sexta-feira, 23 de outubro de 2026

Swing com Meg e Rejane

 Essas duas... terriveis!

(escrito por Kaplan)

 

Meg tinha feito grandes amigas na faculdade. Uma dela, a Rejane, foi parceira de muitas farras por aqui. Mas ela acabou casando e mudando para Maceió. Comunicavam-se por telefone, por cartas... mas a saudade era grande.

E um belo dia a Rejane a convidou pra ir lá. Disse que tinha coisas ótimas!

Ela logo entendeu.

E foi.

E não deu outra.

O marido da Rejane tinha ido a Portugal, a empresa em que ele trabalhava o enviou lá e ficaria cerca de 10 dias.

A Rejane não quis ir. Mas ela tinha excelente motivo.

Havia feito amizade com Estevão, um gatão, segundo ela.

E o gatão tinha um irmão, o Marcelo.

Quando a Meg chegou lá, ela já tinha feito dois ménages com eles.

E foi só apresentar a Meg... que o ménage virou swing!

A primeira vez foi no apartamento dela mesmo.

O tal do Marcelo nem esperou que as roupas de todos saíssem dos corpos ávidos. 





Com a Meg só de camiseta, ela a sentou em seu colo e mandou a mão na xotinha.

Aí, do lado, numa poltrona, o Estevão também pegou a Rejane.

Os gemidos eram altos, ouvidos... sem problema, porque era uma casa afastada, não havia ninguém por perto.

A rejane piscou pra Meg que entendeu, e aconteceu a primeira troca.

Ela foi chupar o pau do Marcelo e a Meg, já nua, sentou no cacete do Estevão.

Passo seguinte, outra piscada e nova troca.

Meg cavalgando o Marcelo e Rejane cavalgando o Estevão. 



Bem comidas, as duas.

Eles tiveram de ir embora, pois trabalhavam. Isso aconteceu das 7 às 8 da manhã!

Mas deixaram claro que no dia seguinte iriam navegar.

Meg ficou sem saber o que estavam insinuando.

Rejane explicou, o Marcelo tinha uma lancha. Iriam swingar dentro dela, em alto mar!

Elas combinaram tudo.

E quando a lancha saiu do ancoradouro, as duas começaram a se pegar, relembrando os bons tempos da faculdade.

E quando Rejane afastou a calcinha da Meg e deu-lhe uma bela chupada, os dois ficaram enlouquecidos e o Marcelo tratou de parar a lancha, os dois colocaram os paus à disposição delas.

Como elas chuparam!





E logo o Marcelo estava comendo a Rejane, em pé, ela apoiando-se no teto da lancha!

E a Meg? 

O Estevão deitou e ela sentou no pau dele, pulando sem medo!

Iam trocar?

Claro, swing é troca de casais, não é mesmo?

Então a Rejane foi sentar no pau do Estevão e a Meg acabou levando uma tora para dentro do seu cuzinho. 



Lógico que a Rejane também teve o dela penetrado... imagina se não iria!

Foi uma senhora farra.

Ainda treparam mais vezes, afinal, era sábado e eles tinham o dia inteiro para ficarem na lancha.

terça-feira, 20 de outubro de 2026

Cecilia e Paulinha pegando amigo na casa de praia dele

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segunda-feira, 19 de outubro de 2026

Quando a sobrinha vai visitar o tio e pega ele com a mão na pica..

 Esses tios... essas sobrinhas....

(escrito por Kaplan)   

 

Realmente... Tomaz já entrava nos seus 6.0 e tinha uma sobrinha, linda, a Josilaine, que não chegara ainda à metade da idade dele.

Mas amavam-se.

Ele morava sozinho e ela, muito prestativa, vivia indo ao apartamento dele, providenciava muita coisa que ele precisava, às vezes almoçavam juntos... tudo muito legal.

A família dela considerava uma atitude realmente digna.

Só que...

Aconteceu uma vez e depois outras vezes...

Ela chegou ao apartamento dele, tinha a chave, entrou e foi procurar por ele.

Encontrou-o num dos quartos, onde ele tinha uma espécie de escritório, mesa para computador. Ele ficava muito  lá, apreciava essa novidade tecnológica.

Ela o encontrou lá. Mas de um jeito que nunca tinha pensado. 



