sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Ei, vizinho, o carteiro deixou uma encomenda pra você!



Ela teve muita sorte de o carteiro bater na casa dela

 (escrito por Kaplan) 

Solange, uma amiga da Meg telefonou, eufórica, pra ela. Eram 23 horas, já íamos deitar. 

Papo de vizinho sempre me excita...
 Ela foi para a sala, atendeu e ficou lá um bom tempo. Depois que terminou o papo, ela veio rindo pra cama e me contou o que tinha ouvido.

- Meg, nem te conto... consegui!
- Conseguiu o quê, gente? Que euforia é essa?
- Meu vizinho, que te falei outro dia, consegui!
- Uau... e pelo visto foi muito bom! Não te falei que vizinhos são anjos?
- Pois é, eu estava doidinha por ele, mas não conseguia um jeito de chegar junto, como te falei. E hoje eu tive uma sorte danada! Imagina que, à tarde, eu estava entrando no prédio e vi o carteiro chegando e apertando o apartamento dele. E é claro que ninguém atendeu, porque ele trabalha e mora sozinho. Então, na hora, eu tive um lampejo na cachola e falei que se ele quisesse, eu poderia entregar a encomenda, era um pacote pequeno. Ele concordou, tive de assinar e deixar o numero de minha identidade. 

Subi pro apartamento pisando nas nuvens. Eu já tinha o motivo para bater na porta do vizinho quando ele chegasse. Como ainda estava cedo, tratei de tomar um banho, passar hidratante no corpo todo, ainda pus umas gotinhas de perfume atrás da orelha...  fiquei pensando o que vestir e achei melhor usar um vestidinho mais simples, para não aparecer como muito oferecida, se bem que eu estava muito oferecida sim...kakakaka, mas, como aprendi várias lições com você, nada de sutiã nem de calcinha! E o vestido tinha um decote legal, ele teria boa visão dos meus seios. E fiquei na janela para conferir a hora que o Constantino chegaria, se bem que todo dia ele chega no mesmo horário: 19:30 ele abre a porta do apartamento dele. 

Tô com a impressão de que vou amar o carteiro!
Foi justo isso que aconteceu. Mas eu não fui logo lá, esperei mais um tempo e aí, com meu coração aos pulos, você pode imaginar... peguei o pacotinho e fui lá.
Ele abriu a porta e me deu um sorriso lindo, aí eu falei:

- Ei, vizinho, o carteiro deixou uma encomenda pra você!
- Oba... eu estava esperando isso mesmo! Obrigado, não quer entrar?

Claro que eu queria, devia estar escrito na minha cara isso. Então, entrei, e aí foi aqueles papos que nem vou repetir pra você, sobre a decoração da casa dele, que achei linda, e coisa e tal e aí, menina, eu descobri que além de lindo e gostoso, ele é bem safado.

A gente estava sentado no sofá, ele colocou um braço por trás de mim e chegou bem perto. Eu arrepiei só de ver ele ali pertinho, que vontade que eu estava de agarrá-lo! Mas não foi preciso, ele logo elogiou meu perfume e chegou o rosto bem pertinho do meu e aí eu virei e pronto! Me deu um beijo! 

- Nossa, safado mesmo! Um beijo logo de cara?
- Sim... e que beijo! Me desmontei toda e sem pensar duas vezes, mandei a mão no pau dele e ele, na mesma hora abaixou a calça e eu pude pegar ao vivo e a cores no pau dele, que já estava duro demais... que lindeza! 

Olha e veja como eles estão loucos por você!
Pra não deixar o clima esfriar, abaixei meu vestido e mostrei meus seios pra ele. Ele só falou que adorava seios fartos como os meus. E pôs as mãos neles, abaixou a cabeça e me deu uma mamada divina. O que eu tinha que fazer, me diga!!!
- Cair de boca no pau dele, pelo menos é o que eu faria!
- Exato, minha amiga... foi o que eu fiz e chupei o pauzão até dizer chega.
- E ele é bom de sofá?
- Ótimo, não tive nada para reclamar. Me comeu com nota dez! Perdi a conta de quantas metidas ele deu em mim, só sei que gozei muito! Muito mesmo!
E depois que gozei, ele pediu que eu batesse uma punheta nele. Que gracinha! Bati e nunca vi tanta porra cair nos meus seios! Me lambuzei toda!

