quarta-feira, 16 de outubro de 2024

Denise foi nadar de topless... ai rolou

Se não rolasse... era gay!

(escrito por Kaplan)   

 

Outro dia, a propósito do que vou contar agora, fiquei reparando como as mulheres da minha vida conseguiram se relacionar com homens e mulheres, mas principalmente homens bem de vida e que proporcionaram a elas momentos fantásticos. Meg, Denise, Paulinha, Helena e Cecília sempre tiveram uma facilidade muito grande para conseguir essas amizades. Claro que fisicamente todas elas são de tirar o chapéu, mas não eram apenas os dotes físicos que levavam as pessoas a ficar deslumbradas com elas.

Denise, que é a que vai nos ocupar agora, é um bom exemplo.

Veio me contar que ia dar uma viajada com o Sinval.

- Quem? Sinval? Quem é este? 



- Amor, é um cara muito bacana que fiquei conhecendo no aniversário de uma amiga comum. Não sei se ela já tinha falado com ele sobre minha pessoa, o fato é que ele não desgrudou de mim na festa inteira. Também... o broche que prendia meu vestido caiu, alguém pisou nele e eu tive de ficar praticamente com os seios de fora... E me convidou para passar um fim de semana numa praia onde ele tem uma casa.

- Entendi... um fim de semana de trepação é o que te aguarda.

Ela deu uma gargalhada.

- Acredito que sim, porque quando falei de você, ele insistiu em que o convite era só pra mim...

- Tá bom, vai lá e depois me conta.

E ela contou os detalhes todos.

Casa bacana, e da sala se passava para a área da piscina.

Ele já falara da piscina, então ela levou um biquíni.

Chegaram, arrumaram as coisas, ele ficou só de sunga, sentou numa cadeira na sala e ficou lendo uns papeis. Ela o chamou para nadar, ele disse que ela podia começar, em pouco tempo ele terminava o que estava fazendo e iria ter com ela.

Ela foi, ficou olhando e resolveu que ia fazer topless, porque não havia ninguém capaz de enxergar aquela piscina. E entrou na piscina.  Nada muito bem, a danadinha. 



Nisso, o Sinval terminara o que estava fazendo e foi ver Denise na piscina. Não entrou, ficou ainda dentro da sala, mas olhando pra ela. Que acabou saindo da água e foi até ele.

Recebeu elogios.

- É uma sereia que vi nadando?

- Não chega a tanto...

- Que belo corpo você tem!

- Você já tinha visto boa parte dele na festa...

- Verdade... mas ver por inteiro é muito mais gratificante. Vem cá.

Ele sentou e a colocou em pé na cadeira, a xotinha ficou na altura exata da boca e ela ganhou uma belíssima chupada. Gostou demais!

- Bem, Sinval... não entendo porque você ainda está com essa sunga...

- Estou esperando você a tirar...

- Safadinho, hein? 


Ela tirou e ajoelhou no chão para fazer um boquete gostoso.

E depois, sem ele sair da cadeira, fez ela sentar em seu pau e ela cavalgou.

Levantou, fez ela ficar curvada sobre uma mesa e penetrou-a por trás. A força que ele punha nas estocadas fazia com que os seios dela quase caíssem no chão, de tanto que eles pulavam.

O gozo dela foi fantástico e o dele foi gozando nos seios dela. 



Daí foram para o chuveiro que tinha próximo à piscina, ele lavou direitinho os seios dela e foram nadar.

Bem... encurtando a história. Mais três trepadas no sábado e mais duas no domingo, antes de retornarem. Com a promessa de voltarem lá!

 

Meg tinha seus dias lésbicos. Adorava também!

Ela teve muitas amigas com quem partilhou ótimos momentos!

