terça-feira, 26 de agosto de 2014

Ver você jogar me deixou excitado...

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(escrito por Kaplan)
Meu amigo Walter morava com os pais num dos muitos condomínios que existem perto da cidade. Isso significa que ele tinha vida boa, esses condomínios são para gente rica, em condições de mandar construir casas luxuosas, com piscinas, quadras e tudo o mais que faz a vida valer a pena! 



Ele tinha uma colega na faculdade, a Malu, por quem era vidrado. Só que ela tinha namorado, que de vez em quando ia buscá-la ao final das aulas. E o Walter ficava só chupando o dedo de vontade. Babava quando a via de bermuda ou de short... e as camisetas então! Davam lances sensacionais dos peitinhos dela. E ele não se cansava de olhar!

A sorte sorriu para ele quando, num dos intervalos de aulas, os dois conversavam e Malu falou que ia ficar sem o namorado por 15 dias, ele ia viajar ao exterior. Walter viu a chance de investir em sua amada Malu.

Falou com ela que seus pais haviam terminado a construção de uma quadra de tênis no quintal da casa onde moravam.

- Ah, mentira! Eu adoro tênis! Mas só vejo, não tenho muito jeito para jogar não!
- Quer que eu te ensine?
- Você joga?
- Sim, desde garoto.
- Então não vai ter graça... você deve ter as manhas todas...
- Nada, sou aprendiz, vamos lá em casa hoje depois da aula...
- Não posso dormir lá, você me traz de volta?
- Claro! Sem problemas. Depois do almoço te pego em sua casa, vamos até lá, jogamos e depois eu te trago de volta.

Combinados estavam, e tudo foi feito conforme planejaram. Lá chegando, ela perguntou onde poderia trocar de roupa. Ele lhe mostrou um banheiro que havia perto da churrasqueira e enquanto ela foi lá, ele entrou na casa e colocou uma bermuda e uma camiseta.
Quando voltou, babou. Malu estava com um top e um shortinho, mas muito curto, curto de verdade!

Foram para a quadra. Ele entregou uma raquete para ela, pegou a dele, algumas bolas. Começou a jogar algumas, bem fáceis, ela conseguiu devolver várias, sempre com gritinhos de alegria e caretas quando errava. Mas vê-la empinando a bundinha quando esperava o saque que ele daria, deixou o Walter realmente excitado.

Depois de jogarem por quase uma hora, ela cansou. Chegou na rede e perguntou se podiam parar. Ele concordou e sem saber a razão, falou uma coisa que ele se arrependeu tão logo terminou a frase:

- Ver você jogar me deixou excitado...

Pronto! Pensou ele. Que idiotice foi aquela?
Mas não teve tempo para se lamentar. Malu sorriu para ele.

- Mesmo? Deixa eu ver se é verdade! 

 E sem cerimônia alguma pegou no pau dele, por cima da bermuda. Ele se assustou e ela riu mais ainda.

- Sabe por que aceitei seu convite, Walter? Eu tenho notado que você anda me secando na faculdade...e como eu gosto de sua companhia, aproveito que meu namorado está viajando para colocar um galho na cabeça dele...

Falou sem soltar o pau do Walter que, logicamente, endureceu o máximo que pôde.

- Tenho medo de alguém nos ver... vamos entrar?

Ele a levou para dentro da casa e mal ela se sentiu protegida pelas paredes, arrancou a bermuda dele e caiu de boca, lambendo, chupando, engolindo. E arrancando suspiros do Walter que nunca imaginara que aquilo iria acontecer um dia! 

 Tirou a camisa, ficou nu e começou a beijar Malu. Suspendeu o top, admirou os seios dela e mamou neles, depois colocou-a sentada num sofá, tirou o shortinho dela, levantou suas pernas, olhou embevecido a bucetinha dela, toda peludinha e deu-lhe um banho de língua, fazendo ela gemer adoidado.

- É tão gostoso trair um namorado... quero dar bastante pra você hoje... me come!

Aproveitando a posição dela no sofá, ele só fez o pau entrar dentro dela e socou bastante, depois a comeu de cachorrinho e por ultimo ela o cavalgou até gritar que estava gozando. Deixou seu corpo cair sobre o dele, e passou a sentir a contração do pau dele, que foi amolecendo, amolecendo, até sair de dentro dela.

- Walter, que gostoso que foi. Posso vir treinar todos os dias aqui?

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Carona erótica

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(escrito por Kaplan)

Fomos passar umas férias em Natal, no nordeste. Estava tudo ótimo, muito sol, muita praia, até o dia em que um cara desses que alugam buggies apareceu distribuindo folhetos para quem estivesse interessado em fazer passeios. Geralmente as pessoas contratam um buggeiro para levá-las a algum lugar, mas aquele não, ele alugava o veículo para quem quisesse sair dirigindo por aí. 

