quarta-feira, 8 de abril de 2026

Aquele sofá tinha histórias pra contar

 E eram historias muito proibidas!

(escrito por Kaplan)      

 

 

Sim, eram histórias muito proibidas. Porque envolviam dois irmãos, Rafaela e Gustavo.

23 e 24 anos eles tinham.

E já havia mais de dois anos que o sofá ficou sabendo das historias deles. Não apenas as que eles contavam um para o outro, mas também o que eles faziam ali.

No dia em que vamos contar  o que rolou, ele acabara de contar como conseguira pegar uma colega da faculdade.

- Ela sempre se fez de durona comigo. Eu sei que ela saia com vários caras, mas comigo ela fazia de conta que não sabia. Pois tanto insisti que ela cedeu. E foi uma trepada e tanto!

- Não sei porque ficam fazendo doce. Eu não fico ensebando não, se estou a fim trepo, se não estou a fim descarto, fico enrolando os caras não.

- É verdade, se você não fosse assim, a gente não teria feito nada até hoje.

- E por falar isso, que tal?

E já foi sentando no colo dele.

- É engano meu ou estou sentindo uma coisa dura me cutucando? Deixa eu ver. 


Ela estava de camiseta e short jeans.

Tirou a camiseta e balançou os seios no rosto dele.

E abaixou a calça dele.

Sim, lá estava ele, durinho!!!

- Acha que eu devo?

- O que?

- Fazer um boquete...

- Aceita uma sugestão?

- Aceito.

- Faz logo...

Ela riu e na mesma hora abaixou o corpo e engoliu o pau dele. 


- Você é a melhor chupadora que já tive.

- É o que todos dizem... vocês poderiam ser mais originais!

- Falo a verdade.

- Eu acredito, estava só brincando.

- E é verdade também que sua buceta é a que engole melhor meu pau. Tá sempre umedecida no ponto para ser penetrada.

- Acho que você está sugerindo que eu sente no seu pau...

- Pode acreditar... estou sim!

Ela deu um beijo estalado na boca do irmão e sentou-se para dar uma bela cavalgada. 



Ficou pulando bastante, mas de olho no relógio. Estava quase na hora da mãe chegar e ela nem podia nunca imaginar o que aquele sofá diria, se pudesse falar!

 

terça-feira, 7 de abril de 2026

Ela foi nadar na casa do amigo

 Nadou e deu

(escrito por Kaplan)    

 

Uma coisa que sempre tivemos, felizmente, foi a amizade com pessoas as mais variadas e muitas delas bem abonadas, com casas em condomínios fechados, ou casas de praias, ou sitios... era uma grande variedade.

Muitos eram amigos que frequentavam o mesmo clube; outros eram vizinhos do sítio de uma das irmãs da Meg. Outros ficamos amigos devido às fotos de casamento. Nossos álbuns eram diferenciados, o que nos levava a ser procurados. E fizemos grandes amigos assim.

Um empresário que ficou nosso amigo foi o David. Muito rico, tinha uma casa enorme, uma mansão mesmo, num condomínio. Além da casa grande, ele tinha piscina, quadra de futebol de salão que podia ser utilizada para vôlei ou basquete. 


E ele era solteiro. Dizia sempre que não se casaria porque não admitiria ter de dividir sua riqueza em caso de divórcio, por exemplo. Custara muito a ter empresas e bens. Era egoísta nesse ponto.

E vivia nos convidando e a outros amigos e amigas para frequentarmos sua casa. Era um belo programa passar um fim de semana lá. Muita bebida, fina, muita comida, e os churrascos, os jogos de futebol, e até filmes que ele alugava e a gente via na sala da mansão.

Algumas vezes ele convidava Meg, eu e uma amiga. Só nos quatro e era para o que vocês estão pensando. Ele comia Meg, eu comia a amiga. Dormíamos os quatro na mesma cama e tinha swing, ele comendo a amiga, eu comendo a Meg. Muito bom!

