quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Ela chupou, eu comi




(escrito por Kaplan)

Tamar era uma doce morena, na época tinha 24 anos. Seus seios eram médios, perfeitos. Sua bunda inigualável. Sua boca carnuda guardava uma língua poderosa.

Naquele dia eu a via ajoelhada à minha frente, entre minhas pernas. Sua língua começava a lamber meu saco, subia lentamente pelo tronco, e parava na cabeça. Aí ela olhava para mim, sorria e voltava a fazer tudo de novo. 


Depois de umas dez lambidas dessas, que me deixavam louco para fazer mais coisas, ela ainda insistia em ficar onde estava, só de calcinha. A mão esquerda segurava a base do meu pau e a direita subia e descia, na punheta mais delicada que eu já recebera. Finalmente ela engolia meu pau e depois voltava a lamber, lamber, como se aquilo fosse a coisa mais importante de sua vida. E sempre sorrindo para mim, me seduzindo com seu olhar.

Ainda me premiou colocando meu pau entre os seios, prendendo-o ali. Subia e descia com o corpo... uma loucura, não aguentei mais, levantei-a, encostei-a na parede, arranquei-lhe a calcinha preta, me ajoelhei e mergulhei meu rosto entre suas nádegas, lambendo seu cuzinho e sua xotinha, enquanto minhas mãos apertavam sua bunda.

Ouvi os primeiros gemidos,ela segurava na parede, olhos fechados.


Tirei minha roupa, não a tirei da posição, apenas puxei sua bundinha um pouco para trás, para facilitar a entrada de meu pau em sua xotinha. Enlouquecido de tesão, bombei com o máximo de força que consegui. Segurava em seus braços, em seus peitinhos, em sua bunda, e não parava de meter.

- Isso, não pare, estou indo, estou indo... mais força, mais força!

Meti gostoso demais naquela garota até vê-la quase desfalecer de gozo. E ela ainda teve forças para ficar de frente para mim, se ajoelhar e me chupar de novo, até que eu gozasse em seu rosto, seios...

Ela nem podia imaginar o que ia acontecer quando foi ajudar o casal amigo na mudança!



(escrito por Kaplan)

Luciana e Gustavo eram um belo casal amigo nosso. Altos, morenos, ela com 82 de busto e 85 de bumbum, ele com 19cm de vara. Não, amigos e amigas, nunca os vi pelados. Quem me deu estes detalhes foi Meg, que não apenas viu, como experimentou tudo a que tinha direito. E depois me fez um relato completo.

Disse que eles se mudaram para o edifício ao lado do nosso. E Luciana pedira se nós poderíamos ajudá-los a desfazer as inúmeras caixas. Eu não pude, a Meg se dispôs a ir.

Lá estava o casal desorientado em meio a dezenas de caixas que precisavam ser abertas para que as coisas fossem colocadas nos devidos lugares, quando Meg chegou. Com experiência de muitas mudanças que fizemos, ela passou antes numa lanchonete e comprou alguns brioches e café, que levou para os amigos. Eles agradeceram e enquanto devoravam o que ela levara, ela ficou olhando as muitas caixas que estavam abertas mas cheias de coisas.

Uma caixa, em especial, chamou a atenção dela. Viu que ela continha álbuns de fotos e o de cima tinha um papel colado com durex escrito “top secret”. 




foto: Kaplan
Já viram uma mulher curiosa? Pois é, ela não resistiu e folheou o álbum. 
Eram fotos, inicialmente, da Luciana nua, em várias poses e locais. 
Tinha fotos dela em motéis, em banheiras de hidro, no mato... muitas fotos bonitas. 






 E tinha também dele... ah! Como Meg adorou ver aquilo! Algumas eram closes do pau dele. Que coisa meiga!




Meg se excitou com o que viu. Fechou o álbum e correu para o banheiro, e só então descobriu que a porta estava emperrada, não fechava totalmente, deixava uma bela fresta. Mas estava tão excitada que não se importou, tirou o short e começou uma bela siririca. Estava quase gozando quando sentiu que era observada. Esfriou-se toda, olhou para a porta, era o Gustavo que estava lá, com o pau para fora da braguilha, duro, exibindo para ela.

