terça-feira, 2 de junho de 2015

Ela pediu para a empregada lhe fazer massagem, lhe dar banho...



(escrito por Kaplan)

Andrea gostava muito de passar as férias na fazenda de seus tios. Não apenas porque ela adorava os dois, mas também porque eles tinham uma antiga empregada, a Nair, que era gente fina e que fazia sempre as vontades dela com relação à comida. Bolos, doces, tudo de bom que podia ser feito, a Nair fazia para agradar a Andrea. Mas, na verdade, a Nair já não dava conta de tudo e os tios de Andrea acabaram concordando em que ela fosse ajudada pela filha, Glória.

Andrea gostou mais ainda, porque Glória tinha a mesma idade e depois de terminadas as tarefas de limpeza da casa, elas passeavam, conversavam, ficaram bem amigas mesmo, até de trocar confidências. Andrea ficou sabendo até o tamanho das picas dos namorados que Glória arrumava.  Um dia, estavam conversando, em cima de uma árvore. 

- Dona Andrea, a senhora nunca me falou de seus namorados...
- Já te falei que senhora e dona só lá dentro da casa... aqui fora somos amigas, me chama só pelo nome... e, de fato, Glória, eu nunca falei deles, mas é porque não ando namorando muito não.
- Mas por que? Os rapazes da cidade não te olham não? Você é tão bonita! Tão inteligente! Até aquele meu penúltimo namorado me falou isso, que achava você o máximo!
- Mesmo? Que gracinha... mas, tem uma coisa, sabe? Eu não sei se deveria te contar isso...
- Poxa, Andrea, eu te conto tudo, sei que você não espalha, não conta pra ninguém, eu também jamais contaria algo que você me confidenciasse... fiquei magoada com o que você disse!
- Desculpa, amiga, desculpa. É porque eu não sei se você vai compreender... bem, vou falar, sei que você não vai contar pra ninguém. Sabe por que eu não tenho namorado? É porque eu prefiro namorar garotas.
- Fiquei beje... é mesmo? Você é sapatão?
- Não, não sou não. Eu já namorei garotos, já transei... mas ando preferindo garotas... horrorizei você, Glória?
- Não... não... fiquei horrorizada não, a gente sabe que isso existe, eu só nunca tinha pensado que você estava no meio.Você já trouxe um namorado aqui uma vez, eu ainda não trabalhava para seus tios, mas lembro de ter visto vocês dois fazendo safadezas... aliás, fiquei muito excitada quando vi...
- Mesmo? Você viu? Onde? Mais alguém viu?

- Lá na beira do riacho. Eu tinha ido tomar banho quando vi vocês dois pelados lá, no maior amasso... só fiquei assistindo! E eu estava sozinha, não se preocupe, ninguém mais viu, nem contei pra ninguém.

Riram muito e voltaram para a casa. Andrea não podia esconder de si mesma que tinha interesse na amiga. E Glória ficou ruminando em sua cabeça como podia ser aquilo.

No sábado, os tios foram à cidade, levar os produtos da fazenda. A velha Nair foi com eles e as duas ficaram sozinhas na casa, pois Glória ainda estava fazendo a limpeza. E Andrea resolveu provocar.

Falou que ia tomar banho. No banheiro havia chuveiro e uma banheira grande, daquelas antigas. Glória disse que não tinha limpado ainda, Andrea falou que não tinha problema, já que estavam só as duas, deixaria a porta aberta e Gloria poderia entrar para limpar mesmo com ela tomando banho.

Entrou na banheira e ficou cantando e se ensaboando bem devagar. Ela queria que a amiga entrasse no banheiro e, finalmente, ela entrou. Começou a limpar os vidros, arrumar os produtos que ficavam em cima da pia.

- Glória, me faz um favor?
- Faço sim, o quê?
- Pega aquela bucha e passa nas minhas costas?

Glória pegou a bucha, sentou-se na beirada da banheira e ficou passando a bucha nas costas de Andrea.
- Hummmm.... que mãos gostosas você tem... posso abusar e pedir que você faça uma massagem aí nas costas?

Glória começou a ficar desconfiada, mas como estava curiosa com o que Andrea lhe falara no outro dia, aceitou o desafio, fez massagem nas costas, nos braços. Atrevida, Andrea sentou-se ao lado dela. Gloria viu-lhe os seios, bonitos, sem dúvida. Ficou com vontade de pegar neles e não perguntou se podia. Encheu a mão de sabão líquido e passou neles, sentindo a maciez.

