sexta-feira, 17 de junho de 2011

Minha amiga e o segurança do condominio

(escrito por Meg)

Nesses dias atribulados que vivemos, fazem sucesso os condomínios fechados, onde só se pode entrar a convite dos moradores. Há portarias e seguranças que vigiam permanentemente o local, para garantir o sossego e a segurança de todos que ali habitam.

Minha amiga Natália tinha uma casa num desses condomínios. Divorciada, ela morava sozinha numa dessas casas pré-fabricadas, pequena, mas que atendia plenamente aos objetivos dela. O condomínio em que ela morava era uma área enorme, com muita mata. A segurança era garantida, inclusive, com um posto elevado de observação. Era uma casinha de madeira, em cima de um suporte de madeira e metal de quase 3 metros de altura. Lá ficava, permanentemente, um vigia. Na realidade, dois, pois eles trabalhavam em turnos. Esse posto de observação ficava próximo à casa de Natália e, ao passar ali pela manhã, quando fazia sua caminhada diária, o vigia sempre a cumprimentava efusivamente.

Ele era bem simpático, careca de todo, sua cabeça chegava a brilhar. Mas seu sorriso era cativante e Natália acabou ficando interessada nele. Nada sério, claro, mas quem sa
be dali podia sair algum caldo interessante?

Para provocá-lo, ela perguntou a ele, uma manhã, se podia tomar banho de sol ali perto. Na verdade, aquele posto de observação estava num recanto bem deserto do condomínio, apesar de razoavelmente perto de algumas casas, a de Natália inclusive. O segurança, que ela veio a saber chamar-se Raimundo, disse que ela podia ficar à vontade, ele vigiaria para ninguém importuna-la.

Ela passou a levar uma toalha, estende-la bem à vista do Raimundo, tirar o short ou a sainha e a camiseta e ficar ali por quase uma hora, dourando-se ao sol. Graças aos óculos escuros, ela podia ver que o Raimundo prestava mais atenção nela do que em possíveis ameaças... e muitas vezes, um balançar suspeito da armação de ferro e madeira indicava claramente que ele estava se masturbando, vendo-a de biquini.

Mas faltava a ele a coragem para descer e se aproximar mais de Natália. Ela desconfiou que ele devia ter medo de perder o emprego, então resolveu chama-lo, para lhe dar a coragem necessária. Começou a pensar como faria e encontrou uma solução até divertida: prendeu o fecho de uma sainha jeans na calcinha do biquini.

Assim que chegou ao local cumprimentou o Raimundo que, como sempre, sorriu para ela e desejou-lhe um bom dia. Estendeu a toalha no chão, tirou a blusa e tentou tirar a sainha, mas como ela estava presa... não conseguiu. Lá de cima Raimundo olhava ansioso, doido para ve-la de biquini, e não entendia a razao da demora. Até que ela o chamou. Ele desceu a escada, com o coração aos pulos. Ia ver sua deusa de perto...

Com voz de choro, Natália explicou a ele que não estava tendo força para soltar o fecho da saia, que havia se prendido à calcinha. Perguntou se ele podia ajudá-la. Para o Raimundo, aquela era uma ocasião que ele nunca imaginara. Não apenas via sua deusa de pertinho, como ainda poderia tocar nela...e justamente para tirar o fecho que estava preso na calcinha do biquini...

Meio trêmulo, ele acabou protagonizando um desastre que nem Natalia tinha pensado. Ao puxar com muita força, ele rasgou a calcinha, que saiu em sua mão, deixando a xoxota de Natália à vista. Ele não sabia o que falar ou o que fazer, mas Natália, passado o susto, entendeu ser aquela a oportunidade que pensara desde o primeiro dia.

Segurou a mão de Raimundo e lhe disse que não tinha importância, era apenas uma calcinha, ela compraria outra. E com um olhar bem sacana, perguntou se ele tinha gostado do que vira.
Ainda trêmulo, e balbuciando, trocando as palavras, ele acabou por dizer que sim, que era um espetáculo com o qual ele nunca sonhara.Ela então perguntou se ele tinha interesse em ver tudo. Mesmo constrangido com a situação, Raimundo entendeu o significado de tudo. Entendeu que ela queria se mostrar nua para ele. E talvez quisesse até algo mais... Fez que sim com a cabeça. Ela se virou e pediu que ele desabotoasse o sutiã. Ele o fez. Ela se virou e ele arregalou os olhos quando viu os seios dela. Eram bonitos, não tinham tamanho exagerado e os biquinhos estavam bem salientes...

- Posso? perguntou ele fazendo um gesto indicando que queria pegá-los.
- Pode... pode sim... faça o que você quiser...

A língua áspera de Raimundo percorreu os biquinhos, depois a aureola toda. enquanto isso, sua mão percorria o estreito espaço entre as duas pernas de Natália, procurando a bucetinha, e quando a encontrou, seu dedo, que mais parecia um pinto, entrou dentro dela, fazendo-a suspirar...há quanto tempo ela não sentia isso!

