terça-feira, 5 de abril de 2011

Brincando de médico

(escrito por Meg)


A grande maioria das pessoas, especialmente as mais velhas, com certeza sabem do que estou falando. Brincar de médico era algo que se fazia “escondido” dos mais velhos. Aproveitava-se que naquela época as casas possuíam grandes quintais, cheios de árvores, que permitiam brincadeiras mais ousadas sem que os adultos percebessem.


E brincar de médico era algo delicioso. Quase nunca se chegava às “vias de fato”, mas essas brincadeiras fizeram com que muitas garotas e muitos garotos começassem a despertar para a sexualidade, pois é claro que nas visitas que se fazia aos “médicos”, um importante diagnóstico só poderia ser dado... se a(o) paciente tirasse a roupa e mostrasse a bunda para levar uma injeção, no mínimo!!!

Minhas sobrinhas adoravam quando eu lhes contava essas brincadeiras. E lamentavam-se de não ter vivido isso. Eu adorava contar, pois me vinham à mente as brincadeiras, os pintinhos de vizinhos e primos. E tenho certeza de que eles ficavam eufóricos quando eu, minhas primas e amigas nos oferecíamos para sermos atendidas nas “clínicas” que improvisávamos nos quintais.

Outro dia minha sobrinha Helena, irmã da Paulinha, veio aqui em casa me contar, às gargalhadas, que havia “brincado de médico”.

- Mentira... me conta tudo, não me esconda nada!!! - Tia, foi muito divertido.... imagina que estávamos eu, meu namorado e o irmão dele conversando na casa deles. Todo mundo trabalhando, só nós três em casa. E o papo, nem me lembro bem qual a razão, caiu nesse assunto de brincadeiras. Eu então falei que você contava pra gente as brincadeiras do seu tempo (nossa... isso soou mal... será que estou tão velha assim???). Contei do “negro fugido”, com vocês correndo a cidade quase toda para se esconder, contei do jogo de vôlei na terra, levantando muita poeira...e contei sobre a brincadeira de médico.

Pra que fui falar isso, tia... eles ficaram ouriçados... o irmão do meu namorado disse que tinha ficado sabendo disso, um tio deles contara, algo assim.

E ai.. adivinha o que aconteceu?

- Fácil, fácil... você propôs e eles aceitaram brincar de médico ali no quarto do seu namorado!!! Acertei?

Morrendo de rir, Helena concordou que eu tinha acertado. E ai me disse que logicamente a doente seria ela, que iria na clinica do namorado e o irmão dele seria o enfermeiro.

- Você é doida, Helena.... - Nada, que doida... você já me disse que cansou de brincar de médico... por que eu não poderia experimentar? - Tá.. deixa pra lá, continua a contar... você, doentíssima, foi procurar ajuda na clinica do doutor. E aí? - Pois é... me fiz de doente. Arrumei um cachecol da irmã dele, me embrulhei toda numa colcha, porque eu estava só de camiseta e short, e cheguei lá na “clínica”. Fui recebida pelo doutor, que mandou que eu deitasse na cama e aguardasse.

Foi o que eu fiz. Quando ele chegou perto de mim, eu o abracei pela cintura e falei:

- Doutor, estou muito febril... não sei o que pode ser... me ajuda, por favor! - Claro, senhora... acalme-se...Enfermeiro, me ajude aqui.

O enfermeiro chegou, ajudou o doutor a tirar o cachecol e a colcha. - Creio, doutor, que devemos verificar se ela tem manchas pelo corpo. Essa febre pode ter um fundo alérgico, não acha? - Bem pensado, enfermeiro. Vamos olhar com bastante cuidado.

Ai eles abriram as minhas pernas e começaram a olhar cada centímetro de minhas pernas. Não viram nada, claro, eu não tinha mancha nenhuma... aí o safado do enfermeiro virou-se para o doutor e falou que deveriam tirar meu short para ver se havia manchas nos órgãos genitais. Como o doutor concordou, lá se foi meu short e minha calcinha também.

- Doutor, que vagina linda essa senhora tem! Verifique: não há mancha alguma por aqui, nem dentro!

Claro que ele falou isso abrindo minha perereca e olhando lá dentro.

- Helena, pelo amor de Deus... ele já tinha visto você nua? - Claro que não... mas o meu namorado não se importou, por que eu iria me importar? - Socorro... continua... - Então, depois de olhar atentamente lá dentro, o doutor pediu que eu levantasse a camiseta para eles examinarem a barriga e os seios.


Fiz o que ele pedia. Pra olhar direitinho os meus seios ele se abaixou na cama e a mão dele foi direto pra minha perereca.

- Nessa hora os dois já deviam estar com os paus arrebentando as calças... - Estavam sim, dava pra ver o volume. Eu fiquei imaginando que era você, tia, que estava ali em meu lugar e deixei rolar...