Nem preciso dizer que Meg ficou profundamente interessada na conversa do Marcos. Perguntou tudo que tinha direito. E eu só vendo o tal do Marcos devorando-a com os olhos. Também pudera, com o biquíni que ela usava se ele não olhasse com certeza deveria ser gay. Ainda mais que quando ele chegou ela estava queimando as costas por igual, o que significa que tirara o sutiã e se deitara de bruços. Quando ela se virou para colocar o sutiã, logicamente ele teve uma visão de detalhes dos seios dela.

Ela pegou o folheto e ficou de tentar me “convencer”. Daria uma resposta no dia seguinte. Ele se foi, mas ficou distribuindo folhetos às pessoas próximas e sem tirar o olho do corpão da Meg.

Naquela noite, ela fez um verdadeiro furacão na cama, me deixando alucinado. E ao final, deu o bote: queria andar de bug no dia seguinte, mas sozinha.

- Desconfio que você pode até começar sozinha, mas vai terminar acompanhada. Estou certo?
- Certíssimo! É por isso que te amo! Você conhece até meus pensamentos!

Fazer o quê? 

Manhã seguinte ela colocou um shortinho, uma blusa com um decote imenso. Qualquer abaixadinha que ela desse... via-se tudo!  e foi até o endereço do rapaz que alugava os buggies. Claro, não se esquecera de pegar o telefone dele caso acontecesse alguma coisa. E o Marcos, que quase enfiara a cabeça no decote dela, sentiu que ela iria telefonar. E não deu outra! Depois de uns quarenta minutos, olha ele atendendo o telefone.

Fazendo voz de desesperada, ela disse que entrara em areias muito fofas e encalhara. E não passava ninguém que pudesse ajudar. Seria que o Marcos poderia ir até onde ela estava? Ele deu um sorriso enorme. Tinha certeza de que ia rolar alguma coisa. Falou que iria, pediu as coordenadas de onde ela estava. Ela disse que ficaria na beira da estrada esperando. Ele disse em qual veículo iria e lá ficou ela esperando.

Quando viu o jipe dele chegando, ela ficou na ponta dos pés, fazendo sinal de quem pedia carona. Ele parou e ela sorriu para ele.

- Vem comigo, o bug está logo ali.

De fato, ela o havia jogado no meio de um areal. Se colocasse alguns calços sairia fácil, fácil. Foi o que ele fez e tirou o bug de lá.

- Nossa, Marcos, eu já estava desesperada, que bom que você veio me salvar... como posso te recompensar?

Acho que ele esperava alguma coisa do gênero, porque não titubeou:

- Bem, se faz questão de me recompensar, que tal tirar a blusa e me mostrar toda essa beleza que você mal esconde? 

Meg adorava safados assim. Sorriu e recompensou-o. Tirou a blusa e mostrou os belos seios que tinha, já de olho na “possível reação peniana” do Marcos. Não se enganou. A bermuda dele mostrou movimentos que indicavam uma bela ereção.

E aí não houve mais delongas. Ele a abraçou e se beijaram. Os seios dela foram tocados, beijados, chupados e ela entrou no clima completamente. Tirou a roupa toda e arrancou a bermuda do Marcos. E foi em cima do bug que eles deram a primeira trepada do dia. Ele apoiou as mãos dela no bug e meteu por trás, furiosamente, fazendo o corpo dela tremer todo e ela gemeu muito e muito alto.

Fez ele parar, ajoelhou-se na areia e colocou o pau dele em sua boca, chupando-o deliciosamente. Tão deliciosamente que ele não aguentou: esporrou na boca, no rosto, nos seios dela. Ela adorou, passou as mãos e espalhou a porra dele.

- Nossa... como vou chegar na pousada desse jeito? Meu marido não vai gostar...
- Venha até minha casa, lá você poderá tomar um banho para chegar bem cheirosa pro seu maridinho. Entre no bug e me siga, não é longe daqui.

Ela foi atrás dele, pararam na casa, bem simples. Ele disse que morava sozinho, não haveria qualquer problema em ela entrar e tomar banho. Só que... casa de homem solteiro é interessante. Era um aposento só: sala, quarto, cozinha e banheiro. Tudo sem portas. Então ele ficou vendo-a tomar banho. Ela tomou o banho mais erótico que já havia tomado. Precisava de mais uma, não gozara na primeira, apesar de ter sido muito prazerosa. 