- E aí, combinou mais vezes?
- Nem precisei falar nada. Ele me disse que tinha adorado e que eu não precisava esperar carteiro chegar com encomendas pra ele, eu podia bater na porta dele sempre que eu quisesse. Tadinho... vou matá-lo de tanto trepar!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Cumplicidade - capítulo 3



De como as coisas começam a dar certo...

Colaboração de Casada Sexy – autor: Gu

Capítulo III – O Plano.

Os fatos a seguir aconteceram cerca de 2 meses após os narrados no 1º capítulo.
Meu telefone tocou e era o JE dizendo que precisava falar comigo urgente. Marcamos no barzinho de sempre e quando cheguei, ele já estava lá.

Perguntei: - Que houve cara?
Ele: - A RÊ terminou comigo!
Perguntei: - Vocês brigaram? Fala logo!
Ele: - Desculpa o que vou te falar, mas foi ciúmes da LÚ.
Eu: - Ciúmes de LÚ? Porque? 

 
Mano... mas que papo estranho este! (foto: Kaplan)
Ele: - Estávamos almoçando e perguntei se as coisas dela já estavam arrumadas para a viagem e ela disse que não ia mais.
Continuou: - No início começou dando várias desculpas mais quanto mais eu perguntava mais ela se enrolava nas respostas até que me disse:
- Quer saber a verdade, estou cansada de ver você babando e de boca aberta pela LÚ. Você não respeita minha presença. Não respeita seu amigo. Só vive falando dela.
Ele deu um gole na cerveja e continuou: 
- GU você sabe que é meu irmão. Fico até sem jeito de falar essas coisas. Já te falei várias vezes que a LÚ é um mulherão. Nunca escondi isso de você. Mas do fundo do coração, me diz. Isso te incomoda?
Falei: - Que isso irmão. Nunca. Tira essas coisas da cabeça. 

Ela não gostou? Nós adoramos!!!
Ele acabou se abrindo e disse que a RÊ falou coisas horríveis sobre a LÚ. Falou que se vestia igual uma puta, que não tinha vergonha de usar roupas que nem meninas usavam, que não entendia como eu saia com ela vestida daquele jeito...
No fundo chegamos à conclusão que inveja é uma merda. Depois de muitas cervejas o JE me disse que estava pensando em não viajar também.

Aqui vale uma explicação. Há uns seis meses atrás resolvemos procurar uma casa para alugar para o carnaval. Seriam apenas os dois casais. Dividiríamos as despesas e o melhor lugar que achamos de acordo com que pudemos pagar foi uma casa pequena no bairro do Peró em Cabo Frio. A casa tinha dois quartos que vinham  atender nosso objetivo de deixar os casais a vontade o resto era padrão e o extra era uma pequena piscina nos fundos ao lado de uma churrasqueira.
Quando ele me disse que não ia mais falei: 
- Que isso! Nem pensar. Planejamos essa viagem a vida toda. Se você não for eu também não vou.
E ficamos naquela discussão. Ele disse que iria atrapalhar ficando na casa, que seguraria vela, etc... E eu falei que LÚ ficaria chateada, que com a cidade lotada ele teria várias mulheres em vez de uma só e no final tirei de sua cabeça a ideia de desistir. Só uma coisa não falei para ele, mas que enquanto conversávamos veio na minha mente e me fez ter uma ereção. As fantasias que eu e LÚ tínhamos e o tesão dela nele.

No dia seguinte contei a LÚ as mudanças de planos repentinas e senti uma satisfação dela ao saber que RE não iria. Ela: 
- Ainda bem que aquela garota mimada não vai. Com certeza nos divertiremos muito mais nós três...
Pensei: “Nós três. Ou eu estava com muito tesão ou senti uma ênfase nesse trecho da frase”.
(continua)

Cumplicidade – capítulo 4



Vixe... foi bom demais!

Colaboração de Casada Sexy – autor: Gu

Capítulo IV – Prazeres
A viajem foi bem cansativa devido ao trânsito, mas super descontraída por causa da excitação que cada mente ali naquele carro deveria estar imaginando. De minha parte as palavras da LÚ gozando e dizendo o nome do JE não saíam de minha cabeça. O que será que os outros pensavam?