Deixou de saber. Aquilo não poderia ficar impune! Ajoelhou e colocou o pau dele na boca e começou um boquete que fez ele suspirar.
Estavam no bem-bom quando a Luciana chegou e com uma cara de espantada, perguntou o que estava acontecendo. Meg ficou desconcertada, e mais ainda quando o Gustavo virou-se para a esposa e falou:

- Querida, a Meg quis me chupar, eu deixei, não quer ajudá-la? 

Aquilo parecia um filme de non sense, e mais ainda quando a Luciana, sem falar nada, ajoelhou-se ao lado da Meg e ficou chupando o pau do marido também. Era tudo o que Meg desejava naquele momento!


As roupas dos três voaram em todas as direções e, peladões, eles começaram a se esfregar, se beijar, se chupar, foi uma loucura total. E a Luciana, de forma bem cortês, falou com a Meg para ficar de quatro, se apoiando na pia, para o Gustavo comê-la. Meg obedeceu à amiga, com todo o prazer! E pôde sentir o pau dele entrando em sua xotinha e ele bombando, bombando, e a Luciana beijando sua nuca, pegando nos seus peitos. Teve um orgasmo fantástico!

Cedeu o lugar à amiga que também se deliciou com a metida do marido.
Depois dessa farra toda, se vestiram e continuaram a fazer o trabalho de desencaixotar as coisas. Ninguém tocou no assunto. Na hora do almoço, Meg se despediu, prometendo voltar logo, só ia esquentar o almoço para mim e depois voltaria. Eles agradeceram e a levaram até a porta. Ela ainda estava no hall do elevador quando ouviu risadas dos dois, mesmo com a porta fechada. Curiosa, como sempre, encostou o ouvido na porta do apartamento deles e ouviu:

- Querida, você é incrível. Bem que você disse que quando ela visse o álbum secreto ela ia olhar e ficar com vontade. E que trepada gostosa, hem?
- Eu conheço a Meg... sabia que ela ia ficar ouriçada. E agora, você já sabe que vai rolar muitas vezes, né? E já que você gostou de comer minha amiga, eu vou querer experimentar o marido dela. Falou?
- Falou! Vamos ter grandes programas!

Meg ficou feliz em ouvir aquilo. Quando cheguei e ela me colocou a par de tudo, já ficamos imaginando o que poderia rolar! Claro que para ela foi mais fácil, enquanto eu voltava para o trabalho, ela voltou ao apartamento deles para continuarem o que haviam começado. Em todos os sentidos...

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Eu devia ter sido massagista



(escrito por Kaplan)

Estava eu passeando tranquilamente pela rua onde moro quando vejo um amigo sair de um edifício carregando uma maca, dessas portáteis. Olhei bem, sem entender o que aquilo significava. Ele me viu e, depois de guardar a maca no carro, veio me cumprimentar. Chamava-se Jaime e tinha sido colega meu de faculdade, e depois que nos formamos praticamente não nos encontramos.

- Mas o que é aquilo que você colocou no carro? Parecia uma maca!
- É uma maca portátil, uso no meu trabalho.
- Você é o que? Fisioterapeuta, médico?
- Não, sou massagista.
- Você está brincando... massagista?
- É verdade. Larguei de lado aquele curso que fizemos e atualmente me dedico a massagens. Faço umas oito por dia, em média, a 50 pratas cada uma, o que me dá em torno de 400 por dia, 2000 por semana, 8000 por mês. Nada mal, continuo solteiro, tenho apartamento próprio, minhas despesas são só com comida e gasosa. Estou vivendo muito bem.
- Que legal, Jaime! Minha esposa gosta demais de massagem. Quem sabe ela vira cliente sua? Tem um horário para marcar para ela?
- Deixa eu conferir aqui... hum... essa cliente aqui viajou esta semana, posso marcar depois de amanhã às 15 horas. Será que ela pode nesse horário?
- Tenho certeza que sim. Moro ali, naquele prédio. Me dá seu telefone, eu te ligo caso ela não possa.