Foi ai que meu namorado, aliás, o doutor disse que eu ia precisar de uma injeção. E sabe qual foi né, tia? Tirou a roupa, me mostrou a “agulha” durissima e enfiou tudo, quase me rasgando inteira. Reclamei que estava doendo e ele só disse que o que dói cura! E continuou...

E toma bombada... ai a brincadeira acabou, é claro... ele ficou me comendo e o irmão só vendo e batendo punheta.

Depois que ele me comeu bastante, gozou em cima de mim e o irmão também. O irmão não perguntou se podia me comer, acho que ele sabia que meu namorado não ia deixar, então se limitou à punheta e gozou em cima de mim também.

Foi muito divertido, tia! No seu tempo (de novo...) era assim também?

- Não.. não chegávamos a esse ponto... éramos mais inocentes, eu acho. - Pois então, agora é a minha vez de dizer: você nem sabe o que perdeu!!!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Revelando segredos - parte 2

(escrito por Meg)


Depois daquele primeiro jogo da verdade, em que relações entre pais e filhas foram expostas, a sensação de leveza em que todas ficamos nos levou a nos reunirmos novamente, para debater outros temas. Pode parecer estranho eu falar em sensação de leveza, mas como vocês, leitores e leitoras, devem ter percebido, segredos de décadas foram revelados ali, num ambiente de absoluta confiança, o que nos fez ficar mais e mais amigas. Foi isso o que todas sentimos.


No nosso segundo encontro, apenas uma pessoa falou. Nós tínhamos ficado realmente sensibilizadas com a história da Maura. E o interessante é que ela não ficara traumatizada pra sempre. Pelo contrário, alguns anos depois daquilo ter acontecido, ela se casou e está casada ainda hoje, tem três filhos e uma sexualidade absolutamente normal. Nós pedimos que ela nos explicasse a razão disso. E ela o fez, surpreendendo a todas nós com mais um relato que nos deixou – novamente – embasbacadas.


- Se hoje eu tenho uma vida sexual que posso chamar de normal, eu devo à minha mãe. Ela foi, sem dúvida, o esteio que tive para superar tudo.

- Puxa, que bacana! Sua mãe? Nossa... a minha nunca falou de sexo comigo... era um tabu completo lá em casa.

- Pois é... minha mãe foi... nem sei dizer o quanto ela foi importante para mim. Bem, depois de alguns meses da separação, ela arranjou um namorado. A princípio eu não tinha achado legal não, devo confessar isso, mas, com o passar do tempo, fui conhecendo melhor o Ãlvaro. Ele ficou sabendo, claro, do problema que havia existido e procurou me ajudar também a superar. Mas eu tinha, desde aquela época, largado namorado, não queria saber de nada. Tinha ficado com vergonha de sexo, esta é a verdade. Foram minha mãe e o Álvaro que conseguiram modificar minha maneira de ser.


Eles tramaram tudo. Um belo dia, chego em casa e encontro os dois. Minha mãe estava com um vestido branco, lindo, vocês a conhecem, sabem que ela ainda tem um corpão. O Álvaro estava com calça jeans e uma camisa xadrez. Ele tinha um embrulho na mão e me deu, era um presente.


Minha mãe, sorrindo, pediu que eu experimentasse e viesse mostrar a eles se tinha ficado bom. Achei estranho, mas fui para meu quarto, abri o embrulho. Era um conjuntinho de short jeans e uma camiseta vermelha, a cor que mais adoro. Logo vi que tinha sido minha mãe que comprara, ou pelo menos, que escolhera a cor. Ficou certinho no meu corpo, uma belezura. Então fui para a sala para que eles vissem. Sentei no sofá, ao lado dela, e ficamos as duas de frente para o Álvaro.


E ai aconteceu algo que, de tão natural, não me trouxe problema algum. Ele pediu que eu ficasse de pé para ver melhor. Fiquei. Ele pediu que eu ficasse de costas. Fiquei. O short era pequeno, eu sabia que minhas popinhas iriam ficar à vista. Mas... não tive problema em ficar de costas para ele. Acho que a presença da minha mãe ali me dava segurança. Ele pediu que eu ajoelhasse no sofá e apoiasse os cotovelos na parte mais alta. Eu o fiz, e, claro, meu bumbum ficou bem saliente. Ele virou-se para minha mãe e comentou que eu tinha um corpo parecido com o dela. E comentou: tão gostosa como a mãe!


Nessa hora eu levei um susto, mas minha mãe sorria pra mim. Daí ele disse que gostaria de ver as duas nuas. Meu coração disparou, mas minha mãe me incentivou.


- Vamos, filha, vamos nos exibir para o Álvaro, deixá-lo maluco com as mulheres da vida dele!.


