quarta-feira, 22 de julho de 2015

Desejos

O casal Silvana e Carlos, que já nos presentearam em outras ocasiões com belíssimos e eroticissimos contos, comparece nesta festa. Enviaram dois contos, este de hoje e outro que publicaremos na sexta-feira. E ainda nos mandam fotos tiradas por eles mesmos... loucura total!



Colaboração de Silvana e Carlos

Mais um dia cansativo de trabalho, avisei meu Homem que iria para casa esperá-lo !
O sol havia brilhado o dia todo, mas as baixas temperaturas me obrigaram a aquecer a casa toda. O escurinho da sala era quebrado pelo facho de luz dirigido à mesa posta. Como recomendei, todos os detalhes haviam sido cuidados, tudo impecável para o lanche com meu Amor.

Durante o dia eu havia insinuado que a noite seria deliciosa e que o friozinho era um convite ao aconchego, seus olhos brilharam como que a demonstrar sua "fome" . 

foto: Carlos


Uma ducha quentinha, e logo o ambiente estava tomado pelo aroma do creme que cobria minha pele, meu corpo ansioso pelo toque suave das mãos hábeis do meu homem. Vesti apenas o colar de pérolas e a sandália !! Estava disposta a esperá-lo assim, afinal ele sempre dizia que adora me ver "vestida" apenas de colar.

Não !  Resolvi surpreende-lo com um vestido novo, curto e com decote generoso.
Quando ouvi o  barulho da porta caminhei pela penumbra da sala até que ele pudesse me ver, seu sorriso iluminou a sala, seu abraço envolveu-me e seu beijo acendeu o fogo que estava guardado em mim.

Ele quis "avançar" e não deixei, tirei suas roupas enquanto, aos beijos, o levei ao banho.
Meu corpo fervia enquanto o esperava, o "cheiro" de seu corpo me enlouquecia. Ele nu, me olhava como que a admirar o novo vestido, observou todos os detalhes tocou-me suavemente o corpo levando-me à loucura. Beijou-me os lábios, os olhos e o pescoço enquanto soltava o único botão do vestido. Afastou-se um pouco, e admirando meu corpo nu disse: 

foto: Carlos


- Você é linda, seu corpo me enlouquece...

Eu... eu estava enlouquecida... não resisti... tudo que queria era sentir sua pele, minhas mãos escorregavam por cada parte do seu corpo, ajudando meu homem no banho... ficamos nos acariciando, sentindo a água morna escorrer nos nossos corpos... perdemos a noção do tempo, 10 minutos... 1 hora.... não saberia dizer. Meu amor me enxugava delicadamente, tudo que eu queria era poder sentir seu toque, seus beijos, todo seu amor...

Me pegou pela mão, me conduzindo até o quarto, suavemente me deitou, acariciando meu corpo, lambendo e mordiscando meu grelinho, chupava ao mesmo tempo que dava pequenas puxadinhas, uiiiiiiiiii gozei como nunca.... meu homem sabe como me enlouquecer.... adoro cada carinho....penetrou e bombou loucamente minha xoxota gulosa até orgasmo de enlouquecer... descansamos e, então, vestida apenas de colar de pérolas e sandália lanchamos envolvidos pela pouca luz da sala.....


terça-feira, 21 de julho de 2015

Quando se briga, é preciso reconciliar... e que reconciliação!

Esta é a segunda colaboração enviada pelas leitoras. Amanda já nos brindou com alguns contos recentemente publicados, e com mais este, mostra que tem um grande futuro como escritora de contos eróticos!
Obrigado pela colaboração e continue escrevendo!




Colaboração de Amanda

Como dizem, o melhor da briga, é a reconciliação.
Amanda e Marcos era um desses casais que vivem brigando e esta briga que contarei acabou da melhor forma possível... 