(escrito por Meg, no diário)     

 

Sim, isso acontecia mesmo. Uma das amigas era a Hérica, uma loura gostosíssima que eu comeria de bom grado... se ela fosse bi, mas não era. Morava próximo de nós e portanto ia muito lá em casa, como nesse dia que Meg contou:

 

Essa minha amiga Hérica é o que se pode chamar de amante especial. Hoje ela me telefonou às 9 horas da manhã, eu mal tinha acordado e tomado meu café. Queria saber se eu já tinha tomado banho e como falei que não, pediu que eu esperasse ela chegar que ela queria me dar um banho bem gostoso. Falei que já ia entrar no chuveiro e ela poderia entrar no apartamento pois eu deixaria a porta aberta. Ela mora pertinho, em menos de 5 minutos já aparecia, sorridente, no banheiro, enrolada numa toalha. Fiquei pensando se ela veio de toalha no meio da rua ou se tirou a roupa na sala e colocou a toalha. Devia ter sido isso.

E eu nem tinha ligado o chuveiro ainda!

Aí... ela não me deu banho, ou melhor, deu foi um banho de língua, me lambeu o corpo todo, especialmente minha xotinha, que adorava as chupadas dela. 



Eu estava em pé e tive de me apoiar bem na parede para não cair de tão boa foi a chupada que ela me deu hoje.

E quando ela punha dois dedos na xota e ficava cutucando e me fazendo gemer e ela falava que eu não precisava ter casado com um homem porque os dedos dela faziam a mesma coisa que um pau faz. Eu ria, já tinha explicado a ela que tudo é bom, mas o pau tem um sabor especial, isso tem.

- Console-se, Hérica. Sua chupada é a melhor de todas... mas... um pau tem seu lugar.

Ela não gostava muito.

Acabava que eu tinha de retribuir o carinho dela para não deixá-la triste... 



Eu também gostava muito de chupar uma xota... a dela, então, era especial mesmo!

 

E acreditem, até a Paulinha, sobrinha da Meg, entrava na dança lésbica. Aliás, quem ensinou os segredos e as vantagens da transa de uma mulher com outra foi justamente a Meg. E Paulinha sempre gostou e de vez em quando as duas se enrolavam na cama ou em qualquer lugar interessante.

 

 Estou muito feliz. Paulinha veio me procurar hoje para irmos, só nós duas, na casa de campo de um casal que ela conhece. Eles iriam fazer uma viagem de uma semana e pediram a ela que desse um pulo lá, dia sim, dia não, para verificar se estava tudo em ordem. Claro que tinham um caseiro, mas ele só aparecia nas quartas-feiras.

Então Paulinha combinou com o casal que iria lá na segunda e na sexta.

E me convidou para uma a sexta-feira que tinha nascido com um sol esplendoroso. Pegamos nossos biquinis e fomos. Afinal, talvez não ficássemos sozinhas.

Chegando lá, pusemos os biquinis e fomos dar um giro pela propriedade. A piscina estava limpa, sinal de que o caseiro tinha ido e feito a limpeza.

Depois de quase duas horas tomando sol e nadando... começamos a perceber que estávamos mesmo sozinhas por ali. Não vimos passar ninguém pela estrada, o caseiro não sabíamos por onde andava, então resolvemos nadar nuas. 


E aí... elogios aos corpos... corpos que se uniam, beijos que eram dados e deitamos ali mesmo e começamos uma gostosa transa. Como sempre entre mulheres, beijos, lambidas, dedos..

Eu a beijava, chupava sua xotinha, enfiava meus dedos nela.

Ela me devolvia todos esses carinhos.

Não podia faltar o delicioso velcro, com nossas xotinhas se esfregando uma na outra. 



E ainda a masturbei ao mesmo tempo em que ela me masturbava também.

Quem disse que 69 só pode ser feito por mulher com homem?

Sabem de nada, tadinhos!

sexta-feira, 11 de outubro de 2024

Uma surpresa na piscina


O que seria surpresa?

(escrito por Kaplan) 

 

A bela morena Maitê, com aquele corpaço que a natureza lhe deu, estava calmamente sentada na beira da piscina de sua casa. O silêncio era total, ouviam-se apenas o farfalhar das folhas das árvores e o canto suave de passarinhos que sempre ficavam por ali, admirando a bela.

Depois de ficar bons minutos tomando sol, resolveu nadar. 





Nadava muito bem, já disputara campeonatos no clube, e demonstrara resistência e rapidez. Todos a admiravam por isso.

Um cara que a admirava e a desejava era o Afonso, que morava próximo. Aliás, me permitam dizer agora algo que deveria ter dito mais cedo: as casas a que me refiro ficavam num condomínio bem chic que havia na redondeza da capital, onde residiam.

