quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Rapidinhas com meu vizinho gostoso




(escrito por Meg)

Já apresentei a vocês o meu vizinho gostoso. O problema de nossos encontros era o curto espaço de tempo entre a saída dos filhos dele para a faculdade e a saída dele próprio para o trabalho. Tinhamos pouco menos de uma hora para fazer o que mais gostamos: transar bem gostoso.
O jeito era apelar para a tradicional “rapidinha”. Eu ficava de plantão na porta do meu apartamento e quando via os dois filhos dele saírem, dava uns 5 minutinhos e então corria para o apartamento dele, ou abria a porta do meu e ele vinha rapidamente. E ai aproveitamos bem aqueles poucos minutos que tínhamos.


Vou narrar algumas dessas rapidinhas.

Teve uma segunda feira que eu e Kaplan chegamos às 6 horas de uma viagem. Como não daria tempo de ele ir em casa, lanchar e tomar banho, deixei-o no local de trabalho dele e fui para casa. Quando saio do elevador, puxando minha malinha, lá vem meu vizinho, todo solícito, me ajudar. Já fomos até a porta do meu apartamento aos beijos, parecia que havíamos estado meses longe um do outro... e no entanto, na sexta anterior havíamos nos encontrado...tesão é algo muito sério.
Mal abri a porta e entramos, ele já foi me agarrando, me levando para meu quarto e puxando minha calça.



Eu estava com uma calcinha branca mínima e ele, mais que depressa, começou a beijar minhas nádegas, minhas coxas... ajudei-o, tirando minha blusa e fiquei de quatro na cama, esperando as iniciativas dele. Ele tirou a roupa, me mostrou o cacete já bem duro e me ofereceu. Na verdade ele adorava meus boquetes, dificilmente acontecia de, ao ficarmos, ele não ganhar belas chupadas. Coisa que eu também adoro!

- Meguinha, temos pouco tempo e hoje eu acordei muito a fim de seu cuzinho... topas?
- Tudo bem... manda ver!

Como recusar um pedido de um homem tão gostoso? Ele voltou a me colocar de quatro na cama, pegou o Ky que estava sempre à mão, passou em seu pau e em meu cuzinho e me penetrou. Mesmo estando acostumada com sexo anal, e já tendo feito inclusive com ele, senti um pouco de dor, dei um grito abafado pelo travesseiro. Ele me pediu desculpas pelo ímpeto, e, sem tirar o pau de dentro de mim, me colocou de ladinho, me abraçou carinhosamente, segurou em meus seios e começou a bombar... em alguns minutos, ainda sem tirar o pau, ele se virou, ficando de costas e me deixou sentada, completamente arregaçada...
Já não sentia mais dor, mas um prazer enorme, vendo aquela pica entrando e saindo de meu cuzinho. Por ultimo, ele me pôs deitada de costas na cama, abriu totalmente minhas pernas e voltou a meter em meu cuzinho. O tempo passava e ele tinha de ir embora, então, acelerou os movimentos com a mão, tirando o pau de dentro de mim e esporrando em meu rosto.
Uau...que inicio de semana bárbaro!!!


Apressado, ele se vestiu e se mandou. Entrei para um banho, me deixei ficar na banheira por quase uma hora. Depois fui arrumar as coisas.
Na quarta feira eu me aprontei para esperá-lo, usando um vestido mini preto, com um decote escandaloso, que deixava quase todo o meu seio à disposição dos olhares. Fiquei esperando os filhos saírem e fui até o apartamento dele. Ele me recebeu com um presente, um urso panda de pelúcia, enorme, uma graça!

Mas quando ele viu o decote.... ficou louco, ainda mais que, para apimentar bem a situação, eu puxei o vestido dos dois lados e ai, sim, meus seios escapuliram do vestido. Ele chegou perto de mim e ficou admirando com os olhos, enquanto lá embaixo eu podia perceber o quanto ele ficara excitado com a visão. Minha mão esquerda já estava em cima do cacete dele, por cima da calça mesmo, mas sentindo toda a pujança que me esperava.

Levantou meu vestido. Eu estava com uma calcinha vermelha, também muito pequena, que deixava meu bumbum (que não é pequeno, diga-se de passagem) saliente e oferecido. Mas antes que ele fizesse qualquer coisa, abaixei a calça dele e coloquei seu pau entre meus seios, movimentando-o entre eles. Eu sabia que ele gostava muito disso e aproveitei. Depois do pau totalmente duro, chupei-o, ajoelhada na frente dele. Colocava as bolas em minha boca, depois ia com a língua dos pés à cabeça do cacete e então engolia tudo.
Me jogou no sofá, e enfiou em minha bucetinha o cacetão, enquanto um dedo se aventurava pelo meu cuzinho. Delícia! Adorável ser penetrada nos dois buracos ao mesmo tempo!

- O que você quer fazer hoje, meu anjo?
- Hoje eu quero cavalgar... deixa?
- Claro, venha!

Sentou-se na poltrona e lá fui eu, tal qual uma amazona, cavalgar o cacete dele, até sentir-me inundada pela porra quentinha.
Carregou-me, sem tirar, para o tapete, abriu bem minhas pernas e continuou a bombar. Estava uma fera o meu vizinho! Não achei que ele gozasse novamente, mas ele o fez!

- Bem, Meguinha...já sabe... tenho de correr!!!

E lá foi ele. Fui para casa e novamente tomei um delicioso banho de banheira, quase dormi de tanta satisfação!



Na quinta feira, eu o recebi de camiseta. E só. Ele estava muito bem humorado, ficou até contando piadas, enquanto eu ria, mas estava doida para a sessão piada terminar e a sessão trepada ter inicio.