Estavam a sós em casa, quando eles se desentenderam, ambos com gênio muito forte, não davam o braço a torcer.  Amanda foi preparar o almoço e  Marcos ficou na sala, ele resolveu tomar a iniciativa, chegou em Amanda, e a abraçou por trás, levantou a saia e pôs a mão na bunda dela:


-Bebê, não vamos mais brigar, vem cá...
-Sai, agora você vem com carinho, você foi muito grosseiro comigo!
-Eu sei amor, você sabe que eu perco a cabeça quando fico com raiva e falo tudo que vem na cabeça... Me desculpa mozinho!
-Não sei, você não está merecendo. 

Quando Marcos olhou bem pra ela, notou que ela estava quase chorando, então a puxou e antes que ela pudesse reagir, ele a beijou... Ela não resistiu e correspondeu ao beijo.


-Vamos assistir um filme comigo?
-Tô terminando de preparar o almoço, quando eu terminar, a gente assiste.
-Eu te ajudo!

E ele a ajudou a terminar e logo almoçaram, e foram assistir o filme abraçadinhos no sofá..
Marcos na verdade não queria saber de filme nenhum, deu um beijo no pescoço da namorada, ele sabia que isso a arrepiava, e fez uma proposta:

-Amor, aproveita que você está de sainha, tira essa calcinha e senta no meu colo, vai?
-Safado, você não perde tempo, né?
-Pra que perder tempo com você  toda gostosa pra mim! 

Ele tirou a bermuda e a cueca, tirou a calcinha dela e ela ficou sentada no colo dele, aos beijos, sem penetrar...


Ambos só se tesando, ele passando as mãos no corpo dela, ela puxou a camisa dele, aí ela levantou e encaixou o pau dele na bucetinha que já estava louca pra ser penetrada, e ela ficou rebolando devagar, curtindo cada movimento que o pau dele fazia dentro dela, gemendo baixinho, fechou os olhos, virando o corpo pra trás apoiando-se nas coxas dele, ele alisando os peitos dela, descendo para a barriga, estava simplesmente delicioso curtir aquele momento...   


Ele tirou a sainha dela, chupou os peitinhos, o que a deixou com muito mais tesão e a fez acelerar os movimentos, ela então resolveu ficar de costas pra ele, que adorou ficar olhando a bunda deliciosa subindo e descendo, ficou apertando a bunda dela ajudando ela a pular, depois deitaram de ladinho sem tirar o pau de dentro da buceta, ele levantou uma perna dela pra facilitar e ele bombou, Amanda já estava quase gritando, o que acusava que ela estava chegando ao gozo, ele pra ajudá-la a chegar mais rápido alisou o grelinho dela, assim que ela gozou, a colocou de quatro no sofá, mas ele queria o rabinho dela, como ela estava totalmente relaxada pelo gozo, comeu o cuzinho  dela, gozando dentro dele.

Se todas as brigas acabassem assim, até que valia a pena, né?

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Enteada com padrasto é incesto?

Amigas e amigos... conforme anunciado, chegamos, nesta semana, aos




E conforme também anunciamos, esta será uma semana de presentes. Algumas leitoras nossas enviaram seus contos para publicarmos. E eles estarão aqui, ao longo da semana. Hoje, por exemplo, temos um conto quentíssimo, que vai deixar muita gente de cabelo arrepiado! 
Aproveitem, divirtam-se!



Colaboração de Lima

Minha mãe se casou pela 2ª vez por interesse. Começou a ter o que queria: viagem e dinheiro. Meu padrasto, viúvo e sem filhos, queria uma companheira. Nessa época eu tinha 20 anos e um corpo de causar desentendimentos entre casais na rua.  Eu sentia os olhares dos homens me comendo.

Tenho um corpo em que cultuo a vaidade: seios de menina com bicos grandes rosados, cada músculo durinho, uma bunda redondinha e uma buceta carnuda, fechadinha e depilada.
Eu sentia que o meu padrasto me engolia em seus sonhos. Sempre a perguntar se eu queria algo e eu respondia que não. Era 28 anos mais velho e dizia que eu era a filha que ele não teve. Eu era amável com ele e isso era quase um orgasmo para ele. 

