quarta-feira, 21 de julho de 2021

Chuva, carona, filme, transa... que belo roteiro!

No final, ela adorou ter-se molhado...

(escrito por Kaplan)   

E eis que a Samira foi apanhada de surpresa por uma bela chuva. Estava a pé, na rua, encharcou-se e ficou desesperada, custou a achar uma marquise onde se abrigou e ficou esperando a chuva passar. Mas demorou muito e por sorte, ela viu um carro parando próximo, o vidro do passageiro sendo aberto e uma cara conhecida, o Odair.

Conseguiu a melhor carona da vida dela. Entrou no carro, o Odair estava indo para sua casa, ali perto; ela morava do outro lado da cidade!

- Samira, fica calma... você não pode ficar molhada assim não. Vou te levar em minha casa, você vai tomar um banho bem quentinho, vou te dar umas roupas minhas para você vestir enquanto as suas eu coloco na secadeira. Não pode ficar com roupa molhada assim, você vai gripar na certa!

- Está bem, obrigada, aceito isso! Você foi minha salvação hoje. 


Uma blusa muito reveladora....

Ele não conseguia desviar os olhos da blusa dela, molhada, mostrando os seios...

Logo chegaram ao apartamento dele. Ele a levou ao banheiro, pediu que ela tirasse a roupa para ele colocar na máquina e se preparava para ir buscar uma toalha quando teve a surpresa de ver que ela tirou a roupa toda na frente dele. Que espetáculo era aquele!

Tremendo, ele pegou as roupas, levou correndo para a máquina, foi pegar a toalha e levou para ela que já estava debaixo do chuveiro. Colocou a toalha lá e saiu, mas deixou a porta entreaberta, pois teve uma ideia bem sacana: filmar a amiga tomando banho.

Era um filme a ser guardado debaixo de sete chaves. Nunca imaginara ter uma gata como a Samira, nua, dentro de sua casa, tomando banho, se enxugando... tinha de filmar o máximo possível, antes que ela visse. Estava disposto a ouvir protestos, ela iria xingar, mas valia a pena.

E aí... a surpresa maior! Ela viu que ele estava filmando. 



Ele estava filmando o banho dela... ela gostou!

Levou um susto, mas logo se recompôs e não criou caso algum, pelo contrário, até demorou um pouco mais no banho e logo em seguida ele teve de parar de filmar. Não que ela pedisse, mas porque ela o chamou para o chuveiro, junto com ela.

Aquela chuva fora abençoada. Não apenas teve a visão da Samira nua, como agora tinha chance de tocá-la e ser tocado por ela.

Tirou a roupa e entrou no boxe.

- Você foi muito safado em me filmar... mas eu não me importo. Sei que você gosta de mim, eu também gosto de você e quero te agradecer o carinho de me tirar da chuva hoje.

Sem esperar resposta, ela se ajoelhou e deu uma bela chupada no pau dele, que endureceu totalmente dentro da boca da Samira.

Terminaram o banho, saíram do boxe, se enxugaram e foram direto pra sala, ele sentou-se num pequeno sofá, ela pegou na bolsa uma camisinha, colocou nele e sentou.

- Odair, você já sonhou que trepava comigo algum dia?

- Me pegou... já...

- Eu também... só que nunca imaginei como isso iria acontecer. Afinal, tenho um namorado prá lá de ciumento... mas tivemos esse dia de sorte. Aproveitemos!

E ela cavalgou, muito, gemendo, feliz da vida.

Depois ela desceu o corpo, ficando deitada de lado e ele, atrás dela, tornou a meter e a bombar.

Em seguida, ele levantou, ajoelhou no tapete e meteu de novo. Ela gozou.

- Odair... gosta de anal? Se gosta, aproveite, sei lá se teremos outra chance... eu quero tudo!

Ele não estava acreditando. Devia ser um sonho.

Enfiou com tanta vontade que ela reclamou.

- Ai... calma! Devagar!

- Desculpa! Foi a emoção...

- Tudo bem... deixa eu sentar de novo, é mais tranquilo pra mim.


