domingo, 17 de maio de 2020

Primo... me dá uma comidinha básica?


Gostou e no dia seguinte comeu de novo

(escrito por Kaplan)  

A Rafaela adorava seu primo Fernando. Eles tinham começado um rolo desde que fizeram uma viagem com as famílias respectivas. A convivência durante 10 dias, todo dia, toda hora, indo à praia juntos, ele vendo os biquínis dela, ela vendo (depois de alguns dias) que a sunga dele mostrava algo se mexendo lá dentro... aquilo foi dando um tesão danado aos dois. 

Resistir, quem há de?

Lá na praia eles não puderam fazer nada, mas os olhares disseram tudo. E quando voltaram, aproveitando que moravam perto, passaram a se visitar, sabendo as horas em que estariam a sós.
E transaram.
E ela gostou muito, ele também. Então passou a ser toda hora que desse brecha. Ela era muito engraçada, de vez em quando chegava na casa dele e perguntava: Primo... me dá uma comidinha básica?

Ele ria, descontrolado, mas na mesma hora tirava a roupa deles e transavam.
Foi assim que aconteceu numa tarde em que ela esteve na casa dele.
Ela chegou, ainda tinha gente na casa, logo saíram e os dois ficaram conversando no sofá, ela queria saber se alguém voltaria.

- Acho que não, Rafa... você sabe que geralmente as pessoas daqui só chegam lá pelas 6 horas, então, como são 4, só daqui a duas horas é que teremos companhia.
- É... hoje, pelo visto a  minha pergunta tem mais sentido... tem de ser mesmo uma comidinha básica, a não ser que você não queira!
- Mas é claro que quero! Sempre quero! Sempre vou querer! 

Naquele dia ia ser rapidinha mesmo..

Tirou a camisa, tirou a blusa dela. Estava de sutiã, ele balançou a cabeça, sempre pedia para ela ir sem aquela peça horrorosa!
- Seus seios são tão lindos!
Beijou-a, beijou os seios e aí tirou a calça dele e começou a tirar a calça dela. Aproveitou e já tirou a calcinha também. Colocou-a de quatro e deu uma boa lambida na bunda, na xotinha e no cuzinho dela. Arrepiada, ela sentou e mandou ver um boquete bem gostoso. Chupou, lambeu, lambeu as bolas, enfiou a língua entre as bolas e o cu do primo.
E então ela se entregou. De quatro, ali no sofá, ele enfiou o pau e meteu pra valer. Como era gostosa aquela prima!  

de cachorrinho é mais rápido...

Foi mesmo uma comidinha básica e rápida. Naquela tarde o horário que tiveram pra festejar foi pequeno.
O jeito era esperar o dia seguinte.
Ela voltou e aí tiveram quase 3 horas e meia para se divertirem. E dessa vez ela foi sem o sutiã, o que o alegrou bastante. Demorou na mamada nos biquinhos deliciosos que ficaram endurecidos. Era muito tesão o que ela sentia quando ele punha a boca neles.
Ficaram nus e brincaram com seus corpos, passando a mão em toda a extensão, apalpando os seios, a bunda dela, ela segurando o pau dele, apertando a bunda, passando as unhas nas costas e deixando ele arrepiado também... era tudo muito gostoso entre eles! 

Nesse dia puderam demorar bastante!

E naquela tarde, depois de ficar de quatro e ser penetrada, ela também o cavalgou, coisa que adorava fazer porque garantia um gozo certo e fantástico a ela!
Ficaram deitados em seguida, só curtindo o gozo...
E quando chegou a hora, ela se vestiu e ao sair perguntou que dia poderia voltar para outra comidinha básica...


sábado, 16 de maio de 2020

O que o pai dela não sabia era o que havia na casa vizinha...


Ela sabia...

(escrito por Kaplan)  

Ah, seu Joaquim... tão zeloso, tão cheio de cuidados com a filha... e nem desconfiava que ela aprontava. Sempre aprontou, onde estivessem.
Mas naquele ano, foi quando eles estiveram numa praia, curtindo um feriado prolongado.
A praia não estava muito cheia, pelo contrário. Mas ele alugara uma casa à beira-mar e ali perto havia outras casas, algumas fechadas, outras com poucas pessoas, como poderiam ver o dia inteiro.
Ele, já mais velho, preferia ficar na praia nadando e caminhando só na parte da manhã. Ela o acompanhava e foi nesses passeios que ela percebeu que uma das casas próximas tinha um morador só. Ele ficava na varanda, numa rede, ela andou dando umas olhadelas e ele sorriu, piscando o olho, o que foi suficiente para atiçar a Rita, este o nome da criatura filha do seu Joaquim.  