Ele entendeu, tirou minha camiseta, fiquei totalmente nua. Tirei a roupa dele e como sempre, cai de boca no pau dele. Ele retribuiu mamando em meus peitos, eu sentada na perna dele. Me colocou deitada no sofá, ajoelhou-se em minha frente e começou a me dar um banho de língua...mas só lá, na bucetinha. Senti que ele a abriu toda e sua língua percorreu cada centimentro dela. Depois meteu seu pau dentro dela, bombou durante algum tempo, tirou, colocou em minha boca. Após eu ter chupado mais uns minutos, me colocou de quatro no sofá e me comeu de novo, até gozar.

Como sempre, saiu às pressas.

Na sexta (que semana!!!) fui ao apartamento dele. Vestia uma blusa rosa, também com um decote super generoso. Ele estava na cozinha, tomando café. Me ofereceu uma xícara, que aceitei. Enquanto ele terminava o café, ficava me adulando, dizendo que nunca imaginara ter uma vizinha como eu. Mal sabia ele que eu pensava a mesma coisa dele!!!
Ainda com o gosto de café na boca, ele me fez levantar, me abraçou e me beijou demoradamente, nossas línguas se tocando, se enroscando...Meus cabelos estavam soltos, ele os prendeu com uma piranha da filha.



Tirou minha blusa e ficou admirando os meus seios. Eu sei, sem falsa modéstia, que eles são muito bonitos, mas ele nunca se cansava de olhar, pegar, beijar e elogiar.
Tirou minha calça. A minha calcinha era cor de rosa. Ele fez uma coisa adorável. Com os dedos da mão esquerda, apertou meus grandes lábios um contra o outro, enquanto com o dedo médio da mão direita, tentava furar a minha calcinha e penetrar em minha bucetinha. Uma loucura isso...
Depois de colocou na mesa do café. Ele ainda estava vestido! Colocou meus dois pés em seus ombros e minha calcinha desapareceu. Fiquei com a bucetinha aberta e ele a olhando, olhando...e não resistiu, caiu de boca nela. Eu gostava tanto daquilo que não conseguia ficar quieta, meu corpo levantava e abaixava sobre a mesa, enquanto a língua dele fazia o serviço mais completo que eu já recebera...
Tirou a roupa. Eu fiquei sentada na mesa olhando a maravilha do pau dele.

- Sabe que acho seu pau lindo?
- Ora... é igual a todos, não?
- Não... sempre há pequenas diferenças...o seu é realmente lindo...

E fiquei pegando nele, segurando, alisando... mas não resisti muito tempo.

- Enfia essa maravilha em mim, enfia... me fode bastante hoje, afinal agora só na segunda...

E ele me atendeu. Me comeu sentada na mesa, ele em pé na minha frente, depois ele deitou-se na mesa e me pos em cima do cacete, me comeu de quatro... foi uma festa completa, só não durou muito...rapidinha, como sempre.

Sábado e domingo não tínhamos nada. Afinal, pelo menos nesses dois dias eu precisava dar mais atenção pro maridão, que não se importava de me ver transando com o vizinho.
Na segunda, pus uma camiseta amarela, um shortinho branco e descalça mesmo corri para o apartamento dele. Ele me recebeu já com muito tesão.

- Hoje eu quero algo diferente... quero transar no quarto da sua filha!
- Mas por quê?
- Me deu vontade... eu sei que o quarto dela é todo cor de rosa, quero mudar o visual de nossas transas. Deixa?
- O que eu negaria a você, minha adorável safadinha?

Fomos então para o quarto dela. Apesar de ela já ser uma universitária, o quarto guardava aparência de infância, tudo cor de rosa, paredes, colchas, almofadas... muito legal! Ali ele sentou-se na cama dela, me colocou ao lado dele e começou a alisar minhas pernas. Mas o que ele gostava mesmo era mais em cima, não demorou e ele abaixou minha camiseta, para pegar e mamar à vontade em meus seios. Ele dava umas mordidinhas, de leve, nos biquinhos, que quase me levavam à loucura. E naquele dia ele caprichou!

Tirou meu short, me deitou na cama e começou a enfiar o dedo em minha bucetinha, fazendo movimentos que proporcionavam tal gozo que eu apertava meus seios quase os arrancando fora, de tão prazeiroso que era o que ele fazia comigo.

Mas o melhor de tudo é quando ele tira a calça e me exibe seu pau, já duro... encostei meu rosto nele e fiquei passando-o em minha boca, nos olhos, na testa. Isso antes de pegá-lo e colocá-lo em minha boca, chupando-o da maneira que ele gostava e até se contorcia quando minha língua, depois de percorrer todo o membro, se infiltrava naquele recanto que fica entre o saco e o cu... uma lambida ali e ele quase desmontava de prazer.

Sentou-se na cama e me chupou também, antes de enfiar aquela maravilha toda dentro de mim, como sempre na posição de cachorrinho que nós dois adoramos! E depois de bombar bastante, ele sempre fazia o que eu também amo de paixão, que é sentar no cacete dele e cavalgar até cansar.

Então... essas são algumas das muitas rapidinhas que eu e meu vizinho gostoso temos dado... rapidinhas, mas muito gostosas!!!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

A ruivinha no bangalô da praia

(escrito por Kaplan)






Domingo de férias, manhã de sol radiante. Caminhava eu pela praia deserta quando avistei um bangalô, bem rústico.


Será que alguém morava ali? Será que era apenas um local para quem quisesse descansar um pouco? O que seria aquele bangalô?

A curiosidade me fez caminhar até lá. A porta estava fechada, mas havia uma janela entreaberta, que levava uma iluminação difusa para dentro do ambiente.
Então eu a vi. O que mais me chamou a atenção foram os cabelos vermelhos de uma jovem impudicamente vestida e deitada num amplo colchão. Digo impudicamente porque ela usava apenas um pequeno vestido negro, muito curto, e ao mexer-se lubricamente no colchão, me permitiu ver e me deliciar com detalhes que ficavam sempre escondidos dos mortais comuns.

