quinta-feira, 28 de maio de 2015

Ele compartilhou a esposa com dois negões, a pedido dela!



(escrito por Kaplan)

Já sabemos que muitos maridos vivem infernizando a vida das esposas querendo que elas transem com outros caras. Adoram ser cornos, e é bom mesmo! O melhor de tudo é que, geralmente, quando pedem isso, elas ficam furiosas, chegam até a chorar, antes de finalmente concordarem. E aí... acham bom, muito bom e o marido nem precisa pedir mais, elas transam com amigos ou conhecidos por conta própria... e para felicidade geral dos maridos!

Mas o caso que vou contar hoje é diferente. Uma amiga minha, Sônia, casou-se com Joel, que era um cara mais... digamos assim... mais devagar em termos de sexo. E ela, quando solteira, tinha uma vida sexual muito ativa, fazia ménages, inclusive. Então coube a ela infernizar o marido querendo que ele concordasse em que outros caras experimentassem o doce sabor da Sônia. 



foto: Kaplan
Quando, finalmente, ele concordou, ela começou a pensar em quem. Estava na dúvida sobre algum antigo namorado, ou um vizinho que a devorava com os olhos, quando teve sua atenção despertada para dois amigos do marido, que jogavam futebol todo fim de semana. Ela foi assistir ao jogo e encantou-se com os dois. Depois do jogo, ela sentou-se com o marido e com os outros jogadores, alguns dos quais estavam com suas esposas também, para tomarem cervejas e comentarem o jogo.

E ela notou que os dois – Gladstone e Vilmar – a encaravam bastante. Passou a encará-los também, a distribuir sorrisos, ficou aquele flerte silencioso, mas bem gostoso. Aí, o pessoal foi indo embora, e acabou que ficaram só os quatro. E ela foi bem ousada, encostando o pé nas pernas dos dois, que logo entenderam o que ela estava querendo.

Quando o Joel levantou para ir ao banheiro, ela, na maior cara de pau, convidou o Gladstone e o Vilmar para irem à casa deles, naquela noite.

- Vocês não irão se arrepender... prometo que haverá muita diversão por lá!
- Mas.. e o Joel?
- Não se preocupem com ele, ele não irá atrapalhar...

Falando isso, ela colocou o pé no meio das pernas do Vilmar. Estava dado o recado.
Joel chegou e a chamou para irem embora. 

- Querido, o papo está tão gostoso que convidei os dois para irem lá em casa hoje à noite...

Ele olhou para ela, meio assustado. Mas concordou. Foram embora, no caminho ele perguntou se ela estava consciente do que tinha feito.


- Você sabe qual é a fama dos negros... e te garanto que não é só fama não, já vi os dois pelados e é cada cacete... chega a assustar! Tem certeza?
- Tenho... vai ser ótimo, eu sei... Olha, se você não quiser ver, tudo bem!
- De jeito algum... faço questão de ver isso!

Chegaram em casa, tomaram banho e ela preparou alguns salgadinhos. Bebida havia bastante. Aguardou, ansiosa, a chegada deles. Quando eles chegaram, ela os levou a um sofá bem largo, sentou-se no meio dos dois. O Joel ficou sentado numa poltrona ao lado, só observando. 

Tomaram algumas cervejas e logo a festa começou. E foi ela quem começou, dando um beijo no Vilmar e logo em seguida um no Gladstone. E já foi tirando o vestido, ficando totalmente nua, deitando-se no amplo sofá e falando com eles para se despirem também. O que foi feito e logo o Vilmar chegou com seu enorme pau para ela chupá-lo e o Gladstone não perdeu tempo, já foi enfiando na bucetinha dela a sua vara. Ela arrepiou toda... era grande mesmo!

O pau do Vilmar só entrava pela metade em sua boca, impossível engolir tudo! Chupou-o até de uma forma meio desajeitada, mas chupou-o. E o Gladstone, depois de meter a vara na bucetinha dela, parou e foi chupá-la. 

Aí o Vilmar deitou-se no sofá, ela entendeu o que ele queria, sentou-se no pau dele e ficou cavalgando. O Gladstone ficou de pé, mostrando a grande vara para ela, que pegou e ficou chupando, também com a mesma dificuldade. Ela conseguiu gozar com o Vilmar e ficou pensando que talvez eles quisessem uma DP, mas não era aconselhável... os dois cacetes eram enormes, seria complicado aguentar os dois dentro dela. 

Então preferiu ficar ajoelhada no meio dos dois e chupar os dois pauzões, até que eles gozassem, inundando sua boca, seios, e até a barriga. Quanta porra!