Ele estava vendo o computador, de fato. Só que assistia a um vídeo pornô, desses muitos que aparecem por aí.

E pensando estar sozinho, tirara o pau pra fora da calça e batia uma gostosa punheta!

Ela ficou espantada.

Não com o que ele via.

Mas com o que ela viu. Que pauzão!!!

Nunca imaginara!

Chegou perto dele.

Assustado, ele tentou enfiar o pau dentro da calça, mas ela não deixou.

- Tio Tomaz... o que estou vendo?

- Desculpa, Josi... falha minha, desculpa!

- Normal, tio. Ver pornô é legal. Mas o que estou vendo é isso que o senhor tem... Por que nunca me mostrou?

- Ora, você é minha sobrinha!

- E daí? Sou mulher e gosto muito dessas coisas... deixa eu ver de perto...

Chegou-se com a cara quase encostando nele.

Não aguentou só olhar, pegou e ficou punhetando...

Adivinha!

Ele gozou na cara dela!  





- Ah, tio... isso não se faz!

- Me desculpa...

- Vou me lavar e volto. Não guarde... deixa ele aí.

Quando ela voltou, tornou a pegar.

E fez boquete.

O tio só não caiu duro porque estava sentado.

- Tio... eu ando fazendo coisas boas com meu namorado. Quero fazer contigo também...

- Menina...

- Mas tem um detalhe.

- Qual?

- Não pode na frente... só atrás.

- Tomas cuidado, hein?

- Claro... é preciso. O senhor gosta?

- Sempre quis fazer, mas a viúva não gostava, dizia que na frente se põe, atrás é só pra  sair...

- hihihihihi...

- Nunca fiz.

- Vai fazer então...

Como não tinha nada para usar, pegou um óleo, besuntou o cuzinho e o pau do tio, tirou a roupa toda, ele ficou admirado.

E sentou no pau dele, deixando que ele entrasse lá. 

Pulou até!

Ele aguentou bem.

Ela estava acostumada, chegou a gozar.

Imagina como foram as próximas idas dela à casa do tio Tomaz!!!

sexta-feira, 16 de outubro de 2026

Cecília já fazia das suas quando tinha 19 anos

 E os estudos requeriam mais um participante    

(escrito por Kaplan)

 

Terrível mesmo, ela. Antes dos 18, ainda no colégio, já era conhecida como a pegadora. O que isso quer dizer? Exatamente o que todos vocês pensaram, ela pegava os colegas, tanto os da sala em que ela estudava, quanto os das salas ao lado. E eram seis salas! Naquele andar, mas ela não teve condições de visitar as salas dos dois andares abaixo... kkkk

E me excitava contando o que fazia. Por sorte, ficava só nos amassos, chupadas... nunca deu nem na frente nem atrás. Me contou que tinha medo de possíveis consequências.

Até que ela tinha um pouco de juízo.. Eu também cheguei a conhecer a boca dela em meu pau.


Mas depois que entrou pra faculdade, aí ela aprontou. De tudo. 

E continuava me contando.

Conheceu e ficou amiga de dois colegas de sala, o Herculano e o Ladislau.

Ficou amiga, eu disse?

Ô Kaplan, presta atenção...

Ela virou a gata dos dois. Aí buracos foram todos devidamente preenchidos.

E como não podia fazer nada na casa dela, nem nas casas deles... é claro que vinha fazer aqui no meu apartamento. A Meg incentivava mas, geralmente, não participava.

Mas como eu e ela sempre fomos curiosos, dávamos um jeito de assistir.

E vimos um dia.

Ela já estava nua ao receber os dois.

Que trataram de tirar as roupas imediatamente e oferecer seus paus a ela. Um era bem grande, o outro era médio. Mas mal tiravam as calças, já mostravam a dureza. E ela não perdia um minuto sequer... tratava de colocar os dois na boca.



Meg quase arrancava meu pau, de tanta excitação. Via que Cecília havia aprendido direitinho como se faz um boquete. Ela que ensinara tudo.

Depois de bons momentos de chupadas, Cecília ficou ajoelhada no sofá. Um deles continuou dando o pau pra ela chupar e o outro foi meter, de cachorrinho.

Faziam barulho!

E não era pouco!