Meio sem graça eu fiquei, mas quando vi minha mãe tirar o vestido e ficar toda pelada, me senti segura para fazer o mesmo. Mas eu estava rindo, de nervosa. Sentada no sofá, nua, do lado da minha mãe, nua e tendo o Álvaro na nossa frente, me deu uma sensação estranha...e mais estranha fiquei quando minha mãe me falou baixinho para nós duas começarmos a nos masturbar.


- Ficou doida, mãe? (falei baixinho, também).

- Não... vamos...


E já estava fazendo. Não sei o que me deu que comecei também. E vendo o Álvaro ficar inquieto na cadeira em frente, aquilo foi me dando um tesão enorme. Eu e minha mãe já tínhamos nos masturbado juntas antes, mas sozinhas. Foi ela que me ensinou, aliás. Era muito prazeroso, mas agora, com o Álvaro ali... era diferente, e eu comecei a gostar da coisa. Minha mãe chamou-o, ele tirou a roupa e veio, já de pau duro, em nossa direção.


Eu saquei que eles tinham combinado aquilo tudo. Em vez de ir para ela, ele veio para mim e me deu uma lambida na xoxota que eu quase sai voando pela sala, de tão gostosa. Minha mãe continuava a se masturbar ali do lado. Me perguntou se eu estava gostando da surpresa que eles haviam preparado para mim. Não tive como negar. Eu estava adorando. A língua do Álvaro era ótima!


Depois ele me largou e foi chupar minha mãe. Nossa... que sensação estranha e deliciosa ao mesmo tempo, ver sua própria mãe sendo chupada por um homem que era educado, gentil... e eu senti que eles estavam fazendo tudo isso para me ajudar... então fiquei enfiando meu dedo em minha xoxota enquanto olhava os dois. Eu via a língua poderosa do Álvaro lamber minha mãe com um gosto, um prazer... que era uma coisa de doido... Minha mãe estava quase gozando, segurava os seios dela com uma força que parecia querer arranca-los, por conta do prazer que sentia!


Eu, que já havia experimentado a língua dele, agora estava louca para ser penetrada pelo pau duro que ele exibia. Mas me contive, não sabia se isso estava nos planos dos dois, talvez minha mãe não quisesse chegar a esse ponto.


Minha mãe gozou só com as chupadas dele, gemendo alto. Eu estava alucinada, ainda não tinha gozado, mas continuava a me masturbar. Ela olhava para mim e sorria, e eu sorria para ela. Aí o Álvaro pegou uma camisinha. Fiquei aflita. Será que ele iria me comer? Era tudo o que eu desejava naquele momento... Mas... ele enfiou foi na minha mãe.


Decepcionei um pouco, mas como eu sabia que o objetivo era me ajudar, colaborei com eles. Fiquei fazendo carinhos nos seios da minha mãe, que adorou a idéia! Enquanto isso, o Alvaro bombava e bombava... minha mãe ia à loucura! Eu estava achando lindo o jeito como minha mãe transava. Como ela gostava da coisa! E como o Álvaro era carinhoso com ela! Abracei minha mãe.


Acho que ela entendeu que eu estava pronta para receber o presente maior. Piscou para o Álvaro. Ele tirou o pau de dentro dela, trocou a camisinha e veio para mim. Gente, que carinho ele teve, que cuidado... enfiou devagar e eu já estava louca para ele enfiar tudo. Pois ele colocou sem pressa, não bombou com força, foi quase em câmera lenta, mas eu já estava tão doida que ele não precisou mexer muito e eu já fui gozando. Uma delícia.


Como ele não tinha gozado, então voltou para a minha mãe e continuou a bombar dentro ela até que ele também gozou.


Foi assim que eu voltei a ter uma vida sexual. Voltei a namorar, dali a pouco casei. Claro que nunca contei pro meu namorado o que tinha acontecido. Mesmo porque nunca mais aconteceu com o Álvaro. Mas agradeci à minha mãe todos os dias!!!

quinta-feira, 31 de março de 2011

A indiferença mata a relação

(escrito por Kaplan)


Meu amigo Zé Roberto me confidenciou que pensava em se separar de Marina, sua esposa. Estavam casados há 8 anos e, pelo que ele me falou, ela renunciara a fazer sexo, preocupada apenas com livros e mestrado. Ficava o dia inteiro lendo, anotando, fazendo fichas, indo pro computador... e até de noite, quando iam deitar, ela levava um livro e só o largava quando caia no sono. Sexo? Nem pensar... me disse que estava na base de bronhas já havia mais de seis meses. E claro, acabou encontrando alguém disposta a ir pra cama com ele. Então, achava que já era hora de encerrar o expediente com a esposa. Não agüentava mais tanta indiferença.


- Zé, você não está exagerando?

- Kaplan... seis meses sem transar com a própria esposa! Acha que estou exagerando?

- Confesso que deve ser duro mesmo... mas quem sabe isso é apenas uma fase, quando acabar esse mestrado ela readquire o fogo de antes... dá um tempo, cara. Não jogue seu casamento fora assim...

