sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Tio safadão e sobrinha safadinha

 Eles se entendiam...

(escrito por Kaplan)

 

Esses dois realmente eram muito safados. Analu adorava passar algumas horas na casa do tio Efraim. Ela dizia pros pais que ia assistir TV na casa dele, porque ele tinha um pacote com dezenas de filmes à disposição. Os pais não se incomodavam.

Ela tinha até uma roupa especial, guardada na casa do tio, para “assistir” TV com ele.  



Então, a primeira coisa era chegar e vestir a tal roupa. Um simples short e uma mais simples ainda camiseta.

Então os dois iam pra sala, deitavam-se no sofá, ligavam a TV porque ela precisaria contar que filme assistiram.

E logo a mãozinha esperta dele começava a passar nas coxas dela.

Como se fosse um ritual, ela esbravejava, dizia que queria ver o filme... era um filme o que eles faziam todas as tardes.

Logo a mão dele fazia a camiseta subir... subir... e os peitinhos lindos dela apareciam e ele podia pegar neles.



Ela fingia que não queria... mas já tinha mais de cinco anos que aquelas cenas se repetiam, começara no aniversário dela de 19 anos.

Ele voltava com a mão para  as pernas, o shortinho bem largo permitia que seus dedos encostassem na xotinha da Analu. Que começava a ficar arrepiada...

Suspendia mais o short. Pronto, a xotinha estava descoberta e ele apertava, enfiava um dedo... até ela começar a gemer de satisfação.

- Ai, tio.. ai...tioooo...

- Você vai querer que eu faça aquelas coisas gostosas, igual toda vez?

- Claro.... faz sim... tira meu shortinho...





Ele tirou e ficou elogiando o belo corpo da sobrinha... xotinha lisinha, que ele amava...

E tratou de dar prazer a ela... beijou, lambeu... chupou.

Ela gemia... como gostava daquilo!

- Agora, põe ele...

Ele punha mas antes esfregava o pau na xotinha... esfregava bastante e só depois é que metia.

Ela se sacudia toda. Ter aquela vara dentro dela... que delícia que era!

E ela gozava sempre.

E ele só depois dela. 



E despejava na barriguinha dela. Que passava a mão e se lambuzava toda, levava os dedos ensopados até a boca, lambia eles...

- Nossa tio... bom demais, como sempre. Agora voltemos ao filme, tenho que contar tudo dele quando chegar em casa!

 

 

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Negão massagista comia todas

 Poderoso, ele!

 (escrito por Kaplan)

 

É claro que Meg iria querer experimentar. Amiga esteve num hotel onde havia um serviço de massagem. A cliente podia escolher onde seria feita a massagem, numa pequena sala perto da recepção ou no próprio quarto. Nem preciso dizer que a amiga escolheu o quarto,quando viu que o massagista era um negão fortíssimo. E não se arrependeu porque depois da massagem, muito boa, por sinal, eles treparam. E a trepada também foi muito boa.

Lá foi a Meg se hospedar no tal hotel.

Marcou a massagem para o quarto e na hora determinada, já se aprontou. 



Pôs uma lingerie supersexy. Ficou na cama, esperando o negão aparecer, e ele apareceu na hora marcada.

Ela já tinha conversado com ele e ele sabia o que ela precisava.

Então preparou os óleos e falou para ela ficar de bruços.

Ela obedeceu e a bunda dela ficou praticamente toda visível, porque só tinha um cordãozinho que passava pelo reguinho...

Ele começou a massagem pelas pernas. Mãos poderosas. Ela estava gostando. Mas adorou quando ele começou a massagear sua bunda. Que loucura! 





Encerrada essa parte,ele falou para ela ficar de costas.

E foi a vez de a barriguinha e os seios... que ele fez questão de tirar o sutiã dela e massageou os seios com toda a competência.

Pra ela, já estava ótimo.

- Agora, amigo, vamos àquela parte que minha amiga tanto elogiou.

Ele ficou em pé ao lado dela, que na mesma hora abaixou a bermuda dele.

Senhor! O que era “aquilo”?

Teve de experimentar, tentou um boquete mas o bicho não cabia na boca... era grande e grosso!



Rendeu-se à chupada na xotinha.

Que língua mais poderosa!