Feliz da vida, ela foi até o marido, beijou-o, deixando um pouco do “leite” na boca dele e agradeceu. Viu que ele estava de pau duro.

- Não te falei que você ia gostar? Agora que viu, podemos fazer isso muitas vezes, não podemos?

O que vocês duas estão fazendo aí, peladinhas?




(escrito por Kaplan)

Estava eu no meu Studio, preparando um álbum de casamento. Escolher entre mais de 200 fotos apenas 30 para montar um álbum é tarefa complicada, requer muita concentração. Ouvi baterem à porta, fui abrir, eram Meg e Maura que, ao que parecia, haviam bebido umas e outras no almoço, chegaram rindo demais... 

Perguntaram o que eu estava fazendo, eu expliquei, voltei a sentar na mesa para examinar os negativos e escolher os 30. 

Concentrado, mal vi que as duas sentaram-se no chão do Studio e tiraram as roupas, ficando só de lingerie. E aí começaram a se acariciar, eu ouvia os beijos que elas davam. 

Ouvi a Meg dizer que parecia que eu não queria nada com elas. Nem respondi, continuei meu trabalho.

Mas dava para ver que elas já estavam se engalfinhando... Meg levantara o sutiã de Maura e estava beijando e chupando os peitinhos dela. Aí tirou o sutiã dela e o jogou em cima de mim, olhei para elas, vi as duas se beijando e continuei a fazer o que estava fazendo. 

Dali a pouco foi a vez de Maura tirar o sutiã de Meg e ela também o jogou em cima de mim. Tornei a olhar, já rindo, porque entendi o que elas pretendiam. Então parei e fui até onde elas estavam. Maura estava deitada de costas e Meg, por cima dela, beijava-a, beijava os seios, beijava a barriga, chegou à xoxota, tirou a calcinha e foi chupar a amiga, que começou a gemer e seu corpo tremia todo. 

O que eu fiz? Fui para trás da Meg e fiquei lambendo sua bunda, beijando-a, apertando-a, lambendo o cuzinho e a xotinha. Tirei a calcinha dela e continuei lambendo tudo o que me aparecia pela frente. Ela até parou de chupar a Maura, que protestou. 

Então as duas arrancaram minhas roupas e foram chupar meu pau, num belo trabalho de revezamento. Quando Meg chupava, Maura beijava o tronco e as bolas. Quando Maura chupava, era Meg que ia fazer o resto. E quando as bocas se encontravam na cabeça do meu pau, elas se beijavam e o tesão tomava conta de todos nós.

Ficaram um bom tempo assim, depois a Meg ficou recostada, a Maura deitou-se para chupar a bucetinha dela e eu meti na xotinha da Maura. Deitei-me, a Maura sentou-se em meu pau, inclinou o corpo e a Meg ficou ajoelhada perto da minha cabeça, me oferecendo a xotinha para ser chupada. E foi chupada por mim e pela Maura, que não resistiu mais, deu um grito e gozou.

Mais que depressa, Meg tirou-a de cima de mim e veio ela própria sentar-se e cavalgar. A Maura, já recuperada, ficou beijando os seios de Meg que também veio a gozar. E eu gozei do jeito que elas gostavam quando as duas transavam comigo juntas: me masturbando e fazendo meu esperma voar na direção do rosto das duas.

Só depois de tudo concluído é que elas deitaram ali mesmo, puxaram uma soneca e assim, eu pude trabalhar.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Ela atrasou para a aula de violino, mas fez uma surpresa para o professor



(escrito por Kaplan)

Tenho um amigo que é um grande músico. Toca vários instrumentos, mas seu preferido é o violino e ele ensina para muitas pessoas. Na casa dele tem um amplo espaço que ele transformou num local para aqueles que quiserem ter aulas.

Outro dia me encontrei com ele e ele estava com um olhar diferente, o que me fez perguntar o que estava acontecendo.

- Rapaz, não é que está acontecendo. Aconteceu! E eu nunca imaginaria passar por essa situação que passei, só sei que foi uma maravilha!
- Desembucha... conta logo o que foi tão fascinante assim! 

- Eu tenho uma aluna, cujo nome eu não vou te falar, mas que desde que começou a ter aulas comigo fez progressos imensos e será uma virtuose, não demora! Semana passada ela ia me apresentar uma peça que lhe dei para treinar em casa. É uma peça não muito difícil, mas também não é fácil. É um prelúdio para violino do Bach. Pois bem, lá estava eu, esperando ela chegar e ela atrasou uns 20 minutos. Nunca tinha acontecido isso antes. E chegou de vestido longo, parecia que ia a uma festa ou casamento depois.