Sentiu a dureza do pau de Raimundo. Sentiu e provou, dando-lhe uma chupada. Mas não pôde se deliciar muito. Ele rapidamente a levou para a toalha e enfiou-lhe o cacete. Ela teve de se segurar na madeira que ficava na base do posto de observação para não cair. Mais rapidamente do que ela esperava ele gozou. Sem dizer uma palavra, ele se recompôs e subiu para seu posto. Ela entendeu a razão de ele ter gozado tão rápido. Corajosamente, subiu a escada e ao deparar-se com ele propôs:

- Quando terminar seu turno, passe lá em casa... quem sabe a gente pode fazer mais alguma coisa interessante?

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Massegeando um taradinho

(escrito por Meg)

Minha amiga Valéria trabalhava numa clinica de fisioterapia, que oferecia também massagens e outros serviços para os clientes. Ela era a massagista. Gostava do trabalho, ganhava relativamente bem, estava feliz.
Um dia desses ela esteve em minha casa e pelo nervosismo dela eu percebi que havia alguma coisa errada acontecendo. Somos bastante francas uma com a outra, fui logo perguntando o que estava acontecendo.
Ela se abriu comigo.

- Meg, aconteceu uma coisa meio estranha lá na clínica semana passada. Eu que estou acostumada a fazer massagens em mulheres que desejam que eu arranque uns 20 quilos delas, pessoas que procuram so para relaxamento, enfim, tem de tudo, você conhece lá e sabe como é.
- Eu sei, aliás tô precisando marcar com você...
- Depois a gente marca, deixa eu te contar o que aconteceu.
- É mesmo, desculpe... continua.
- Pois bem, na terça passada me aparece um cara lá, advogado, bem vestido, tinha marcado um horário. Levei-o para a salinha onde tenho minhas coisas, comecei a preparar o necessário, esperando que ele tirasse o terno e ficasse de sunga como todo homem faz quando vai fazer massagem. Mas não, ele ficou só de cueca e me perguntou se podia ficar pelado.
- Uau!
- Uau nada... eu levei um susto danado. Nem sei como tive cabeça para dizer que ele podia ficar sim que eu o cobriria com uma toalha. Ele então deitou, sem a cueca, e ficou me esperando. Eu peguei uma toalha e coloquei em cima dos "documentos" dele. Minhas mãos tremiam.
- E não olhou?
- Claro que olhei, não sou de ferro...
- E gostou do que viu?
- Pior que gostei... que saco mais redondinho, que pau maravilhoso, mesmo mole...
- E aí?
- Ai? ora, fiz a massagem, normal, até na hora que minhas mãos chegaram perto da virilha e eu vi a toalha se levantando... me deu um arrepio... senti que meu coração veio na minha boca... por sorte ali era o final da massagem de frente, mandei ele se virar e ai fui fazer nas costas e nas pernas. Terminei e sem olhar ele se vestir, fiquei arrumando as coisas... gastei um tempo enorme, até ter a certeza de que ele já havia se vestido. Ele pagou, me deu boa tarde e marcou para esta semana, de novo.

Valéria estava com um problema literalmente nas mãos. O que ela poderia fazer? Não tinha a menor idéia, por isso veio à minha casa, queria ouvir uma opinião minha. Como ela deveria proceder? Eu pensei, pensei, tomei um gole de água e no final falei a única coisa que me pareceu lógica:

- Valéria, eu penso que a solução tem de ser sua. Ninguém me tira da cabeça que este advogado quer é te comer. Ou ser comido por você! Então a questão se resume a você definir se quer ou não. Se quiser, aproveite! Se não quiser, faça como fez na semana passada, tenho certeza de que você não irá suar tanto, porque o elemento surpresa já não vai existir. Simplesmente ignore o fato de ele estar pelado e faça a massagem como você sempre faz, profissionalmente. Acho que é por ai...
- Obrigada, Meg... eu também estava pensando isso, e com você me dizendo, penso que é a melhor forma de agir mesmo. Deixa eu ir, já tô ficando na hora... tchau, querida, muito obrigada e desculpe tomar seu tempo com meus problemas!
- Que bobagem, venha sempre...

Ela se despediu e foi saindo. Mas a curiosidade mata as mulheres. Não me contive e perguntei:

- Valéria, me diga, você quer?


Ela riu e respondeu:

- Quer saber? Quero!
- Tá bom, vai com calma, depois você me conta!

Três dias depois ela voltou só para me contar.

- Imagina, ele entrou na sala e nem perguntou se podia ficar pelado. Ficou. E eu resolvi encarar, então não pus a toalha nele não, deixei ele deitado com tudo à mostra. Fiz a massagem e quando cheguei perto da virilha, vejo o bichão se levantando... achei lindo! Ele notou que eu estava olhando e me perguntou o que eu achava... imagina Meg... um homem rico mas com necessidade de auto-afirmação, precisava ouvir que tinha um pau bonito... Mas é claro que falei. E ai fiz massagem no pau dele, aí é que ele ficou durinho de verdade. Ele me perguntou porque eu não ficava pelada também. Eu perguntei se ele queria isso mesmo, ele disse que sim, então tirei a roupa. Nem sei onde arrumei coragem para isso, mas estava resolvida. E voltei a fazer massagem no pau dele. Estava irresistivel, mandei a boca e chupei com vontade...Ele até se retorceu na maca. E ai fiz a loucura, subi na maca, levei meu corpo bem para cima, de modo que meus seios ficassem na altura da boca dele. Encaixar o pau na minha bucetinha foi tranquilo, e eu subia e descia dele enquanto ele mamava meus peitinhos...


