terça-feira, 7 de abril de 2026

Ela foi nadar na casa do amigo

 Nadou e deu

(escrito por Kaplan)    

 

Uma coisa que sempre tivemos, felizmente, foi a amizade com pessoas as mais variadas e muitas delas bem abonadas, com casas em condomínios fechados, ou casas de praias, ou sitios... era uma grande variedade.

Muitos eram amigos que frequentavam o mesmo clube; outros eram vizinhos do sítio de uma das irmãs da Meg. Outros ficamos amigos devido às fotos de casamento. Nossos álbuns eram diferenciados, o que nos levava a ser procurados. E fizemos grandes amigos assim.

Um empresário que ficou nosso amigo foi o David. Muito rico, tinha uma casa enorme, uma mansão mesmo, num condomínio. Além da casa grande, ele tinha piscina, quadra de futebol de salão que podia ser utilizada para vôlei ou basquete. 


E ele era solteiro. Dizia sempre que não se casaria porque não admitiria ter de dividir sua riqueza em caso de divórcio, por exemplo. Custara muito a ter empresas e bens. Era egoísta nesse ponto.

E vivia nos convidando e a outros amigos e amigas para frequentarmos sua casa. Era um belo programa passar um fim de semana lá. Muita bebida, fina, muita comida, e os churrascos, os jogos de futebol, e até filmes que ele alugava e a gente via na sala da mansão.

Algumas vezes ele convidava Meg, eu e uma amiga. Só nos quatro e era para o que vocês estão pensando. Ele comia Meg, eu comia a amiga. Dormíamos os quatro na mesma cama e tinha swing, ele comendo a amiga, eu comendo a Meg. Muito bom!

E teve um feriado desses de meio da semana em que ele nos convidou, mas mesmo sendo feriado, eu tinha trabalhos fotográficos para fazer. Meg foi sozinha.

Mesmo sabendo que não precisava seduzi-lo, pois ele já estava seduzido por ela desde que a conheceu, ela caprichava nos biquínis. 



Imaginem o tesão dele vendo essa bunda maravilhosa deitada ao seu lado na piscina.

Então, o convite era para nadar lá. E ela nadava bem. Ele ficava na beirada só olhando ela mergulhando e nadando como se fosse uma competição.

Não demorava muito para ele tirar a sunga e mostrar o pau pra ela, já bem duro. Cena que a deixava fascinada.

Então ela saia da piscina e com  o corpo molhado chegava junto e fazia o boquete que ele queria. David era fascinado com a maneira de ela chupar seu pau, lamber, segurar as bolas... ele urrava de prazer. 



E sabia retribuir com língua  e dedos.

Ela quase chegava ao gozo com as chupadas dele. Eram ótimas, me falava sempre.

Depois... era a enfiada da vara na xota.

Xota já toda umedecida pela língua dele.

E ele sempre brincava que ia meter, mas ficava passando o pau nas redondezas, fazia que ia entrar mas só ficava na porta, até que ela suplicasse para ele não demorar mais.

Então enfiava e cutucava sem parar. 





E depois era o que ela mais gostava e ele sempre oferecia: uma bela cavalgada.

Os seios voavam, os cabelos se enroscavam, umedecidos pelo suor.

Geralmente era o clímax, mas as vezes ela demorava um pouco mais.

Queria experimentar mais alguma coisa.

E sempre tinha algo.

Uma vez ele enfiou um pepino na xota e o pau no cu. Dupla penetração. Foi tão bom que ela até levou a ideia pra casa. Gostei!

Terminaram por aquele momento.

Mas ficaram nus o tempo todo, inclusive dentro da casa, quando entraram para almoçar.

Ela pôs uma calcinha, só para tesar. Ele adorava ver ela tirando a calcinha, devagar, descendo, subindo, até que ela saia de vez. 


Ela ria do tesão dele ao ver esse modesto strip.

Aí, nua de todo, sentava no colo dele para almoçar, beber um bom vinho.

E o espertalhão aproveitava para deixar o pau dele dentro da xota. Era algo muito gostoso...

Terminado o almoço, ela o ajudou a lavar as louças e talheres, guardar o que restara a geladeira.

Resolveram tirar um cochilo. Ele deitou-se e ela ficou passeando pela sala, tampando os seios com as mãos, só pra tesar mesmo. 





Depois deitou e os dois dormiram. Não muito, teriam de voltar naquele dia mesmo.

Ficou a alegria daquele encontro, e a esperança de novos encontros. Nadar é bom, trepar é melhor ainda!

Aquela semana foi particularmente gostosa pra Meg. Depois daquela quarta feira na casa do David, ela recebe um convite de sua amada amiga Renata para “nadar” na casa dela.

Rindo muito porque mais uma vez eu ia ficar a ver navios, lá foi ela

Renata era lésbica e encontrara em Meg uma namorada que não era exclusiva porque se tratava de uma bissexual e casada. Vivia tentando Meg para me largar e ir viver com ela. Meg apenas sorria e cortava o barato do papo dela. Mas adorava a amiga.

E foi pra casa dela não apenas para nadar. Tal como na casa do David, nadar era só o pretexto para ardentes atitudes amorosas.

Renata já estava nua dentro da piscina. Sorriu pra Meg e falou para ela entrar também. Na mesma hora Meg se despiu e foi abraçar e beijar a amiga. 



E passaram a tarde toda na piscina e dentro da casa, deitadas na cama, beijando-se, amando-se, fizeram 69, velcro, tudo a que duas belas garotas tem direito.

Para Meg, foi uma das melhores semanas de sua vida.

 

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