E tudo aconteceu como se fosse um sonho...


E sentou, enfiando o pau no cuzinho e deu umas boas puladas. Ele gozou logo, era muito tesão num dia só!

- Nossa... bom demais, meu amigo! Será que as roupas secaram? Preciso ir, aproveitar que a chuva parou.

Foram até a área, ele retirou as roupas dela da secadora. Estavam praticamente secas, ela vestiu e se preparou para sair. Beijou-o.

- Não tenho palavras pra agradecer. Mas acho que agradeci de outra forma, né?

- Se agradeceu... foi maravilhoso.

- Escuta, você filmou meu banho todo?

- Sim... foi irresistível.

- Guarde direitinho... quem sabe eu volte aqui para assistir?

 

Denise reencontra alguns colegas

Fizeram tudo que não tinham feito!

(escrito por Denise)   

Tem coisa melhor do que rever velhos colegas, anos depois de formados? Tem não... e Denise também achou isso! Principalmente no dia em que ela reencontrou com Antônio, Camilo, Francisco, Cláudia, Liliane e Dora. Colegas do ensino médio. Quando estudavam, havia festinhas, muito sarro e nada de mais sério.

Foi só relembrar que rolou! Olha o que ela me escreveu contando:

 

Meu querido, eu sei que você gosta que eu te conte tudo, mas tem horas que acho que não deveria contar não, porque tenho vivido tanta coisa diferente... que penso que você poderá ficar chateado. Afinal, nossas trepadas são tão boas... mas quem mandou você me incentivar a transar com outras pessoas?

Bem, vou contar. 


Deste encontro saíram ótimas ideias!


Uma ex-colega minha, a Dora, me achou e conversando, ficamos com vontade de reencontrar nossa turma de colégio. Poxa... ficamos três anos juntos... amizades foram construídas e depois todo mundo sumiu.

Ela tinha os telefones de algumas pessoas, eu não tinha. Então ela ficou encarregada de telefonar, achar o pessoal e organizar nosso reencontro. Depois de alguns dias, ela me falou que seríamos apenas sete pessoas. Mais ninguém foi encontrado.

 Bem, como eram poucas pessoas, ofereci meu apartamento e foi lá que nos reunimos. Ao todo, quatro garotas e três rapazes.

Nossa! Cada um que chegava era uma festa! Abraços, beijinhos, alegria total. E quando estávamos os sete finalmente reunidos, começamos a tomar cerveja e a relembrar os bons tempos do colégio. Já fazia 5 anos que não nos víamos! Muita coisa foi dita.

E depois de muitas cervejas tomadas... lembramos dos sarros e começou a pintar a vontade de repetir, mas agora, claro... em outro nível!

Sim, naquela época só rolaram beijos e amassos, mão naquilo, aquilo na mão... e agora tínhamos chance de avançar o sinal!

E eu não quis ser a última: tinha dado muitos sarros com o Camilo e pelos olhares que troquei com ele enquanto bebíamos... entendi que ele estava a fim também.

Então sentei no braço da poltrona ao lado dele, fiz questão de que ele sentisse meu corpo junto ao dele, que ele visse minhas pernocas, porque eu era a única que estava de vestido, e bem curto... e aí alguém deu a ideia de brincarmos – como já tínhamos brincado antes – de rodar a garrafa e quem ela apontava tinha de tirar uma peça de roupa. 


E a brincadeira começou e as peças de roupa só iam desaparecendo...


A Cláudia foi a primeira e toda serelepe, fez uma dancinha enquanto tirava a calça. Aí ela rodou a garrafa que apontou pra mim. Quase fiquei doida, porque eu estava de vestido e de calcinha... sem sutiã. Achei melhor tirar a calcinha e continuar com o vestido, para desaponto de todos.

Rodei a garrafa que apontou para a Dora. Safadinha, tirou a blusa e mostrou os seios pra nós. Ela rodou a garrafa que ficou na frente do Camilo. Tirou a camisa. Rodou e a garrafa apontou para o Antônio. Falou que ia fazer diferente e tirou a calça. Estava de cueca, é claro...mas todas nós gostamos de ver o volume...