Ela estava um pouco, mas não totalmente, de costas para a janela de onde eu observava, excitado, os movimentos de suas mãos, que percorriam suas pernas, faziam subir o vestido e expunham uma bucetinha linda, que era dedilhada pelos ágeis dedinhos dela. Quem seria ela?

A resposta a essa pergunta não importava muito. Por ora, eu me concentrava em tirar o maior proveito daquela visão extraordinária... depois da bucetinha e do rabinho, foi a vez de me deliciar com a visão dos seios, porque ela ao mesmo tempo que suspendia a parte de baixo do vestido, fazia descer a parte de cima. E dois seios magníficos surgiram perante meus olhos.

Ela virava e revirava no colchão, parecia que sabia que estava sendo observada e fazia questão de mostrar todos os seus preciosos detalhes para mim. Parou com a bunda virada para cima, e seus dedos percorreram seu reguinho, fazendo meu pau quase explodir. Nessa hora eu já usava minha mão e freneticamente me masturbava com o espetáculo que podia observar.

Não satisfeita em me martirizar daquele jeito, ela virou seu bumbum para a janela e começou a mexer o corpo, ajoelhando-se e deitando-se, expondo também seu botãozinho traseiro. Tive a certeza de que ela sabia que alguém a observava. E preparava-se para um show. Nessa altura, o vestido praticamente desaparecera de seu corpo. De forma cada vez mais luxuriosa, ela passava sua mão sobre a vagina, lá enfiava um dedo, que devia sair molhado pois ela, em seguida esfregava o dedo sobre o seio. Eu podia ver os biquinhos já duros, espetados...

Foi então que ela fez sinais com a mão em minha direção. Queria que eu entrasse.


Mais que depressa, corri até a porta, que não estava trancada, e entrei, já nu, com meu pau totalmente duro. Fui direto para o colchão onde ela estava. Ela ficou de joelhos, sorrindo para mim e passando a mão em sua bunda... não resisti mais, ajoelhei-me atrás dela e comecei a lamber aquela bunda redonda, branquinha, minha língua chegou até o botãozinho e forçou a entrada...

- Isso agora não...

Então preparei meu cacete para entrar na bucetinha dela, naquela posição mesmo em que estávamos. Não foi difícil a entrada, ela já estava sobejamente lubrificada. Recebeu meu cacete e agüentou firme as centenas de estocadas que lhe dei, tentando lhe proporcionar o prazer maior.

Segurava em seus ombros e metia sem parar, apenas ouvindo os Ais baixinhos que ela pronunciava. Sem tirar meu pau de onde ele estava, eu a fiz virar de lado, levantei sua perna esquerda e continuei bombando, enquanto minha mão passava a percorrer os seios dela. Os Ais começaram a ficar mais fortes, eu sentia o corpo dela todo suado, o meu também... o rangido do colchão se acentuava, mas deixou de ser ouvido quando o grito de gozo dela cortou o ambiente. Tremendo toda, ela se deixou ficar deitada, mas eu ainda não gozara e continuava a bombar...

Ela pediu para me cavalgar e sentou-se em meu pau, pulando com todas as forças que lhe restavam. Os rangidos do colchão se acentuaram, oferecendo um estranho e interessante fundo musical para aquele nosso encontro.

Extenuada com mais um orgasmo, ela se deitou, abraçada com o travesseiro. Um gritinho ela deu quando eu empinei sua bunda e meti meu pau em seu cuzinho e ali despejei todo o leite que consegui fabricar...

Sem saber quem era ela nem porque havia acontecido tudo aquilo, vesti minha bermuda e me dispus a ir embora. Foi ai que ouvi sua voz, baixinho, me dizer:

- Meu nome é Ayeska, a branquinha dos cabelos vermelhos...

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

1. Minha festa de aniversário: um desbunde!

(Escrito por Meg)


35 anos é uma idade que costuma assustar muitas mulheres. Pois quando eu cheguei a esta idade, me sentia no auge da minha feminilidade, da minha sexualidade. Tudo que me agradava eu fazia, pois tenho um marido que não só apóia, mas até incentiva essas minhas “loucuras”. Mas ele sabia que podia confiar em mim. Tudo ele sabia de minha boca, antes que alguém viesse fofocar a meu respeito. Eu buscava prazer no sexo, mas havia limites: nunca gostei de violência, nunca gostei de cigarro ou de qualquer outra droga. Se alguém chegasse perto de mim e desse a entender que curtia essas coisas... podia saber que levava um fora para sempre!

Kaplan conhecia todos os meus amigos, aqueles que eram só amigos e também aqueles com que eu partilhava a cama, ou o tapete, ou o sofá. Praticamente todos eram amigos dele também, freqüentavam a nossa casa não apenas para sexo, mas para uma convivência social, esportiva, enfim, eram nossos amigos, e ainda são, com exceção daqueles que se mudaram e dos quais nunca mais tivemos noticias. Felizmente foram poucos.

Quando fiz 35 anos, Kaplan organizou uma festa surpresa. Eu sempre esperava alguma coisa diferente no aniversário, mas naquele ano ele se superou. Quando chegou em casa, do trabalho me trouxe um vestido de presente. Coloquei-o e até eu que não sou muito pudica, fiquei com vergonha.

Era curto, e totalmente transparente. Meus seios ficavam totalmente à vista! Ele me pedira para não usar calcinha nem sutiã e, ao olhar no espelho, eu vi que assim que eu dava um passo, a cabeleira de minha xoxota aparecia totalmente.

- Você é maluco? Onde pensa que eu vou usando isso??? Não tenho coragem de sair no corredor do prédio!
- Mas você não vai sair. Comprei só para você usar hoje, com nossos convidados...
- O que? Ficou doido?
- Meu bem, todos já te viram nua... esse vestido está até muito comportado perto do que eles já viram!
- Quem você convidou?
- Aguarde.. vamos arrumar as coisas que em breve eles chegarão.
- Mas, Kaplan... por que você não me disse nada? Eu não comprei nada, não temos salgados, nem bebida suficiente!
- Não se preocupe. Tudo já foi providenciado. Eles vão trazer. Relaxa, Meg... quero ver você bem feliz hoje! Afinal, é seu aniversário, né? Vem cá, me dá um beijo gostoso, agora tira o vestido e vamos arrumar a casa...

