terça-feira, 29 de novembro de 2016

O irmão não deixava ela ouvir música sossegada



Esses irmãos... pentelhos!

(escrito por Kaplan)

Edna estava deitada no sofá. Fones no ouvido, ouvia suas músicas preferidas. De blusa, calça de moleton, olhos fechados, ela se deliciava. Estavam ela e o irmão, Jaime, de 19 anos. Ela tinha 23.

De repente, ela sentiu duas mãos pegando em seus seios. Sabia que era o Jaime. Ela fora a professora de sexo dele. Ensinou tudo que ele precisava saber para contentar as possíveis namorados que tivesse.

E como ele gostava de praticar as lições recebidas! Sempre que estavam sozinhos, ele vinha se insinuando e ela deixava, porque gostava muito!

Nem abriu os olhos, nem tirou os fones do ouvido. Deixou pra ver o que ele ia aprontar daquela vez. E foi sentindo as mãos dele, cada vez mais ousadas, entrando dentro da calça e os dedos dele deslizavam pela xotinha dela, e ela foi se excitando com o que ele fazia. 


Viu que ele levantava sua blusa e pegava nos seios. E logo depois ele tirou-lhe a calça. Ela ficou de calcinha e com a blusa levantada. E os dedos dele continuaram a procurar a xotinha, afastando a calcinha para o lado e penetrando nela.

Está no lugar certo, mano... continua!!!

Era impossível manter a serenidade. Ela gemia, e a música continuava a soar.
Pediu pra ele tirar-lhe a calcinha, ele o fez. Ela mesma passou os dedos na xotinha, viu como já estava molhadinha e o irmão só olhando a masturbação dela.

Aí ela levou a mão pra trás, procurando, mas não achou. Abriu os olhos, voltou o rosto para onde o irmão estava e viu a calça dele estufada.
Abriu a calça e colocou o pau dele pra fora. Que beleza! Pegou, lambeu e chupou.

Incomodado com os fones no ouvido da irmã, Jaime os retirou. Ela entendeu que ele queria uma participação exclusiva dela, nada de dividi-lo com algum cantor. Sabendo já dos gostos do irmão, ela ficou de quatro no sofá. Enquanto ela se posicionava, ele tirou a calça e veio para trás de Edna, abriu um pouco as pernas dela e foi enfiando lentamente seu pau na xotinha. Ela soltou um “Ahhhh...” quando sentiu que tinha entrado tudo.

- Mete gostoso, Jaime... mete! 

Ele meteu, meteu muito, arrancando mais e mais gemidos dela. Mas Jaime também sabia dos gostos da irmã, e nunca deixava de atendê-la, mesmo que ela não pedisse. Então tirou o pau e deitou-se no sofá, à espera da amazona que adorava cavalgá-lo. 

Você aprendeu tudo direitinho... está ótimo!!!

E ela cavalgou de frente pra ele, rindo, brincando com ele, xingando de mentirinha e no final, quase gozando, ela falou sério:

- Mano, você está ficando um amante sensacional! Continue assim que vai fazer a felicidade de muitas meninas por aí!
- Eu tinha que ficar bom mesmo... com a professora que tive e tenho...

Ouvindo os elogios dele, ela se excitava muito e gozou, encharcando o pau dele com seu mel.

- Agora, casca fora... deixa eu continuar ouvindo minhas músicas!
- A melhor música que eu ouvi hoje foram seus gemidos...
- Ô mano... você é muito lindo! Sabia?

domingo, 27 de novembro de 2016

Casamento complicado e sexo com enteado



 É a vida... quem não tem cão, caça com cachorro...

(escrito por Kaplan)

O casamento de Levi e Irina dera errado desde o primeiro dia. Não “treinaram” bem antes de se casarem. Também, o casamento foi rápido. Ele ficara viúvo, tinha 56 anos e um filho, Délio, de 26. Ele conheceu Irina na casa de um amigo, quando foi lá parabenizá-lo pelo aniversário. E Irina era uma mulher que chamava a atenção. Morena, peituda, 44 anos, sempre de salto alto e vestidos provocantes, chamou a atenção de Levi e foi recíproco.   