A próxima vítima foi a Liliane. Acho que ela gostou do que a Dora tinha feito e repetiu, tirou a blusa e ficou com os seios à mostra.

O clima estava ficando quente! Uma garrafa rodando no chão e várias sendo entornadas.

Quem a garrafa apontou em seguida? Eu! 


Eu me mostrei a eles e elas... e ficaram babando...


Não teve jeito. Tive de tirar o vestido e todo mundo me viu completamente nua. Vi que os carinhas levaram a mão à parte nobre, deviam ter ficado todos de pau duro!

Bem... encurtando a história, chegou o momento em que depois de dezenas de rodadas da garrafa, estávamos todos nus.

Bem... isso já tinha acontecido antes... e só ficara nisso. Agora é que veio a parte mais interessante. E eu dei o exemplo: peguei o Camilo e sentei no pau dele. Na frente de todo mundo. Não deu outra... Antônio e o Francisco foram virtualmente agarrados pelas outras meninas.

Cláudia e Liliane chupando o Antônio e a Dora ficando de quatro para ser penetrada pelo Francisco. Achei que ia receber reclamação dos vizinhos, tal o volume de gemidos que aquela sala apresentava!

Depois de trepar com o Camilo, fui cuidar do Francisco e a Dora foi pegar o Antônio, e a Liliane pegou o Camilo.

Muitos gozos depois de novas trocas de parceiros, ficamos todos deitados na sala.

Tinha sido um reencontro muito bom!

E sabe do que foi melhor? Já combinamos outro!!!

 

 

Meg de camisola na cozinha atraía as atenções

 De camisola ou sem... valia tudo!

(escrito por  Meg no diário) 

 

Já comentei com vocês que a Meg sempre gostou de transar na cozinha. E sempre dava a justificativa mais ridícula: cozinha não é o lugar de comer? Então...

Bem... eu não poderia deixar de dar uma certa razão a ela... comi muito a distinta esposa nas cozinhas de nossos apartamentos! Agora, ela... nossa! Olha aí, dois casos!

O primeiro foi com o Vitor, amigo que de vez em quando dormia lá em casa. A primeira vez dele foi depois de uma noite regada a muito vinho. Eu tomei menos porque tinha de levantar cedo. Levantei, me despedi dela, fui trabalhar. O Vitor estava no quarto de hóspedes, vi ele roncando lá.

Mas deixemos que ela conte tudo:

 

Receber o Vitor foi muito legal. Gente fina! Contava piadas e conversava sério. E não tirava os olhos de mim. A gente lanchou e depois ficamos na sala, conversando e tomando vinho. Foram umas três garrafas, e eu e ele fomos os que mais bebemos. O Kaplan não podia se dar ao luxo de beber muito em dias de semana...

Lembro vagamente que na manhã seguinte o Kaplan, já vestido e pronto pra sair, veio ao quarto, me deu um beijo e falou que estava saindo. Acho que ele disse que o Vitor continuava dormindo... mas não posso garantir que ele tenha dito isso.

O fato é que eu acordei eram 9 horas. 

Ele chegou tão de repente... ela adorou!


De camisola mesmo eu fui fazer um café, estava com fome, e o Vitor também deveria estar.

Pois quando estou lá terminando de arrumar tudo, ele chega, sem camisa, e era dos meus, foi direto ao ponto, sem conversa mole.

- Meg, tive sonhos maravilhosos com você.

- Eu imagino, você me comeu com os olhos a noite toda!

- Não consegui evitar, ficou chateada?

- Imagina... fico é lisonjeada!

Até então eu estava de costas pra ele, ai me virei e ele viu que minha camisola estava toda aberta, e eu só tinha uma calcinha além dela.

- Acho que é a primeira vez que um sonho meu vai virar realidade... posso pensar assim?

- Pensar não... pode agir!