E teve um feriado desses de meio da semana em que ele nos convidou, mas mesmo sendo feriado, eu tinha trabalhos fotográficos para fazer. Meg foi sozinha.

Mesmo sabendo que não precisava seduzi-lo, pois ele já estava seduzido por ela desde que a conheceu, ela caprichava nos biquínis. 



Imaginem o tesão dele vendo essa bunda maravilhosa deitada ao seu lado na piscina.

Então, o convite era para nadar lá. E ela nadava bem. Ele ficava na beirada só olhando ela mergulhando e nadando como se fosse uma competição.

Não demorava muito para ele tirar a sunga e mostrar o pau pra ela, já bem duro. Cena que a deixava fascinada.

Então ela saia da piscina e com  o corpo molhado chegava junto e fazia o boquete que ele queria. David era fascinado com a maneira de ela chupar seu pau, lamber, segurar as bolas... ele urrava de prazer. 



E sabia retribuir com língua  e dedos.

Ela quase chegava ao gozo com as chupadas dele. Eram ótimas, me falava sempre.

Depois... era a enfiada da vara na xota.

Xota já toda umedecida pela língua dele.

E ele sempre brincava que ia meter, mas ficava passando o pau nas redondezas, fazia que ia entrar mas só ficava na porta, até que ela suplicasse para ele não demorar mais.

Então enfiava e cutucava sem parar. 





E depois era o que ela mais gostava e ele sempre oferecia: uma bela cavalgada.

Os seios voavam, os cabelos se enroscavam, umedecidos pelo suor.

Geralmente era o clímax, mas as vezes ela demorava um pouco mais.

Queria experimentar mais alguma coisa.

E sempre tinha algo.

Uma vez ele enfiou um pepino na xota e o pau no cu. Dupla penetração. Foi tão bom que ela até levou a ideia pra casa. Gostei!

Terminaram por aquele momento.

Mas ficaram nus o tempo todo, inclusive dentro da casa, quando entraram para almoçar.

Ela pôs uma calcinha, só para tesar. Ele adorava ver ela tirando a calcinha, devagar, descendo, subindo, até que ela saia de vez. 


Ela ria do tesão dele ao ver esse modesto strip.

Aí, nua de todo, sentava no colo dele para almoçar, beber um bom vinho.

E o espertalhão aproveitava para deixar o pau dele dentro da xota. Era algo muito gostoso...

Terminado o almoço, ela o ajudou a lavar as louças e talheres, guardar o que restara a geladeira.

Resolveram tirar um cochilo. Ele deitou-se e ela ficou passeando pela sala, tampando os seios com as mãos, só pra tesar mesmo. 





Depois deitou e os dois dormiram. Não muito, teriam de voltar naquele dia mesmo.

Ficou a alegria daquele encontro, e a esperança de novos encontros. Nadar é bom, trepar é melhor ainda!

Aquela semana foi particularmente gostosa pra Meg. Depois daquela quarta feira na casa do David, ela recebe um convite de sua amada amiga Renata para “nadar” na casa dela.

Rindo muito porque mais uma vez eu ia ficar a ver navios, lá foi ela

Renata era lésbica e encontrara em Meg uma namorada que não era exclusiva porque se tratava de uma bissexual e casada. Vivia tentando Meg para me largar e ir viver com ela. Meg apenas sorria e cortava o barato do papo dela. Mas adorava a amiga.

E foi pra casa dela não apenas para nadar. Tal como na casa do David, nadar era só o pretexto para ardentes atitudes amorosas.

Renata já estava nua dentro da piscina. Sorriu pra Meg e falou para ela entrar também. Na mesma hora Meg se despiu e foi abraçar e beijar a amiga. 



E passaram a tarde toda na piscina e dentro da casa, deitadas na cama, beijando-se, amando-se, fizeram 69, velcro, tudo a que duas belas garotas tem direito.