Me pediu desculpas pelo atraso, mas disse que iria compensar com uma surpresa. Fiquei sentado, esperando. Sabe o que ela fez? Depois de abrir a maletinha e colocar o violino sobre ela, ela se levantou, em frente à partitura... e tirou o vestido! Começou abaixando e eu vi os seios dela, fiquei boquiaberto... e aí deixou o vestido cair por completo... e estava sem calcinha! Fiquei pasmo! 

Sem dizer nada, ela veio até onde eu estava. Imagina, fiquei com ela totalmente nua ao alcance das mãos, mas não fiz nada, estava sem entender o que estava acontecendo... ela então tirou minha gravata, sorrindo e ela mesma colocou a gravata como se fosse uma venda nos olhos. Pediu que eu pegasse o violino e o arco para ela, pediu para eu colocá-la na frente da partitura, não sei pra que, se ela estava vendada... E ai tocou o prelúdio, com perfeição, sem ler a partitura.

Eu entendi que ela queria algo mais, então me levantei, cheguei perto dela, pelas costas, admirei a bundinha maravilhosa, cheirei sua nuca, vi que ela ficava arrepiada. Peguei o arco e tirei da mão dela. E tirei a gravata dos olhos dela. Vi ela sorrindo para mim e nos beijamos. E aí ela colocou a gravata como se fosse a venda nos meus olhos, me levou até a cadeira, me fez sentar. Eu senti ela pegando no meu cinto e o tirando, abrindo minha calça e pegando em meu pau, e deu beijos nele, lambeu ele todinho, e enfiou na boca e me chupou por um tempo enorme... e eu nem queria que ela parasse, de tão bom que estava!

Mas ela parou, me tirou da cadeira e ajoelhou nela – eu só vi que foi isso depois – me deu a mão e senti que meu corpo encostava na bundinha dela, ela dirigiu meu pau para a xotinha, falou que eu podia tirar a venda e aí eu vi que a estava comendo de cachorrinho. Então aproveitei e bombei à vontade. 

Depois ela parou, levantou, me fez deitar no chão e sentou em cima de mim e ficou pulando, pulando...e gozou... deitou seu corpo sobre o meu e ficou gemendo baixinho, e eu continuei bombando. Ela levantou o corpo e continuou pulando e os gemidos ficaram mais alto, aquilo me deixava com um tesão imenso e eu ficava pensando o que tinha feito para merecer tudo aquilo. Ela se mostrou de uma gostosura a toda prova e acabei gozando, meu pau saiu de dentro dela e o esperma escorreu da bucetinha e caiu sobre meu corpo.

Ela virou e me falou que tinha meses que estava com vontade de fazer aquilo, mas só criara coragem naquele dia. E perguntou se o que acontecera iria atrapalhar as aulas. Então eu disse a ela que não atrapalharia, mas que eu gostaria que aquilo se repetisse muitas e muitas vezes. Ela deu um sorriso largo e garantiu que vai se repetir sim. Por isso que estou tão feliz, você não concorda comigo que foi algo maravilhoso?

Como eu não iria concordar?

Meg foi visitar o amigo que lhe deu uma massagem de presente...então...



(escrito por Kaplan)

Um amigo nosso adorava massagear as amigas e elas adoravam, porque era uma massagem muito “especial”, principalmente quando ele acabava e ai rolavam trepadas homéricas!!!
Pois bem, ele acabara de construir uma casa nova, enorme, dois andares, e, safado como ele só, reservou um aposento da casa só para massagens. Tinha de tudo lá, até parecia que ele era profissional: uma maca, toalhas, cremes, incenso, enfim... tudo para uma bela sessão de sexo, pois era isso que sempre esteve em jogo. 

E ele convidou Meg para conhecer a nova casa e ela ganharia uma massagem. Quando ela me contou do convite, nós rimos muito, porque sabíamos qual era o real objetivo do nosso amigo. Mas ela foi, argumentando comigo que, com certeza, teria uma massagem sim, e ela gostava muito da massagem que ele fazia.

Chegando lá, ele mostrou a casa toda para ela. Embaixo ficavam a sala, a copa, a cozinha, banheiro social e o tal aposento para massagens. Em cima ficavam os quartos (três quartos, ela nem sabia a razão, porque ele era solteiro...), banheiros em todos os quartos.
Lá em cima, ele falou com ela para se preparar, ele já ia descer para arrumar o quarto da massagem.

- Tire a roupa, desce só de lingerie, já aprendeu onde é o local da massagem, não aprendeu?
- Claro, sei onde é. Não demoro! 