Com esse incentivo, ele pegou em meus seios, tirou  minha camisola e me deixou só de calcinha. Abracei-o, roçando minha perna no pau dele, senti ele endurecendo. Ele me virou e pegou em minha bunda, e eu sentindo o pau dele... não aguentei, tirei a calça dele e admirei a bela peça. Claro que ajoelhei e fiz um boquete nele, só ouvindo ele suspirar... que tesão danado era aquele! 

Ela teve de dar um prêmio a ele!





Aí ele tirou minha calcinha, me sentou na bancada e me deu uma chupada e tanto... e depois me tirou de lá, deitou no tapete e me pôs pra cavalgá-lo... como ele sabia que isso era o que eu mais gosto?

Depois me pôs de quatro, ajoelhou e meteu firme. Nossa! Cada bombada! Eu gemia feito louca!

Gozei lindamente. E vendo o pau dele ainda durão, não tive dúvida! Chupei de novo até ele gozar.

Foi muito gostosa aquela manhã. Tão gostosa que ele adiou por mais um dia sua ida e na manhã seguinte repetimos a dose, mas na cama.

 

Outro que adorava passar a noite lá em casa era o Daniel. Gostosíssimo, ele!

Também me pegou direitinho numa manhã, eu de camisola na cozinha, ele chegou e já foi me agarrando. Me entreguei todinha... eu adorava trepar com ele!

Minha camisola não era a mesma, era uma de alcinha, que logo foi descida e meus seios ficaram à disposição dele. Uma mamada gostosa!

Aí ele tirou a calça, me oferecendo o pau, que tratei de chupar gostosamente!

Depois ele me pôs na bancada e meteu. Belas bombadas! 


Este outro também era muito bom na cozinha... comia tudo!


Aí me desceu, me pôs curvada sobre a bancada e meteu de novo. Mais bombadas, daquelas firmes, gostosas, que quase me fizeram gozar.

Mas ainda deu tempo para cavalgá-lo.

E foi depois de pular muito que gozei e recebi o gozo dele dentro de mim.

Outra manhã deliciosa!

Repito: a cozinha é o melhor lugar para se comer e ser comida!

 

 

quarta-feira, 14 de julho de 2021

Já acabou o yoga? Então venha fazer coisas melhores!

 E fizeram sim...

(escrito por Kaplan)  

Outro caso interessante envolvendo primos. Alane era praticante de yoga, fazia todos os exercícios em casa. E seu primo Valentim aparecia lá de vez em quando, quando não havia mais  ninguém...

Mas ele aguardava que ela terminasse. Não interrompia, de forma alguma, ficava quietinho, num canto, aguardando.

Quando via que ela estava no final, só perguntava se estava acabando mesmo e aí a convidava a fazer outras coisas, bem melhores, e ela também achava que eram melhores, mas jamais dispensaria a yoga.  

Ela era entusiasta pela yoga...

Ela tinha tanta certeza de que ele iria aparecer que já ficava meio que pronta, ou seja, usava um colant e meias, mas não havia calcinha entre o colant e suas partes íntimas...

Bem, quando o primo chegou e ela terminou seus exercícios, viu que ele estava sentado numa poltrona, sem camisa, só de calça. Ela tinha certeza de que entre a calça e as partes íntimas dele não haveria uma cueca...

Mas precisava conferir, então, a primeira coisa que ela fez foi tirar a calça dele e ver, feliz da vida, que seu pressentimento estava correto. O Valentim estava nu, totalmente à sua mercê.

- Posso te fazer uma pergunta cretina?

- Pode, mas que ideia maluca...

Ela riu... estava só brincando, pois sabia muito bem a resposta à pergunta.

- Você quer um boquete?

- Realmente... pergunta cretina... claro que quero!

Riram bastante e então ela fez o boquete. Sem pressa, curtindo cada centímetro do pau dele que ela engolia ou lambia. 



Mas, sem dúvida, curtia também o que vinha depois...



Depois de terminada, ela se levantou, ele também e ele tirou o colant dela, deitou-a na poltrona e foi a vez de ele usar sua boca, melhor dizendo, sua língua, para fazê-la vibrar de tesão, gemer, se sacudir toda. As chupadas dele eram sempre das melhores que ela já tinha recebido.