Para Meg, foi uma das melhores semanas de sua vida.

 

segunda-feira, 6 de abril de 2026

As duas se amavam, mas amavam o primo também

 Outra família feliz

(escrito por Kaplan)    

 

Pois estamos falando de duas amigas, Aline e Flávia. Desde a época do colégio que haviam experimentado relacionar-se amorosamente e praticamente se tornaram namoradas.

Só havia uma pessoa que sabia  da situação: o Daniel, que era primo da Aline.

Ele sabia porque, na mesma época em que sua prima e a Flavia começaram a se encontrar, ele e ela também faziam das suas. O segredo é a alma do negócio, já dizia o velho ditado.

E não demorou muito para que as transas se transformassem em belos ménages.

As duas estavam no maior bem bom, peladinhas, se tocando, se beijando... 



Ele chega.

Para e fica admirando os dois belos corpos naquele frenesi todo de amor lesbico.

Elas ficam um bom tempo sem notar a presença dele.

Quando o viram, desataram a rir.

Chamaram o Daniel.

- Ô, querido, a gente não sabia que você viria hoje. Então pensamos em nos divertir sozinhas. Mas agora que você chegou... junte-se às boas! Mas tem de tirar a roupa,pra gente ver esse pau lindo que você tem e que vai nos fazer muito felizes!

- Ele fica lindo vendo vocês duas em ação.

Tirou a roupa e sentou-se.

Uma de cada lado ficaram acariciando o rapaz e vendo que o pau dele só crescia...

E não deu outra... cairam de boca nele, fazendo boquetes, lambendo, chupando. 


Se tinha algo que ele curtia muito era esse boquete a duas bocas.

Era bom demais ver as duas lambendo e quando chegavam à cabeça, as bocas se encontravam e elas se davam gostosos beijos.olhavam pra ele e sorriam. Ele até fechava os olhos de tanto prazer.

- Quem quer cachorrinho hoje?

As duas levantaram as mãos mas ele disse que seria apenas uma, então elas tiraram o par ou impar e a Flávia ganhou.

Nem esperou. Ficou de quatro e recebeu a pica. 




Ele sempre fazia o sorteio, porque a outra iria cavalgar.

Ele não dava conta de dois cachorrinhos e duas cavalgadas no mesmo dia. Era o ponto fraco dele porque elas já haviam experimentado com um amigo que deu conta e elas ficaram tremendamente felizes com o resultado.

Mas como o Daniel era primo, elas não se incomodavam de ele não ser tão potente.

Então, depois de ter metido bastante na Flávia, a Aline puxou-o, deitou-o e sentou no pau dele, começando a cavalgada. 



A Flávia ficava ao lado, segurando a Aline e aproveitando para dar uns beijos nela, acariciar os seios.

Quando ela gozou, a Flávia voltou a ficar de quatro, também queria gozar. E conseguiu.

Apesar das deficiências, o Daniel conseguia satisfazer as duas amantes.

 

sexta-feira, 3 de abril de 2026

Tímida, ela foi posar no Studio

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quinta-feira, 2 de abril de 2026

O susto dele ao descobrir que ela era minha esposa

Foi muito divertido ver o apuro dele

(escrito por Kaplan)

 

 Estávamos numa praia normal. Nada de topless nem nudismo.

Eu me demorei um pouco no café do hotel e Meg, ansiosa para queimar seu corpo, foi na minha frente para a praia.

E no café fiquei conhecendo um hóspede que estava sozinho no hotel, chamava-se Tiago. Batemos um bom papo e fomos juntos para a barraca em que sempre ficava quando ia lá. Mas não falei da Meg, nem sei a razão.

Eis que quando a gente chegava, vimos ela tirando o short para ficar de biquíni. O Tiago quando viu, sem saber quem era ela, derramou-se em elogios. 


- Rapaz, olha só que bunda a daquela garota. Ah, se essa bunda fosse minha!