Foi assim que ela começou a seduzir o vizinho...

Então ela passou a ficar deitada e nadar entre as duas casas, que não eram muito distantes, para que o cidadão pudesse apreciar seu belo corpo mal coberto por biquíni diminuto e ainda podia apreciar parte dos seios dela quando ela desamarrava o sutiã para queimar as costas, mas de vez em quando dava uma levantadinha para mostrar o que desejava que ele visse. O pai nem desconfiava de nada...

Após o almoço, seu Joaquim não voltava mais à praia. Ela sim, e sempre em frente da casa em que eles estavam. Mas seu Joaquim gostava muito de tirar uma soneca após o almoço e ficava na cama dormindo e vendo televisão por umas 3, 4 horas.
Rita soube aproveitar esse tempo. Saiu da casa e foi desfilar para o Emanuel, nome que ela soube assim que ele a chamou e se apresentou. A química foi total. Lampejos nos olhos e ela já foi se entregando para ele, um grande sedutor. 

Mal se conheceram... treparam!

Fez boquete, foi chupada, cavalgou, gozou. Saiu correndo de lá, mas tudo pensado. No dia seguinte ela iria voltar!
E assim foi. No dia seguinte, no mesmo horário, ela regressou, desfilou, ele chamou, ela foi, chupou, foi chupada, ficou de quatro e ele meteu até ela gozar. Fugiu de novo.
Terceiro dia e tudo se repetia, como se fosse um videotape.
Dessa vez ela quis ser chupada primeiro, depois fez o boquete e cavalgou. E deu de quatro, de ladinho. Ele estranhou, mas gostou!
No quarto dia, ela só ficou escondida vendo o que ele iria fazer. Ele olhou da varanda, não viu nada, desceu à praia como quem estivesse fazendo uma caminhada, passou em frente à casa em que ela e o pai estavam hospedados, não viu movimento algum. Pudera, seu Joaquim dormia e ela estava bem escondida. Queria tesar o Emanuel e ele ficou desapontado por não vê-la.

Pra despedir... um cuzinho foi o presente!

No quinto dia ela voltou, radiante, à procura dele. Entrou, ele reclamou da ausência dela, ela sorriu e não explicou nada, apenas tirou a roupa, ajoelhou e chupou. Deixou o pau dele todo babado e ofereceu seu cuzinho.
E assim terminaram os encontros deles. Seu Joaquim e ela foram embora naquela noite. E Emanuel nunca mais viu a Rita!


Quatro casais trocados e uma piscina


Isso é que é swing!

(escrito por Kaplan) 

Quatro casais? Você ouviu direito? Sim, isso mesmo. Estavam na casa de Sérgio e Pilar, que tinham uma piscina muito bem localizada, ou seja, que não permitia a ninguém ver o que se passava lá.
E não era a primeira vez que os quatro casais se reuniam ali. Para Paulo e Graça, Mário e Sofia e Jorge e Sara, visitar aquela casa aos sábados e feriados era algo esplendoroso.
Isso porque eles eram adeptos de swing e viviam fazendo trocas de parceiros.  Todos e todas se sentiam muito bem com essas farras promovidas ali.
Era chegar na casa, se livrarem das roupas e, com sol, iam todos para a piscina. Lá é que acontecia tudo. Mas se estivesse chovendo ou muito frio, as brincadeiras eram feitas dentro da casa mesmo, que também era muito confortável e tinha lugar para todas as safadezas do mundo.
Vejamos um desses sábados de muito sol.
Se nos fosse possível observar, veríamos quatro casais em plena função.
Mas os maridos não estavam com suas respectivas esposas...  

Olha só a farra dos quatro casais!
 