E depois da chupada... frango assado, aproveitando a posição em que ela já estava, era só levantar suas pernas e ter a xotinha livre para ele penetrar e começar a dar as estocadas que a levariam, mais cedo ou mais tarde, a um daqueles gozos que ficam na história de uma pessoa.

Ela tinha seios grandes, não enormes, mas ele tinha um prazer redobrado vendo como eles se moviam pra baixo e pra cima ao ritmo das estocadas que ela recebia.

- Sem tirar o pau, abaixe seu corpo e me beije, primo gostoso!

Esses pedidos dela era como uma ordem, e ele tratou de fazer como ela desejava.

Mas depois ele fez o que mais gostava: colocou-a para cavalgar, de costas pra ele, que assim podia ver o cuzinho dela piscando pra ele, adorava fazer anal com ela, mas ela só liberava de vez em quando, não curtia muito e só fazia para agradá-lo e ter a certeza de que ele voltaria sempre... 


E de vez em quando... rolava um anal legal...

Naquela tarde não rolou não. Ele teve de se contentar em meter nela de ladinho e como ela já tinha chegado ao gozo, não havia mais dificuldade para que ele também chegasse. E foi assim que ele gozou.

- Ah, primo... se você não existisse eu teria de te inventar... não me canso de te falar que você é o melhor trepador que já tive.

Falou que o dançarino era gay para o pai não se incomodar de ele ensiná-la em casa

 E o pai caiu como um patinho...

(escrito por Kaplan)    

 

  

Curiosa, essa história. Mariana morava com o pai. Já tinha 20 anos, e adorava dançar. Dançava desde os 12. Em vésperas de festivais, que sempre eram promovidos, ela esquecia do mundo. Treinava todos os dias no Studio e fez questão de treinar em casa também. O professor Benjamin se dispôs a treinar com ela, o que deixou o pai muito preocupado.

Era para ficar mesmo, mas ele acabou concordando com a filha, quando ela disse que não teria problema algum, porque o Benjamin era gay.

Como o pai dela era daqueles machões que achava que todo dançarino é gay mesmo, acabou ficando despreocupado.

E eles aproveitavam!!! Como aproveitavam!!!

Só os dois, naquela casa grande, sem mais ninguém, nem empregada, porque ela saía às 16 horas... e aí o treinamento mudava de figura!

Vejamos uma tarde deles, “treinando”... 


O dançarino não era gay, mas o pai dela acreditou...

Ela o recebeu com um top e um shortinho daqueles que deixam as popinhas quase por inteiro de fora, e ele foi logo brincando com ela, imitando um gay, desses bem afetados.

- Noooosssa!  Você está querendo me converter, é, sua safadinha?

- Mas eu ainda não te converti? Então vou acabar desistindo...

- Bem... quase, né?

- Ou você prova que eu já te converti ou nunca mais deixo você entrar em casa...

- Delícia... mostra os peitinhos, mostra!

Rindo da brincadeira, ela o carregou para o quarto, e tirou o top. Eram peitinhos mesmo que ela tinha, e ele conseguia colocá-los quase inteiros em sua boca, o que a deixava sempre com um tesão enorme! 



Então eles puderam trepar bastante, além de dançar...

E começaram com os beijos, ela louca para que ele também começasse a tirar a roupa, mas ele gostava de fazer um charme. Ela conseguiu arrancar a blusa dele e aí tirou o shortinho e a calcinha. Via que o pau dele estava bem duro, o volume na calça não deixaria ele mentir sobre isso.

Então ela fez questão de abrir a calça dele e ver o que tanto gostava.

- Seu pinto é algo de doido... será que os gays também tem pintos grandes assim?

 - Bem, nunca procurei saber mas imagino que podem ter sim.

- Eu tinha vontade de ver um, quem sabe um bom boquete não iria converter o rapaz?

- Desista... eles não se convertem não...

 - Como não? Eu te converti! Aliás, não podemos deixar papai saber que eu te converti... ia dar um rolo!