Resolvi que ia brincar com ele.

- De fato, maravilhosa...

- Será que ela está sozinha? Não vejo ninguém na mesa que ela ocupou.

- Pode ser, é comum encontrar moças que viajam a sós.

- Se estiver, vou cantar.  Olha lá, ela está indo nadar. Olha a bunda! O que é aquilo?

- Rapaz... é muito gostosa mesmo. 


- Vou lá. Vou entrar na água com ela e começar a cantada.

Deixei ele ir, morrendo de rir do que iria acontecer quando ele ficasse sabendo a verdade.

Ela me contou depois que ele se aproximou, cumprimentou-a e elogiou.

- Quando vimos você tirar o short e depois caminhar prá cá, eu e meu amigo não cansamos de te elogiar.

- Seu amigo? Quem é ele?

Ele apontou pra mim e ela sacou na hora que eu não tinha falado que éramos casados.

Então deu corda.

- Se eu fosse uma pessoa muito metida, ia ficar entusiasmada sabendo desses elogios de dois sujeitos boa pinta como vocês. Mas sou modesta, recebo seus elogios porque já recebi muitos.  



- Está hospedada aqui?

- Sim, no hotel X.

- Mas que boa surpresa... eu e ele também estamos hospedados lá. Será que isso é um bom motivo para convidá-la para jantar conosco?

- Humm... não sei... sou casada!

- Ah... que pena. Mas me desculpe, então, porque te vi sozinha. Seu marido não veio? Deixou você vir sozinha? Ele é doido a esse ponto?

Ela não se conteve... riu, gargalhou.

- Olha, não nos leve a mal, mas meu marido é o cara que veio com você... ele adora fazer essas brincadeiras. Olha lá como ele está rindo.

- Vou encher ele de porradas.

- Faz isso não... eu estou aceitando seu convite para jantarmos juntos. Vamos ficar todos amigos!

Voltaram para a barraca, ele me xingou um pouco mas logo aceitou a brincadeira numa boa. Passamos um dia animado e divertido.

E de noite, fomos jantar num restaurante que nós já conhecíamos. 




Ela caprichou no decote e no mostrar as pernas. Comecei a perceber que ela estava já interessada em conhecer melhor o Tiago.

Jantamos bem, tomamos belos vinhos.

E eu observando como ele ficava incomodado com os seios dela quase saindo do vestido, e arrepiando quando a perna dela – sem querer, querendo – encostava na dele.

Não demorou ele pedir licença pra ir ao banheiro.

- Acho que alguém está a fim de outro alguém... – disse eu pra ela.

- Confesso... fui descoberta. Mas você me dá razão? O cara é muito culto, adora cinema, como eu.

- E você fica tesando o coitado... ele deve ter ido bater uma punheta no banheiro.

- Será?

- Não duvido. Como vai ser, já quer transar com ele hoje?

Pode ser... ainda tenho um golpe para deixar ele bem entusiasmado.

- Qual vai ser?

- Me aguarde...

Ele voltou, batemos mais papos, e depois pedimos a conta e nos levantamos. Aí a Meg deu o golpe para ele não conseguir escapulir.

Fomos andando, mas passamos do hotel. Comecei a entender.

Ali havia uma região isolada, ninguém aparecia por lá. Tudo escuro.

Pois ela tirou o vestido e só de calcinha entrou no mar. E voltou sorridente, mostrando os seios a ele. 


Vestiu-se e fomos para o hotel.

Surpresa pra ele. Ela me deu um beijo e foi pro quarto dele.

Ele me olhou, sem entender. Fiz o sinal de positivo, ele aceitou.

Ela passou a noite lá. Trepou muito, gostou dele.

 Mas na noite seguinte teve ménage. Eu falei que queria participar da festa também. Eles aceitaram. E nas demais noites, ménage sempre!

  

quarta-feira, 1 de abril de 2026

A turista exibicionista em Paris

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