E ele gostava mesmo de chupar uma xota... ficou bastante tempo, ela quase chegou ao orgasmo só com a língua dele!

Ele a puxou para a parte final da cama. Ela sabia o que ia rolar.

Ele, em pé, só foi enfiando o caralhão na xotinha dela.

E como ele metia gostoso...





Depois ele foi deitando por cima dela, sem tirar o pau... era o próprio papai e mamãe... quanto tempo ela não fazia aquilo!

Comeu-a de quatro.

De frango assado.

Ela o cavalgou.

Estava tão molhada que nem sentia a grossura do bicho.

Gozou horrores. 



E chupou de novo, até ele gozar em sua boca.

- Amigo... que loucura... minha amiga te elogiou não foi a toa.

- Obrigado...

- Você tem mais horários livres esta semana?

- Lamento... todos os horários ocupados.

- Humm... e passar uma noite aqui comigo?

- Aí o hotel não permite.

- Vou ter de esperar muito tempo então até te encontrar de novo.

- Estou sempre aqui. Como o dono é gay e eu tenho de comê-lo de vez em quando, não irá me demitir nunca...

 

 

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

O vizinho mais espetacular que tivemos

Esse foi um dos primeiros, mas traçou direitinho!

(escrito por Kaplan)

 

Sim, como vocês já sabem, vizinhos sempre existiram em nossa vida. Não importa em que edifício a gente morava, sempre tinha um, ou vários que gostavam muito de frequentar nosso apartamento.

O que vou contar hoje é interessante, por ter sido o primeiro de todos.

Quando nos mudamos da nossa casinha inicial e fomos, pela primeira vez, morar num edifício de apartamentos,é que a coisa aconteceu.

Compreende-se, não estávamos habituados à rotina de conviver com muita gente.

E o apartamento para o qual mudamos andava precisando de uns consertos, que os moradores de primeira viagem só descobriram quando já tínhamos feito a mudança.

Ainda meio atarefados e atarantados, num dos primeiros dias, quando estávamos no elevador (íamos morar no 806) , ficamos conhecendo o senhor Olívio, que residia no 405. 


Ele nos olhou e começou a conversar. Era mais velho, devia ter 50 e poucos anos, quase o dobro de nossas idades.

- Vocês são o casal que se mudou agora, não é?

- Sim – respondi – e a Meg ficou só ouvindo.

- Pois meu nome é Olívio, moro aqui no 405 e o que precisarem podem vir me falar, sou viúvo, sei como é complicado mudar. Fico em casa praticamente os dias todos e estou à disposição.

- Não queremos abusar...

- Não vão, pelo contrário, vão me arrumar coisas pra fazer, vou adorar ajudá-los!

Ele desceu, nós continuamos e Meg comentou que parecia ser uma boa pessoa. Concordei. Ele inspirava confiança.

No dia seguinte, quando eu já me preparava para sair, ela me perguntou se eu poderia passar no 405 e perguntar pro seu Olívio se ele conseguia destravar a cama, que tinha feito ruídos demais naquela noite. Acho que eu não tinha armado ela direito. 



Dali a pouco batem a campainha. Era o seu Olívio que veio para tentar resolver o problema da cama. Ela estava só com um vestido curtinho, e pra variar, sem sutiã e sem calcinha. Mas ele não ficou olhando. Foram diretos para o quarto, ela o ajudou a tirar o colchão e ele examinou as peças.

- Vou ter de desarmar e armar de novo. Tudo bem?

- Tá, fique à vontade, eu vou passar uma vassoura na casa.

Deixou ele lá, e se surpreendeu, não demorou nem 15 minutos para ele a chamar.

- Acho que tá resolvido. Pode deitar e ver se continua o barulho. 




Deitou e acho que deu um lance de bunda... ele tossiu. De fato não havia mais barulho.

- Nossa, seu Olívio. Nem sei como agradecer.

- Precisa agradecer não. Tem mais alguma coisa que posso te ajudar? Aproveita que estou de folga!

- Ah... deixa eu ver...

Ficaram conversando enquanto ela pensava, e acabou conhecendo muito da vida dele. Era mesmo uma figura interessante. E ela acabou tendo outro tipo de interesse, e resolveu colocar à prova o vizinho.

- Tem sim, eu estou pensando como decorar essa parede atrás da cama.Não gosto de paredes nuas. O que você acha que poderia colocar?