- Nossa, estou ficando excitada com essa história...
- Calma, ainda não acabou não... A gente se levantou, ele me pôs de quatro na maca e, em pé, me comeu por trás. Depois voltou a se deitar e eu me deitei sobre ele, de costas. De novo o pau entrou na minha bucetinha, ele foi acelerando e quando percebi o gozo chegando, sai fora, a porra dele caiu em cima dele mesmo. Fiquei olhando, enquanto ele aumentava a respiração... limpei a barriga dele e o despachei. Fui clara e grossa. Disse a ele que na próxima sessão, se ele não trouxesse sunga eu ia colocar um colega meu para fazer a massagem nele. Que se ele quisesse novas transas, me levasse prum motel, mas ali era meu lugar de trabalho e eu fazia questão de que ele respeitasse isso.
- Verdade, falou isso?
- Claro, Meg... imagina se a notícia corre o que aquela clinica ia virar!
- E você acha que ele vai te atender?
- Não sei, vamos aguardar a semana que vem...

Um mês depois disso Valéria me ligou para dizer que o sujeito nunca mais apareceu por lá. Ela estava às gargalhadas, pois desconfiava que transar numa mesa de massagem era um fetiche dele. Quando soube que não poderia mais fazer isso, desapareceu.


- Nem deu noticia?
- Nada... sumiu, evaporou, escafedeu-se!!!
- Tá chateada?
- De jeito algum... pra te ser franca, nem tão bom assim foi, viu? De zero a dez eu daria no máximo uma nota 4 pra ele!

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Meg e o passeio de lancha


(escrito por Meg)



Estávamos, Kaplan e eu, em Maceió, curtindo umas férias. Praia maravilhosa, muito sol, o que mais poderíamos querer? Meu corpo ficava a cada dia mais bronzeado e eu chamava a atenção, não vou negar. Meus biquinis eram mínimos, quase todos fio dental. Kaplan se deliciava vendo os homens passarem por mim e olharem, até descaradamente, para minha bunda.

Um dos dias que estávamos na praia, eu vi um sujeito muito interessante, parecia que ele oferecia algo às pessoas na praia. Ia perto de cada um, conversava, mas não dava para ouvir o que era. Comentei com o Kaplan que o sujeito era um tesão de homem. Ele olhou, riu, disse que não era o tipo dele.


- Pois olha... é meu número certinho, viu? O que será que ele está vendendo? Não tem nada na mão...
- Mas quem te disse que ele está vendendo alguma coisa? Vai ver está é apreciando as bundas gostosas que estão por ai...
- Deixa de ser bobo...
- Então espera, daqui a pouco ele chega aqui e você pergunta.

Fiquei deitada, fingindo que estava lendo um livro, mas de olho no tal sujeito. De fato, ele só foi chegando mais perto, até que nos viu e veio direto para nós.

- E aí, casal simpático? São de onde?
- Somos de Minas, respondi.
- Ah...a terra das montanhas... e então, estão gostando das nossas praias?
- Nossa... sem igual. É a segunda vez que a gente vem aqui e cada vez gostamos mais.
- Legal, muito legal. E já fizeram passeio de lancha?
- Não... da primeira vez eu fiz um passeio de jet sky, com um argentino, esqueci o nome dele.
- E não estão interessados no passeio de lancha? Pode ser de meia hora ou de uma hora, a gente roda por este litoral quase todo, é um passeio e tanto. Vale a pena!

Olhei para o Kaplan. Ele tinha um sorriso sarcástico, já sabia que eu estava louca para ir na lancha com aquele homem lindo.
- Que acha, meu bem? Vamos?
- Ah, Meg.. pode ir, eu prefiro ficar aqui com minha loura cerveja...
- Então eu vou. A que horas é o passeio?
- Agora mesmo! Só temos de caminhar uns 200 metros para chegar na lancha. Está vendo ela ali?
- Ah, estou... bonita sua lancha... então vamos.

Fui dar um beijo no Kaplan.
Me debrucei e o sujeito pôde ver minha bunda quase por inteiro. Dei um beijo e agradeci, mas dizendo que ele era louco mesmo.
- Sou nada.. você está a fim... curta, depois me conta tudinho!
- Pode deixar, seu taradinho...contarei.

Fui, então com o sujeito, que disse se chamar Rubens. Foi me contando sua vida enquanto caminhavamos em direção à lancha. Era paranaense. Veio conhecer Maceió e se apaixonou, nunca mais voltou. Era solteiro, mas casou-se ali e vive desse trabalho árduo de levar as pessoas para passear de lancha.
- Sua esposa deve ficar meio brava com você levando mocinhas e senhoras para alto mar, não?
Ele riu.
- É muito raro eu sair só com uma pessoa, hoje o dia não está muito bom não. Espero que você me traga sorte!

Chegamos ao local onde a lancha estava ancorada. Numa jangadinha fomos até lá. Entramos e ele começou o passeio.
Tirei a canga que e
nrolara na cintura e deitei-me de frente para ele. Meu biquini era branco. O sutiã era de cortininha, mas cortininha mesmo, só tampava o mamilo. E a calcinha... nem sei o que ela tampava! Se é que tampava alguma coisa!