Só faltou um fundo musical para aquele banho, que deixou o Marcos novamente em condições de come-la. Quando o banho terminou, ela perguntou, com a voz mais melosa do mundo:

- Você tem uma toalha pra me emprestar, Marcos?
- Tenho, e não apenas isso, eu mesmo faço questão de te enxugar, milímetro por milímetro! 


Era tudo o que ela queria ouvir. Entregou seu corpo às mãos hábeis do Marcos, que demorou-se bastante para enxugá-la. Cada pedaço enxuto era coberto por beijos e ela foi ficando indócil.

E quase enlouqueceu quando ele a colocou sentada na bancada da pia e mergulhou a língua em sua bucetinha. Uma língua muito hábil, que fez com que ela ficasse molhadinha. Tratou de chupar o pau dele de novo, mas pediu calma, ela queria gozar. Ele disse que ela podia ficar tranquila. 

Foi de cachorrinho novamente, ela apoiando-se numa cômoda daquilo que deveria ser o quarto. Ele socou bastante, mas ela ainda não gozara. Então ele a colocou sentada na cômoda e meteu de frente, e demorou-se bastante, até que ela finalmente conseguiu gozar.

- Vai querer alugar o bug amanhã de novo?
- Não, hoje foi suficiente... muito bom mesmo! Me leva na pousada?
- Já? Fica mais!
- Não, querido, meu marido ficou no seco o dia inteiro... tenho de dar uma assistência a ele!

Ela se enganou. Quando me contou tudo eu é que dei uma senhora assistência a ela!
Férias na praia são sempre muito boas!

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Dois amigos e três amigas juntos nas montanhas

Estatísticas de hoje: 531.052 acessos - Contos publicados: 1.195





(escrito por Kaplan)
Já narramos, em contos anteriores, que quando Meg estava fazendo faculdade, encontrou duas amigas tão safadinhas quanto elas e três colegas. Os seis se tornaram um grupo de estudos e de sexo. Toda vez que surgia uma oportunidade, lá estavam eles transando adoidado. Às vezes calhava de um  deles não poder. Azar o dele, os outros faziam o programa que aparecesse do mesmo jeito.

Também já falamos de uma gruta com pinturas rupestres que um professor levou a turma e que o grupo dos safadinhos entendeu que precisava voltar lá mais vezes para “estudar” melhor o local.

E vamos falar de uma vez dessas, em que o Gabriel não pôde ir, foram apenas o Virgilio e o Julio com as três: Meg, Rejane e Lúcia. 


Chegaram ao local, uma enorme montanha de calcário, que ficava num local bem distante do distrito ao qual ela pertencia. Não havia ninguém lá, como puderam verificar assim que chegaram. Então não perderam tempo, já foram tirando as roupas e ficando como no Éden primitivo: peladões todos eles.

E não perderam tempo. O Virgílio, que sempre foi o mais fissurado na Meg, tratou de colocá-la em seu pau. E enquanto ela pulava, a Rejane e a Lúcia ficaram dando amassos no Julio, que não demorou a colocar a Lucia de quatro e meter nela por trás. Nisso, a Meg, que já estava pulando há muito tempo, gozou, e a Rejane então ficou de quatro ao lado da Lúcia e pediu para o Virgilio cuidar dela. O que ele fez com muito prazer, comendo-a por trás, também. 


Depois de ser bem comida, a Lucia começou um boquete no Julio e a Meg, já recuperada, ficou de quatro e se ofereceu para ele. Não demorou muito para que todas estivessem com as bocas ocupadas. A Rejane chupava o pau do Virgilio e Meg e Lucia o do Julio. E chuparam os dois até eles gozarem.

Tinham levado um garrafão de água, eles tomaram uns goles e depois aderiram às latinhas de cerveja que estavam num isopor, bem geladas. Conversaram, rindo, contando piadas. Rejane e Lucia se vestiram, Julio colocou um short. Meg e Virgilio ficaram pelados. E logo o Julio estava mamando nos peitinhos da Meg, as duas amigas lhe davam tapas na bunda.
Dançaram sem música, os dois se esfregavam na Meg o tempo todo, ela chupava o pau do Virgilio até que ele também colocou uma bermuda. 

- Gente, mas o que vocês estão pretendendo vestindo as roupas desse jeito? Não vamos fazer mais nada?
- Meg, você está apreciando tanto essa vinda para cá que ainda não percebeu...
- O que eu não percebi?
- Olha lá embaixo, na estrada!

Ela olhou e fez uma cara de tristeza. Um ônibus escolar estava chegando. Pronto... todo mundo estava broxando por causa disso. Tiveram de ir embora, não dava para ficar esperando os adolescentes aprontarem todas as confusões que eram comuns nesses passeios.
O jeito era combinar de voltar em outro dia!