Nadou e deu
(escrito por Kaplan)
Uma coisa
que sempre tivemos, felizmente, foi a amizade com pessoas as mais variadas e
muitas delas bem abonadas, com casas em condomínios fechados, ou casas de
praias, ou sitios... era uma grande variedade.
Muitos
eram amigos que frequentavam o mesmo clube; outros eram vizinhos do sítio de
uma das irmãs da Meg. Outros ficamos amigos devido às fotos de casamento.
Nossos álbuns eram diferenciados, o que nos levava a ser procurados. E fizemos
grandes amigos assim.
Um
empresário que ficou nosso amigo foi o David. Muito rico, tinha uma casa
enorme, uma mansão mesmo, num condomínio. Além da casa grande, ele tinha
piscina, quadra de futebol de salão que podia ser utilizada para vôlei ou
basquete.
E ele era
solteiro. Dizia sempre que não se casaria porque não admitiria ter de dividir sua
riqueza em caso de divórcio, por exemplo. Custara muito a ter empresas e bens.
Era egoísta nesse ponto.
E vivia
nos convidando e a outros amigos e amigas para frequentarmos sua casa. Era um
belo programa passar um fim de semana lá. Muita bebida, fina, muita comida, e
os churrascos, os jogos de futebol, e até filmes que ele alugava e a gente via
na sala da mansão.
Algumas
vezes ele convidava Meg, eu e uma amiga. Só nos quatro e era para o que vocês
estão pensando. Ele comia Meg, eu comia a amiga. Dormíamos os quatro na mesma
cama e tinha swing, ele comendo a amiga, eu comendo a Meg. Muito bom!
E teve um
feriado desses de meio da semana em que ele nos convidou, mas mesmo sendo
feriado, eu tinha trabalhos fotográficos para fazer. Meg foi sozinha.
Mesmo
sabendo que não precisava seduzi-lo, pois ele já estava seduzido por ela desde
que a conheceu, ela caprichava nos biquínis.
Imaginem
o tesão dele vendo essa bunda maravilhosa deitada ao seu lado na piscina.
Então, o
convite era para nadar lá. E ela nadava bem. Ele ficava na beirada só olhando
ela mergulhando e nadando como se fosse uma competição.
Não
demorava muito para ele tirar a sunga e mostrar o pau pra ela, já bem duro.
Cena que a deixava fascinada.
Então ela
saia da piscina e com o corpo molhado
chegava junto e fazia o boquete que ele queria. David era fascinado com a
maneira de ela chupar seu pau, lamber, segurar as bolas... ele urrava de
prazer.
E sabia
retribuir com língua e dedos.
Ela quase
chegava ao gozo com as chupadas dele. Eram ótimas, me falava sempre.
Depois...
era a enfiada da vara na xota.
Xota já
toda umedecida pela língua dele.
E ele
sempre brincava que ia meter, mas ficava passando o pau nas redondezas, fazia
que ia entrar mas só ficava na porta, até que ela suplicasse para ele não
demorar mais.
Então
enfiava e cutucava sem parar.
E depois
era o que ela mais gostava e ele sempre oferecia: uma bela cavalgada.
Os seios
voavam, os cabelos se enroscavam, umedecidos pelo suor.
Geralmente
era o clímax, mas as vezes ela demorava um pouco mais.
Queria
experimentar mais alguma coisa.
E sempre
tinha algo.
Uma vez
ele enfiou um pepino na xota e o pau no cu. Dupla penetração. Foi tão bom que
ela até levou a ideia pra casa. Gostei!
Terminaram
por aquele momento.
Mas
ficaram nus o tempo todo, inclusive dentro da casa, quando entraram para
almoçar.
Ela pôs
uma calcinha, só para tesar. Ele adorava ver ela tirando a calcinha, devagar,
descendo, subindo, até que ela saia de vez.
Ela ria
do tesão dele ao ver esse modesto strip.
Aí, nua
de todo, sentava no colo dele para almoçar, beber um bom vinho.
E o
espertalhão aproveitava para deixar o pau dele dentro da xota. Era algo muito
gostoso...
Terminado
o almoço, ela o ajudou a lavar as louças e talheres, guardar o que restara a geladeira.
Resolveram
tirar um cochilo. Ele deitou-se e ela ficou passeando pela sala, tampando os
seios com as mãos, só pra tesar mesmo.
Depois
deitou e os dois dormiram. Não muito, teriam de voltar naquele dia mesmo.
Ficou a
alegria daquele encontro, e a esperança de novos encontros. Nadar é bom, trepar
é melhor ainda!
Aquela
semana foi particularmente gostosa pra Meg. Depois daquela quarta feira na casa
do David, ela recebe um convite de sua amada amiga Renata para “nadar” na casa
dela.
Rindo muito
porque mais uma vez eu ia ficar a ver navios, lá foi ela
Renata
era lésbica e encontrara em Meg uma namorada que não era exclusiva porque se
tratava de uma bissexual e casada. Vivia tentando Meg para me largar e ir viver
com ela. Meg apenas sorria e cortava o barato do papo dela. Mas adorava a
amiga.
E foi pra
casa dela não apenas para nadar. Tal como na casa do David, nadar era só o
pretexto para ardentes atitudes amorosas.
Renata já
estava nua dentro da piscina. Sorriu pra Meg e falou para ela entrar também. Na
mesma hora Meg se despiu e foi abraçar e beijar a amiga.
E
passaram a tarde toda na piscina e dentro da casa, deitadas na cama,
beijando-se, amando-se, fizeram 69, velcro, tudo a que duas belas garotas tem
direito.
Para Meg,
foi uma das melhores semanas de sua vida.