Enquanto ela tirava a roupa, ele desceu, acendeu o incenso, tirou um pouco da claridade do quarto. E viu que ela descia a escada, vestida apenas com uma lingerie preta. Recebeu-a no pé da escada e levou-a, de mão dada, até o quarto.

Mas já ali começaram os beijos. E quando chegaram ao quarto, em meio a novos beijos, ele tirou o sutiã e a calcinha dela e ela, já achando que ia rolar, tirou a camisa dele e o beijou.

- Espera, Meg, primeiro a massagem...

Nua, ela deitou na maca e recebeu as mãos dele em suas costas. Ele realmente sabia fazer uma massagem relaxante. Mas aproveitava para fazer uma erótica também. Ao passar as mãos nas costas, ele as levava até os seios e isso, com a Meg, tinha um significado grande, pois os seios dela eram altamente erotizados... 

Massageou as nádegas e aproveitou para abrir as pernas dela e massagear também a bucetinha. Mandou que ela virasse e novamente a massagem nos seios deixou Meg eufórica e doida para passarem para os finalmentes.

- Tira a roupa e vem aqui pra cima comigo!

Ele fez isso, deitou-se e ela pegou no pau dele e começou com um boquete, revezando com uma espanhola, esfregando os seios no pau. Ele não demorou a virar o corpo dela e cair de língua na xotinha, para, depois, colocá-la sentada, meio de lado, na maca e ele, em pé, enfiou o pau na xotinha e começou a bombar. Depois ele a colocou de frente para ele, levantou as pernas dela e voltou a meter. E ainda a colocou de quatro na maca, subiu, ajoelhou atrás dela e meteu de novo. 


Meg já estava quase gozando, mas quis gozar do jeito que mais gostava, então sentou no pau dele e ficou cavalgando até sentir aquelas sensações maravilhosas que ela sentia toda vez que atingia um gozo. Vendo que ele não gozara, ela fez outra coisa que gostava muito: chupou o pau dele até receber dentro de sua boca o leitinho...

Tinha sido tão boa aquela tarde, quase noite, que ela perguntou se poderia dormir lá. Ele concordou, lógico, quem não concordaria? Então ela me ligou, explicando tudo e ficou lá aquela noite. Como não tinha levado camisola ou pijama, ficaria só com a lingerie mesmo, não teria problema, pois o dia estava quente. 

Tomaram um banho, para tirar todo aquele óleo que ele havia passado e no chuveiro ele comeu o cuzinho dela. Depois tomaram um lanche, foram para a sala, dançaram pelados e quando já estavam bem excitados, correram para a cama.  Ela colocou a lingerie, pois adorava que os parceiros a tirassem. E ele tirou, mas antes enfiou a mão dentro da calcinha e seus dedos entraram na xotinha dela, deixando-a totalmente pronta para o que desse e viesse.

Só então ele tirou o sutiã dela, enchendo-a de beijos, mamando neles, continuando com a mão dentro da calcinha. Ele estava de cueca apenas. Logo a calcinha dela foi retirada também, e ele pediu que ela se masturbasse, ele gostava muito de ver. Ela atendeu o pedido dele e estava tão excitada que realmente gozou com seus dedos no clitóris. Ele assistiu, embevecido, o que ela fizera e então, enquanto ela se refazia, respirando até com dificuldade, ele foi chupar a xotinha dela de novo.

Ela gemia, descontrolada. E ele não parava com a língua, até que ela pediu para ele parar porque queria fazer-lhe um boquete. Deitada na cama, ele em pé, ela enfiou o pau dele na boca com muito gosto e fez um boquete tão demorado quanto a chupada que acabara de receber. 

Então, cavalgou-o novamente, com o corpo virado para ele que não parava de beijar e lamber os seios dela. Quando ela se cansou de tanto pular, ficou de quatro na cama e ele a comeu por trás. Ela já estava toda suada, descabelada... que loucura era aquela!

E ele ainda virou o corpo dela, levantando suas pernas e a comeu na posição de frango assado. Ela conseguiu gozar de novo e aí não teve jeito. Para se recuperar, precisava de leite e chupou o pau dele até conseguir. Depois limpou o pau dele com sua boca. Estavam exauridos, os dois, e dormiram profundamente.

De manhã, ela acordou, viu que ele estava dormindo, saiu de fininho, pegou o carro e foi embora. Queria me contar tudo antes que eu saísse para o trabalho. O que eu podia fazer ao ouvir aquilo tudo? Come-la também... e foi o que eu fiz!