Papos descontraídos assim eram uma constante entre aqueles dois. Aí vinha a coisa séria. Ela pegava no pinto dele e chupava até! Só não gostava de ele ser tão grande que ela não conseguia engolir tudo. Afinal, não era uma “garganta profunda”...

Depois de engolir tudo que conseguia, ela lambia aquela vara de alto a baixo, lambia as bolas, lambia a região entre o saco e o cu, coisa que ele ensinou a ela e o deixava com tesão também.

Aí, vinha a parte mais gostosa: sentar naquela vara que quando estava toda dentro dela, parecia que cutucava seu coração.

Pular desenfreadamente nela era algo sublime... ela sentia totalmente completada e pulava. E quando cansava, ele fazia os movimentos e ela subia e descia...até suspirava de tão gostoso!

Paravam, ela chupava de novo o pinto dele e depois, já sabendo dos gostos, ela ficava de ladinho, ele deitava atrás dela e enfiava. E lá vinham as bombadas que a sacudiam por inteiro, quase a jogavam fora da cama, e ela gemia loucamente até gozar.

Sentou de novo no pau dele, agora de frente pra ele, pois sabia que ele gostava de colocar os peitinhos dela em sua boca enquanto ela pulava.

Ter um segundo gozo não era novidade. Ela quase sempre tinha, e houve um dia que conseguiu três!

Tornou a deitar e ele tornou a meter nela, agora de frente. Ela sabia que era assim que ele gostava de gozar e logo sentiu o pinto dele inchar. Lá vinha o gozo, e ele tirou o pau e gozou na barriguinha dela. 


E gozo na barriguinha para evitar problemas...

Que belo treino tinha sido aquele!

Mas no dia seguinte, seria treino de verdade...

Esses treinos especiais eram apenas duas vezes na semana. Afinal, ela não podia ficar muito cansada, tinha de dançar no festival!

Ela so gostava de piano por causa do professor

 Trepavam ao final de cada aula

(escrito por Kaplan)   

Hoje em dia é raro ver jovens aprendendo piano em casa. Na maioria dos casos, eles foram substituídos pelos órgãos eletrônicos, que ocupam menos espaço.

Mas... na época em que eu era jovem, isto é, anos 70 e 80 do século passado, muitas famílias faziam questão de ter um piano em casa e que as filhas e ou os filhos viessem a aprender.

E os professores iam às casas para ensinar.

Evidentemente, quando o professor era jovem e a moça da casa também, os pais ficavam um pouco preocupados. Mas assim que adquiriam confiança, deixavam mais à vontade professor e aluna.

Foi assim que aconteceu com a Clara e seu professor, Xavier.

Ela começou a aprender com 17 anos e ele tinha 25.

Depois de dois anos, a confiança dos pais já era total e a mãe não se perturbava de deixar os dois sozinhos em alguns dias.


Ela tocava piano mas com vontade de tocar outra coisa...

Aí... rolou!

Uma bela tarde, sabendo que a mãe demoraria a chegar, ela se preparou para tentar alguma coisa, afinal, ter o Xavier ali perto dela, às vezes colocando a mão sobre a dela... era muito tesão!

Quando ele colocou a mão sobre a dela, ela não resistiu, levantou, curvou-se sobre ele e deu-lhe um beijo. Era tudo ou nada!

Para sorte dela, foi tudo!

Ele não refugou, pelo contrário, colocou-a sentada em seu colo, já foi pegando nos seios e enfiando a mão dentro da calcinha dela, que gemeu, feliz da vida! Que maravilha! Era tudo que ela queria e estava acontecendo!

Sentiu algo duro cutucando-a. Levantou-se do colo dele, ajoelhou, abaixou a calça e mandou ver um boquete, sentindo toda a dureza do bicho.

Depois, ele a colocou ajoelhada na banqueta, curvada sobre o piano e notas eram ouvidas totalmente sem afinação, pois a música que ela ouvia era outra. Ele tirou a calcinha dela e enfiou a língua na xotinha, ficou lambendo com voracidade. 

Ainda bem que o professor de piano podia ensinar outras coisas...