Sérgio e Sara faziam um belo 69 na beirada da piscina, uns 4 metros adiante via-se Paulo cavalgado por Pilar, um pouco mais adiante Mario, sentado numa cadeira era chupado por Graça, e Sofia e Jorge nadavam, se pegando dentro da piscina.
Não demorou muito para que o casal que estava dentro da piscina modificasse: Ela sentou na beirada, ele continuava dentro da piscina, mas sua boca estava agora na altura exata para dar uma bela chupada no xotinha da amiga. No que foram seguidos por Sérgio e Sara, já Graça gozava aos berros e Pilar ficava de quatro para ser comida pelo Paulo.
Paulatinamente as outras três foram gozando e então deram uma trégua. Bebidas foram servidas, com alguns salgadinhos, as conversas fluíam, falavam das ultimas novidades, das viagens futuras e então, silenciosamente, as quatro foram ocupando o lugar de outros parceiros. E então a farra continuou, com Sérgio pegando a Sofia, Jorge sendo cavalgado pela Pilar, Paulo fazia uma espanhola na Sara e Mario fazia anal com Graça.
Essa brincadeira durou a tarde toda. Aí cada uma tomou banho com seu respectivo marido, vestiram-se e foram para a copa. Um belo jantar os aguardava, regado a excelentes vinhos.  


Eram trepadas que não acabavam mais!










Assistiram a um vídeo pornô, o que fez os ânimos se esquentarem e não deu outra, terminado o filme, treparam de novo, ali na sala mesmo, ocupando os sofás e o tapete. Dessa vez, Sérgio estava com Sara, Jorge com Graça, Mário com Pilar e Paulo com Sofia. Uma verdadeira orgia, com todos esbarrando em todos, mãos atrevidas pegando os seios, os paus, bocas sedentas chupando os paus e mamando nos seios. Sara e Pilar fizeram anal, Graça cavalgou e Sofia trepou de ladinho.
Nada mal para uma tarde e noite... agora era ir embora e torcer para todos voltarem no próximo sábado. Nunca se cansavam!



O banho das duas amigas com direito a strapon


Uma delas era a Meg: sucesso total!

(escrito por Kaplan)   

Meg e sua colega de faculdade, Rejane, tiveram muitas histórias para contar. Junto com a Lúcia, fizeram inúmeros encontros sexuais. Entre elas e também com colegas masculinos, quando rolava de tudo.
Mas como já foi dito há tempos aqui, a Rejane casou e mudou-se de nossa cidade. E a Lúcia acabou arrumando um namorado careta, mas gostava muito dele, então andou meio desaparecida.

Um dia, Meg me falou que estava com vontade de visitar a Rejane. Não me importei, eu sabia de tudo que rolava entre elas. Inclusive eu já tinha transado também com essa amiga. 

Inocente...sabia de nada!

Ela foi e me contou ao voltar que o marido da amiga continuava chato, mas tinha sido mais educado daquela vez, sentava, conversava, tomava vinho com elas. Ele não sabia do lado bissexual da esposa, achava apenas que eram amigas... tadinho dele!
Quando ele saía de casa... que farra boa as duas faziam! Rolavam na cama, transavam com muito carinho, pois se amavam de verdade.
69, velcro, chupadas, mamadas, carícias sem conta faziam parte da vida delas quando estavam a sós.
E teve uma tarde que elas resolveram fazer algo diferente. Ir a um motel da cidade. Rindo, elas foram, e Meg levou uma surpresa para a amiga. 

Olha como elas chegaram no motel...

Mas elas já foram aprontando desde que chegaram perto do motel. Abriram as roupas e chegaram à recepção praticamente nuas, rindo sem parar. O rapaz da recepção quase infartou quando as viu. Tremendo, ele indicou o quarto que elas pediram, com banheira de hidro. Elas se dirigiram a ele, entraram, dando gargalhadas por conta da tremedeira do moço.
Mas pararam de rir quando entraram na banheira. Agora o papo era sério. Queriam dar e receber mil carinhos, se amar como se fosse a última vez.
Entraram na banheira, se ensaboaram, brincaram, trocaram milhões de beijos, mamaram uma na outra, deram chupadas e mais chupadas e fizeram até o velcro, roçando as duas xotinhas até quase pegar fogo!  

Banharam-se, lamberam-se... fizeram de tudo!

Aquilo as deixava totalmente insanas. Mãos percorreram as xotinhas e elas quase gozaram de tanto prazer.
E então Meg mostrou a surpresa: um strapon.
Rejane deu um grito de surpresa e alegria ao ver. Abraçou e beijou a amiga.
- Só faltava mesmo uma pica bem grande aqui para completar o dia!!!
Meg amarrou na cintura, firmou bem, sentou-se na beirada da banheira e a Rejane, mais que depressa, sentou nela, cavalgando e pulou até gozar.
Aí, inverteram. Meg colocou o strapon na amiga e foi ela a sentar e cavalgar também até gozar. 