- Nossa, Glória... que delícia... vou te contratar só para ficar massageando meus seios...
- É bom mesmo... eles são tão macios...
- Continue... ensaboa meu corpo todo, please!
- Andrea, Andrea... onde você quer chegar?
- Glória, tranque a porta, tire a roupa e entra aqui na banheira comigo!

Glória levantou-se, obedeceu. Trancou a porta. Mas ao voltar para junto de Andrea, ficou pensando se devia tirar a roupa...mas era uma pessoa muito curiosa e sentiu que poderia fazer descobertas interessantes com a patroa ali, naquela banheira. Então tirou a roupa, toda, ficou nua e Andrea, olhando para ela, admirou-se dos seios dela, um pouco maiores do que os seus, da xotinha peludinha (a dela era toda depilada). Teve ímpetos de agarrar a amiga, mas se conteve, não queria assustá-la.

Gloria, finalmente, entrou na banheira, Andrea continuava sentada na beirada. E Gloria começou a ensaboar as pernas, a barriga, os pés da patroa. Aflita, excitada, Andrea se levantou e pediu que ela passasse a mão em seu grelinho e, não satisfeita, ainda pediu que ela enfiasse dois dedos. Gloria fez como ela pedira e não tinha como negar o fato de que também estava ficando excitada com aquilo. E mais ainda ficou quando Andrea pegou em seus seios e os acariciou. Ficou arrepiada, Andrea notou:

- Viu como uma mulher pode dar prazer a outra?
- É verdade, nunca tinha pensado nisso... mas não fica faltando nada, Andrea?
- O quê, por exemplo?
- Você sabe, uma pica! Eu não consigo pensar em viver sem um caralho entrando dentro de mim...
- Eu sei que é bom, mas existem alternativas, quer ver?

Enfiou a mão dentro da água da banheira, tateou e achou o que queria, mostrou para a amiga, era um consolo de silicone. Sentou-se novamente na beirada da banheira e foi enfiando em si própria, sob o olhar atento da Glória. E pegou no consolo, a pedido da amiga para ficar socando-a e viu-a gozar.

- Preciso te agradecer, Glória, vem cá.

Fez a amiga sentar de novo na beirada da banheira e chupou-lhe a bucetinha peluda. Gloria se esvaiu...

- Andrea, que maravilha... você chupa melhor que meu namorado.
- Eu sei disso, aprendi que as mulheres sabem melhor que os homens como chupar.
- Estou entendendo porque você está trocando os garotos pelas garotas...
- Você quer ser minha garota aqui na fazenda?
- Quero sim, como quero! Achei deliciosa essa experiência... só falta experimentar uma coisa.
- O quê?
- Este consolo...

Andrea deu uma gargalhada.

- Ah, taradinha! Pode usar, fica aí na banheira se divertindo... eu já estou de saída.

Levantou-se, saiu da banheira e ficou se enxugando, olhando, ternamente, a amiga enfiar o consolo na bucetinha e revirar os olhos. Elas seriam, de agora em diante, mais que amigas, seriam amantes.

A sobrinha fugiu do baile de carnaval com o namorado



(escrito por Kaplan)

Meg e eu tínhamos ido a um baile de carnaval e levamos nossa sobrinha Cecília, então com 20 anos e o namorado dela. A nossa presença era o elemento chave, pois os pais dela só deixaram ela ir porque estaríamos lá. Era num clube, relativamente perto de onde morávamos.

foto: Kaplan
foto: Kaplan
 Combinamos de ir todos fantasiados de havaianos. Cecília estava deslumbrante, com uma saia colorida e um bustiê, além do colar de flores que não podia faltar. Meg e eu tivemos de improvisar porque o convite dela para nós chegou meio em cima da hora. Então eu fui com um calção e ela com um short e usamos duas camisetas que Meg mesma pintou. E colocamos os colares de flores também. O namorado da Cecília estava a caráter também.

Fomos a pé, já que era perto. E o baile estava animadíssimo e ficou mais animado ainda com algumas doses de uísque, pois eu levei uma garrafa cheia e nós a entornamos. Eu via a Cecília vermelha de tanto pular e beber, a Meg idem.

Mas fiquei assustado quando a Cecília chegou perto de mim e me pediu a chave do apartamento.

- Tio, por favor, não recuse... nós precisamos ir lá, a gente volta, eu prometo, mas nos dê pelo menos uns 40 minutos...
- Cecília... não foi isso que seus pais me pediram...
- Então não conte pra eles, eu juro que não vou contar... por favor, minha xotinha tá até batendo palmas... o pau dele tá quase explodindo...