Dei uma de sem-vergonha mesmo, confesso... fiquei abrindo e fechando as pernas, dando uma visão que imagino fabulosa para o Rubens. Ele entendeu o recado direitinho. Afastou-se bem da costa e parou a lancha. Veio até mim, agora só de bermuda. Tinha um fisico lindo. Deitou-se ao meu lado. Achei melhor abrir o jogo com ele.

- Rubens, eu não quero que você pense que sou uma vadia. Estou me exibindo aqui para você, mas não pense que faço isso sempre e nem que faço para qualquer um. Eu já havia notado você na praia, e comentei com meu marido que você era um belo tipo de homem. E se estou sozinha aqui com você, é porque ele sentiu que eu estava com tesão e não quis atrapalhar. Eu não sabia que você era casado, e agora que sei, quero deixar claro o seguinte: meu marido e eu temos um casamento aberto. Acredito que você não tenha. Então, se você sentir que algo que venhamos a fazer atrapalhe sua relação com sua esposa, não precisa fazer nada. Me deixe aqui sonhando, de sonhos a gente vive tambem!
- Olha, Meg... estou impressionado. Te confesso que a principio achei que você era mesmo uma vadia, dessas que se jogam pro primeiro que aparece. E se eu vim deitar aqui perto de você foi justamente para tentar descobrir se você é ou não. Porque se eu percebesse que você é uma vadia, pode ter certeza de que teria um profissional de turismo aqui e nada mais. Já recebi muitas cantadas de mulheres desse tipo e sempre as recusei. Prezo muito meu casamento, não vou jogá-lo fora por uma - desculpe o termo - piranha qualquer. Isso que você falou me deixou realmente contente. Sei que se acontecer algo aqui entre nós não vai cair na boca do povo. Meu casamento não corre perigo com você, assim como o seu não corre perigo algum comigo.

Fiquei super feliz ouvindo Rubens falar tudo isso. A voz dele, a expressão do rosto, dos olhos, tudo me dizia que ele era sincero.

- Que bom, Rubens, que bom..

Sorri para ele e convidei:
- Chega mais, vem matar meu tesão, vem!
- Ora...quem sou eu... eu estava esperando que você matasse o meu!!!

E assim falando, ele, que estava deitado atrás de mim, enfiou o braço entre as minhas pernas e sua mão atingiu a minha "perseguida", que já estava louca por um toque.
Rapidamente ele me pôs de pé, arrancou meu sutiã e encheu de beijos os meus seios e a minha barriguinha. Me pôs sentada em um banco que havia lá e sua língua adentrou minha bucetinha. Sem a preocupação de alguém por perto, dei um grito, foi incontido. Que língua poderosa tinha o Rubens.

Não aguentei esperar mais. Arranquei a bermuda dele e fiz-lhe um boquete demorado. Não deixei nem um milimetro do pau e das bolas dele sem serem lambidos. Enfiei tudo na boca, por sorte ele tinha um pau do tamanho do Kaplan, e eu conseguia devorar tudo.

Ele me colocou deitada de bruços, e enquanto apertava minha bunda sua lingua percorria meu reguinho, indo do meu cu para a minha buceta, que já devia estar toda melada.Me pôs de pé e derramou protetor em meu corpo, me deixando toda molhada. Esfregou-se em mim e passei boa parte do protetor para ele com essa esfregação. Mas seu pau entrou deslizando em minha bucetinha, ambos em pé, ele por trás de mim. O tesão que tomava conta de mim me fez levar minha mão ao meu clitóris e ajudar o pau dele a me fazer gozar ali mesmo, em pé. As pernas bambearam, ele percebeu e então deitou-se, me pondo sentada em seu cacete. De costas para ele, eu levantava e abaixava minha bunda. Ele podia ver seu cacete entrando e saindo, mas via também meu cu piscando de vontade de experimentar aquela pica cheia de óleo.

Me colocou de joelhos, segurou firme em meus braços e lá se foi o cacete deslizando dentro do meu buraquinho. Outro grito de prazer, este foi ouvido por passageiros de outra lancha que passou perto da nossa.

Não satisfeito, lavou o pau, foi ate a cabine e voltou com um copo cheio de um drink. Pediu que eu abrisse meus grandes lábios e derramou aquele liquido gelado. Imediatamente caiu de boca e bebeu tudo, misturado com meus sumos... Outro grito de prazer!

Retribui colocando o pau dele dentro do copo com o que restara do drink. Deixei so um pouquinho. O pau dele foi devidamente chupado por mim. O drink tinha sabor de chocolate, mas esqueci de perguntar o que era. Pedi que ele gozasse dentro do copo, o que ele fez. Misturei sua porra com o drink, e tomei um gole. Passei para ele e ele tomou o último gole.

- Rubens, você conseguiu matar meu tesão. E eu? Consegui matar o seu?
- Moça mineira... como conseguiu... essa de me fazer beber minha própria porra... foi demais!
Vamos passear mais amanhã?

Sorri... beijei-o, vesti o biquini. Ele ligou o motor e me levou de volta. O passeio demorara bem mais do que uma hora. Ele não quis cobrar, mas fiz questao de pegar o dinheiro com o Kaplan e pagar a hora de passeio.