O strapon agradou às duas!

Felizes, saíram da banheira e foram para a cama onde as carícias continuaram. E Rejane, gulosa, quis o strapon de novo e Meg a atendeu, voltando para a hidro, e repetindo a cavalgada.
Voltaram para a casa dela. Comportadas, prepararam um lanche para o maridão. Que comentou como a visita da Meg era boa para a esposa, ela ficava tão alegre!


domingo, 10 de maio de 2020

Três primos para uma prima... é demais!


Ela não achou demais, achou ótimo!

(escrito por Kaplan)  

Clarinha estava achando aquela viagem algo simplesmente maravilhoso. Pela primeira vez o pai dela deixou que ela viajasse sozinha para ficar na casa de um seu irmão, que morava em outra cidade. Também pudera, ela já tinha 19 anos e nunca saíra de sua cidade!
O melhor de tudo, como ela pôde comprovar já no segundo dia em que estava na casa do tio, é que os dois primos Gabriel e Salvador eram bem safados e acharam que ela era deliciosa, começaram logo a se encostar, a passar a mão... e ela gostou muito! E ainda tinha o Rui, um outro primo que morava algumas casas à direita, na mesma rua e que ficou sabendo, pelos dois, da presença da linda priminha.
Então ele aparecia também.

De manhã os três estudavam. Ela ficava passeando pela cidade, tudo era novo. Voltava para casa na hora do almoço, aí o tio e os primos também chegavam, almoçavam, logo o pai voltava ao trabalho e a empregada da casa se retirava lá pelas 15 horas. Era a hora da farra, no terceiro dia eles conseguiram que ela ficasse pelada, eles também, e logo o Rui chegou e também tirou a roupa toda e eles começaram a pegar nela e ela a pegar neles.  

Casa do tio? Não... casa do paraíso!

Se eles achavam que ela seria uma bobinha do interior, logo se convenceram de que estavam errados em seu julgamento. Ela sabia de tudo! Nem perguntaram como ela ficara sabendo... o melhor era aproveitar! Ela mostrou que sabia controlar os três. Sentou num sofá, o Rui e o Gabriel ficaram um de cada lado dela que pegou nos paus deles e começou a masturbá-los. Já o Salvador levou o pau à boca da prima que fez-lhe um boquete daqueles, deixou todos admirados como ela chupava bem uma pica! E ainda aguentou bem a chupada que o Salvador lhe deu.
Os dois também quiseram boquete, que ela fez com todo o prazer. Era cada pica mais gostosa do que a outra. Ela tinha certeza de que iria pedir ao pai para voltar ali muitas vezes! Que primos mais gostosos ela tinha e nunca soubera disso!

Depois dos boquetes, ela fez questão de que o Rui sentasse, ela sentou nele para cavalgá-lo, pôs o Salvador do lado esquerdo e ficou chupando a pica dele e o Gabriel ao lado direito era masturbado por ela. Beleza pura!  

Ela deu conta de todos!

Não iria deixar nenhum deles sem trepar com ela. Depois do Rui foi a vez do Salvador, também cavalgado devidamente. E por último o Gabriel, que já preferiu come-la de dog style.
Foi quando ela gozou.
Então pararam, olharam o relógio, ainda podiam se divertir mais. Mas um lanchezinho caía bem, foram os quatro pelados para a cozinha, comeram o que a empregada tinha deixado, beberam sucos e foram para o quarto do Salvador.
Ela estava a fim de algo mais “quente” e foi logo perguntando o que eles faziam na cama com as namoradas, se é que tinham. Na verdade, só o Rui tinha uma namorada. E ele falou que ela não dava a xota, só o rabinho.

- Então você é um expert em rabinhos...
- Nada, a gente faz o trivial.
- Preciso saber como é esse trivial...