- Ah, não, meu amigo... cansei. Já tentei conversar, ela se recusa. Olha só: quem gosta sempre de discutir a relação são as mulheres... lá em casa eu é que estou querendo discutir e ela nem isso!

- É difícil mesmo...

- Você não está acreditando em mim, estou sentindo isso. Pois vamos lá em casa e você vai ver com seus próprios olhos.

- Como assim?

- Vamos lá... você vai ver...


Sem entender muito o que ele queria dizer com isso, acabei indo. Marina estava sentada na mesa, lendo atentamente um livro e, em volta, mais uma dezena deles, papéis, lápis, caneta, aquelas canetinhas que se usam para marcar textos, uma parafernália completa. O Zé Roberto chegou perto dela, deu boa noite. Ela nem olhou pra ele, só resmungou algo e continuou imersa na leitura. Nem deu pela minha presença. Eu ficara em pé, na porta que ia da sala à copa, onde ela estava. O Zé me fez sinal para esperar e ver.


Ai ele tirou a roupa toda, ficou peladão e chegou perto da Marina, masturbando-se. Logo o pau dele ficou duro e ele pediu a ela para punheta-lo. Com uma expressão de enfado, ela o fez, mas sem despregar os olhos do livro. Continuou a ler, enquando, mecanicamente, punhetava o marido.


Nem olhava para ele, muito menos para o pau dele que estava na mão dela. Assim ficou por uns cinco minutos. Ele puxou-a da cadeira, levantou a saia dela, abaixou a calcinha, fez com que ela ficasse apoiada na mesa, enfiou o pau na buceta dela e começou a bombar. E Marina, o que fez então?


Nada... continuou a ler, como se nada estivesse acontecendo. Eu já estava excitadíssimo vendo a bunda dela e o pau dele entrando e saindo sem parar. Percebi ali o quanto Zé Roberto estava chateado com a situação. Ele estava me mostrando a mulher dele, dona de uma bunda maravilhosa, me deixando ver a xoxota dela... só para me mostrar o quanto ela estava indiferente em relação a sexo com ele.


Ela não desgrudou os olhos do livro. Ele socou com força, quase fazendo ela sair do lugar e mesmo assim, ela continuava lendo. A expressão dela parecia dizer:


- Credo, vai demorar muito com isso? Não vê que está me atrapalhando?


Eu me admirava de ver como o Zé Roberto ainda conseguia manter o pau duro, pois parecia que ele estava trepando com uma boneca ou, para falar pior ainda, com uma morta. Mas ele continuou firme. Quando, finalmente, ele tirou o pau de dentro dela, ainda sem ter gozado, ela sentou-se de novo e continuou com os livros...


Ele chegou o pau bem perto do rosto dela e ali ele gozou, na lateral do rosto. A face esquerda dela ficou toda melecada e ela nem se deu ao trabalho de limpar. Só virou o rosto para ele – finalmente! – e disse:


- Acabou? Então, boa noite!


Zé Roberto deixou os braços caírem, me olhou como quem diz:


- Tá vendo, não te falei?


Vestiu-se, saiu da copa, foi para a sala. Me levou até a porta e ao elevador. Sua expressão era de imensa tristeza.


- Entendeu agora o que estou vivendo? Tenho ou não tenho razão de me mandar daqui?


Sem saber o que dizer, abracei-o e me despedi. No fundo eu estava pensando que ele estava coberto de razão.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Sobrinha conquistando um durão

(escrito por Meg)


Paulinha, minha sobrinha, estava neste carnaval na casa de uma família amiga. Lá estavam o pai, a mãe, a filha deles, Marcela, grande amiga e que convidara a minha sobrinha, e o irmão de Marcela, Rui, um garotão boa pinta e que fora o real motivo de Paulinha ter querido ir. Ela estava muito afim dele, apesar de ainda não ter recebido nenhum sinal mais positivo da parte dele.


A casa era na praia, em Setiba. No primeiro dia, só conversas amenas e por mais que ela se insinuasse para ele, continuava não recebendo algum sinal de que ele estivesse interessado. No segundo dia, o pessoal saiu para a praia, mas ele demorou a se levantar. Ela então segredou a Marcela que iria depois, queria aproveitar para “levar um papo” com o Rui. A Marcela sorriu, cúmplice. Então a Paulinha colocou a calcinha de biquíni e uma camisetinha, mas sem o sutiã.


Quando viu que o Rui se levantara, chamou-o para tomar café. Ele perguntou onde estavam todos e ela disse que já tinham ido para a praia, ela ficara porque estava meio indisposta (claro que era mentira...) Ele estava de calça jeans, sem camisa. Depois do café, ele foi ao banheiro para escovar os dentes e ela foi junto. Sentou-se numa cadeira giratória que havia lá e ficou olhando para ele escovar os dentes e lavar o rosto.