Nos dias seguintes ele passou por nós, mas não fui mais. Kaplan disse que eu poderia ir, mas achei melhor não ir. A lembrança que eu ia levar de Maceió era fantástica. Não precisava de outro round.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Julia no haras, aprontando todas





Julia começara a frequentar um haras com umas amigas, e acabou gostando tanto, que começou a fazer aulas de equitação, tres vezes por semana, nos
outros dias ia a passeio. Só que aí acabou conhecendo o dono do haras, e pintara um clima no ar entre os dois. Isso desencadeou em aventuras inesquecíveis por
lá.


Julia saia de casa com suas amigas para ir ao haras, que era de um tio de uma delas. Bem, elas iam todos os dias depois da aula da faculdade e iam para passear, pois adoravam cavalos, natureza, ar puro. Elas ficavam assistindo as aulas de equitação. E acabaram fazendo amizades também, chegaram mesmo a ter uma turma por lá.

Tão encantada ela ficara que pedira ao pai para entrar na aula de equitação. Ele concordou e ela se matriculou. Naquela tarde ela tomou um banho, pôs uma camisolinha fresquinha e uma calcinha perfumada, e acabara dormindo. No dia seguinte, quando acordou, foi para a faculdade, passou a manhã toda lá, almoçara com as amigas e foi para casa estudar um pouco.

Marcou com as amigas para irem ao haras às 16 horas. Como ja tinha costume com cavalos, pois montava desde pequena nas fazendas de seus tios, foi moleza para ela. Estava com uma calça jeans justa, botas de couro e uma blusa de manga comprida xadrez; por baixo uma regatinha branca, e prendera os cabelos num rabo de cavalo.



Fizeram as aulas experimentais; depois foram para o vestiário, tomaram um banho e trocaram de roupa. Na lanchonete encontraram a galera. Comeram alguma coisa, conversaram, passearam no haras, quando iam embora eis que chega o tio de Laura, o dono do haras, ela o apresentou, rolou um clima muito forte entre os dois.


Despediram-se, e algumas amigas ficaram, outras foram embora com Júlia. Foram conversando no carro, elas notaram o clima que rolara entre Julia e o tio de Laura. Julia apenas sorriu, mas no íntimo sabia que estava desejando aquele homem, que tanto a encantara. Ela levoui as meninas em casa, e subiu para o seu apartamento depois de me despedir de Vivian, que também morava no mesmo predio; estava alegre, exausta. Cumprimentou os pais, irmãos e foi para o quarto. Tirou a roupa, ficou apenas de calcinha e camisetinha e ficou deitada na cama. A lembrança do tio de Laura fez com que ela, sem perceber, levasse a mão até a xotinha e se masturbasse. Depois do gozo, adormeceu.

Sonhou com o dono do haras. No sonho eles transavam loucamente, ora em cima do feno guardado para a alimentação dos animais, ora em cima de um cavalo.



Acordou agitada, lavou o rosto, aprontou-se, tomou um café bem reforçado e foi para a faculdade. Ficou na biblioteca fazendo pesquisa, mas seus pensamentos não saiam do haras e do tio de Laura. Viu que era bobagem ficar ali, tinha de ir ao encontro dele. Foi para o pátio, as amigas chegaram, ficaram conversando sobre as aulas de equitação e também sobre os trabalhos de grupo que deveriam fazer naquela semana. Combinaram que se reuniriam na casa de Laura e depois iriam direto para o haras. Assim fizeram. Chegando ao haras, foram para o vestiário, deixaram as mochilas nos escaninhos e foram para a aula. Depois da aula, um banho e um lanche, quando encontraram novamente a galera de quem já ficavam amigos. Júlia estava impaciente, ainda não havia visto o tio de Laura.



Depois de lanchar, resolveu deixar a turma e sair para passear, na esperança de que pudesse encontrá-lo. Foi feliz em seu intento. No meio do caminho encontrou-o. Seu coração batia descompassado. Ele a chamou e começou a puxar uma conversa. Apesar do desejo incontido, Júlia estava meio sem graça, não conseguia saber a razão.

Pararam em um recanto muito bonito, com muitas árvores, lago, muitas flores. Havia ali um grande banco de madeira e eles se sentaram. Ele perguntou se ela estava gostando das aulas, do haras. Ela respondeu que sim, que adorava cavalos, a natureza. Assim foram percebendo suas afinidades e o tesão dos dois só aumentava...


Seus olhares se cruzavam e diziam tudo que eles precisavam saber. Ele a elogiou, dizendo que era linda, e confessou que ela “mexera” com ele, tanto que até sonhou com ela. Mas estava sem jeito de se aproximar, pois Julia era amiga de sua sobrinha e bem mais nova do que ele.

Ela disse a ele que também tinha este receio, pois ele era tio da amiga, mas que quanto a idade não via problema, pois gostava de homens mais maduros, muito mais sensiveis e carinhosos. No meio disso, ficaram mais perto um do outro no banco, ele pegou nas mãos dela, acariciou-as e aí se viram aos beijos e abraços.


O clima ia esquentando, mas acharam melhor parar por ali, pois a galera devia estar já preocupada com a ausência dela. Voltaram para o estacionamento, não sem antes trocarem os telefones. Despediram-se normalmente, e foram embora.