Meg viu a gente conversando e chegou.

- O que tá acontecendo?

Expliquei e ela falou:

- Querido, deixa... eles são jovens, mas são cabeças boas... deixa, vá!
- Bem, a sobrinha é sua... a mãe dela é sua irmã... eu não vou me responsabilizar por nada!

Dei a chave a ela e os dois saíram correndo. Ela nos contou o que rolou. 

- Já chegamos lá loucos para transar! Mas eu precisava fazer um xixi primeiro, então deixei ele no sofá da sala, dei uns bons beijos nele e quando levantei ali já estava sem a saia... tirei a roupa e fui no banheiro, fiz meu xixi, dei uma lavadinha esperta e voltei pra sala. 

Tia, não me leve a mal... eu peguei aquele consolo que você tem e levei, eu estava muito a fim de tudo! Fica tranquila, depois eu lavei ele direitinho...

Então... pulei em cima dele, ficamos beijando, ele foi tirando a fantasia dele também e eu enfiei o consolo na xotinha e fiquei socando. Não sei quem ficou mais louco com a coisa, se eu ou ele. Sei que logo ele ajoelhou ai no chão e foi me chupar. Tem uma língua!!!

Aí fui chupar o pau dele também. Fiz um boquete que fez até sair um pouco de “leite” do pau dele. Lambi as bolas, segurei-as, e chupei e chupei... até que ele resolveu que estava na hora de me comer. Me levantou, fiquei curvada no sofá, com uma perna em cima e a outra no chão e ele me comeu por trás. Cada cacetada que ele me dava! Foi muito bom! 

Mas não acabou, não... ele ainda me pôs de frango assado... huuuuuu... como é gostoso!
Me colocou para cavalgá-lo. Eu já tinha gozado, mas ele continuava, eu pulava, ele segurava meus seios, metia, eu já estava alucinada... aí ele resolveu gozar na minha boca e foi assim que a coisa acabou. Voltamos pro clube, mas acho que ele ficou com vergonha de vocês, não quis entrar, foi embora.

- E você ainda deu bola pra um rapazinho, que eu vi!

Rindo muito, ela confessou:

- Tia, não teve jeito... o menino chegou junto, tem uma pegada boa, mas foram só alguns beijinhos e uma passadinha de mão nos meus peitinhos... nada demais. Mas você não pode me acusar de nada... eu vi você dando uns beijos num cara lá e não era o tio!
- Eu sei, não fiz escondido não... ele tava me paquerando, eu falei que era casada, que meu marido estava ali, mas ele disse que iria correr o risco... então dei uns beijos nele sim, o Kaplan viu.
- É... quando nós chegamos em casa eu ouvi, do meu quarto, o que se passava no quarto de vocês... safados!  Bem, tio, não tenho palavras para agradecer! Olha... foi maravilhoso. Eu já tinha trepado com ele, sempre foi bom, mas com os uísques na cachola e a sensualidade do carnaval... é outra coisa!

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Ele teve de largar o laptop... havia coisa bem melhor ao lado...



(escrito por Kaplan)

Leila havia dormido no apartamento do namorado, aproveitando que os pais dele não estavam. Claro que fizeram “a festa”, já que os pais tinham viajado.

Quando acordou, na manhã seguinte, ela não o viu na cama. Ele tinha se levantado e saído do quarto sem fazer ruído. Lembrara-se de que tinha de terminar um trabalho para entregar na segunda-feira na faculdade. Fora para a sala, pegara o laptop e estava digitando quando ela apareceu.

Leila tinha dormido só de calcinha, mas colocara uma camiseta e viera à procura do namorado. Quando se viram, se beijaram, ele explicou que tinha esquecido do trabalho, mas que não deveria demorar.

- Tem um lanche ali na mesa, fique à vontade!

Ela foi até a mesa, viu que havia um bom lanche e tomou um suco, comeu uma fatia de melão e depois um pedaço de bolo. 

Vendo que ele ia demorar, resolveu pintar as unhas do pé, já que não tinha ido ao salão como sempre fazia aos sábados. Pegou o esmalte na bolsa, sentou-se no chão, perto do namorado e foi, calmamente, passando o esmalte nas unhas do pé. Depois de terminar, ela, morrendo de vontade de transar de novo com ele e sabendo que deveriam aproveitar a parte da manhã porque os pais dele regressariam à tarde, começou a provocá-lo. 

Olhando sempre pra ele, ela rolava pelo chão, mostrava a bundinha com a calcinha enfiada, passava a mão nas pernas, levantava as pernas e passava a mão na bundinha. Toda exibida, ele acabou se convencendo de que o trabalho poderia esperar. 