Chegamos por volta das 21h. A casa muito confortável e grande. A piscina estava bem cuidada. Todos muito cansados e após um banho fomos descansar.
Acordamos perto das 10h e decidimos conhecer Arraial do Cabo e foi difícil chegar e pior para ficar, após rodarmos paramos o carro numa ruazinha e tentamos a sorte na Praia dos Anjos. 

É.... (foto: Kaplan)

LÚ me surpreendeu, pois seu biquíni era bem maior que de costume. Estava bonita, porém bem discreta. Na hora até pensei que ela tinha esquecido toda conversa e nada iria rolar.

Mas não demoramos lá não. Devido à lotação tudo estava difícil. Lugar na areia, cerveja quente e cara, nada para comer e antes das 14h resolvemos voltar. Compramos uma carne e cerveja e decidimos ficar na piscina da casa.
Enquanto eu e JE nos revezávamos nos preparativos do churrasco ela foi tomar um banho e quando surgiu na porta e veio andando aos pulinhos por causa do chão quente me fez perder o fôlego e acredito que JE também. Ela trocou o biquíni e agora usava um minúsculo, amarelo, de cortininha que na parte de cima era bem estreito e conforme ela pulava os seios fartos subiam e desciam nos dando um visão deliciosa. A parte de baixo devia ser de um tecido bem fino já que víamos perfeitamente a rachinha da buceta. Atrás um triângulo mínimo que não escondia nada e essas partes amarradas por tirinhas finíssimas. Com certeza aquele era o menor biquíni que eu a vi usar.
Quando ela foi se acomodando e deitando na beira da piscina falou: 

- Que foi meninos? Nunca viram uma mulher de biquíni não? Falou isso rindo tirando nos dois daquele transe.
JE disse: - Que biquíni?
Todos rimos.
Eu completei: - Acho que vou acabar deixando a carne queimar.
Ela: - Até parece. Você já me viu mais nua do que de roupa.
Respondi: - Aí que está o problema. Nua é uma coisa e nesse biquíni é desconcertante.
O clima era muito descontraído e ela falou: - Se tiver incomodando eu tiro.
JE completou: - Está linda. 

Ela sabia que estava!
Ficamos ali conversando muito tempo e um determinado momento que eu estava dentro d’água e JE fora a LÚ pediu:
- JE. Passa protetor nas minhas costas.   

É assim que começa a farra...
Ela estava deitada de bruços e disse isso e já foi desamarrando a cordinha do biquíni no pescoço. JE me deu uma rápida olhada e já pegou o protetor e começou a colocar na mão.
Após os primeiros toques nas costas dela ela disse: 

- Desamarra o resto para mim.
Ele foi rápido e de onde estava via toda a lateral dos seios.
Ela: - A bunda e pernas também fazem parte das costas.

Quando ele começou a passar a mão na bunda dela senti um discreto sorriso nos lábios dos dois.
Eu estava dentro da piscina na lateral oposta e via tudo muito excitado. Quando ele terminou e ao se levantar não disfarçou a piroca dura e marcando a sunga.
Após pegar cerveja para nós três ele sentou na borda da piscina com as pernas dentro d’água.
Não demorou muito A LÚ disse: 

- Meninos vou me refrescar também.
Ela colocou as mãos sobre os seios, sentou na lateral e entrou na água.
Nós dois olhávamos para ela e assim que ela ficou com água no pescoço tirou a mão dos seios, e veio em minha direção me beijou e abraçou se colocou atrás de mim fazendo com que meu corpo fosse uma barreira entre seus seios nus e JE.
As palavras que foram ditas naquele momento já não vêm à cabeça apenas os fatos em si.
Sei que ela passou os braços pela minha cintura e levou a mão a minha pica por cima da sunga e sentiu toda a dureza.
Levei as mãos para trás e uma a uma fui desamarrando as laterais da calcinha do biquíni e vi quando ela tirou de vez e colocou aquela peça na lateral.
Ela estava completamente nua e só meu corpo impedia de JE vê-la e ele falou: - O negócio está bom aí.
Ela me beijou no ouvido e disse: - Se você não gostar fala.