Tirei o vestido, mas ele não me deixou colocar nada. Tive de ajudar a arrumar pelada, e levando alguns beliscões na bunda quando passava perto dele, ou umas puxadinhas nos biquinhos... esse Kaplan!!!

Lá pelas 20:30 bateram a campainha. Já havíamos nos banhado, eu vestira aquela peça incrível que ele comprara e tentava mostrar o mínimo, pois não sabia quem viria.

Eram três pessoas. Três homens. Velhos conhecidos. Belas trepadas. Arnaldo, aquele fotógrafo, Júlio, colega de faculdade e Heitor, um arquiteto com quem eu transara depois daquela exposição de fotos que o Kaplan havia feito. Um trouxe uma garrafa enorme de champagne. Outro trouxe um bolo de chocolate com cobertura de chantilly, o terceiro trouxe duas garrafas de Old Parr, um uísque maravilhoso!

Ficaram os três e mais o Kaplan me rodeando e claro, os três visitantes não paravam de olhar para o que o vestido mostrava. Cantaram parabéns para mim, abriram a champagne e me fizeram tomar uns goles na garrafa! Entrei no clima, esqueci que o vestido mostrava mais do que escondia. Eu já imaginava o plano secreto do Kaplan, senti que minha bucetinha ia ficar esfolada aquela noite... quatro picas... uau!!! A noite prometia!

Me mostraram o bolo. Abri a embalagem, passei a língua no chantilly e sai beijando os quatro, lambuzando todo mundo de branco. Kaplan me levou para o corredor do apartamento. Os outros três ficaram bebendo uísque sentados no sofá e na poltrona da sala.

- E então, gostou da surpresa?
- Tô adorando... mas se te conheço bem, você já me ofereceu para todos os três, né, safado?
- Que isso... te ofereci não... apenas disse a eles que talvez você quisesse relembrar bons momentos...
- Sei... vem cá, me dá esse pinto gostoso para eu te agradecer!

Tirei a calça dele e comecei um boquete. O Júlio apareceu e mais que depressa tirou a calça também, e abaixou meu vestido, deixando os dois seios totalmente à mostra. Fiquei chupando os dois cacetes. Quando chupava um, masturbava o outro e vice-versa.

Me levaram para a sala, com o vestido abaixado até a cintura. Kaplan sentou-se, me colocou sentada entre suas pernas, o Julio ficou na minha frente com o pau duro e eu tive de continuar chupando...fazer o que, não é, leitores?

Foi ai que o Heitor resolveu participar da brincadeira também. Afastou o Julio e me ofereceu seu cacete. Chupei-o, era gostoso, eu me lembrava disso. Tirou-me do Kaplan, levou-me para o corredor e ali mesmo, deitados no chão, ele levantou minha perna e enfiou tudo dentro de minha bucetinha, que a essa altura, já estava molhada totalmente...

Meteu bastante, mas não gozou.

Depois veio o Arnaldo, que me pôs sentada em seu pau e me fez pular bastante, mas também não gozou. Não estava entendendo a razão de eles segurarem tanto, mas logo entendi.

Me colocaram, agora totalmente nua, numa poltrona, me fizeram segurar o bolo e os quatro colocaram os pintos bem perto, masturbando-se e gozando em cima do bolo, que ficou com uma “calda” nova, já que o chantilly havia saído antes.
Comi o bolo, com quatro qualidades de esperma. Delicioso. Ofereci a eles, mas os patetas não quiseram provar!

Fiquei com uma vontade de fazer 35 anos de novo!!!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Reunião de amigas - segredos revelados!





(escrito por Meg)



Reunião de cinco mulheres liberais... hum... sei não... só podia dar em conversas picantes (que palavra linda esta, não é mesmo?). Foi o que aconteceu quando reuni em meu apartamento as minhas amigas Rosa, Cibele, Kátia e Elaine. Ficamos batendo longos papos, uma tarde inteira, recordando passagens de nossas vidas e, claro, acabamos por ficar sabendo de “segredos” até então não revelados.


Quem abriu as lembranças picantes foi a Kátia, que se recordou de uma transa incrível com um professor de Geografia, quando ela estava terminando o Segundo Grau (atualmente ensino médio).


Eis o relato dela:

- Gente, prá variar eu estava apertada com a matéria.De fato, eu odiava ter de ficar decorando nomes de rios, os afluentes da margem esquerda, os afluentes da margem direita...aquelas coisas loucas que a gente era obrigada a saber.

- Pois bem, vi que ia acabar tomando bomba e comecei a pensar em mil estratégias para evitar o pior. Já pensou? Tomar bomba no último ano do colégio? Nem pensar... meu pai me mataria!


- E ai, meninas, não teve jeito... tive de apelar para o sexo! Não riam...foi o jeito que encontrei. Procurei ver os horários em que o professor ficava no gabinete dele e no dia mais adequado, quando não havia quase ninguém no colégio, cheguei de surpresa no gabinete. Fui de bermudinha jeans, bem curtinha, e um top. Já queria chegar dizendo a que viera. Eu sabia de alguns casos do professor, então ele não iria me dedurar não...


- Ele me recebeu muito educadamente, me fez sentar e começou a conversar comigo. Parecia que ele já sabia o que eu tinha ido fazer. E vou contar pra vocês, o cara era garanhão mesmo... quando eu menos esperava, ele se levantou, chegou perto de mim e começou a passar a mão em meus cabelos. E o safado sabia como fazer... passou a mão em minha nuca e na hora eu arrepiei toda, e ele percebeu, é claro...