Deixei com ele o número do edifício e do apartamento, avisei a Meg, ela podia.
Quando cheguei em casa, à noite, no dia em que ele foi lá, ela me disse que realmente ele era muito bom. Perguntei se queria toda semana, ela falou que gostaria, então telefonei para o Jaime e vi com ele quais os horários que ele disporia. Tudo acertado, ele passou a ir lá em casa toda semana.
Mais tarde eu vim a saber dos detalhes escabrosos...



Meg me disse que nas três primeiras semanas ela usou um biquíni comum. Na quarta semana ela usou uma calcinha fio dental e notou que o Jaime ficou suando frio quando massageou sua bunda. Na sessão seguinte, ela usou só a calcinha, deixou o sutiã de lado. Ele massageava primeiro as costas, quando ela se virou para ele massagear a frente, percebeu um brilho enorme nos olhos dele. E as mãos dele tremiam quando massageou os seios.

Ela tinha ficado interessada no meu amigo e assim, na sessão seguinte ela já não usou mais roupa alguma. Quando ele chegou, ela o levou ao quarto onde faziam as massagens, ele armou a maca, pegou na bolsa os óleos que usava e ao se virar, lá estava ela deitada, totalmente nua. Completamente desconcertado, ele colocou uma toalha tampando a bunda dela, mas quando chegou a hora de massagear a bunda, tirou a toalha e parece que ele resolveu testar ate onde podia ir.

Passou a mão com calma nas nádegas e depois sua mão aprofundou-se no reguinho, passando pelo cu e pela xotinha. Meg estremeceu ao contato da mão dele e abriu as pernas. Ele entendeu o recado, ela gostara e queria mais. então demorou-se bastante ali, e tanto passou a mão na xotinha dela que acabou entrando com o dedo lá dentro. Ela gemeu e ele entendeu que podia ir mais além. 

Pediu que ela se virasse. De novo a emoção de ter os seios dela em suas mãos e naquele dia teria também a xotinha. Ela, que já estava totalmente seduzida, não apenas abriu, ela arreganhou as pernas deixando sua xotinha totalmente entregue às hábeis mãos do Jaime que, àquela altura, não tinha mais dúvidas. Massageou à vontade, inclusive o grelinho e ela gemeu cada vez mais alto. Ele não sabia mais o que poderia acontecer, mas seu pau sabia. Já tinha endurecido o suficiente para Meg perceber e ela puxou a calça de moleton dele para baixo, pegou no pau e o chupou.

Foi comida com a mesma competência com que ele a massageava.
Na sessão seguinte, lá estava ela, novamente nua, louca para experimentar as sensações que havia tido na sessão anterior. Porém, o Jaime era um profissional, tratou de fazer a massagem normal e fez tudo como devia ser feito, inclusive tampando-lhe a bunda com a toalha. Claro que, ao massagear as coxas, suas mãos também chegaram à xotinha, acariciando-a como no dia anterior, o que fez Meg ter a certeza de que teria outro gozo como aquele.

Curtiu cada passagem de mão em suas pernas, depois virou-se, já pronta para os finalmentes, mas o Jaime não tinha pressa, tesou-a bastante antes de oferecer seu pau para ser chupado. E daquela vez não besuntou a xotinha de óleo, mas deixou-a molhadinha, pois ofereceu à Meg sua experiente língua. Entrou com ela dentro da xotinha, lambeu o grelinho, fez Meg ficar dando pinotes em cima da maca. 

Aí ele a carregou para a cama, a nossa cama, e quase fez ela virar do avesso com uma metida de mais de vinte minutos, em todas as posições possíveis e imagináveis.
Quando ele, finalmente, gozou, ela comentou que precisava de outra massagem, porque parecia que tinha sido atropelada por uma carreta.