- Penso que quadros. Uns dois ou três, dependendo do tamanho. Mas seria interessante que os quadros tivessem um tema único, tipo marinhas, ou montanhas... vocês tem quadros assim?

- Não, mas temos fotos. Meu marido é fotógrafo e vive tirando fotos minhas. Deixa eu pegar aqui em cima do armário. 



E ela pegou uma escada e foi subindo, ele ficou embaixo, segurando a escada com medo dela cair. E aí ele viu de novo... que bunda... que xota...

Ela pegou três quadros e os entregou. Ele colocou na cama enquanto ela descia. E ela viu que ele estava de pau duro. E ficou mais ainda quando ela desembrulhou os quadros... eram fotos dela, nua!






- Nossa... que fotos maravilhosas...

- Obrigada! E estou vendo que o seu Olívio ficou excitado...

- Como não ficar? Primeiro, vendo ao vivo e a cores você no alto da escada, e agora nessas fotos... não me leve a mal...

- Claro que não levo... é um grande elogio!

Notou que ele ficava olhando sem parar para ela.

- Estou achando que o senhor está querendo ter uma prova de que sou eu mesma nas fotos... acertei?

- Bem... pode ser?

- Claro!

E ela tirou o vestidinho. Completamente nua na frente dele. Vendo o pau dele quase furar a calça... 


- Deixa eu ver o senhor também...

Ele não precisava de um convite melhor do que esse.

Despiu-se rapidinho. Colocaram os quadros no chão, deitaram-se na cama e transaram. Uma transa demorada, sensível, gostosa demais.

Só depois de terem gozado é que ele se lembrou que Meg era casada.

- Seu marido vai querer me matar se souber disso...

- Vai não... não precisa se preocupar com ele. Ele é bem liberal.

- Não sei... acho que abusei.

- Mas você disse que podíamos usar e abusar de você, não disse?

- É, mas não era isso que eu tinha pensado.

- Fica calmo. Gostei demais de abusar de você, e vou querer abusar mais... tem tanta coisa aqui nesse apartamento para ser consertada...

Cheguei em casa, ela me contou tudo. 



E aí me habituei a chegar em casa e ficar sabendo que ele consertou o sifão da pia da cozinha, que ele apertou direito os parafusos do armário, montou as cortinas da sala, colocou um espelho no corredor, consertou o forno, a máquina de lavar, quando a TV que eu tinha comprado chegou ele a instalou e assistiram a um filme juntos, pelados e comendo pipoca...

Foi uma festa geral a história dela com nosso primeiro vizinho!

 

 

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

As surpresas de Denise

 Antigas, mas deliciosas surpresas!

(escrito por Kaplan e Denise)

 

Estávamos, Paulinha, Cecília e eu em meu apartamento, conversando, contando as ultimas novidades, quando a Denise chegou.

A cara dela dizia alguma coisa diferente. 




E ela notou que nós tínhamos percebido.

- Tá na cara que tenho novidades, né?

- Sim senhora... e parece que são muito boas!

Ela deu uma gargalhada e confessou.

- Sim, ótimas, não sei se você notou, querido, que tem uma semana que eu não venho aqui.

- Claro que notei, mas esse período entre natal e ano novo você sempre viaja, por isso não fiquei preocupado.

- De fato, mas eu não viajei não.

- Então desembucha... estamos curiosos!

Ela contou:

- Olha, tenho que partir do inicio pra vocês entenderem. Quando eu estava quase aposentando lá no colégio em que trabalhava, eu tive uma turma de terceiro ano ótima, acho que a melhor turma que já tive. Pessoal super alegre, brincalhão, me elegeram a “miss professora”, uma gracinha. 


E na última semana de aula, já com provas feitas, todo mundo aprovado, eu tinha ainda dois encontros com a turma.

E no primeiro, só pra constar, porque não tinha mais matéria alguma a ser dada, eles me fizeram uma provocação:

- Denise (eles nunca me chamavam de professora) , que tal fazermos uma coisa bem diferente?

- Como assim?

- Vamos jogar truco. O Gláucio e você. Se ele ganhar, ele vai te pedir uma coisa e você não poderá recusar. Se você ganhar, você é que pedirá a ele e ele não poderá recusar.