Rui deu um sorriso enorme. E os outros sabiam que ia ter pra eles também.
Então os três fizeram anal com ela. Aí estava na hora do tio voltar, o Rui foi pra casa, ela foi tomar um banho e os dois foram com ela. Super apertado o boxe, mas deu para tirarem mais um sarro.
No dia seguinte, aconteceu tudo de novo, mas teve uma componente extra. Também sugerido por ela, o que significava que ela fazia isso. Eles ficavam intrigados... como ela fazia isso lá na cidade dela?  

Ela gostava de dois paus dentro dela...

O “isso” era uma DP. O Rui, deitado, ela sentada nele com a xotinha, o Salvador pegou pelo rabinho e depois o Gabriel também.
Nos demais dias, mais trepadas, até que ela voltou para a cidade dela. Prometeu que ia fazer de tudo para voltar. Sabia que seu pai iria perguntar ao irmão sobre o comportamento dela. E o tio não teve nada para criticar. Era uma garota e tanto! Super educada, comunicativa, ele gostara muito de tê-la em sua casa. E os primos também curtiram muito – foi o que ele disse, sem sequer ter ideia de como tinha sido a curtição dos primos com aquela priminha fogosa!


Depois da festa, dois a levaram a um motel


E aí... teve outra festa!

(colaboração de Julia)

Meu querido, eu de novo para te contar minha mais louca e última transa. Dessa vez não é com tio, nem com primos. Incrível, né? Até parece que eu venho ao seu email só para falar deles... hoje vou variar.

Seguinte: amiga minha me convidou para uma festa na casa dela. Ótima festa, muita bebida, muita música, muita gente bonita. E dois gatos me interessaram bastante. Cláudio e Vinicius, os nomes das gracinhas. Dançamos muito e ali no meio da dança já ficou rolando aquele clima gostoso... sacou?
Então, quando a festa acabou, eu ia chamar um táxi, eles se prontificaram a me dar carona. E me deram, mas com uma paradinha antes... num motel. Olha que atrevidos! Mas eu adorei! 

Dei mole na festa... eles me levaram ao motel

E foi a noitada em motel mais divertida que já tive. Os dois são muito engraçados, me jogaram na cama, mas jogaram mesmo, de me levantar e deixar cair. Ainda bem que o colchão era bem macio!
E depois tiraram minha roupa e ficaram pelados.
Que delícia! Dois paus à minha disposição!
E me colocaram ajoelhada e ficaram em pé ao meu lado, um de cada lado. Que convite mais saboroso! Peguei os dois paus e chupei. Um de cada vez, é claro. Chupava o Cláudio e masturbava o Vinicius, depois fazia o contrário. Depois que chupei bastante, eles me levantaram, me colocaram sentada no pau do Cláudio e o Vinicius ficou na minha frente e eu mandei boquete nele. 

Isso é que é menage gostoso...

Cara... estava bom demais! Menages sempre me atraíram, ainda mais com dois caras legais e pauzudos que nem eles. E o Cláudio, depois de um tempo, me fez ficar de lado e continuou metendo e minha boca já estava até anestesiada de tanto eu chupar o Vinicius.
Felizmente eles resolveram trocar. O Cláudio deitou na cama, fiquei de quatro para chupá-lo e foi a vez de o Vinicius meter em mim... meteu bem, muito bem... bombou até dizer chega!
Você quer saber se eu gozei? Mas é claro que sim! E quem disse que queria parar? Nem eu nem eles! Continuamos firmes e não demorou para o Vinicius visitar meu outro buraquinho. Eu tinha certeza de que isso iria acontecer, assim como o que veio em seguida.
Sim, você adivinhou: uma DP daquelas! 

amei a DP que eles fizeram em mim!

Eu já estava suada! Meus cabelos pregados na minha testa e no meu rosto e eles só pararam depois que gozaram.
Cambaleando, eu levantei da cama e fui tomar uma ducha. Pois os danados vieram atrás e me pegaram de jeito debaixo do chuveiro. Me chuparam, mamaram... que dois! Valiam por três, ou quatro!
Acredita que eles queriam outra DP, invertendo quem ficara atrás e na frente?
Mandei os dois pastarem! Isso a gente aguenta só uma por dia!
Então tive de prometer que vou sair com eles de novo.
Vai ser o jeito, né? Kakakaka
Beijão, amigão!
Julia


A orgia que ficou na história


Essa foi das pesadas!