Sorria para ele e parece que finalmente o Rui descobriu que havia uma garota linda olhando para ele e por que não dizer, doidinha para ficar com ele...


Chegou perto dela e começou a passar a mão na coxa dela. Paulinha quase desmaiou, nem estava acreditando que aquilo estava acontecendo. Mas estava. Da coxa ele passou para os seios dela, enfiando a mão por baixo da camiseta. Levantou bem a camiseta, mas sem a tirar. Os seios de Paulinha apareceram. São lindos, pequeninos, com biquinhos salientes. Ele os beijou, fazendo com que ela começasse a ficar molhadinha.


Como se percebesse isso, ele ajoelhou e beijou a xotinha dela por cima da calcinha, depois afastou para o lado e sua língua começou a penetrar nela, junto com os dedos. Ela teve de se segurar na beirada da cadeira para não cair. O que ela planejara estava saindo melhor do que pensara.


O passo seguinte foi ele tirar a calça e mostrar para ela um pau de uns 18 cm já duro, que foi, incontinenti, enfiado na xotinha dela, ainda sentada na cadeira. Mas suas pernas foram levantadas por ele e ela teve o prazer de agüentar tudo aquilo dentro dela, com uma vontade imensa de gritar, mas não podia nem devia... contentou-se em gemer baixinho. Depois ele a colocou de pé, ficando atrás dela e afagando os seios. Tirou-lhe a calcinha e ele sentou-se na cadeira que ela ocupara antes. O pau dele ficou bem levantado e Paulinha começou a chupá-lo, enquanto era segurada pelos cabelos por ele.


O passo seguinte foi colocá-la de pé, com a perna direita apoiada na cadeira (se as cadeiras falassem....) e enfiou novamente o cacete na xotinha dela. Paulinha já gozara umas duas vezes e ele continuava firme a socar, deixando-a quase desfalecida. Ele pediu que ela o chupasse de novo e ela o fez (tal como a tia, adora colocar um pau na boca...rsss). Chupou até ele gozar em sua boca.


Arfando, suando, os dois entraram no chuveiro e ali a farra continuou. Assim que sentiu o pau novamente duro, Rui deitou-se no chão do chuveiro e ela sentou-se no pau dele, cavalgando-o. A velocidade que ele imprimia às subidas e descidas dela em seu cacete era algo incrível. Ela foi ficando cansada, mas ele não parava. Apenas trocou-a de posição, colocando-a de costas para ele. Isso permitiu a ele ver o cuzinho da minha sobrinha e ai veio o desejo de todo homem: enfiar tudo dentro dele. Paulinha curte sexo anal também e assim, não se incomodou quando ele tirou o cacete de dentro da xotinha dela, enfiando-o vagarosamente no cuzinho. Ela sentiu quando as bolas do saco dele bateram em sua bunda.


Nesse momento Marcela apareceu e, como o banheiro estava aberto, entrou e viu a cena. Ficou parada na porta, olhando feliz. Quando Paulinha a viu, piscou o olho para ela. O Rui também a viu e fez um olhar interrogativo.


- Gente... vocês estão demorando... o papai queria vir, mas como eu imaginei o que estava acontecendo, falei que eu mesma viria... então se apressem, ele está ficando meio desconfiado. Viu que pau gostoso o meu mano tem, Paulinha?

- Vi e senti... uma delicia... você já provou também?

- Claro... já sim, mas hoje eu o deixo só para você... Anda logo, Rui, goza ai porque senão o papai chega aqui.


O Rui então acelerou as bombadas e gozou. Os dois se levantaram, se lavaram rapidamente, vestiram as roupas de praia e foram os três sorridentes ao encontro dos pais. Paulinha chamou Marcela para caminharem. Contou tudo para a amiga que ficou feliz em saber que ela conseguira o que queria.


- Agora, Marcela, nem pense em negar... eu quero saber essa historia sua com o seu irmão...vai me contar, não vai?

- Conto sim, Paulinha...mas não hoje. Um dia a gente senta e eu te conto tudo, ta?

terça-feira, 29 de março de 2011

Meg e o marceneiro

(escrito por Meg)


Mudanças sempre nos obrigam contratar uma série de profissionais para colocarem a casa arrumadinha. É bombeiro, é eletricista, é serralheiro, é marceneiro... e geralmente, cada um é mais enrolado do que o outro, marcam data para entregar e não entregam, avisam que irão e não vão... é um tormento.


Mas, às vezes, o tormento pode se tornar prazeiroso.


Vou lhes contar o que aconteceu comigo e com o seu Antônio, um marceneiro que arrumamos e que iria fazer uma série de móveis para nós, além de consertar alguns armários. Ele foi lá em casa, mediu tudo, anotou, deu o orçamento, o Kaplan aprovou, ele pediu um sinal para comprar materiais, recebeu o sinal e disse que em 10 dias tudo estaria pronto.


Acertou quem disse que isso não aconteceu...rsss.