E ai ele desceu a mão, enfiou-na dentro do top e abaixou-o todinho. Pegou nos meus peitinhos, amassou eles todos, beijou, e ai me encostou e eu senti o pauzão dele me cutucando... então eu me levantei, empurrei-o ate a mesa e comecei a desabotoar o cinto, abaixei a calça, vi que o pau dele era muito grande, baixei a cueca e aquele cacetão pulou na minha frente...

- Ah... duvido que ele tenha recebido um boquete como o que dei nele. Gente, o pau dele era realmente muito grande, mas era lindo e eu segurei com vontade e lambi, e chupei, e tentei engolir, e vendo o cara ficando cada vez mais doido de tesão.

- Sem perder tempo, ele se deitou na mesa, mandou eu tirar a bermuda e a calcinha e me pôs sentada em cima dele, de costas para ele e ai começou a meter em mim enquanto as mãos dele seguravam meus peitos, e mandava eu pular e eu pulava e pulava e aquele cacetão todo me rasgando inteira... E ele não parava de me cutucar e eu gemia e o cheiro de sexo impregnava a sala e lá estava eu, tomando uma surra de vara, até ele gozar uma quantidade imensa de porra... nossa... que loucura... nunca pensei que seria daquele jeito.

- E o safado me disse que eu precisaria voltar mais umas três vezes antes de ele decidir se eu passaria ou não... Claro que voltei, né??? E sempre foi ótimo! Depois que ele me passou eu fui lá mais uma vez pra “agradecer”...

Elaine emendou, de primeira:

- Ah, eu também já dei para um professor meu, mas não foi para passar de ano não... dei porque tinha o maior tesão com ele. E ele me provocava com olhares na sala... eu já estava na faculdade, era aluna ótima da matéria dele e procurei-o um dia para saber se ele não queria uma monitora, que eu queria aprender mais... esses papos.

- Da primeira vez eu fui bem comportada, vestida a caráter, como se fosse uma nerd. Ele disse que eu poderia sim, mas sem compromisso de salário porque a faculdade não tinha uma política de bolsas para monitoria. Eu disse que não tinha problema.

- Então comecei a freqüentar a casa dele e ai eu vi que teria problemas, porque ele era casado. Achei que jamais teria chance, mas procurei ir seduzindo o gostosão aos poucos, esperando uma oportunidade. E ela surgiu num dia em que ele me falou que a mulher tinha ido visitar os pais em outra cidade e ele poderia me receber um pouco mais tarde porque tinha de levar o filho à escola.

- Como a gente já tinha trocado uns beijinhos, eu senti que ali estava a minha grande chance. Ai fui vestida para matar... coloquei uma minisaia xadrez, uma camiseta vermelha, nada de sutiã... Ai, depois que entrei, percebi o olhar guloso dele pra cima de mim, tive a certeza... caprichei nas abaixadas e inclinadas e não deu outra... vi que o pau dele crescia. Sentei numa cadeira e o puxei para perto de mim, ele veio que nem um cordeirinho... apalpei o volume... e ai ele se rendeu totalmente aos meus encantos... pôs o pau para fora e lá fui eu chupar... todo homem gosta, né? Eu também gosto!!!!

- Chupei com vontade, o pau dele era muito grande mesmo e ele queria que eu o engolisse todo, não consegui não... quase fiz vômito, ele teve de se contentar só com a cabeça e um pedaço do tronco... Ele insistiu, eu fiz o que pude, mas não teve jeito... chega num ponto que só tendo garganta profunda é que se consegue...e eu não tenho!

- Daí ele levantou minha camiseta, suspendeu minha saia, arrancou minha calcinha e já veio com o pau me enfiando, dando cada bombada que quase me jogava fora da cadeira... tirava o pau, enfiava os dedos, voltava com o pau... uma loucura só! Eu berrava feito uma desvairada e ai ele tirou o pau, foi de língua, voltou com o pau e eu me sacudia toda com a força que ele fazia pra meter em mim..

- Demorou demais, mas quando gozou eu já tinha ido umas três vezes! Foi bom demais.. mas foi só essa vez, pena!

Cibele foi a terceira a relatar algo interessante na vida dela.

- Bem, meninas, eu nunca transei com professor meu não, mas tive um caso interessante com um vizinho, que também era casado, mas safado como ele só!

Ele vivia me paquerando, claro, quando a esposa não estava presente. Eu achava graça, apesar de sentir um certo tesão por ele. E teve um dia que aconteceu, eu tava saindo do meu apartamento, não me lembro onde é que eu ia, e ai trombei com ele no corredor. Não é que ele teve a cara de pau de perguntar se eu e ele podíamos fazer uma “rapidinha”? Xinguei ele bastante, mas ele tanto insistiu que acabei indo pro apartamento dele... olha só a loucura... se a mulher dele aparece acho que ela mataria nós dois!


E foi rapidinha mesmo... Mal entramos ele já baixou a calça e me mostrou o pauzão dele duro como pedra. Chupei com gosto e ai foi me dando uma vontade de me masturbar, enfiei a mão dentro da minha bermuda e enquanto chupava eu me “distraia”. Ele olhava pra mim com uma cara de safado mas ao mesmo tempo de admiração. Me carregou para o quarto dele, a cama nem tinha sido arrumada ainda... arrancou minha roupa toda, tirou tudo dele também e enfiou o trabuco em mim...meteu até, mas dava para perceber que ele estava preocupado com a possibilidade da mulher voltar. Ai parou de meter, me deu o pau para eu chupar de novo, deitou-se de costas e me colocou para cavalga-lo... tava muito bom, mas acho que se a gente estivesse num motel, sem preocupação com a mulher dele poderia ter sido melhor.

Tomei a palavra.

- Aproveitando a história do vizinho da Cibele, eu também já tive a sorte de encontrar vizinhos deliciosos em todos os prédios em que morei. Mas nunca tive de dar rapidinhas por conta de esposas ciumentas não...rsss...