Madura e gostosa... (foto: Kaplan)

Ele também não era de se jogar fora. Tinha seus cabelos já esbranquiçados, mas o porte era de um homem que sempre se cuidara.
Irina passou a frequentar a casa deles, conheceu o Délio e se deram muito bem. Mas ela quis saber dele se aprovava o relacionamento dela com o pai e se estava disposto a tê-la como madrasta. Ele não fez qualquer objeção. Foi bem claro:

- Irina, meu pai tem o direito de ser feliz. Se ele acha que será feliz com você, só tenho de aprovar e aplaudir e torcer para que vocês dois sejam mesmo muito felizes.

Só que, como eu disse antes, eles transaram muito pouco antes do casório. E ela se conteve, porque, na verdade, era uma fúria na cama. Mas não quis assustar o noivo e se contentou com alguns papais e mamães, ou então alguns cachorrinhos.
E aí, depois de consumado o casamento, ela se mostrou indócil com a pouca criatividade do marido na cama. E os conflitos começaram. Tudo ia bem, exceto o sexo.

E ela acabou envolvendo o Délio no problema. Ele se tornou seu “melhor amigo”, a quem ela confidenciava tudo que acontecia – ou não acontecia – na cama dela com o marido.
E se tornou mais liberal nos trajes, não fazia questão de esconder seu corpo do enteado, andava de shortinho e camiseta dentro de casa, às vezes usava algumas roupas diferentes, muito abertas e ele começou a ver coisas que o interessaram muito. 

Ele tem de ver e gostar... preciso muito!!!
Um dia, por exemplo, ela estava na cozinha, lavando talheres e pratos, com uma veste que ele não tinha a menor ideia se era vestido, camisa ou o quê. Sei que ele ficou alucinado vendo que a tal veste tinha uma ampla abertura lateral, por onde ele inicialmente vislumbrou parte dos seios dela e com os movimentos que ela fazia, acabou vendo o seio inteiro. Ficou excitadíssimo com isso. E ela percebeu, mas fingiu que não viu.

Já estava articulando um plano. Se o pai não funcionava bem, quem sabe o filho funcionaria? Aquela veste ela comprou exatamente para dar lances para Délio. Só a colocou depois que o marido já tinha saído de casa.
E ele ficou doido vendo o que viu. Que seios magníficos tinha a madrasta! Ficou excitado, claro, e era exatamente isso que ela pretendia.Olhou para trás, e viu que ele mexia no pau, então sorriu para ele que, envergonhado, nem sabia onde colocar a mão.

- Gostou do que viu?
- Não posso negar... gostei sim. Obrigado pelo presente.
- Eu gostaria de ganhar um presente seu assim também...
- Irina... tem certeza do que está falando?
- Tenho, Délio... por favor... eu já estou subindo pelas paredes... 

Olhe para mim... não sou desejável? Venha!
E ao falar isso, tirou a veste estranha. E ele, alucinado, viu que não era apenas o sutiã que ela não estava usando, a calcinha também estava ausente e ele tinha a madrasta totalmente nua em sua frente. Seu pau quase furava a calça de tão duro e ela foi com a mão exatamente lá. Pegou, apertou e até fechou os olhos... que dureza era aquela!

- Na sua cama ou na minha?
- Onde você quiser!

Ele a levou para sua cama, não achou legal ir para a cama que o pai frequentava. E mal chegaram, ela o despiu, queria ver tudo dele e nem quis saber de preliminares, já foi sentando no pau dele e cavalgando sem parar. Seus peitões batiam na boca do Délio que tentava, inutilmente, abocanhá-los.

Excitada como estava, Irina logo gozou. Um sorriso enorme aflorou em seus lábios... quanto tempo!
Agradecida, deitou-se ao lado dele e fez um demorado boquete. Que diferença do filho para o pai. Se fosse este, já tinha gozado e virado pro lado. O filho não, estava ali, firme e forte, aguentando tudo que ela queria.

- Aguenta mais uma cavalgada, Délio?
- Quantas você quiser!

Ela sentou, agora de costas para ele. Queria que ele apreciasse seu belo bumbum, pois apreciava um anal também. E ele não perdoou.
Viu, gostou.
Colocou-a de quatro na cama e enfiou seu pau no cuzinho da madrasta. Entrou fácil e ele começou a bombar, ouvindo os gemidos dela. Gozou dentro do cuzinho dela.

Combinaram. Ela continuaria casada com o pai dele, ela o contentava. E ele, Délio, iria contentar a madrasta sempre que fosse possível...

Reencontrando o velho amigo bom de cama, mas o marido ligou na hora H



Desse caso eu fiquei sabendo...