E ao me contar isso e o que aconteceu em mais uma série de outras sessões, eu fiquei me perguntando: Por que eu não virei massagista???

Jogo de strip dama



(escrito por Kaplan)

Fomos apresentados ao Luiz Carlos por um amigo comum. Luiz Carlos era um sujeito muito simpático, alto, discreto, bom papo. Creio que foi na festa de aniversário deste amigo comum que ficamos nos conhecendo. Ele se interessou pelo nosso trabalho de fotografia, esteve no Studio algumas vezes. Vendo que uma amizade legal estava se constituindo, nós o convidamos para ir em casa tomar um vinho, o que ele aceitou com prazer.

Aquela visita se repetiu mais vezes, até de maneira mais informal, ele também nos chamava para seu apartamento. Foi lá que vimos uma mesa, que ficava num dos quartos (ele morava sozinho e o apartamento tinha 3 quartos, um dos quais, ficamos sabendo naquele dia, ele reservava para jogos e lazer) e essa mesa tinha o conhecido desenho de um jogo de xadrez ou de damas. Ele nos confidenciou que eram os jogos preferidos dele, mas também havia uma mesa para jogos de cartas. O quarto tinha uma geladeira pequena, um aparelho de som, uma estante com bons romances, era um ambiente perfeito!

Quando nos retiramos, ele reiterou o convite para voltarmos exclusivamente para jogar. 

No carro, segurando meu pau, como sempre fazia nas noites escuras, Meg me confidenciou:

- Homens como o Luiz são difíceis de encontrar... sujeito delicado, papo agradável, viu só os livros que ele tem? Folheei alguns, vi que ele leu tudo, todos tem alguma observação feita por ele. Incrível que ainda esteja solteiro!
- Talvez seja por isso mesmo... achar uma companheira que goste de tudo isso talvez não seja tão fácil.
- Pode ser, mas pode ser também que ele tenha algum ponto falho que não sabemos. E se ele for ruim de cama? Isso afugentaria qualquer mulher que atendesse aos outros requisitos, a não ser que ela também não curtisse muito sexo...
- Hummmm... devo entender que sua curiosidade a respeito vai te levar a considerar essa suspeita?

Ela deu uma gargalhada.

- Você é muito bobo! Mas me deu uma boa ideia! Quem sabe eu descubro que o segredo dele é esse mesmo? Vou pensar no assunto, obrigada pela sugestão!

Eu já estava imaginando algo! E logo tive a confirmação. Como uma boa investigadora, ela foi atrás para descobrir se aquele era o problema que levava o Luiz a estar solteiro mesmo tendo tantos e tão bons predicados. 

E a chance foi justamente o jogo de damas, que ela e eu gostávamos muito. Ela era muito boa e resolveu desafiar o Luiz Carlos. Dois dias depois ela ligou e perguntou se ele topava uma disputa. Ele aceitou o desafio. E quando ela foi, claro que não me levou! Saiu de casa às 19 horas e só regressou depois da meia-noite. Foi com uma minissaia e uma blusa, daquelas com decotes que mostravam tudo, queria causar boa impressão. Como se precisasse!

Lá pelas 11 eu já sabia que tinha rolado algo e fui me deitar. Fiquei vendo um filme e vi quando ela chegou. Ao me ver acordado, sorriu, entrou para o banheiro. Ouvi o chuveiro ser ligado. Era a certeza de que rolara. Fiquei aguardando ela sair para me contar.
E como ela sabia que eu iria me excitar com o que ela me contaria, nem se preocupou em colocar alguma roupa. Saiu do banheiro enrolada numa toalha, foi até a cama, tirou a toalha e deitou-se nua, ao meu lado.

- Muito bem... parece que nossa Sherlock Holmes de saia descobriu que sua suposição estava errada. O Luiz é bom de cama! 