Me olhe, me chupe.. me come!
E foi na direção de JE. Chegando até ele, ela segurou em suas pernas e já levou suas mãos na pica por cima da sunga. Ficou alisando por uns segundos e colocou para fora.
- Ele é muito grande! Ela disse isso enquanto deslizava a mão suavemente por toda extensão daquela pica.
LÚ me olhou e disse: 

- Olha. Veja como sua namoradinha chupa outra pica. Você não queria ver?
Ele continuou sentado na borda da piscina e LÚ tirou sua sunga e jogou longe.
Ela estava fazendo o que mais gosta e começou apenas passando a ponta da língua e aos poucos tentava colocar dentro da boca. Aquilo durou muitos minutos.
Ela intensificou os movimentos e a expressão no rosto de JE foi se alterando até que percebi que ele estava preste a gozar e ele disse: 

- Vou gozar.
Ela: - Enche minha boquinha, enche para ele ver o que a namorada putinha gosta de fazer.
A quantidade foi grande. Ele gozava e ela engolia, mesmo assim saia uma grande quantidade pelos cantos da boca. Ela saiu do meio das pernas dele e ainda com a boca suja de esperma veio até mim e perguntou: - Gostou? Me beijou. Fiz que sim com a cabeça sentido um gosto diferente em sua boca.
Após esse primeiro boquete na piscina fomos para dentro de casa e transamos praticamente a noite toda.
A LÚ já sabia dar prazer a um homem e rapidamente aprendeu que saciar dois não era difícil. 

Que maravilha... duas picas pra mim...
Eu e JE nos revezávamos em todos os buraquinhos daquela putinha.
Mas foi no primeiro anal dela com ele que Vi que o quanto ela era insaciável.
Eu estava deitado na cama com ela me chupando, de quatro, quando JE após meter a língua no cú e na buceta se posicionou entre suas pernas e segurou nos seus quadris e começou um vai e vem na buceta. Ela olhou para ele e disse:
- No cú! Mete no cú! Por favor quero VC todo dentro do meu cú!

Ele tirou da buceta e aproveitou a pica melada e apontou a cabeça para seu buraco.
Ela estava de frente para mim e eu via sua expressão de dor e prazer enquanto a cabeça não tinha entrado ainda. Quando a cabeça entrou senti ela dar leves reboladas tentando se acostumar com aquela coisa dentro dela e provavelmente quando a pica dele estava quase na metade dentro do seu cu ela num movimento brusco jogou os quadris para trás fazendo entrar tudo de uma vez me surpreendendo, pois ele estava colocando devagar para não machucar seu cuzinho.
Ele intensificou os movimentos e senti o corpo dela amolecer num claro sinal de que havia gozado.
Ela sorria com lágrimas nos olhos que provavelmente não era de dor e sim de prazer. 

Nossa... isso foi demais!!!

Invertemos a posição e agora com ele deitado ela começou a cavalgar de forma lenta e não resisti em ver aquele cuzinho a mostra e fui colocando meu pau. Ela sorria e colocou suas mãos para trás me puxando. Quando a pica entrou finalmente a primeira DP estava sendo realizada. Ela urrava. Se debatia. E gozou. E gozamos. Perdi a noção da hora que dormi.
Aquela foi só a primeira DP daquele carnaval. Transamos todos os dias. Estávamos insaciáveis. Não havia ciúmes entre nós. Era gostoso acordar a noite e ver ela cavalgando nele. Como também era quando ele acordava e me via comendo ela.
Não sei como aguentamos. 

Durante quase dois anos vivemos dessa forma. Um relação a três e após uma conversa decidimos dar um rumo em nossas vidas.
Eu e LÚ nos separamos.
LÚ e JE se casaram um ano e meio depois.
Eu fui padrinho de casamento e sou padrinho do primeiro filho deles, que tem o nome de GU.
Eles se mudaram para Cabo Frio. O sonho é ter uma casa no Peró. Minha esposa não sabe de nada.
Depois da separação nunca mais repetimos a dose.

Só para não passar batido. Eu tinha razão. A amiga gostosa da LÚ, a SI, participou de uma transa nossa uma vez e constatei que aquela carinha não me enganava.

Muitos podem achar que tudo isso é fantasia. É bom mesmo que pensem assim. É bom não ligar os fatos a determinadas pessoas.