Mas nas férias... quem é que tirava a Maitê daquela piscina e da verdadeira pista de caminhada que eram as estradinhas do condomínio? E ela fazia questão de desfilar ali, mostrando seu belo corpo pouco escondido pelos shorts e camisetas decotadas que ela fazia questão de usar! 



Mergulhou e ficou bom tempo dentro d’agua, só levantou o rosto quando ouviu que mais alguém pulara na piscina. Apavorada, tentou ver quem era e ficou calma quando reconheceu seu amigo Afonso. Ele entrara sorrateiramente pelo muro do quintal e pulara na piscina. Estava decidido a ver se havia algo mais que amizade entre eles.

- Me assustou, cara!

- Desculpe, mas eu queria mesmo te assustar!

Ela deu uma gargalhada enquanto via ele se aproximando cada vez mais dela.

Não era boba. Já tinha visto muitos olhares dele pra ela. E sabia que mais dia, menos dia ia rolar alguma coisa. Ela gostava muito dele.

Não se incomodou, portanto quando ele chegou mais perto ainda, segurou em seu corpo com as mãos logo abaixo do sutiã e a beijou. 





Ela correspondeu ao beijo e depois sorriu.

- Tá rindo de que?

- Sabe que eu já tinha imaginado essa cena? Nós dois aqui, só nós dois e você me pegando dentro da piscina...

- Hummm... que bom, mas na sua imaginação não ia ter só um beijo, aposto!

Outro sorriso.

- Claro que não.

- O que mais tinha?


Ela, sem responder, levou a mão à bermuda dele, abaixou-a e pegou no pau.

Adorou quando ele levou a mão para dentro da calcinha e acariciou sua xota.

O sutiã foi tirado e os seios conheceram a boca sedenta dele, que mamou bem gostoso.

A calcinha também desapareceu do corpo dela, assim como a bermuda do corpo dele.

E ela sentiu o pau procurando onde deveria entrar... ajudou-o e logo ele começava a bombar dentro dela. Era diferente, bem diferente, ser comida dentro d’agua, estava gostando! 

Mas não demorou para que ele a levasse a se sentar na beirada da piscina e ele, em pé na frente dela, tornou a meter. Ela gemia, era bom demais. Que surpresa boa tinha sido aquela.

Gozou e ele também, despejando tudo em seu ventre.


Férias... só ela na casa nos dias de semana... o convite para ele voltar não demorou a ser feito e a ser aceito!


Ele chegou elogiando, ela caiu nos braços dele!

 Coisas incríveis acontecem

(escrito por Kaplan)

 

Naiara e Ivan moravam no mesmo edifício. Se conheciam, eram simpáticos um ao outro, mas ainda não tinha acontecido nada entre eles. Só olhares.. muitos olhares.

Teve um dia em que ela estava sentada num balanço no parquinho que tinha ali perto e ele chegou.

- Olha só quem eu vejo! A garota mais linda do pedaço!



- Eu? Puxa, obrigada...

- Naiara, tenho de confessar que tenho uma quedinha muito grande por você. Topa ir no meu apartamento, não tem ninguém lá!

- Olha que esses convites são perigosos...

- Por você eu corro todos os riscos!

- Adorei... vamos lá!

Foram e logo já estavam no sofá, tirando as roupas. Ela ficou nua primeiro, e ele ficou encantado de ver o corpo dela. 






E ela o ajudou a tirar a roupa e ficou encantada de ver o pauzão dele.

- Nossa! Isso tudo? Por que nunca me falou?

- Faltou coragem,mas hoje eu tive.

- Vou te dar um prêmio.

Ajoelhada ali no sofá ela começou um belo boquete nele, que ficava passando a mão no corpo dela, na bundinha, nos peitinhos... e ela tava que chupava!

Parou de chupar, masturbou-o, lambeu o pau todo.

E tornou a chupar. 



Até que ele não aguentou mais e deitou-a no sofá e começou a meter, furiosamente. Ela pediu calma, mas ele continuava, desesperado... comeu-a de frango assado, de ladinho e depois gozou nos seios dela. Ela ficou na mão...