- Teve um, solteiríssimo e tão safado quanto os que vocês apresentaram até agora, era o Celso. Malandro, desde que mudamos para aquele edifício que ele começou a me provocar. E era gostoso... acabei ficando interessada e então rolou um encontro nosso, no meu apartamento. Ele esperou o Kaplan sair pro trabalho e bateu à porta.

Eu estava com uma roupinha de ficar em casa, uma sainha verde e uma camiseta rosa, bem Mangueira...



- Abri a porta e ele foi entrando, sem a menor cerimônia, foi parar na sala de jantar. Fui atrás dele e perguntei o que ele estava pretendendo. Disse que tinha vindo me dar várias razões para que eu aceitasse ir pra cama com ele... Vê se pode!!! Era cara de pau também!


E ele ia dando os argumentos dele, cada qual mais fajuto que o outro, e não parava quieto um minuto e chegava perto de mim e eu tentava dizer que ele devia ir embora e ele não foi... me agarrou e me beijou... e eu me rendi.. que beijo gostoso.


Daí foi aquele lance de mãos nas minhas pernas, suspendendo minha saia, tirou minha camiseta, mamou em meus peitos e ai eu fiquei doida, tava muito bom, mandei a mão no pau dele por cima da calça, vi que o pau dele estava duro. O resto das roupas dele e minha voou rapidamente para todos os cantos da sala de jantar e eu me agachei e comecei a mamar a bela pica que ele tinha.



Daí ele sentou no chão e me colocou sentada no pau dele. E vamos de cavalgada... como eu gosto disso!


- Coloquei ele sentado numa poltrona, me ajoelhei em frente e voltei a chupar. Ai ele me colocou deitada na poltrona, com a bunda em cima do braço dela, ficou em pé e voltou a enfiar o pau na minha bucetinha. Posição meio incômoda, mas logo esqueci, porque depois de meter mais um pouco, ele me deu umas lambidas... e que língua.... ai voltou a enfiar o pau, socou bastante, depois tirou, passou ele em torno e tratou de enfiar de novo. Eu já tinha gozado e tive de agüentar ainda um bom tempo até que ele gozasse também... foi muito bom!

Rosa foi a última a nos contar algo interessantíssimo naquela tarde.

- Bem...eu não transei com professores e não tive vizinhos interessantes como vocês... mas já participei de uma coisa meio doida...foi uma festa da turma do meu namorado, que hoje é meu marido. Ele me preveniu que a festa costumava ser da pesada, mas como ele iria comigo ou sem mim, resolvi encarar e ver o que iria rolar.


- Chegamos lá a festa já tinha começado e tava todo mundo alto e eu comecei a ficar de olhos arregalados, porque tava todo mundo bastante solto, entendem? De cara eu vi uma garota que tinha suspendido o vestido e dançava com a bunda de fora. Ao lado dela uma outra de minissaia estava chupando o pau de um cara sem camisa. Assustei, confesso a vocês, mas na hora me bateu o seguinte: esse meu namorado é um safado, já veio a festas desse tipo e só agora que me convida...

- Resolvi então entrar no clima. Pegamos copos de bebida e fui levando-o pela casa, até achar algo bem interessante para se ver. E achamos, em cima de um sofá tinha uma loura praticamente nua, sendo comida por um cara peladão de todo. O cara tava em pé e quando ele tirava o pau para enfiar de novo dava para ver um senhor cacete. Ficamos ali olhando, olhando e é lógico que o tesão foi chegando... Minha vontade era estar no lugar daquela loura, mas eu não sabia se eles eram namorados ou coisa assim, então fiquei só assistindo. Enquanto eles trepavam, em volta as pessoas iam circulando, as meninas cada vez mais desinibidas, mostrando os seios, os bumbuns...e muitos paus surgiam também, moles, duros, se oferecendo...


- Cheguei bem perto do cara que comia a loura e comentei baixinho com ele que estava achando delicioso. Ele apenas sorriu e continou a meter nela. Ai, do lado deles, apareceu um negão com uma garota morena do lado. Os dois dançavam e ela subiu o vestido, mostrando uma calcinha preta minúscula e deixando o negão bem doido com o que via... e ela começou a baixar a calcinha, mas sem tira-la, deixando ele ver a buceta dela. Mas quem mandou a mão e a boca nela foi uma outra garota que estava ao lado... uma coisa de doido...


Senti meu namorado se encostando em mim e vi que ele estava com o pau duro e para fora da braguilha. Então me ajoelhei e comecei a chupar. E não é que apareceu uma garota de blusa de oncinha e sem calcinha e começou a chupar junto comigo? Olhei para ela com cara de pouco amiga, ela entendeu e parou, mas quando meu namorado começou a se punhetar para gozar na minha boca, ela o ajudou. Nisso, uma terceira figura chegou-se ao meu namorado e começou a beija-lo na boca. Ele se inclinou, subiu meu vestido e minha bunda ficou à mostra. Não sei quantas mãos passaram por ela enquanto eu o chupava. Continuei ali e as duas piranhas acabaram indo transar entre elas num sofá. Alguem me agarrou e começou a passar o pau entre minhas pernas. Deixei... Meu namorado continuava com o pau na minha boca, mas passava as mãos na bunda de uma morena que apareceu por lá.


- Gente, essa foi a festa mais maluca que já participei. Sei que depois que meu namorado gozou na minha boca eu conseguiu arrasta-lo e saímos de lá. Se tivéssemos ficado, eu não sei o que poderia ter rolado!

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Sobrinhas fazendo troca de namorados

(escrito por Meg)

Minhas três sobrinhas, Paulinha, Cecilia e Helena, de tanto conversar comigo e de ler nossos contos, acabaram ficando com vontade de experimentar coisas novas. As três se entenderam primeiramente, pois chegaram à conclusão de que poderiam trocar seus namorados, mas deveriam convencer os três de fazer isso numa boa.