Ela deixou as meninas em casa, e foi para seu apartamento. Como não tinha ninguém lá, foi para o quarto, tirou a roupa e novamente se masturbou pensando nele, nos beijos que deram. Debaixo do lençol e mordendo o travesseiro para não gritar, ela teve um orgasmo sensacional...


Sonhou com ele novamente.


Estava nas nuvens, colocou um vestido jeans, uma flor nos cabelos, uma sandalia, pegou a mochila e foi para aula. Mal deu conta de assistir as aulas, completamente aérea. Foi almoçar em casa. Ligou para Vivian e pediu carona para o haras. Desceu, esperou-a na garagem. Entraram no carro e foram conversando até o haras Fizeram as aulas, depois ela saiu um pouco mais cedo, pois imaginava poder encontrar com ele novamente. Quando se encaminhava para o vestiário, deu de cara com ele.


- Ei, linda, tudo bem?
- Tudo, sim, e com você?
- Topas dar uma volta a cavalo comigo, ai te mostro o haras e alguns locais interessantes que você ainda não viu....
- Tudo bem vamos, mas antes posso pegar uma garrafinha de água, pois está um calor... E depois podemos descansar um pouco.
- Claro, você é quem manda, delicia!

Encheu a garrafa com água bem geladinha, ai montei num cavalo e ele em outro. Ela estava com uma calça de lycra bem justinha, que deixava seu corpo bem valorizado (diga-se, sua bundinha e sua xotinha ficavam muito, mas muito destacadas) e isso o deixava mais excitado ainda. Estava de botas e uma camisa lisa vermelha de manga comprida de botoes, cabelos soltos. No meio do caminho, iam conversando, ela notou que ele a olhava de corpo inteiro, e que um volume se formava em sua calça. Entendeu que seu pau já devia estar em ponto de bala. Ela olhava despistando, mas adorava ver.



Eis que ele chegou com seu cavalo bem perto do dela e passou a mão na bundinha dela. Ela olhou-o de forma bem safada e abaixou a calça, mostrando seu bumbum para ele. Ele ficou enlouquecido. Chegou ainda mais perto com o cavalo, inclinou-se e deu uma bela lambida na bunda de Julia, arrepiando-a todinha.


Desceram dos cavalos, haviam parado em um lugar bem afastado, mais bonito. Ele a carregou, abraçou, beijou ardentemente. Encostaram-se numa árvore, ela desabotoou a camisa, colocou as mãos dele nos seus seios. Ele agradeceu a oferta beijando-os, lambendo-os, chupando-os.

Enquanto isso, ela massageava seu pau, abriu a braguilha, tirou o pau dele para fora e fez um delicioso boquete, tão gostoso que ele quase gozou na boca de Julia.


- Você me deixa doido, docinho!
- Você não viu nada ainda!


Não dava para esperar mais. Eles foram para os “finalmentes” na grama mesmo. Ele pos sua camisa no chão, deitaram-se nela. Julia lembrou-se de perguntar se ele tinha camisinhas, por sorte ele tinha.


- Então, venha! Sou tua! Me pega de jeito, safadinho, gostoso!
- Me devore também, delicia!


Foram se beijando, ele chupou e lambeu o corpo dela todinho, já completamente nu nessa hora. Deitada de costas na grama ela colocou a camisinha no pau dele, que pulsava ao contato com as mãos dela. Ele a penetrou, arrancando suspiros e gemidos profundos. Depois ela ficou de lado e ele continuou a come-la. Vendo seu cuzinho piscando de vontade, ele trocou a camisinha e penetrou no buraquinho traseiro dela, arrancando não apenas suspiros, mas alguns gritinhos. Julia delirava com tudo aquilo.


Descansaram um pouco, abraçados e foram embora. Sua amiga Vivian já tinha ido, imaginando que a demora de Julia deveria ter “motivos fortes”. Ele então a levou até em casa. Uma aventura como essa teria de ter sequencia, e teve. Se Julia me contar eu passarei para vocês, leitoras e leitores!

segunda-feira, 13 de junho de 2011

A obra inacabada


(escrito por Meg)
Já narrei aqui uma transa minha, aliás, foi o terceiro amante que tive. Hoje vou narrar uma outra com ele.
Depois que fizemos a primeira vez, tomamos gosto e quase toda semana a gente se encontrava num motel. E eram trepadas deliciosas, daquelas demoradas, que provocavam uma suadeira tremenda... e que terminavam debaixo de uma ducha.

Até que um dia, quando a gente se encontrou e ia para o motel, ele me disse que estava mexendo com construção de prédios num bairro novo. E me perguntou se eu me incomodava de passar antes na obra, ele queria me mostrar os apartamentos que estava construindo.

Falei que não tinha problema.

Então fomos.

Chegamos lá, o prédio ainda estava em construção, com muita sujeira, tábuas, pregos, ferros...foi dificil caminhar com ele me mostrando o que era sala, o que era quarto, banheiro, cozinha, área...

Ele estava fotografando a obra. Ai, de repente, me falou:

- Que tal fazermos algumas fotos?

Eu falei: - aqui?