Vestiram-se e ficaram na cozinha, comendo um sanduiche. Ela criou coragem para perguntar se ele tinha muita experiência e ficou sabendo que não.

Aí... o pai dele chegou. Era o Aristides. Elogiou muito a Naiara.

- Que gata mais bonita é essa que você arrumou, filho!

- Ela tem seios lindos, pai... vou te mostrar.   



E para espanto dela, ele abaixou sua camiseta e mostrou os seios pra ele. Que na mesma hora pegou e mamou. O espanto cedeu lugar ao prazer... eita que o pai sabia mais das coisas que o filho.

E o pai era um safado. Tirou o short e a calcinha dela e deu-lhe um belo banho na xota. Ela estremeceu. Agora, sim, estava tendo prazer!

E quis agradecer... abriu a calça dele, viu o pau, maior que o do filho. E tratou de fazer o boquete mais interessante do dia. Que dureza! E ele enfiava o pau na sua boca e fazia ele tremer, ela quase gozava!

Claro que ele a comeu também. E de um jeito maduro, mais calmo, que fez ela esquecer a péssima trepada anterior. 





Cavalgou-o gostosamente. O pai logo sentiu que o filho não fizera nada daquilo e ficou dando lições a ele de como fazer. Depois que ela gozou, ele gozou nos seios dela.

Feliz da vida, ela foi pra casa dela.

Na primeira chance em que encontrou o Aristides, falou que queria mais.

Para não despertar suspeitas, ele a levou a um motel.

Foi uma das tardes mais gostosas que ela já teve.  




Fizeram de tudo, treparam bastante, tomaram banho juntos, ele convenceu-a a dar o cuzinho, coisa que ela nunca tinha feito. Deu. Não achou tão ruim assim, mas preferia dar a xotinha...

Questão de gosto, né?

Aí o pai passou a ser o amante. O filho perdeu a chance...

 

 

 

Meg deu bonito pro caseiro maduro

 O marimbondo ajudou...

(escrito por Meg, no diário)

 

É isso. Pra variar, toda vez que algo mudava no sítio, a irmã da Meg aproveitava que ela não trabalhava e pedia pra ela ir conferir.

Meg não achava ruim não. Geralmente era coisa pequena e ela aproveitava para nadar e descansar.

Dessa vez era um novo caseiro, o Irineu.

 

Lá vamos nós de novo... minha irmã arrumou um novo caseiro que ia começar na segunda feira e ela não teve tempo de organizar a vida dele, ou seja, o que ele tinha de fazer durante a semana.

A única coisa que eu sabia do tal Irineu era que ele já tinha mais idade. Ela não soube precisar quantos anos ele tinha, mas fiquei sabendo quando o conheci, ele tinha 56 anos.

Fiquei pensando se ele teria a energia necessária para fazer tanta coisa que tinha de ser feita, mas ele me garantiu que tinha sim, então fui passando as coisas para ele.

Ele resolveu cuidar de algumas coisas dentro da casa primeiro e aí iria fazer um pequeno almoço também.  



Pus meu biquíni, bem pequeno como todos os que eu tinha e notei que ele me encarou grande... deve ter gostado do que viu. Fui nadar e fiquei lendo até a hora que ele me chamou para o almoço.

Aí sentamos numa mesa ao ar livre e ficamos conversando enquanto devorávamos o belo almoço que ele fez. Aí aconteceu algo horrível.

Um marimbondo me deu uma picada, bem na coxa. Gritei de dor, sai pulando sem saber o que fazer. Ele me olhava sem entender. Custei a falar o que era.

Ele olhou minha coxa. Falou para eu esperar, entrou, pegou algum remédio que nem sei o que era, e passou, delicadamente... o suficiente para eu ficar arrepiada e ele notou. Vi que deu um sorriso e falou que junto com aquele remédio, tinha de fazer outra coisa. E me deu um beijo na coxa. Aí eu não arrepiei não, me derreti toda! Resolvi na hora que ia dar pra ele.

Gosto de homens atrevidos, mas que não são grosseiros. Aquele beijo dele na minha coxa me ganhou bonito!