Paulinha e Cecília não tiveram muita dificuldade em convencer os namorados, mas Helena encontrou oposição que só a muito custo conseguiu vencer. E assim, os seis se reuniram numa tarde, na casa do namorado da Cecilia, o Franklin. Os nomes dos namorados de Paulinha e Helena eram, respectivamente Aldo e Juliano.

Todos eles estavam na faixa dos 22 aos 25 anos. Minhas sobrinhas têm corpos lindos, seios médios, bundas redondinhas. Os namorados tinham corpos bem cuidados e pintos bonitos, nenhum era exagerado. Os tamanhos variavam entre 18 e 20 cm, alguns mais grossos do que outros.

Bem, quando eles se reuniram, a principio rolou certo constrangimento, apesar de todos se conhecerem, seria a primeira vez que trocariam de namorados e na presença dos demais. Então, nada melhor do que uma garrafa de vinho para descontrair. Beberam, enquanto conversavam, mas notava-se certo nervosismo entre eles.

Franklin estava só de calça jeans, sem camisa; Aldo vestia calça jeans e uma camisa pólo, enquanto Juliano estava de camiseta preta e jeans também. As meninas estavam de shortinhos e camisetas.

Depois de terminarem a garrafa de vinho, saíram da copa e foram para a sala. E ali já se sentaram em pares diferentes. No sofá ficaram Helena e Aldo e Paulinha e Franklin. Numa chaise ao lado do sofá Cecilia e Juliano. Aldo já foi abraçando a Helena, o Juliano deitou-se na chaise com cabeça no colo da Cecilia. A Paulinha e o Franklin ainda estavam meio sem saber o que fazer. Vendo que Helena e Cecilia já começavam a beijar seus parceiros, ela e o Franklin também se olharam e começaram a se beijar. O clima começou a ficar mais quente...
Depois de muitos beijos, Helena começou a passar a mão no peito do Aldo e a Paulinha já aventurava sua mão no pau do Franklin, por cima da calça, já sentindo que ele estava bem durinho.

- Gente... se não tirarmos as roupas não vai rolar nada além disso... vamos lá?

A Paulinha falou e todos concordaram. As camisetas foram então tiradas e os três passaram a admirar os seios que ainda não conheciam. Muitas carícias, muitos beijos neles, muitas chupadinhas nos biquinhos aconteceram.

- Meninos, coragem... tirem as calças, mostrem esses pintos para nós!

Rindo, eles tiraram tudo, ficando pelados. As meninas puderam então admirar e comparar o

que tinham sempre com o que estava à sua frente agora. Nenhuma delas desgostou do que viu, então elas arrancaram os shortinhos e as calcinhas e ai estavam os seis peladões.


Parece que é um ritual... a primeira coisa que as meninas fizeram foi pegar nos pintos, acariciá-los e depois engoli-los. Helena e Paulinha estavam meio apertadas no sofá, enquanto a Cecilia e seu parceiro estavam bem à vontade deitados na chase, mas todas se divertiam muito com a situação.


Foram todas três comidas por trás, as duas ajoelhadas no sofá e Cecilia na chaise. Quando todos gozaram, se sentaram e comentaram que havia sido muito legal aquela experiência, valeria a pena repeti-la, tanto juntos quanto separados, afinal, ainda poderia ser feito um novo rodízio que faria com que todos se conhecessem intimamente!

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Depois da tcheca, uma russa...

(escrito por Kaplan)

Depois de ter conhecido a antiga Tchecoslováquia, fui à Rússia, onde um amigo meu se encontrava. Iriamos voltar juntos para o Brasil, três dias depois que eu cheguei lá. Deu tempo de conhecer algumas coisas interessantes como o Kremlim, a Praça Vermelha e também a Anya.

Anya?

Sim, leitores, uma lourinha linda, magrinha, seios pequeninos, 19 aninhos, que este meu amigo havia conhecido e que me fez a grande surpresa de colocá-la em contato comigo. Foi no final do primeiro dia, a gente voltava para o hotel, estávamos em quartos separados. Ele me disse que havia uma surpresa para mim no meu quarto.

- Surpresa? Como assim?
- Vai lá que você vai saber...

A gargalhada que ele deu me fez pensar em mil coisas, mas nunca imaginei encontrar o que vi. Quando abri a porta, num sofazinho de dois lugares que havia no quarto, estava a Anya, me esperando com um sorriso lindo no rostinho. Estava de camiseta preta e calcinha cor de rosa... e nada mais.

Ela passava as mãos nas pernas, suavemente e de vez em quando me dirigia um olhar sapeca, com um sorriso maroto... eram promessas....belas promessas...

Baixou uma das alças da camiseta, mas sem mostrar nada, levou o dedo à boca e chupou-o, depois desceu com a mão até a calcinha, afastou-a e enfiou o dedo na bucetinha depiladinha, voltou a enfiar o dedo na boca. Falava alguma coisa, mas eu não entendia nada de russo. O que importava? A linguagem dos gestos se mostrava mais significativa do que as palavras podiam dizer...

Tirou a camiseta, me mostrando dois peitinhos lindos, tão branquinhos como os da Iveta que eu conhecera na Tchecoslováquia. Continuou a passar lubricamente as mãos sobre eles, sobre a barriguinha, sobre a calcinha, sobre as pernas. O corpo dela se mexia com suavidade, como se ela estivesse dançando uma música bem suave.

Tirou a calcinha, e, ajoelhada no sofá, virou o bumbum para mim, abrindo as nádegas com as mãos e me exibindo, sem pudor algum, seu cuzinho e sua bucetinha.

Eu ficava tremendamente excitado, mas não podia deixar de pensar que era uma sacanagem uma menina tão jovem e tão bonita ser uma garota de programa.