(escrito por Kaplan)

Tudo começou quando nos reunimos, quatro casais e uma garota extra, irmã de uma das esposas que lá estavam. Meg e eu, Michel e Ingrid, Jacques e Verónique, Daniel e Sylvie. E a irmã da Sylvie, Esther. Pelos nomes, deu para perceber que estávamos na França, não é?
Nós os conhecemos na colônia naturista de Montalivet, era a segunda vez que íamos lá. Os três casais gostaram muito de nós (acredito que gostaram mais da Meg...) e não pudemos travar conhecimento mais íntimo porque o dia em que chegamos era o dia em que eles estavam voltando a Paris. Mas fizeram questão de nos deixar o endereço, o telefone, pois falamos que depois de ficar uns 4 dias ali, iríamos voltar a Paris, onde estávamos hospedados. E pelos beijos na boca que Meg ganhou deles e delas e os que ganhei delas, deu para entender que alguma coisa boa ia sair dali. 

Pois bem, quando voltamos, nos preparamos. Telefonamos, o Jacques ficou feliz e disse que iria combinar com os demais. Retornou dizendo que no sábado seguinte a gente iria se encontrar na casa do Michel. Anotei o endereço e lá comparecemos na hora em que fora estipulado. 

Ela dançou e agradou

Muito vinho, muito papo, queriam saber mais de nós, nós queríamos saber deles. A pergunta que todos eles queriam fazer e estavam receosos, a Meg tratou de responder antes que eles fizessem. Pediu para colocarem uma música da Françoise Hardy, cantora que ela amava. E começou a dançar, sozinha, no meio da sala e foi tirando a roupa até ficar totalmente nua. Nem preciso dizer que quando ela já estava só de calcinha as demais estavam se despindo também e nós, além de babarmos nas nossas esposas e na cunhada do Daniel, também nos despimos.
E aí rolou a orgia fantástica.

Paus foram chupados, o meu, inclusive por duas, a Sylvie e a irmã dela. Era a novidade... os outros paus elas já conheciam! 

Teve de tudo!

Meg deu o show de sempre no boquete, deixando o Jacques suando frio. Ele quase gozou com a chupada dela, mas ela não ia deixar. Colocou-o deitado no tapete e sentou em cima. Fazia questão de gozar cavalgando, logo de cara.
Eu continuava com as duas, uma com a xota em minha boca e a outra com a xota engolindo meu pau.
Jacques já estava comendo a Ingrid no sofá e logo o Michel também fez o mesmo com a Veronique.

Depois que as quatro gozaram, voltamos a nos sentar e a beber mais vinho. Elogios foram feitos e não demorou para que o Michel pegasse a Meg e a comesse de quatro em cima do sofá. Então a Veronique veio até mim, a Esther ficou com o cunhado, a Sylvie e a Ingrid pegaram o Jacques. Só de curiosidade, eu fiquei marcando os minutos, pois havia um grande relógio na sala.  Aquela segunda rodada durou 43 minutos. Com todos e todas gozando.

Todo mundo feliz!

O mais legal na terceira rodada de trepadas foi que a Esther pegou a Meg para, juntas, treparem com o Jacques. E ela pensou que a Meg não iria aceitar os beijos dela. Teve uma surpresa porque a Meg a pegou de jeito! E o Jacques gozou só de ver as duas se chupando, fazendo 69 e tudo o mais em que a Meg era doutora e a Esther uma simples caloura!
Já estávamos cansados e formos dormir. Havia três quartos na casa. O Michel e a Ingrid cederam sua cama para mim e a Meg, e foram dormir na sala. E os quartos foram ocupados pelos dois outros casais.

Meg estava delirando com o que tinha rolado e tinha certeza – e eu também – que, de manhã, ela iria trepar com o Michel e o Daniel. Não deu outra. Logo de manhã, com a porta aberta, o Michel apareceu, ela o chamou e eu saí e fui para a sala pegar a Ingrid. Ouvimos ruídos e vimos que os outros dois casais estavam trocando os parceiros e só a Esther ficara quieta, dormindo ainda.

Fomos tomar o café da manhã, o que serviu para a Meg sentar no colo do Daniel. Que colo? Ela tomou o café sentada no pau dele!
Então nos despedimos. Eles queriam nos encontrar de novo no sábado seguinte, mas já estaríamos de volta ao Brasil. Deixamos nosso endereço com eles, caso aparecessem por aqui. Mas nunca nos deram esse prazer! Orgia de férias... mas ficou na nossa história!