Que gostoso que era a gente vendo o pau entrar e sair da xotinha, balançando ela todinha!

E o safado que comia a xotinha, não perdeu tempo...

Enfiou no cuzinho também! 




Ela não era fácil... e era o primeiro ano de trepadas dela!

Meg segredou:

- Aposto que ela vai fazer uma DP com eles.

- Será?

- Com certeza já fez e deve ter gostado. Vai repetir.

- Se você ganhar eu quero um anal, tá?

- Prêmio muito comum, pateta... achei que você ia convidar aquele de pau grande pra fazer DP comigo...

- Posso fazer...

- Adoraria! Mas vamos ver se estou certa.

Ela estava. O passo seguinte foi o que estava comendo o cuzinho continuar, e o outro meter na xotinha dela. Ela urrava! 



Bem, final da História: acabaram, os dois foram embora e ela veio, peladinha, nos contar. Como se nós não tivéssemos visto!

Bom é que depois a Meg pagou a aposta...

 

quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Fotografando na biblioteca do escritor

 Não era o primeiro, nem seria o último!

(escrito por  Kaplan)

 

Meg e eu moramos em muitos prédios desta nossa cidade. Antes de comprarmos um apartamento que foi o definitivo, e onde eu resido até hoje, moramos de aluguel em uns oito ou nove, se não me engano.

E quase sempre eram prédios altos, com muitos apartamentos. Consequentemente, com centenas de moradores, muitos dos quais se tornaram nossos amigos e outros tantos conhecerem as delícias de ficar numa cama com Meg.

E tinha de tudo: engenheiros, médicos, advogados, empresários diversos, músicos, poetas, escritores. Algumas das aventuras dela com tais vizinhos já foram narrados aqui.

A história de hoje é dela com um escritor, o Pedro, autor de diversos livros, alguns de conteúdo erótico, outros eram romances mais leves.

E quando nos conhecemos, logo se estabeleceu um bom laço de amigos vicinais.Claro que ganhamos alguns livros escritos por ele, que tanto Meg quanto eu lemos e gostamos.

Um dia, ela e ele se encontraram no elevador e subiram só os dois. Ele morava um andar abaixo do nosso.

E como Meg elogiara muito um dos livros dele, ele a convidou para conhecer sua biblioteca e como ela estava sem nada pra fazer, desceu com ele e foi ver os livros. 


Ficou maravilhada. Eram três paredes de um quarto com estantes do chão ao teto e ela julgou que havia mais de 3000 livros ali. Ele afirmou que sim, na verdade, ele tinha 5000 livros naquele quarto.

Ele disse que ficou envergonhada.

- Nossa, Pedro... eu achava que lá em casa tínhamos muitos livros, mas não chega nem a um décimo do que você tem. Que maravilha! Já leu todos?

- Eu diria que 90%. Ainda restam alguns, que andei comprando na última bienal e não os li, mas vou ler.

- E dando uma olhada rápida, vejo que os assuntos são bem variados, hein? Economia, Sociologia, Religião, História, Filosofia... bem interessante isso. A nossa é mais direcionada para artes, fotografia. É o que vivemos, é disso que trabalhamos...

- Eu gostaria de conhecer.

- Tudo bem, podemos ir lá agora, sempre mantenho tudo arrumado.

Levou-o ao nosso apartamento.

E no corredor da sala ao quarto-biblioteca, havia alguns quadros pendurados na parede... e na maioria deles, ela aparecia bem à vontade... entendem? Nua ou seminua. 




Ele ficou encantado, parou para examinar todos os quadros, nem se lembrava mais dos livros!

- Eu já tinha ouvido falar que o casal tinha a fotografia como atividade, mas não imaginava que você, além de fotógrafa, fosse também modelo. E de primeira qualidade!

- Obrigada... fico feliz que tenha gostado.

- Gostado? Amei! Nunca pensaram em publicar um livro com essas fotos e com outras que vocês devem ter tirado ao longo da vida? Merecem um livro! Eu compraria com prazer!

- É uma ideia... quem sabe a gente possa fazer isso juntos? Entramos com as fotos e você com poemas sobre cada uma delas... que tal?

- Já aceitei! Vamos fazer sim. Conheço boas editoras. É livro para fazer sucesso!