(escrito por kaplan)

Mais um caso que Meg deixou registrado no caderno onde tinha colocado várias transas que não me contara. Mas este eu me lembrava muito bem, e nem tinha como eu não saber, porque acabei dando uma participação, pequena, discreta...
Vejamos como ela narrou:

Estava eu voltando do supermercado, quando paro num sinal de trânsito e logo vejo um carro parar à minha esquerda. Como sempre faço, olho para ver se são pessoas conhecidas. E me assustei: era um velho conhecido, de cama, mesa e banho: o Arnaldo, fotógrafo nosso amigo que sumira no mundo. E ali estava ele. Por sorte ele olhou para meu lado e me reconheceu também. Sorriu e mandei um beijo pra ele. Vi que ele levantava um pouco para tentar ver como eu estava vestida e o ajudei, já sabendo que dali podia rolar alguma coisa interessante. 

Olha aqui... eles morrem de saudades de você!

Abaixei minha camiseta e mostrei os seios pra ele, não estava nem aí se mais alguém via, e devem ter visto, porque ouvi algumas buzinas e vi que o sinal continuava fechado, logo, as buzinas não eram para eu andar...
Mas aí o sinal abriu e ele me fez um gesto para acompanhá-lo.

Eu não perderia isso por nada deste mundo, lá fui eu atrás dele e vi que ele pegou a rodovia. Fiquei imaginando onde ele estaria me levando e logo fiquei sabendo, era para um dos condomínios fechados que havia logo na saída da cidade.
Ele parou na portaria e falou com o porteiro, apontando para meu carro. Devia estar dizendo que eu estava com ele, porque o porteiro não colocou qualquer dificuldade para eu entrar, só pediu meu nome e o número do RG.

Entramos, por ser dia de semana o condomínio estava bem vazio e logo ele parou na frente de uma casa. Parei também e vendo que ele descia, também desci, corri até ele e nos abraçamos bem forte.

- Que saudades de você, Arnaldo! Por que você some assim?
- Ah... longa história, um dia te conto!
- E está morando aqui agora? Nesta casa linda?
- Não... estou aqui só por uns dias. A casa é de um primo meu, que está na Europa e me pediu para tomar conta. Não sei porque ele pediu isso, com tanto segurança que tem aqui, a casa fica bem segura, mas... estou aqui! 

Uau.. que bela piscina! (foto: Kaplan)

Entramos e vi que por dentro a casa era tão linda quanto por fora. E ainda tinha um belo quintal com piscina, toldos... muito chic.
Sentamos lá e ficamos batendo papo, ele queria saber de tudo e eu também, mas logo bateu uma vontade!!! E como eu estava bem perto dele, não resisti a passar a mão na coxa dele... e logo cheguei lá... e fiquei alisando e só vendo como ele endurecia...

- Já vi que você está a fim de ver, pegar e fazer aqueles boquetes maravilhosos, né?
- Como você adivinhou?
- Tira a roupa!
- Aqui fora? Não é melhor irmos pra dentro?
- Tira aqui mesmo... ninguém vê não, todo mundo sai de manhã e só volta à noite.

Bem, eu nunca fui medrosa. Tirei. Tirei a camiseta e ele pegou nos meus seios... ah, que saudades daquelas mãos neles... tirei o shortinho, a calcinha e lá veio ele se ajoelhando na minha frente e me dando uma bela chupada.

Me mostra o caminho...

Mas eu, definitivamente, não queria transar ali. Puxei-o para dentro e lá, ainda segurando o pau dele, perguntei qual o quarto. Ele me indicou um e fui puxando-o até lá. E aí pulamos na cama e começamos uma bela trepada.

Só que... quando eu estava pulando desenfreada no pau dele, quase gozando... meu celular tocou e o toque era o que me indicava ser o Kaplan quem estava ligando.
Peguei o telefone.

- O que foi, querido?
- Nossa, que voz é essa?
- É que encontrei o Arnaldo e estou na cama com ele!
- Ah... entendi... depois te falo então, manda um abraço pra ele!

Desliguei e continuei pulando até conseguir meu gozo.
Tinha sido inusitado aquilo, mas o gozo foi bom. Claro que tive de dar o cuzinho pra ele em seguida, ele nunca se contentava só com minha xotinha.

Bem, daquela vez o Arnaldo não apareceu em nosso apartamento. Pelo que eu soube, dois dias depois desse encontro deles, ele desapareceu de novo. Sem ninguém saber para onde ele teria ido!