Em uma das viagens de minha mãe, ele fez um jantar surpresa para mim.  À luz de velas, vinho delicioso, pouco conversamos. Eu usava um vestido curto e justo com um decote aberto. Ele não mais suportou e disse que sentia um tesão por mim, que o deixava desorientado. Especialmente ao pensar que ele poderia ser meu pai. 

Eu tinha atração por homens mais velhos e essa declaração me excitou. O vinho me deixou relaxada e senti quando ele me carregou e levou-me para o quarto.
Ouvi seu sussurro:

- Papai vai cuidar de você. Você vai ver como o papai beija gostoso.

Senti a língua dele passeando em meus lábios. Não resisti e ofereci minha boca para aquela língua macia. Ele chupou meus lábios carnudos e disse:

- Que boca deliciosa você tem, filhinha. Hum, olha a língua do papai brincando com a sua língua. Você gosta, queridinha do papai? Eu vou cuidar de você. Deixa o papai tirar esse vestidinho tão pequeno que me deixou louco de tesão.

E eu senti as mãos grandes e quentes, abrindo o meu vestido, em gestos vagarosos. Senti arrepios percorrendo meu corpo. E ao perceber minha reação, ele disse: 

-Viu como o papai cuida de você? E esses peitinhos que eu sonhei tanto lamber e mamar gostoso. Papai quase não está aguentando segurar o gozo, minha filha lindinha. Ah, como você é linda.

Ao tirar a roupa vi um pau duro, babando e eu já entregue, perguntei:

-Papai, eu posso chupar seu pau? Você me ensina? Eu quero essa babinha aqui, na minha língua.

Ele gemeu e aproximou sua vara em minha boca já aberta. Suguei aquela baba gostosa e mais gemidos. Ele começou a foder em minha boca, com movimentos que eu sentia o pau em minha garganta. Ao sentir que iria gozar, ele tirou e urrou de prazer.

- Agora o papai vai lamber e comer essa bucetinha tão macia e carnuda. Quero sentir o gosto e o cheiro dessa buceta quando você gozar, filhinha. 

Eu estava com as pernas fechadas, mas quando senti aquela língua deslizando em meu corpo, não resisti. Abri e ofereci a ele todo o meu tesão. Minha buceta em flor e cheia de carne já estava tão molhada que senti o líquido escorrer no lençol. Ah, a língua passeou nos lábios da minha buceta e gemi quando ela chegou no meu grelo. Ouvi:

- Papai vai entrar na sua bucetinha, bem devagar e quando eu estiver gozando, minha porra vai querer sua boquinha gostosa. Você quer engolir a minha porra, filhinha linda? Eu gemi:

- Quero tudo, papai. Entra dentro de mim, entra.

Gememos juntos quando o pau dele foi entrando em minha buceta molhada e apertada. Fiquei por cima dele e cavalguei, quando senti as mãos dele segurando minha bunda e dando pequenas palmadas.

- Isso, filhinha safada. Minha cadelinha no cio. Mexe gostoso em cima do papai.  

  Senti meu grelo crescendo e não aguentei:  segurei aquela cabeça grisalha, gritei e jorrei meu gozo. Ele enfiou a boca em minha buceta e chupou meu gozo.

- Você me deixa louco, filhinha. Que gozo forte, quentinho e delicioso. Dá um beijo no papai para você sentir o cheiro da sua bucetinha. Vem cá! 

Quase nos afogamos no tesão do beijo. Era a primeira vez que eu sentia o gosto do meu gozo. E eu chupei aquela boca, para saciar a sede do do meu próprio gozo. E o cheiro da minha buceta se espalhou entre nós. A vara dele estava molhada em minhas mãos. Eu abri a boca e pedi baixinho:

- Goza na minha boca, papai.