- Bom, nada! É ótimo! Querido, quando ele viu que eu tinha ido sozinha, vi os olhos dele brilharem. Me levou lá para o quarto do lazer, as pedras já estavam colocadas nas suas respectivas casas. Mas abriu um vinho antes, brindamos, tomamos umas duas taças antes de começarmos a jogar. Olha, sua mulher não sabe nada de damas. Tomei cada surra!
Depois de ter perdido a primeira eu joguei minha cartada. Perguntei a ele se iríamos disputar uma “melhor de três” com prêmio ao final. Sabe o que ele falou?
- Deve ter topado, mas não imagino o que ele teria falado.
- Disse que não gostava de prêmio só no final, que seria interessante que a cada jogo um prêmio fosse dado. Imaginei que ele pensava em ganhar um beijo, mas ele mostrou que além de todos os predicados que já conhecíamos, tinha outro! Sugeriu que fizéssemos um “strip damas”, ou seja, quem perdesse ia tirando uma peça de roupa.
- E você adorou a ideia!
- Lógico! Mas me concentrei o máximo possível, queria ver ele tirar a roupa. Só que o cara é bom mesmo. Perdi a primeira, tive de tirar a blusa. Perdi a segunda, tirei a saia. E nem preciso dizer que perdi a terceira e aí tirei a calcinha. Ele sorria. Estava totalmente vestido e eu totalmente nua na frente dele. Aí apelei, joguei as peças no chão, subi na mesinha e o ataquei com um beijo daqueles que você gosta! 

Aí ele me pôs sentada no colo dele e começou a beijar meus peitos e enfiava a mão entre minhas pernas, por trás, passava o dedo desde meu cu até a xotinha. Fiquei louca! E você também né taradinho? Olha só como está o pau dele... deixa eu segurar nele enquanto termino de contar.

Pegou no meu pau, duro realmente, e ficou fazendo carinhos nele enquanto terminava de contar. 

- Arranquei a camisa dele, sentei na mesa, coloquei ele em pé e tratei de abaixar a calça dele para ver o objeto de minha investigação. Belíssimo pau, querido! Ao ver a maravilha, fui obrigada a pegar, colocar na boca e dar aquela chupada! Ele ficava acariciando meus cabelos enquanto eu lambia e chupava o pau. Aí ele colocou minhas pernas entre as dele, colocou o pau entre meus peitos e ficou roçando, roçando... uma delícia! E aí ele se ajoelhou, levantou minhas pernas e veio me chupar. Nota dez também!

E depois de me chupar, lá veio o dedo dele entrando dentro de mim, me cutucando enquanto ele lambia meu grelinho. Loucura! Ficou um tempão fazendo isso e eu me derretendo toda. Pegou um gelo no balde onde estava a garrafa de vinho e veio passando em meus peitos, em minha barriga, no meu umbigo, até chegar na xotinha e aí subiu em cima de mim e me enfiou a vara. Meteu com suavidade, me beijando muito enquanto fazia o vai-e-vem, e eu senti que ia gozar.
Ele percebeu e aí acelerou e eu tive um gozo fantástico. Foi bom demais! Demais!

- Então você precisou de bis! 

- Você me conhece bem. Para que minha investigação ficasse completa, precisava de mais provas. Principalmente porque só eu gozara, ele não. E aquela vara dura ficava bem na minha frente, clamando para ser posta à prova. Falei com ele que aquela mesinha machucava as minhas costas, se não teria um local mais confortável. Ele me levantou, enfiou o pau em minha xotinha de novo e foi me levando até o quarto dele, eu enganchada na cintura dele.
Me colocou na cama, suavemente, e perguntou como eu gostava de transar. Você sabe... o espírito de Lady Godiva que habita em mim exigiu que eu o cavalgasse até ele gozar.

Ficamos deitados na cama por quase meia hora, só conversando, abri o jogo para ele sobre nosso casamento, ele gostou muito de saber. Claro, sacou na hora que poderia me ter de novo... e já te aviso que ele vai ter, viu? Não é todo dia que aparece um homem assim na vida da gente. E aparece para uma mulher que tem um marido que curte saber que ela se entrega a outros homens... não somos o casal perfeito?