Eu estava tão feliz com o fim do ano, que não percebi que poderia ter alguma maldade na brincadeira.

Só pedi que seria uma “melhor de três”. Eles concordaram.

Nem preciso dizer que perdi, né?

E aí veio o pedido, que me deixou arrepiada. Eles queriam que na aula seguinte eu fosse com uma roupa bem sensual para eles me fotografarem e guardarem como lembrança da melhor professora que eles tiveram.

Argumentei, claro.

- Gente, vamos com calma. Eu, mesmo correndo risco, aceito a brincadeira. Mas quero pedir a vocês que, com muita tranquilidade, entendam que estou a dois anos de me aposentar. E se a direção da escola descobrir essas fotos, eu serei demitida e me arrebento toda, porque nenhum colégio vai me contratar sabendo que eu me aposento em tão curto tempo. Adoro vocês, falei que iria aceitar o pedido deles, mas queria que todos e todas me prometessem que seria algo a ficar apenas entre nós. Eles concordaram. 



Aí fui pra casa pensando que roupa eu usaria. Optei por uma mini saia preta, curtinha mesmo, e duas blusas, uma preta e uma branca. Para não despertar suspeitas no colégio, naquele dia eu fui com meu guarda pó. Fechado, ninguém viu o que eu estava vestindo.

Os meninos ficaram surpresos quando me viram com o guarda pó, e já iam protestar que não tinha nada sensual, quando eu abri e eles viram a mini saia e a blusa. 



O Gláucio levara a máquina. E começou a me fotografar, eles falavam como queriam, essas coisas. E um deles ficava vigiando para ninguém entrar na sala.

Aí foram dirigindo. Queriam fotos minhas escrevendo no quadro, e ficavam elogiando minha bunda, os safados. Confesso que estava preocupada, mas gostando...

Queriam fotos minhas dando lances. E ainda falaram algo que eu não sabia: queriam lances como eu dava quando eles estavam fazendo provas e eu ficava sentada corrigindo provas e trabalhos.

Vi que alguns estavam até de paus duros. E as meninas morrendo de rir. 



Ele tirou muitas fotos.

Quando terminou o filme, eles me agradeceram, vieram se despedir, pois era a última aula, ganhei beijos no rosto e uns dois até se atreveram a me dar um selinho. Ganharam um tapa na bunda para deixarem de ser safados.


O  Gláucio falou que assim que iria viajar com o pai e quando voltasse iria me procurar para me dar as cópias.

Bem, entrei de férias, veio o novo ano, eu até esqueci do que tinha feito.

E nada do Gláucio aparecer. Aí eu me lembraria.

Acabou meu período de trabalho, me aposentei. Nem me lembrava das fotos.

Até que antes do natal deste ano, a secretária do colégio me ligou. Falou que tinha um ex-aluno que queria me encontrar, se ela poderia dar meu endereço a ele. Perguntei o nome, ela falou Gláucio, aí lembrei e falei que ela poderia dar sim. 



Deu meu telefone também e ele me ligou perguntando que hora poderia ir no meu apartamento para entregar “aquela encomenda” que estava me devendo.

Marquei com ele. Ele foi. Nossa, como tinha crescido, tinha virado um homem, com seus 21 anos. E quase caiu duro, porque resolvi brincar com ele. Fiquei só com lingerie. E foi assim que abri a porta.

- Você gostou de me ver com roupas sensuais na ultima aula... eu gostaria de ter ido assim, mas não podia... 



Ele esqueceu que eu tinha sido professora! Rssss.   Me agarrou, abraçou, beijou, declarou seu amor por mim.

Não tivemos dúvida... no sofá mesmo trepamos pela primeira vez, ele todo feliz, me encheu de porra... rimos demais!

E aí ficamos conversando e ele me mostrando as fotos que tirara e levara.

E foi comentando o que os colegas diziam quando viam.

Sim, na festa de fim de ano ele levou as fotos e todos e todas viram. E os comentários foram muitos. E as ações também.

- Lembra dessa aqui? A Luisa falou que ia arrumar sua calcinha e na verdade ela fez um fio dental, ficou parecendo que você estava nua 


- Denise, o que essa foto recebeu de punhetas... você nem imagina! Fizemos até um concurso lá.

- De quem batia mais?

- Sim.

- E quem anotava para saberem o resultado?

