segunda-feira, 24 de março de 2025

Viver num sitio é bom, mas dá trabalho, precisa de recompensa!

  Ninguém melhor que Meg para recompensar!

(escrito por Meg no diário)                               

 

Eu adoro sítios, com muita natureza, me sinto bem à vontade. Talvez porque nasci numa cidade pequena, onde os quintais pareciam com os sítios atuais. Eram enormes, tinham muitas árvores frutífera, criava-se galinhas.

E as muitas árvores serviam, inclusive, para eu tesar meus primos que moravam próximo e que adoravam me ver subir nas mangueiras. Claro que eu subia peladinha... por isso eles nunca saíam do quintal da minha casa. 


Mas estou fugindo do assunto que me leva a escrever hoje.

É que atualmente eu não tenho sítio para morar, e acho que por sermos apenas eu e Kaplan, o trabalho seria muito grande.

Prefiro visitar o sítio de minha irmã, palco de muitas aventuras. Era bem grande também, tinha piscina, árvores frutíferas, galinheiro e um gramado enorme, que dava trabalho a gente limpar.

De vez em quando fazíamos um verdadeiro mutirão e ficávamos um sábado inteirinho para limpar tudo.

Até que minha irmã cansou e resolveu contratar um caseiro para fazer essas limpezas.

Encontrou um, bem bonito até. O Fabrício.

E como ele iria começar o trabalho numa quarta-feira, adivinha quem ela pediu que fosse explicar ao Fabrício como ela gostava que o trabalho fosse feito? Euzinha!!!

Adorei. E gostei demais do Fabrício.

Mas no primeiro dia só expliquei a ele e tesei com aqueles shorts e camisetas escandalosos que sempre uso. 



Limpamos o gramado, colhi os ovos das galinhas e levei pra dentro da casa, e fiquei conversando bastante com ele.

E foi bom porque percebi os olhares gulosos dele pra mim e no final do dia ele me disse que gostaria muito que eu voltasse lá na quinta-feira, “para ajudar a limpar tudo direitinho”.

Entendi o recado e na hora que ele se despediu, arrisquei dar um beijo na boca. Ele sorriu e se não tinha entendido ainda que eu estava a fim dele... era bobo.

Mas ele não tinha nada de bobo não. Ainda bem!

Então, estive lá no dia seguinte, como ele havia sugerido.

E mal cheguei já fui lascando um beijo nele.

- Ô safado, você pediu pra eu vir hoje não foi pra terminar o trabalho não, né?

- Gostei de ver como você entende rápido, e se veio é porque está a fim, certo?

- Certíssimo, vamos lá pra dentro da casa.



Fomos e ele me agarrou e comeu direitinho. Bom sujeito, o tal do Fabrício.

Estou aqui conferindo quais os dias que ele terá de voltar no sítio...

 

 

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