Levantou-se e sentou-se frente a ela. E os beijos começaram. Ele adorava fazer carícias nos pés dela, então começou a beijá-los, a lamber a sola do pé, a colocar os dedos na boca e Leila foi ficando cada vez mais indócil.  

Enquanto ele beijava um pé, ela levou o outro à região que já mostrava excitação, ficou passando o pé no pau dele, por cima da cueca, sentindo o endurecimento dele.

- Querido... me come, por favor! Preciso muito!

Ele tirou a cueca, tirou a calcinha dela, deitou-se ao lado dela e enfiou seu pau na xotinha já bem úmida. Meteu com vontade e logo depois ele foi deitando de costas, sem tirar o pau de dentro dela e a trouxe para ficar cavalgando-o. Foi quando ela, gemendo bastante, chegou ao gozo.

Ele voltou a meter nela, de frente, enquanto beijava e chupava o pé dela. Ela fez uma surpresa para ele. 

Segurou o pau dele com seus pés, ficou friccionando até que ele gozasse, jogando o esperma no pé e na perna dela.

- Pode voltar ao trabalho, amor, vou tomar um banho e depois volto para mais uma, tá?

A patroa gostava de levar pica no trabalho



 (escrito por Kaplan)

Muito se fala sobre patrões que assediam secretárias e funcionárias, de um modo geral. Claro que o assédio é condenável, especialmente quando se usa o poder para obrigar pessoas a fazerem sexo com quem elas não querem.

Mas sabe-se, também, de secretárias e funcionárias que procuram seduzir colegas e/ou patrões. Se a literatura erótica está cheia de casos assim, é também verdade que pouco se fala de patroas que seduzem funcionários. Sim, existem... são poucas, talvez, mas existem. E os empregados geralmente não tem o que reclamar.

Lembro-me do caso envolvendo um amigo meu, que trabalhava num escritório e a patroa era um mulherão, casada, mas no escritório ninguém jamais vira o marido. Como a patroa era rigorosa, mandona, corria até uma piada entre eles, de que ela devia mandar no marido, pobre marido!

Mas o fato é que a patroa, mesmo casada, gostava de aventuras extra-conjugais. E esse meu amigo, boa pinta, caiu no agrado dela que não titubeou, começou a demonstrar um interesse muito grande pela pessoa dele, a ponto de falar com ele para ficar um pouco além do expediente para “conversarem” sobre os negócios.

Ele não tinha problema algum em ficar depois do expediente. Era solteiro, geralmente ao sair procurava alguma “hapy hour”. Ao contrário dos colegas de trabalho, que estudavam ou eram casados e iam para suas casas, para o Alberto, este meu amigo, ficar mais alguns minutos ali não era problema algum. 

Só que ele começou a perceber que o “papo de negócios” não era bem o que ele pensara. Viu a patroa assumir um outro tom de voz, mais suave, menos “mandona”. Ela chegava até a oferecer um vinho a ele, que tomava com prazer.

Até que um dia ela não aguentou. Falou abertamente que estava a fim dele. E ele não se incomodou nem um pouco com isso, pelo contrário, deu a maior corda possível. E viu que a patroa era realmente uma pessoa decidida, que sabia o que queria. 

E a primeira coisa que ela quis, foi tirar a calça dele e chupar-lhe o pau. Ajoelhada na frente dele, ela permitia que ele visse o contorno dos seios dela, pois sua blusa era bastante decotada. E logo ela o empurrou para o sofá que havia na sala dela, ajoelhou-se lá  e continuou o boquete. O Alberto deslizou a mão pelo corpo dela, abriu a saia e tirou-a.

Ela parou o boquete, tirou a blusa e mostrou os seios fartos para ele, que os pegou e mamou, antes de tirar-lhe a calcinha, deitá-la no sofá e lamber a buceta da patroa, fazendo-a gemer loucamente. 

- Adoro bucetas peludas como a sua, patroinha!
- Pois chupe-a toda, estou gostando muito!

Depois de muito chupada, ela sentou-se em cima dele, fazendo o pau dele deslizar dentro de sua buceta já bem molhada. E cavalgou-o e pediu que ele lhe desse tapinhas na bunda e ele fez isso e ainda mamava nos seios dela enquanto ela pulava. E foi pulando que ela gozou e ainda recebeu dentro dela o gozo do Alberto.

Nem preciso dizer que os “papos de negócio” entre os dois continuaram por muitos anos, preciso?