- As meninas cuidavam disso, quando alguém falava que estava com vontade, elas iam junto e comprovavam.

- Elas viam vocês batendo punhetas?

- Viam... kkkk

- E depois vocês as comiam... safados e safadas!

- Eu tirei o segundo lugar. Bati 6, o Marco Tulio ganhou, bateu 8.

- Misericórdia...

E continuamos a ver as fotos. Trouxe algumas aqui procês verem.

E nós vimos.















Aí falei com ele:

- Você vai dormir comigo hoje, né?

- Já que você insiste...

Mais trepadas, ele é bom nisso.

E de manhã... mais uma!

Logo depois do café, que fiz pelada e ele chegou pelado e trepamos gostoso na cozinha. 




Aí... depois desse primeiro encontro... tivemos mais três...

Por isso que sumi esses dias... vocês me perdoam?

 

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Ela topou fazer o filme pornô, mas sem filmar!

 Mais uma maluquice da Cecília!

(escrito por Kaplan)

 

Ela me contou, mas disse que estava com preguiça de escrever e falou pra eu fazer isso.

Foi o seguinte: ela tinha um grande amigo, até já tinham transado algumas vezes, e ele vivia fazendo vídeos para colocar nas redes sociais. Ela gostava muito do que ele fazia.

Vai que um dia ele a chamou para ser a atriz de um filme que ele estava programando.

Ela achou que seria um filme normal, aceitou e foi até o local onde ele fazia as filmagens. Não sabia o que seria, então foi vestida de forma simples, imaginando que ele teria lá o que fosse necessário. 





Aí teve uma surpresa.

Ele disse que estava esperando um amigo para começar a filmagem.

Ela, curiosa, perguntou o que ele pretendia, afinal não era atriz profissional.

Na maior cara de pau ele disse que seria um filme erótico.

Ela arregalou os olhos.

- Como assim? Filme pornô? E eu vou atuar ou trepar com quem? Conheço? Ficou doido? E vai passar isso nas redes? Tô fora! Pode ligar pro seu amigo e falar para ele não aparecer por aqui. Não topo mesmo!

- Puxa... pensei que pelo nosso histórico você não recusaria...

- Já recusei. Liga pra ele e fala pra não vir.

Fazer o que? Ele telefonou e despachou o cara.

Ela ficou chateada duas vezes. Primeiro pela ideia do filme, segundo porque seu amigo ficou frustrado. Então resolveu algo diferente.

- Olha... vamos fazer o seguinte, pra você ficar com uma cara melhor. Vamos fazer o que você pretendia, mas eu e você, nada de outro cara por aqui.

- Mas como vou filmar?

- Você não vai filmar. Nós vamos fazer o filme pornô, sem filme!!!

- Oh, Cecília... só você mesmo...

E ela tirou o vestido, mostrando que estava a fim de fazer o que dissera.

Só de calcinha e sutiã, ficou provocando o amigo cineasta. 



Ele deve ter pensado que dos males, o menor!

Chegou perto dela e deixou que ela tirasse sua calça e colocasse o pau pra fora. Ela já conhecia,sabia que era de bom tamanho e gostoso de ser chupado.

Então fez um boquete bem demorado, para ele ficar animado.

E já sem roupa, porque ele arrancara o sutiã e a calcinha dela, ela ajoelhou num sofá que tinha ali e ele foi conferir aquela bundinha deliciosa dela. Meteu com gosto! 





- Já imaginou o sucesso que iria fazer se eu topasse? Você aguentaria me ver sendo comida pelo cara que você tinha chamado?

- Pensei nisso... não sei como eu iria reagir...

Ela deitou-se no sofá e ele sentou na frente dela, levantou suas pernas e meteu de novo.

Estava bom demais!

Ela gemia, ria... sabia que iria ter um gozo fenomenal, ele sempre proporcionara isso a ela.

Cavalgou, em seguida. 



E ali, pulando desenfreadamente, ela teve seu gozo.

- Só não vou dar o cu procê hoje, porque você teve uma ideia muito maligna a meu respeito, viu?

- Tá bem... aceito o castigo.

Ela se vestiu e falou:

- Toda vez que você tiver vontade de fazer filme pornô comigo, mas sem filmar, pode me chamar. Virei com prazer! Adoro você!