Ele gemeu alto quando ouviu meu pedido. Fiquei de joelhos e olhei para aquele pau pulsando e já entrando em minha boca. Eu segurei sua bunda e conduzi os movimentos. E minha garganta segurava por segundos aquela vara. Ele agarrou meus cabelos, estremeceu e urrou. Sua porra quente encheu minha boca. Engoli tudo e o cheiro de sexo, de buceta e porra exalou no quarto.
Abraçados, ele acariciou meus cabelos e sussurrou:

- Esse será o nosso segredo, filhinha. Sua mãe não saberá, tenho por ela uma amizade  e sei que ela tem o mesmo por mim. Ela me deu um presente que todo homem sonha ganhar: uma filha tão linda e gostosa.  

Dormimos abraçados e ao acordar ali estava ele, a me olhar com a expressão de quero mais.
Levantei, tomei uma ducha com a porta do banheiro trancada, e ouvi ele a me chamar do lado de fora.

- Filhinha, deixa o papai dar banho em você . Deixa?

Minha intenção era essa: deixá-lo implorar para entrar.

-  Minha filhinha linda, por favor!

 Abri a porta e entramos na banheira. Ele começou a passar as mãos em meu corpo, devagar. E isso já me deixou arrepiada. Ele bateu o pau duro em minhas costas e gemia de prazer:

- Gostosa do papai, sente a minha vara dura querendo te comer, minha filhinha safada.

Minha bucetinha respondeu ao ficar molhada e eu pedi:

- Mete a sua língua em minha buceta, papai. Me come com sua boca. Eu adoro isso.

Senti que ele tremia de tesão e de forma gulosa enfiou a língua e massageou meu grelo.
Sussurrei:

- viu como ele cresce, papai? Sua língua faz o que eu gosto.

Ele enfiou dois dedos em minha buceta, sem deixar de me chupar.
Minha buceta se contraiu e ele percebeu que eu iria gozar:

- Goza gostoso na minha boca, filha putinha do papai.

Gemi e jorrei meu gozo na boca dele. Ficamos, em seguida, esfregando meu gozo em meu rosto. E nosso beijo parecia que queríamos devorar um ao outro. Ele gemeu em meu ouvido:

- Alguém já comeu seu cuzinho, filhinha?
- Não, papai.
- Ah... você vai deixar o papai ser o primeiro? Vou bem devagar e sabe aquela babinha que saiu do meu pau? Ela ajuda a minha vara entrar. Prometo que você não vai sentir dor. Papai vai cuidar sempre de você, meu doce gostoso.

Deitamos na toalha felpuda e abri a boca, convidando o pau dele para entrar:
- Você parece engolir meu pau, linda. Ai, ele está na sua garganta. Vem cá, vem! Papai que ver esse cuzinho virgem. 

Ele me deitou de barriga para baixo e levantou minha bunda. Passeou a língua em minhas costas e ao chegar aonde ele queria, disse:

- Não acredito que serei o primeiro a comer seu cuzinho, olha essa bundinha durinha. Ai, ai. 

Falava com dificuldade por gemer. Lentamente começou a lamber meu cu. De sua boca eu só ouvia gemidos e a respiração ofegante. E com a língua abriu meu cuzinho. Gememos juntos. 

- Viu como é gostoso, delícia do papai. Agora meu pau cheio de baba vai entrar bem devagar. 

Eu senti ele abrindo meu cu com as mãos e deslizou o pau perto, para lubrificar. Percebi a cabeça da vara entrando e gemi alto de dor. Ele tirou o pau e colocou novamente. Eu empinei meu rabo e ele delirou de prazer. Enfiou com mais força e não parava de gemer. Meu cuzinho estava molhado e o pau entrou mais fundo. Comecei a rebolar, loucamente. Ele disse:

-Isso, minha cadela. Rebola para o papai. Minha putinha. Que cuzinho apertado, delicioso de comer.