No 11º dia, telefonei, ele disse que estava acabando, demorou um pouco, mas que com mais três dias entregaria. Claro que não entregou.


Então eu resolvi ir até a casa dele, onde ele tinha uma oficina para ver pessoalmente o que estava acontecendo. Seu Antônio era um senhor já de idade, aposentado, que fazia esses trabalhos para completar a renda da aposentadoria. Morava com um filho, mas ele não seguira a profissão do pai, era bancário. Então o seu Antônio trabalhava sozinho, vim a saber disso quando estive lá e até compreendi a razão do atraso na entrega de nossos móveis.


Bem, no dia em que estive lá na oficina dele, ele estava realmente com a mão na massa em nossos móveis. E eu vi que ainda faltava muita coisa, ele não terminaria antes de uma semana. Fiquei conversando com ele, enquanto ele continuava a martelar, a parafusar, a lixar...


Como sempre, eu estava de calça jeans e uma camisetinha florida. E como sempre eu não estava de sutiã, gosto que meus seios fiquem livres... Claro que as vezes eles me denunciam... os biquinhos enrijecem e não consigo disfarçar ou esconder...rsss.


E o mais estranho de tudo, naquele dia, foi que, observando o seu Antônio usar a furadeira, vendo a madeira ser penetrada, furada... aquilo me deu um tesão danado. Vê se pode uma coisa dessas... e ao ficar com esse tesão, meus biquinhos me denunciaram.


Para despistar, peguei um pedaço de ferro que estava em cima da mesa e fiquei com ele nas mãos.


Seu Antônio me falou:


- Cuidado! Ficar com um ferro duro como esse nas mãos pode causar acidentes.


Ele não falou com segundas intenções, eu acho, mas concordam comigo que essa frase tem um adorável duplo sentido? Ai que meu tesão aumentou mesmo! Mas a furadeira continuava povoando meus sonhos. Não me contive e pedi a ele para deixar eu fazer uns furos na madeira.


- A senhora nunca usou uma furadeira?

- Não, a gente até tem uma, mas o meu marido é que usa.

- E ele sabe usar direitinho?

- Sabe... com certeza!


Ele podia estar perguntando sobre a ferramenta, mas eu respondia pensando em outra “ferramenta”....rsss. Ou então ele estava colocando duplo sentido e eu é que não estava percebendo o alcance das palavras dele...


Mas ele deixou eu fazer alguns furos. Claro que para me ensinar, ele se encostou em mim, segurou minha mão, seu rosto ficou juntinho do meu... e eu fui ficando cada vez com mais tesão em toda aquela situação. Quando consegui fazer o primeiro furo, dei um grito de alegria e ao me virar... recebi um beijo do seu Antônio!


- É só isso que a senhora quer aprender aqui?

- Seu Antonio... eu não...eu não entendi...

- Não se faça de desentendida... seus biquinhos são reveladores... a senhora está excitada com essa situação, eu sou bem mais velho que a senhora... conheço essas coisas...


E a mão dele deixou a furadeira em cima da bancada e veio direta para meus seios. Mão grossa, cheia de calosidades. O contato daquela mão áspera com a maciez dos meus seios produziu um choque elétrico que percorreu todo meu corpo...


Rapidamente ele fechou a porta da oficina e veio até mim, já tirando o macacão que usava e debaixo do qual não tinha nada, nem cueca. O pau dele não era de se desprezar, devia medir uns 20 cm, grosso, cheio de veias.


Sem pensar muito, tirei minha camisetinha, minha calça, a calcinha e o abracei. Ele sentou-se num banco que estava fazendo para mim, me pôs sentada em seu colo, me abraçou e me beijou com volúpia. Era um homem experiente, sem dúvida. Beijava muito bem, enquanto as mãos grossas passeavam por minhas costas, iam até minha bunda e a apertavam com força... que pegada tinha aquele homem!


Eu queria experimentar aquela “furadeira” dele, então me abaixei e o chupei. Levantei o pau e passei a língua nas bolas, beijei e puxei com meus lábios, depois soltando. Ele urrou de prazer.


Pegou um pano, estendeu no chão da oficina e deitou-se, com aquela “furadeira” apontando para o alto, me convidando a sentar nela e ser perfurada. Uma delicia! Sentei ali e pulei bastante. Gozei e ele continuava firme, me segurando pela bunda com as mãos grossas. Depois ele me tirou de cima, me fez deitar no pano, de bruços, deitou-se sobre mim e voltou a penetrar minha bucetinha, metendo firme até gozar abundantemente.


Nossa... que trepada alucinante. Ele se levantou, vestiu o macacão. Eu ainda fiquei deitada um pouco, para recuperar as forças. Depois me levantei, me vesti. Ele abriu a porta da oficina e voltou aos seus afazeres, sem dizer uma palavra.


- Seu Antônio... então... que dia o senhor vai me entregar os móveis?

