terça-feira, 27 de agosto de 2013

Do sonho à realidade, a trepada aconteceu




(escrito por Kaplan) 

Cintia estava recostada numa cadeira, à beira da piscina, vestindo um vestidinho curtinho e lendo um livro, cujo titulo era “Os melhores contos eróticos de todos os tempos”. Eram histórias escritas na antiguidade, por gregos e romanos, passando por contos da Idade Média, alguns do Decameron e outros mais, até chegar nos mais recentes. Não resta a menor dúvida de que aqueles contos deixam os leitores com muito tesão. E ela também ficou. Ainda mas que seu namorado andava viajando e havia mais de quinze dias que ela estava no seco. 

Não demorou muito para que ela colocasse o livro de lado e deitasse, fechando os olhos, sonhando com a última transa dos dois antes que ele viajasse. Sentiu uma vontade muito grande de gozar e como estava sozinha na casa, não viu problemas em colocar a mão dentro da calcinha e fazer carícias em seu grelinho, lembrando-se de como era gostoso quando ele passava a língua por lá.

Acabou adormecendo com a mão lá dentro. E nem viu quando um primo seu chegou. Ele caminhou até perto dela, viu que dormia, olhou o livro e entendeu a razão de ela estar com um sorriso nos lábios. O motivo, claro, era o que ela fazia com o namorado no sonho, estava chupando o pau dele. Os movimentos que ela fazia com o corpo e com a mão não enganavam o primo que assistia aquilo. 

E por uma coincidência espantosa, quando ela sonhava estar beijando o namorado, o primo a beijou e ela – acordada dormindo ou dormindo acordada? – retribuiu o beijo e de repente abriu os olhos e viu o primo. Assustou-se.

- O que você estava sonhando, priminha? Algo gostoso?
- Que susto você me deu... tem mais alguém em casa?
 - Não, só nós dois.

Cintia olhou bem para o primo e num impulso puxou-o até perto dela, ajoelhou-se na espreguiçadeira e abriu-lhe a braguilha. Puxou o pau, molinho, molinho, beijou-o e chupou-o, fazendo com que ele ficasse durinho, durinho.

- Era isso que eu estava sonhando... que tal? Gosta?
- Está ótimo, priminha... pode continuar com seu sonho! 

Cintia chupou, chupou... os dois se deliciavam. Mas ela não era imprudente. Ali não era um bom local, vizinhos poderiam ver. Carregou com o primo para dentro da casa, já foram os dois arrancando as roupas e quando chegaram à cama já estavam nus. Ele se deitou e ela se posicionou entre as pernas dele, pegou em seu pau e voltou a chupar. Agora que ela via o primo totalmente nu, podia apreciar melhor o belo pau dele, lambe-lo por inteiro, engoli-lo, deixando o primo maluco com o que ela fazia.

Cintia saiu de onde estava, subiu com o corpo até que sua boca encontrasse a boca do primo, beijou-o e foi abaixando seu corpo até encostá-lo no corpo dele. A bucetinha ficou na altura exata do pau e ele não teve dificuldade em enfiá-lo. Abraçou-a bem forte e ficou mexendo com o pau, fazendo o vai-e-vem que levou Cintia a gemer bastante. Ele socou com vontade, há muito que admirava o belo corpo da prima e nunca pensara que um dia teria condições de comê-la. E ali estava ela, totalmente entregue, louca para ser fodida. 

Quando ele se cansou, colocou-a de quatro na cama e meteu na bucetinha por trás, sacudindo o corpo dela completamente a cada bombada que dava. E os gemidos só aumentavam, Cintia estava delirando com a qualidade do primo.

- Isso, primo, mete gostoso, com força... está me levando à loucura! Ahhhhhhhhhh.... como você mete gostoso... ahhhhhhhhhhhhh.... quero muito, muito mesmo!

O primo não deixava por menos. Socava a bucetinha dela com toda a vontade. Ela até se segurava nos lençois para não cair da cama!

- Espera, primo, quero de outro jeito também!

Deitou-se de costas, puxou as pernas de tal forma que seus joelhos ficaram perto dos ombros e pediu a ele para meter de novo. E lá foi o primo, adorando o que a prima pensava e fazendo o que ela queria e tendo um prazer enorme com ela. O que estavam fazendo agora era uma versão ligeiramente modificada do papai-e-mamãe. Curvado sobre ela, ele podia beijá-la enquanto metia com vontade. 

- Primo, pode gozar a hora que quiser, eu já gozei... mas quando for gozar, você tira, tá?

Ele só fez que sim com a cabeça. Já estava quase indo e quando sentiu que estava na hora, tirou o pau da bucetinha e deixou que seu esperma caísse sobre os seios dela. 

Cíntia achou maravilhoso aquele sonho com o namorado e que o primo realizou, até com mais gabarito do que o namorado!

domingo, 25 de agosto de 2013

Uma amiga me visitando na republica




(escrito por Kaplan)

Viver em república de estudantes é uma das melhores coisas da vida. Só quem já viveu ou vive atualmente, sabe disso. É uma verdadeira roleta de novidades, todo dia acontece alguma coisa interessante. Principalmente quando se reúnem alunos e alunas da faculdade, a pretexto de nada, e as bebidas rolam e rolam coisas mais quentes também.