 E senti que a vara dele estava toda dentro. Gemi de dor e de prazer. Ele segurou em meu cabelo e parecia que eu era uma égua sendo comida por um cavalo.
Masturbei minha buceta, que não deixava de estar molhada. 

- Papai vai encher seu cuzinho de porra. Vai ficar tudo lá dentro, filhinha.

Daí ele urrou alto e senti a porra dentro do meu cu.
Ele estremeceu e gozou novamente, com o meu rebolado.
Senti meu rabo todo molhado de porra. 

- Você gostou, filhinha? papai te machucou?
- Eu adorei, papai.
- Quero te comer muito, filhinha. E quando você tiver namorado, quero que me conte como ele te comeu. Eu tenho um tesão louco em ouvir.  Cuidarei sempre de você, minha filha. A mulher mais apetitosa e safada que eu quero para mim, minha filha putinha.

Nos beijamos longamente e nosso beijo era uma língua devorando a outra. Delicioso! 

sexta-feira, 17 de julho de 2015

O que fazer quando três gatas te atacam?

Contagem de hoje: 796.849 acessos - 1614 contos publicados
Deste fim de semana não passa! Chegaremos aos 800.000 e na semana que vem, para comemorar, deliciosos contos de nossas leitoras! Porque os leitores... acho que estão broxando... nenhum mandou nada... tsc tsc tsc

                  
(escrito por Kaplan)


Meg, Rejane e Lúcia, as três inseparáveis amigas da faculdade viviam transando com três colegas, Virgilio, Gabriel e Julio. Quase sempre estavam os seis juntos e faziam coisas do arco da velha, mas, às vezes, encontravam-se isoladamente ou então em duplas... era muito variado.

O que vou contar a vocês hoje foi a visita das três ao Gabriel e o verdadeiro ataque que ele sofreu. 



Chegaram lá, sem avisar, por sorte ele estava sozinho, as três se despiram completamente e tiraram a calça e a cueca dele. Enquanto a Meg subia no sofá e fazia um belo boquete, as duas ficaram se abraçando, se beijando, se tocando, e ele foi ficando com um tesão enorme pelo que estava acontecendo.


Ficou mais ainda quando as três ficaram ajoelhadas no chão, lado a lado e começaram a chupar seu pau. Era uma loucura. A Meg estava à esquerda dele, a Lúcia ao centro e a Rejane à direita. Quando Meg chupava, Rejane e Lúcia se beijavam. Aí Meg deixava o pau dele, a Rejane começava a chupar, e era a vez da Lúcia e da Meg se beijarem.

Depois ficaram lambendo o pau dele, cada uma lambia um pouco e deixava as outras lamberem também. 


Aí ele resolveu. Beijou as três, se levantou e mandou que elas ficassem de quatro no sofá, uma ao lado da outra. Foi a vez de ele sair beijando e lambendo as xotinhas e os cuzinhos.Beijava as bundas, lambia, ia e vinha e as três eram contempladas igualmente com as lambidas e chupadas dele.



Então ele partiu para a meteção. Enfiou o dedo nas duas que estavam nas laterais, Meg e Rejane, e o pau ele enfiou na Lúcia que estava no meio. Foi o jeito que ele encontrou para satisfazer as três ao mesmo tempo.


Depois de meter bastante na Lúcia, ele falou para ela ir para a direita e Meg ficou no centro, foi a vez de ela receber a pica e os dedos continuavam nas duas. Finalmente, foi a vez da Rejane ficar no meio das duas e ser contemplada com as bombadas que ele dava.


E ele não iria perder a chance, já que estavam ali três cuzinhos bem à vista. Comeu um por um, partindo da esquerda, indo para a direita e depois ao centro. Mas todos os três cuzinhos receberam a visita do pau dele por igual período de tempo.


Eram assim as farras deles. Estudavam muito, tanto é que todos concluíram o curso de forma brilhante, mas nunca deixaram o sexo de lado.