- Acho que em uma semana vai dar... realmente, trabalhar sozinho as coisas rendem menos.

- Hum... vamos fazer o seguinte, na sexta-feira eu passo aqui para conferir se está tudo pronto, pode ser?

- Rss... a senhora é bem safadinha, hem? Pode passar... se não estiver tudo pronto, eu lhe presenteio com o que a senhora quer!

segunda-feira, 28 de março de 2011

Um sonho com meus dois amigos queridos


(escrito por Meg)


Tenho dois grandes amigos paulistanos, com quem troco emails em profusão. Já me enviaram fotos e eu também já lhes enviei fotos minhas. Os dois se mostram alucinados comigo, vivem me elogiando e tenho certeza de que adorariam me ter em seus braços.... rssss...


De tanto me elogiarem, imaginem leitores, acabei sonhando com os dois. Foi um sonho interessante, apesar de eu não ter conseguido localizar onde estávamos. Lembro que era um pátio de uma casa antiga. Havia uma mesa redonda, com algumas cadeiras. Eu estava de vestido rosa, curto, cabelos soltos. Lucas e João estavam um de cada lado meu, ambos sem camisa, mas de calça.


Eu tomava um chá, delicioso por sinal, que um deles havia levado para mim. O outro levara uma jarra com uma rosa amarela. Tomei o chá e como sabia o que eles queriam de mim, comecei a passar a mão em suas rolas, por cima da calça mesmo. Foi o bastante para Lucas baixar a calça e me mostrar uma rola linda, já durinha... e na altura de minha boca. Claro que comecei a chupa-lo ali mesmo.


João abaixou meu vestido, expondo meu seio direito, o qual ele começou a beijar e a me deliciar com pequenas mordidinhas nos mamilos, me fazendo ficar toda arrepiada. Eu daria tudo para ter um espelho bem grande na minha frente e poder enxergar a cena.


Nessa altura, meus dois seios já estavam sendo chupados e beijados pelo João, enquanto a rola de Lucas continuava a ser chupada por mim. Como era deliciosa... eu não queria nunca mais tirar a boca dali. Mas o João me distraia, agora levantara meu vestido e afastava para o lado a minha calcinha cor de rosa também. Sua língua me proporcionava momentos indescritíveis de prazer, ele deixava minha xotinha molhada de tesão, lambendo meu grelinho enquanto enfiava um dedo dentro dela.


Não me contive.


Fiz com que ele ficasse de pé, abaixei sua calça e fiquei chupando os dois cacetes, ora um, ora outro. Enquanto chupava o do João, masturbava o Lucas e depois invertia. Os dois também gemiam de prazer.


As mãos deles ora deslizavam pelos meus seios, ora se enfiavam dentro de mim, ora me agarravam pelos cabelos. João esfregava seu pau em meu seio e depois me dava ele de novo para chupar. Coloquei os dois paus frente a frente, para praticamente chupar os dois ao mesmo tempo. Eles gostaram de ter seus paus se encontrando.


Mas o Lucas era o mais apressado em me comer. Só que, por uma questão de amizade mais antiga, eu já havia prometido que o João seria o primeiro. Então João deitou-se no chão e eu me sentei na rola dele. O Lucas ficou em pé, perto da cabeça do João, o que me permitiu cavalgar um e chupar o outro ao mesmo tempo. As mãos do João seguravam firme em minhas nádegas, me levantando e me abaixando, enquanto eu podia segurar e mamar o cacete do Lucas.


Assim ficamos uns bons minutos. Eu me esvaia em prazer e eles também.


Mesmo sendo chupado, Lucas se inclinou e sua mão passou a percorrer minha bunda, chegando até meu cuzinho e enfiando um dedo lá... entendi o que ele queria, então dei folga no boquete para que ele pudesse ir para trás de mim e enfiar a rola em meu cuzinho. Dei um urro de prazer quando senti os dois dentro de mim. Ambos bombavam vigorosamente, eu chegava a sentir quando os dois paus se encontravam dentro de mim.


Deliciosa dupla penetração. Eu gemia alto, enlouquecida de prazer.


Depois de mais alguns minutos, os dois saíram. Foi a vez do João comer meu cuzinho, eu de quatro, apoiada nas pernas do Lucas, que estava sentado na cadeira, e chupando o pau dele novamente. Senti quando João derramou seu leitinho lá dentro, e mesmo assim ele continuou a bombar. Mas o Lucas pediu para trocar de posição com ele, também queria gozar dentro de meu cuzinho. Enfiou seu pau, encontrando a porra do amigo lá dentro.


Eu continuava ajoelhada, agora apoiada nas pernas do João e chupando seu cacete amolecido, enquanto o vigor do Lucas rasgava minhas entranhas. Graças ao meu boquete, logo o pau do João voltou à ativa. Foi também o tempo suficiente para o Lucas gozar em meu cuzinho e, tirando o pau de dentro dele, lambuzar minha bunda com sua porra, que devia estar misturada com a do João. Ficou batendo o pau em minha bunda, enquanto o João sacudia seu pau para gozar em meus seios.