Aproveitando a ideia, já que ela começava a ficar com tesão com o Pedro, ela sugeriu que poderíamos tirar fotos na biblioteca dele. Ele ficou arrepiado. Que ideia maravilhosa era aquela.

Então, quando Kaplan chegou, à noite, fomos ao apartamento do Pedro e discutimos a ideia, aprovada por unanimidade. E marcamos as fotos que Kaplan faria de mim na biblioteca dele no sábado seguinte.

Chegando em nosso apartamento, Kaplan, rindo muito, entendeu meu interesse nas fotos na biblioteca do Pedro.

- Você não me engana, safadinha... já vi que arrumou alguém para se divertir bastante...

Ela não podia negar.

As fotos foram feitas, então. 






Ela já foi só de camiseta e calcinha... ainda bem que não vimos ninguém na escada!

E o que ela fez foi um autêntico strip tease. Foi tirando a camiseta, posando só de calcinha e depois foi tirando a dita cuja, até ficar totalmente despida.






O Pedro assistia,de boca aberta. Acho que ele nunca tinha pensado em ver o que estava vendo! 







Quando terminamos as fotos, ela continuou nua. Ele nos ofereceu vinho, que aceitamos e ela ali na frente dele, sorridente, nua, bebendo...

Fomos embora, ela falou com ele que eu iria revelar o filme na segunda feira e na terça de manhã ela iria trazer as fotos para ele ver. E me contar...

- Nem preciso dizer que trepamos loucamente na terça feira.... preciso?

E bom que ele era um belo amante... me deu bons momentos de prazer.

Sim, não ficou só naquele dia... imagina!

 

 

domingo, 11 de outubro de 2026

No Canadá, Cecília passou um dia na casa de um senhor

 Ele foi muito recomendado!

(escrito por Cecília)   

 

Cecília gostava muito de viajar. Andou pelas Europas da vida e também veio conhecer melhor alguns países da América.

Um desses países foi o Canadá.

Uma amiga recomendou e mais, deu a ela o endereço de um senhor que morava sozinho e alugava quartos da casa para complementar a renda.

Era o senhor Robert.

Ela o procurou e logo estava morando lá. 





Ele era muito atencioso e fez questão de mostrar a ela os locais mais interessantes da cidade onde morava.

Ela ficou encantada com ele.

E acabou tendo maus pensamentos.... se é que vocês me entendem.

Mas antes ligou pra amiga que o recomendara e quis saber se podia executar o plano maligno. A amiga deu uma gargalhada.

- Por que você acha que eu te recomendei? Ele tem um pau muito bom!!! Aproveitei bastante quando estive ai. Aproveite também!

Pronto. Era o que Cecília precisava saber.

No dia seguinte, ao acordar, ela desceu para a cozinha usando um short minúsculo e uma blusa menor ainda, amarrada abaixo dos seios. Que estavam desprotegidos, ou seja, sem um sutiã.

E falou que queria agradecer a hospitalidade.

E começou a dançar, olhando fixamente pra ele e vendo que o pau subia... a calça dele não era muito forte, mostrava!

A blusinha foi a primeira a sumir. 



Sentada no sofá, ela começou a abrir o shortinho.

Os olhos dele vibravam!

O shortinho sumiu.

E ela exibiu tudo que tinha de melhor.

E ele gostou.

E começou a mostrar o que ele tinha de melhor.

Ela arregalou os olhos quando viu. A amiga não tinha mentido.

Sentado no sofá, ele acariciava o pau. Parecia que ele nem parava de crescer.

Ela sentou ao lado dele.

Deu-lhe um beijo.

E caiu de boca no pau. Como foi gostoso chupar aquela pica enorme! 





Sentou nele. Pulou selvalgemente, ele aguentava tudo.

E ela se retorcia toda.

Levantou depois da primeira gozada.

Ficou em pé, depois ajoelhou no sofá.

Ele chegou por trás dela.

Comeu seu cuzinho. Ela gemia, mas não era de dor. Era de prazer. 



Gostaram muito, e repetiram todos os cinco dias em que ela ainda ficou hospedada lá.

Ele disse que se ela quisesse mudar pro Canadá, poderia morar em definitivo com ele.

Ela ficou de pensar...