E então ele enfiou. Entrou com tudo e ficou bombando e ela gemendo e as notas sendo tocadas pelas mãos dela que ela não conseguia deixar paradas em algo que não fizesse barulho...

E ele metia, metia... ela gemia, gemia...

Mas chega a hora em que a posição começa a incomodar. Os joelhos dela começaram a ficar doloridos de tanto ajoelhar. Então pediu que ele desse uma parada, ela preferiu ficar em pé, curvada  sobre o teclado do piano e com a bundinha arrebitada para ele tornar a meter.

Como ele resistia! O namorado dela era bem mais rápido para gozar!

Então achou melhor levá-lo para seu quarto. 


Depois do primeiro gozo, sempre há o segundo... né?

Deitaram na cama e puderam continuar com a melhor trepada da vida dela. Fizeram de tudo, porque ele realmente demorava para gozar e sempre esperava a parceira. Ela só ficou sabendo disso naquele dia, e adorou conhecer alguém que não ejaculava tão precocemente. Já estava pensando se continuaria namorando...

Ele chupou sua xotinha por muitos minutos, deixando-a em ponto de gozo. Fez papai e mamãe, comeu de ladinho, ela cavalgou, ficou de quatro, chupou o pau dele de novo, levou dois dedos dentro da xotinha. O que era aquilo? Ela já tinha gozado e pelo visto ia gozar de novo! 

A lição daquele dia foi a melhor de todas!


Ele a comeu de frente, ela cavalgou de novo, e aí teve o segundo gozo daquela tarde. Não aguentava mais!

E ele continuava de pau duro!

Tornou a chupar e pediu que ele terminasse, então ele gozou em sua boca.

Ficaram os dois deitados na cama, suando, ela feliz da vida.

- Xavier... confesso a você! Nunca tive uma trepada tão boa, que me levasse a ter dois gozos. Você está de parabéns!

- Que bom que gostou! Eu realmente fiz um trabalho para conseguir retardar ao máximo meu gozo.

- Nós vamos trepar mais, não vamos?

- Sempre que você quiser!

Namorados comem pipoca, mas não pipocam na hora de pôpica

A hora de pôpica é a mais gostosa

(escrito por Kaplan)      

 

Que namorados não gostam de comer pipoca, vendo um belo filme pornô na televisão? Ainda mais que depois de a pipoca estar pronta, ela tirou a blusa e a bermuda, ficou só de lingerie e ele só de cueca... 


Ah... como é gostoso comer pipocas...



Zé Luis e Wanderleia gostavam muito disso. E era no apartamento dele que essas coisas interessantes aconteciam.

Depois que o filme acabou, as pipocas também... era a hora de pôpica, que ela fazia questão disso!

Então, deitados no sofá, ela tirou a lingerie, ele tirou a cueca e ela começou a fazer um boquete nele. Gostava muito do pau do namorado, afinal, eram 19cm de puro ferro!

Depois que ela terminou o boquete, foi a vez de ele levantar do sofá, ajoelhar na frente dela e começar a chupar a xotinha. Chupava e enfiava os dedos, uma boa prévia da pôpica que viria em seguida. Sem ele pipocar. Nunca tinha acontecido e ambos esperavam que nunca acontecesse!

E depois de bem chupada... chegou o momento de ser bem metida.

Ele só abriu as pernas dela e enfiou a pica.

Ela adorava sentir aquele pauzão rasgando suas entranhas.


Mas pôpica também é muito gostoso...


E cavalgar então... maravilha! E ela pulou bastante, primeiro de frente pra ele, depois de costas, mostrando o bumbum avantajado que tinha e que ele gostava muito de lamber, morder...

- Ahhhhhh... mas isso é muito gostoso! Como gosto de pular com essa pica dentro de mim...

E havia um outro motivo que fazia os dois gostarem de ela pular de costas... é que tinha um outro buraquinho ali que ele gostava de enfiar o dedo, preparando para um anal mais gostoso ainda.

Até que ela não liberava toda vez não... era muita pica prum buraquinho tão apertado. Mas de vez em quando rolava.

Agora era a hora de esperarem outro filme... comendo pipoca, claro!