Tirei o biquíni. Abracei-o e falei para ele tirar a roupa. Ficou receoso, ai deitei na mesa e falei que precisava de beijos perto de onde o marimbondo picara.

Ele entendeu. Que bom! Não foi só beijo... foi uma bela chupada que ganhei!  


O que eu tinha de fazer, então?

Claro... pegar o pau dele e dar uma chupada para ficar na história!

Tirei a roupa dele toda... tinha um corpo ainda bem formado.

Deitei-o na mesa e fiz o boquete lá. 





E aproveitando que ele estava deitado, subi na mesa e sentei no pau dele. Não ia perder a chance de pular bastante...

Depois de muito pular, ele levantou e me deixou deitada, com a buceta bem perto do final da mesa. Em pé, ali, ele me penetrou e me fez gozar bonito demais! 



- Dona Meg... que loucura!

- Loucura é você me chamar de dona... por favor... se me chamar assim de novo nunca mais venho trepar com você.

Ele riu e prometeu que não faria mais.

- Vem sempre aqui?

- Sempre não, mas venho muitas vezes, no fim de semana e aproveito para ficar mais uns dias depois que o pessoal regressa. Meu marido também vem, mas ele vai embora numa boa, mesmo sabendo das travessuras que pretendo fazer com você. Trate de garantir seu emprego, viu?

 

 

segunda-feira, 7 de outubro de 2024

O pedreiro tanto insistiu que comeu as duas

 Titulo estranho... mas foi isso mesmo!

(escrito por Kaplan)    

 

Telefonema de Beatriz para Laura.

- Amiga, preciso de você.

- Aconteceu alguma coisa? 



- Bem, não, quer dizer, sim, está acontecendo. Vem cá!

- Me conta primeiro. Vai falando enquanto troco de roupa.

- Você sabe que estamos reformando a casa, né? pois então, meu marido tá às voltas com aquelas conferências de trabalho, tá no Rio e me pediu para ficar tomando conta do pedreiro, ele acha que o pedreiro faz corpo mole só para conseguir ganhar mais.

- E qual o problema?

- É que ele me canta sem parar e eu estou quase dando pra ele. Vem pra cá pra me ajudar a sair dessa!

Morrendo de rir, Laura terminou de se arrumar e correu para a casa da amiga. Encontrou-a sentada num andaime dentro da casa, conversando com o pedreiro que estava tentando explicar a ela porque a obra demorava mais do que o previsto. 






Ela sentou-se ao lado da Beatriz e ficaram balançando as pernas e o pedreiro só falando.

E ele pedia às duas para descerem, ele precisava fotografar para mandar pro dono da casa e ver o que fazer.

Com muito custo as duas desceram.

E aí aconteceu o que a Beatriz temia... não resistiu aos encantos do Carlos, o pedreiro. Nem a Laura. As duas tiraram os shortinhos e se ofereceram pra ele de um jeito que ele não imaginava. Enquanto a Beatriz ficava sentada com as pernas abertas, a Laura ficava curvada, chupando a buceta da amiga e dando a bunda pro pedreiro.

E ele estava doido pra comer a Beatriz, que só ficou se masturbando enquanto a Laura friccionava o pau dele com os pés...

Mas aí, chega de brincadeira...  



Lá foi a Beatriz sentar na vara do Carlos. Era o que ela temia, mas ao mesmo tempo o que ela desejava desde que ele começou a trabalhar lá. Resistiu o quanto pôde...

E ele se fartou comendo as duas. Que ficaram ali o dia inteiro... e toda hora o chamavam para dar pra ele. Era bom de cama, o pedreiro.

- Meninas, tá tudo ótimo, mas seu marido vai ficar bravo com a demora.

- Preocupa não, eu vou falar com ele que você me explicou direitinho o que teve de mudar no plano original da reforma e por isso você terá de ficar mais uma semana aqui... ele não vem tão cedo, esse trabalho dele sempre é fora daqui, vamos nos divertir pra valer.

- Já que a senhora falou, meu lema é “a freguesa sempre tem razão”.

- Isso... tira o macacão e vem enfiar essa vara na gente de novo!

 

Denise se masturbava na sauna quando o encarregado entrou e viu

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