- É, respondeu ele.
- Mas e os pedreiros, não vão ver?
- Que pedreiros...já deu 5 horas, foi todo mundo embora.
- Tem certeza?
- Claro, acha que eu iria trazer vc aqui para eles verem? Já vim com minha esposa, essas coisas a gente não pode deixar muita gente saber não...

Acabei confiando e tirei algumas fotos dele e ele tirou algumas minhas. E de tanto ele me apurrinhar, acabei tirando a roupa e ele bateu algumas fotos de mim semi-nua. Exigi que ele ficasse pelado e tirei algumas tambem, mas o safado nunca me deu as dele, só me deu uma das minhas. Que, aliás, não é nenhum primor...

Ai o clima ja estava quente e rolou a transa ali mesmo.

Não fomos a motel nenhum naquele dia....rssss

Chupei a pica dele, o tanto possível, pois era muito grande e não cabia toda em minha boca. Mas consegui fazer com que ela ficasse bem dura.

Me apoiei na beirada de uma janela em construção, ele veio por trás e ficou bombando até.... esse demorava demais a gozar... meus braços ficaram cansados, as mãos marcadas pelo cimento... mas foi gostoso...

Eu tive a impressão, teve uma hora lá, que havia alguem nos observando, mas como ja estava meio escuro, não deu pra ver direito... Mas sabe quando você tem a sensação de que tá sendo observada? eu tive... se foi algum pedreiro, ainda bem que não apareceu...seria complicado....rssss

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Do clube para o motel...

(escrito por Meg)


Frequentavamos um clube que existia próximo a nosso apartamento. No entanto, mudamos para um bairro bem distante e assim, ficou inviável atravessar a cidade para frequenta-lo. Preferimos, então, vender a cota, o que foi feito rapidamente.
Mas os amigos permaneceram. Alguns nos visitavam de vez em quando, outros a gente visitava.


Mas sabem como é... o tempo passa e as pessoas se encontram cada vez menos... ainda mais depois que o computador se tornou algo tão indispensável e trouxe, com ele, a virtualidade. A troca de emails substitui, muitas vezes, os apertos de mão, os abraços...é o século XXI...

Um sábado desses recebi um telefonema de um casal amigo, amizade que surgira naquele clube. Queriam que eu fosse até lá para reencontrar a turma, todos estavam saudosos.

O convite era tentador, mesmo porque havia vários amigos que eu iria poder reencontrar com os quais eu tive quentissimos relacionamentos em outras épocas. Agora seria o caso apenas de reve-los, pois praticamente todos estavam casados. E as esposas estariam lá, com certeza.

Mas fui. Estava saudosa dos papos inconsequentes, das cervejas geladinhas, da piscina... Não me arrependi.

Fui recebida com abraços calorosos. Todos demonstravam o carinho que tinham por mim. Descemos para as piscinas. Alguns fizeram "fiu-fiu" quando fiquei de biquini. Meus biquinis sempre foram pequenos e sempre tinham sido admirados. Acredito que o "recheio" era bem mais admirado do que o biquini, mas... tudo bem... sempre é bom para o ego ouvir um "fiu-fiu".

Passamos uma manhã adorável, almoçamos no restaurante e depois ficamos batendo mais papo debaixo das barracas, tomando cervejas e mais cervejas.

Percebi que alguns de meus ex-casos me devoravam com os olhos, mas sem poder fazer nada mais do que isso, pois as esposas estavam junto. Fiquei com saudades do tempo em que, após as cervejas, eu saia com um ou com outro para um motel e ficavamos lá até o anoitecer. E chegando em casa ainda tinha de narrar os detalhes pro Kaplan e levar mais vara... tempo bom!

Eis que apareceu o Duilio. Incrivel, estava solteiro ainda. E quando me viu arregalou os olhos e me deu uma piscada como a dizer: - hoje você não me escapa!

Tenho de explicar um lance que ocorreu entre nós dois. A gente estava muito afim, isso já fazia uns 10 anos, e uma noite, já quase na hora do clube fechar, todos os amigos já haviam ido, estávamos só nós dois, deu aquela vontade, procuramos um lugar bem escondido ali mesmo, com muita vegetação e começamos a dar uns amassos.

O pau dele, enorme, se encostava duro em mim. E eu comecei um boquete, delicioso tanto para ele como para mim. Mas fomos interrompidos pelo apagar das luzes. Tivemos de correr para não ficar presos no clube.
E por incrivel que pareça, nunca surgiu uma oportunidade de darmos continuidade àquilo que haviamos feito.

Naquele dia finalmente poderia acontecer.

Como os amigos já estavam casados, com filhos, eles voltaram para suas casas mais cedo do que na época em que eu frequentava. Ficamos nós dois, Duilio e eu, nos olhando com olhares cobiçosos. Saimos rapidamente dali e fomos para um motel.

Lá chegando, tiramos a roupa rapidamente, mas ele insistiu em que eu ficasse de camiseta, queria ver meus seios debaixo da camiseta molhada... entramos no chuveiro e tomamos uma ducha bem quentinha e gostosa. E foi debaixo da água que eu retomei o boquete que havia iniciado naquele recanto escondidinho... E agora pude levar até ao fim, vendo ele explodir de gozo, me inundando a boca, o rosto, os seios... Me deu um banho, limpando tudo.