Como se fossem dois fantasmas, os dois foram desaparecendo, me deixando perplexa. Mas eu senti que era real, aquele leitinho em meus seios e em minha bunda me demonstravam isso. Me vesti e entrei na casa, que eu não conhecia. Não havia ninguém lá.


E foi assim que eu acordei, dando pulos na cama...

terça-feira, 22 de março de 2011

Duas para dois (a troca)

(escrito por Meg)


Depois que Junia, Laércio e eu voltamos daquela semana hedonista, eles já vieram pensando em quem seria o amigo a participar com os dois. Claro que acabaram optando pelo Kaplan, que não achou nem um pouco ruim quando lhe falei que fora o escolhido.
Confessou-me que tinha o maior tesão na Junia. E se dispôs ao “sacrifício” com muito prazer. Me contou depois que tinha sido muito legal. Ele comera a Junia com o Laércio vendo, depois os dois fizeram uma DP nela, que adorou!
E me disse que os convidara para uma “sessão a quatro”, em nosso apartamento, na semana seguinte. Claro que adorei a idéia. Eu tinha gostado muito das transas na casa da praia, e nada como repetir algo bom, não é mesmo?
Quando eles chegaram, eu os recebi de short jeans e camiseta de alcinha. Junia estava de camiseta verde e calça de malha. Laércio e Kaplan estavam de calça jeans e camisetas também. Nos abraçamos, fomos para a varanda, tomamos algumas cervejas e jogamos conversa fora. Mas estávamos todos, na verdade, ansiosos para irmos pra cama.
Então fomos para a nossa cama. Laércio ficou na cabeceira direita, Kaplan na esquerda. Eu me sentei na frente do Laércio e Junia na frente do Kaplan. Ficamos conversando ainda, talvez meio tímidos, quem diria!. Até que eu resolvi tomar a iniciativa, subi meu corpo e me enrosquei no Laércio. Então a Junia fez o mesmo, encostando-se no Kaplan, que a abraçou.
E foi ele quem começou a levantar a camiseta dela. Quando o Laércio viu, começou a fazer o mesmo comigo. Na verdade, primeiro ele enfiou a mão pela parte de cima da minha camiseta e começou a afagar meu seio. Depois tirou as alcinhas e meus dois seios ficam expostos aos carinhos dele. Nisso o Kaplan já levantara totalmente a camiseta da Junia, mas ela tinha ido de sutiã, então ele levantou o sutiã dela para que os seios dela também ficassem à vista.
A situação começava a ficar gostosa.
Arranquei minha camiseta e a joguei longe. Fiquei de joelhos para que o Laércio pudesse desabotoar e tirar meu short. O Kaplan deixou a Junia com a camiseta nos ombros e começou a tirar a calça dela, levando a calcinha junto. O rosto de Junia já estava afogueado, vendo o marido dela fazer tudo aquilo comigo e tendo meu marido fazendo as coisas com ela... era a primeira vez que ela fazia uma troca de casais assim, e estava superansiosa, respiração ofegante...
Já estávamos nuas e os dois bonitões ainda totalmente vestidos. Então comecei a tirar a camiseta do Laércio e a Junia fez o mesmo com o Kaplan. Ainda de calça, o Laércio me colocou deitada de ladinho e começou a me fazer carícias nos seios, me beijar, e eu fui ficando com tesão cada vez maior. Deitada como estava, eu via Junia e Kaplan também aos beijos e amassos, ele também ainda com a calça.
Ai tiramos as calças e as cuecas deles e ficamos os quatro deitados. A posição era Junia, Kaplan, eu, Laércio. Isso fazia com que a minha bunda e a do Kaplan ficassem se encostando toda hora. Os dois com os paus duríssimos e nós duas, claro, pegamos neles e ficamos fazendo carícias neles. Antes de engolirmos, claro!
Ai ficou até engraçada a posição. A Junia e eu nos ajoelhamos para poder chupar os paus dos dois. Acabou que a cabeça dela ficou próxima à minha bunda e de vez em quando, os movimentos que fazíamos acabavam permitindo a ela bater a cabeça no meu rabinho...
Como se tivéssemos ensaiado, os dois ficaram de joelhos e nos puxaram para seus paus, ou seja, nós duas tivemos de nos curvar e ficar como duas cachorrinhas sendo penetradas pelos nossos homens.
E isso foi apenas o começo. Naquela noite fizemos de tudo, no final, claro, eles comeram nossos cuzinhos, tudo em cima da cama.
Enquanto eles bombavam, nós duas nos olhávamos, sorriamos. Sabíamos que ali estava se solidificando uma amizade que ainda nos iria proporcionar muitos momentos de tesão, de carinho, de tudo!