Com a mão, me chamou. Já fui abrindo a braguilha e
deixando-a ver como me excitara. Ela desceu do sofá, pegou em meu pau e depois começou a me chupar. Curiosamente ela me chupava da mesma forma que a Iveta... fiquei pensando se as garotas da Europa Oriental haviam aprendido no mesmo lugar... ela beijava a cabeça, enfiava o máximo que podia dentro de sua boca, tirava, beijava de novo a cabeça, descia lambendo o tronco, sugava as bolas e enfiava a língua entre as bolas e o cu. Repetia isso várias vezes.

Tirei a roupa toda, sentei-me no sofá e a trouxe para sentar em meu pau, de costas para mim. Fiquei pegando nos peitinhos dela e na cintura, enquanto ela pulava, gemendo. Não pude deixar de notar que os gemidos eram diferentes daqueles da Iveta, mas entendi que faziam parte do jogo. Garotas de programa gemem para agradar ao parceiro, não para exprimir seu gozo.

Depois coloquei-a virada para mim e ela continuou a pular, enquanto eu acariciava sua bunda e mamava em seus peitinhos.

Ela se ajoelhou no sofá, testei para ver se dava o cuzinho. Sem problemas, enfiei e comecei a bombar. Ela devia estar acostumada a dar o cuzinho, não reclamou nem um pouco de dor ou coisa parecida... comi gostoso aquele cuzinho russo!

Gozei profusamente. Tirei o pau, arranquei a camisinha e ela se pôs a chupar meu pau de novo, deixou-o limpinho.

Vestiu-se e me deu a mão para se despedir. Fiz um gesto para ela esperar e peguei 100 dólares na minha carteira para dar a ela. Ela falou algo e fez gestos dizendo que não. Me mostrou uma nota de 50 dólares e falou o nome do meu amigo. Eu insisti para que ela aceitasse, puxei-a para mim e dei-lhe um suave e demorado beijo na testa. Quando terminei, vi que os olhos dela estavam marejados. Abriu a porta mas voltou correndo e me deu um beijinho na boca e saiu correndo pelo corredor.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Transando numa gruta com um amigo

(escrito por Meg)
Quando fiz o curso de Belas Artes, como já narrei em outro conto mais antigo, tivemos uma aula prática numa gruta. Depois de alguns dias, eu e alguns colegas voltamos sozinhos lá e fizemos uma bela farra. Ai o tempo passou... e só muitos anos depois é que me lembrei disso, porque conheci um carinha que adorava mato, grutas, cavernas... perguntei se ele conhecia aquela, ele disse que sim, mas gostaria muito de voltar lá, comigo, é claro!

Então marcamos num fim de semana e fomos. Este meu amigo, Renato, estava muito afoito com a perspectiva de passar um dia inteiro comigo dentro de uma gruta. Já no carro, que eu dirigia, ele não se cansava de passar as mãos em minhas pernas. Eu usava uma bermuda, curta, minhas pernas ficavam totalmente à mostra e as mãos dele percorriam cada centímetro, até me atrapalhando um pouco dirigir. E os olhares dele para os biquinhos dos meus seios,que já estavam quase perfurando a camisetinha que eu usava. Ele me dava muito tesão e isso transparecia!

Quando chegamos, nos certificamos de que não havia mais ninguém por lá e tiramos as roupas. E ele me fez algumas surpresas, a primeira das quais foi um 69 diferente. Ele me colocou de quatro e em vez de deitar-se debaixo do meu corpo, ele veio, de frente para meu rosto, me mostrando seu instrumento já bem duro, inclinou-se sobre mim e colocou o rosto dele perto de minha bunda. Ali ele começou a me lamber e a enfiar sua língua em minha bucetinha, enquanto eu mamava naquele pinto grande e fino. Nunca havia feito dessa maneira e, se no principio achei estranho, logo me acostumei e pude tirar bom proveito, tanto do pinto dele como da língua.

Depois ele levantou o corpo, parando de me chupar e eu fiquei agachada com o pau dele em minha boca. As mãos dele percorriam minhas costas, indo da nuca até a bunda... muito gostoso o toque...

Ele gostou tanto do meu boquete que acabou sentando-se, encostado na murada da gruta e eu, ajoelhada, continuei a mamar, a pegar nas bolas dele, a chupá-las... delicioso sempre!

Ai me sentei naquele pau, de costas para ele. Ele ficou abrindo minha bunda, vi que ele estava a fim de ver como meu cuzinho se comportava enquanto eu cavalgava. Sem tirar o pau de dentro de mim, eu virei meu corpo e fiquei de frente para ele, oferecendo meus seios para ele mamar à vontade, enquanto eu continuava a engolir seu pau. Gozei, meu corpo ficou em transe...

Então nos levantamos, mas como ele não havia gozado ainda, fez com que eu me apoiasse na murada, me inclinasse e ele me comeu mais um bom tempo. Ai gozou, dando urros de satisfação.

Só então entramos na gruta! Estendemos um pano no chão e ficamos curtindo o silêncio daquele ambiente. Deitados um de frente pro outro, eu passei minha perna esquerda sobre o corpo dele, enquanto ele mamava em meus peitinhos. Não demorou muito e lá estava o pintão duro de novo...

Ele sentou-se e ficou vendo minha bucetinha. Eu já estava com as pernas abertas, pronta a receber o pau dele de novo, mas ele preferiu me dar uns beijos e lambidas nela, depois enfiou seus dedos, deitando-se de novo e de novo me chupando os seios. My God... como aquela situação estava gostosa, que prazeres eu tinha, meu corpo tremia todo, enquanto ele socava os dedos na minha bucetinha.

Antes que gozássemos de novo, eu fiquei de quatro e voltei a chupar o pau dele, até que ele gozasse em minha boca. Beijei-o e partilhamos sua porra.
Dali corremos até um regato que corre dentro da gruta, nadamos um pouco, sempre com brincadeiras safadas, chupadas, apertos, amassos, mordidinhas... foi uma tarde deliciosa aquela!