Me carregou para a cama, e lá recomeçamos os amassos que em pouco tempo fizeram o cacetão dele ficar novamente duro. E então eu pude sentir o prazer que esteve latente por quase dez anos...que maravilha de pau entrou dentro de mim! Me encheu todinha, e ele não parava de bombar e eu só gozava, gozava, gozava.

Mamou em meus peitos, quase conseguia colocar eles inteiros dentro da boca, apertava os biquinhos com os lábios, puxava, esticava, me fazia ficar louca, pedindo mais e mais.

E como conseguia segurar o gozo! Ele já havia me dito que demorava muito, mas sempre achei que isso era papo que fazia parte de cantadas... mas não, fiquei impressionada com a demora dele para gozar. E isso foi uma maravilha para mim, que aproveitei tudo!

Claro que depois de tanto tempo reprimidos, fariamos de tudo naquela hora. Meu cuzinho foi literalmente arrombado pelo cacetão de Duilio. Mas inebriada de gozo como eu estava, nem percebi se doeu ou não, deixei entrar tudo e pude gozar mais uma vez, quando ele, finalmente, derramou seu leitinho quente em meu buraquinho traseiro.

Fiquei prostrada na cama por alguns minutos. Só olhando para ele, sorrindo, e vendo um sorriso adorável no rosto dele.

Me carregou de novo para o chuveiro, deu-me outro banho, massageando meu corpo todo.

Queria mais, mas eu não aguentava.


Prometi - e cumpri - que nos veriamos de novo. E cada vez que nos vimos explodimos de prazer!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Júlia e o tio tarado...de novo!



Já fazia muito tempo que o tio de Julia viajara para a Europa. Ficara lá uns bons três meses. Quando estava para regressar, telefonou a ela e pediu que ela levasse uma faxineira em seu apartamento, para dar uma limpeza, afinal havia ficado fechado todo esse tempo. Julia tinha a chave, ele havia dado uma cópia a ela para ela entrar lá quando quisesse.
Julia fez como o tio pedira e até ajudou a faxineira, pois a quantidade de poeira no apartamento era assustadora!


Ficou sabendo da hora da chegada do tio, mas não foi recebe-lo no aeroporto. Preparou uma surpresa. Quando o tio abriu a porta, viu Julia deitada no sofá. Ela estava apenas de calcinha preta e uma camisetinha mini, de alcinha, também preta. Deitada preguiçosamente, ela sorriu para ele que ficou, claro, enlouquecido com aquela visão. Sentou-se ao lado dela e beijou-a sofregamente, enquanto sua mão esquerda alisava as belas pernas queimadas de sol da sobrinha.



Julia estava faminta por sexo e mais que depressa mandou a mão no pau do tio, por cima da calça mesmo. Sentiu ele ficando duro, muito duro... e seus biquinhos dos seios também começaram a ficar entumescidos, pois os carinhos que o tio fazia eram divinos!



O passo seguinte foi ela abrir a braguilha dele e segurar naquela vara que ela tanto apreciava e que já lhe dera tantos prazeres... enquanto punhetava o tio, continuava a beija-lo, enrolando sua lingua na dele. Não esperou muito tempo, afastou a calcinha e sentou-se na pica do tio, dando um gritinho de satisfação. Quanto tempo ela não sentia aquela vara dentro dela...






Em poucos minutos já estavam os dois nus, ele mamando em seus peitinhos e ela cavalgando como gostava e ele tambem.


- Quero tudo, hoje, tio... matar a saudade... você foi muito malvado me deixando três meses sem este pau gostoso... come minha bucetinha e depois vai comer meu cuzinho tambem, viu? nem pense em recusar... hoje mando eu!!!

Imagina se o tio iria recusar uma ordem dessa... Meteu em Julia até cansar e gozou, enchendo a camisinha... depois de um banho, com direito a massagens, voltaram para o sofá e ai foi a vez do cuzinho dela ser arrombado, mas como ela sentia prazer nisso!
Satisfeita, ela foi embora, prometendo voltar no dia seguinte...


No dia seguinte, ela realmente voltou. O tio havia trazido presentes para ela e para Lilian, sua irmã. Ela adorou os presentes e, para agradecer, levou o tio para a cama dele. Despiu-se vagarosamente, como num striptease, tirou a roupa dele e começou a fazer carinhos no pau dele. Ele abaixou a roupa dela, deixando seus seios à mostra e ficou afagando-os.



Ela fez o que não havia feito no dia anterior. Passou bons momentos chupando o pau do tio, pois sabia que ele adorava seus boquetes. Quando ele sentiu que, se ela continuasse ele iria gozar, parou, tirou toda a roupa dela e retribuiu a chupada, enfiando sua lingua grossa na bucetinha de Julia até que ela gozasse.


Depois colocou-a deitada de lado, ergueu a perna esquerda dela e penetrou naquela bucetinha já totalmente molhada, bombando sem parar. Mas ele sabia como Julia gostava de cavalgar, então deixou que ela sentasse e pulasse à vontade em sua pica.
Dando gritinhos de prazer, Julia gozou junto com ele.
Beijaram-se bastante, depois ela foi embora, com a certeza de que teria o tio muitas e muitas vezes nos próximos dias, para matar o desejo acumulado naqueles três meses de ausência.