aqui, vamos começar vendo a pressão,
saturação, essas coisas.
Como eu imaginara ser recebida pelo pai dele... já fui bem à vontade. Short e camiseta, coisas rápidas de serem tiradas para os objetivos do final da consulta.
E fui observando os olhares dele para minhas pernas... ah... ele foi bem instruido!
Aí me pediu para tirar a camiseta,ia me
auscultar.
Tirei com o máximo prazer e vendo que os olhos
dele brilharam.
Mas fez a consulta como deve ser, e como,
acredito eu, o pai ensinou. Viu meus pulmões, mediu a pressão e a saturação que
estavam ótimas, sempre me elogiando.
Com as duas mãos, examinou meus seios.
Imprescindível.
Mas as mãos dele eram mais suaves do que as do pai... e comecei a ficar excitada...
- Tudo ótimo!
- Que bom! Era o que eu mais gostava de ouvir
seu pai falar.
- Bem, vamos agora para a cadeira que muitas
detestam.
- Eu não... eu adoro!
Ele examinou tudo com vagar, xotinha, fiofó... e só me deixando cheia de tesão!
- Perfeito... tudo ótimo. Claro que vou pedir
os exames tradicionais para confirmar o que vi aqui na consulta.
- Ótimo... e me permita uma pergunta?
- Claro, todas as que desejar!
- Seu pai te falou tudo sobre mim, mesmo? Como
terminavam as consultas, estando tudo ótimo?
Vi que ele ficou vermelho, muito vermelho.
Entendeu a resposta que eu queria ouvir.
- Sim, ele falou...
Na mesma hora mandei a mão no pau dele. Ele
não reagiu, só deu um suspiro prolongado. Então abri a braguilha e fui conhecer
e examinar a novidade.
Belo pau... endureceu mal coloquei a mão nele.
E fiz o boquete, como fazia no pai dele.
E ele, gostou, me chupou também e mandou ver.
Uau... será que o pai dele ensinou como agradar à paciente mais bonita e
gostosa?
Ele entendeu porque eu gostava daquela
cadeira... meteu bonito em mim... me sacudiu toda!
Depois me tirou de lá, sentou numa cadeira comum e me colocou sentada no pau dele. Ah... o pai contou que eu gostava de cavalgar!!!
E cavalguei até gozar!
E experimentei o leitinho dele... mesmo sabor
do que o pai me oferecia sempre!
- Doutor... espero ser sua paciente por muitos
e muitos anos. Vou fazer os exames e voltarei para o senhor ver que tudo estará
ótimo... e poderá conferir ao vivo e a cores como estou bem!
Dei-lhe um beijo e saí. Baixinho, perguntei à
secretária se ela já tinha trepado com ele, ela confirmou.
- Tal pai, tal filho. Hein? Adorei...
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