Vivi quatro anos em uma república. Foi uma época de muitos namoros, muitas festas, muitas transas. Maravilhosa época! 

Acabei de ver uma foto de uma grande amiga, Irene, que conheci quando já estava no terceiro ano do meu curso e ela era caloura. Desde a calourada que comecei a “secar” a Irene, que se destacava por um corpo esbelto, cabelos longos, pretos. De calça jeans demonstrava ter uma bunda maravilhosa, mas qual mulher não fica com a bunda linda quando usa jeans?

Lembro direitinho a primeira vez que transamos. Foi na república onde eu morava, e foi uma surpresa, eu já tinha conversado muito com ela, já tinha dado todas as cantadas possíveis e ela resistia sempre. Pois um belo dia estava eu, sem camisa, deitado em meu quarto, estudando,quando ouvi a voz dela e logo meu colega de república abriu a porta e ela entrou. Nem acreditei direito quando a vi. Seus longos cabelos estavam presos com duas Maria-chiquinhas, ela estava com uma blusa colada e se via claramente que não usava sutiã. E uma bermuda. Pernas lindas! 


Fiquei boquiaberto, mal consegui balbuciar um “Oi!” e perguntar a que devia a honra daquela visita inesperada. Ela sorriu e disse que estava passando por ali e resolveu entrar para bater papo. Como não tinha cadeira, ofereci uma beirada da cama para ela sentar, mas, para minha surpresa, ela não sentou, deitou ao meu lado e ficamos conversando banalidades, até que ela virou o corpo para mim.

- Estou intrigada. Você vive me cantando e hoje eu estou aqui, deitada na sua cama, já tem mais de vinte minutos e você não fez nada! 

Mal ela terminou de falar e eu a abracei e beijei. E nossos beijos foram muitos e deliciosos. Minha mão procurou levantar a blusa dela, ela não ofereceu resistência e dali a pouco eu estava admirando dois seios encantadores, médios, durinhos. Da admiração passei à exploração, pegando neles, pondo os biquinhos na minha boca, puxando-os e arrancando gritinhos e risos dela. E minha mão procurou o fecho da bermuda, abriu-a , desci-a um pouco, admirando a pequena calcinha que ela usava e mais do que isso, a perfeição da bunda de Irene. 

Então tirei a bermuda e a calcinha, deitei-a de novo na cama e meus dedos procuraram a bucetinha peludinha e enfiaram-se dentro dela. Gemeu, suspirou, gostou do que eu fizera.

Levantei uma das pernas dela e consegui, ajoelhado em frente a ela, enfiar meu pau naquela bucetinha apertadinha, quentinha, onde meti com vontade, sacudindo a ela e à cama. O meu colega devia estar ouvindo e morrendo de inveja! 

Depois virei-a, ela ficou de quatro e voltei a meter. Ela me disse que não tomava pílulas, então não queria que eu gozasse dentro dela. Acenei a cabeça afirmativamente e continuei metendo até sentir que iria gozar, quando tirei o pau da bucetinha dela e ofereci para ela me chupar, o que ela fez até eu gozar no rosto dela.

Foi uma surpresa e tanto, e não foi a única, foi apenas a primeira vez que eu 
e ela transamos. Mas no final daquele ano ela avisou que iria se transferir para a universidade da cidade onde ela morava. E assim, nosso namoro terminou. Deixou saudades, a Irene!

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Um certo professor de violão



(escrito por Kaplan)

Eliete queria aprender a tocar violão e tanto pediu que o pai comprou-lhe o instrumento.  O passo seguinte foi encontrar o professor para ensiná-la. Ela se lembrou de que uma colega de sala aprendia com um cara e falou com a mãe que ia pedir o telefone dele para ela conversar e acertar as aulas.

Na verdade, Eliete quis tanto aprender violão porque a colega já lhe falara do professor Juliano, e dissera que ele, além de tocar o violão instrumento, gostava muito de tocar o “violão” feminino. E a colega tinha transas ótimas com o Juliano. Foi isso que fez Eliete ficar tão interessada... 

Mas pegou o telefone, a mãe dela conversou com o tal professor e acertaram tudo. Ele ia à casa dela três vezes por semana e a mãe da Eliete, muito zelosa, ficava sempre por perto, observando tudo. E viu que o rapaz parecia ser mesmo um bom professor e um bom rapaz. Então afrouxou a vigilância. 

Chegou ao ponto de ela sair para o dentista, deixando só os dois em casa. Era tudo que ele e Eliete queriam. De cara ela já o levou para o quarto, em vez de ficarem na sala. Ela sentou-se na cama, com o violão e ele sentou bem juntinho dela, encostado mesmo. Ela viu que a colega não mentira, tendo chance o Juliano atacava mesmo! 

E aí ficou fácil. Com os corpos colados, ela de minisaia, ele todo dengoso pro lado dela, sorrisos de ambos os lados... dali a pouco ela, bem semvergonha, “esbarrou” a mão no pau dele. Ambos riram e ela não perdeu a chance de comentar:

- Uai... está durinho, hem?
- Como não ficar, você com essas pernocas de fora, a gente sozinho, em sua cama... 

Ela, então, não precisou mais esbarrar... pegou mesmo, com vontade, sentiu a dureza dele, chegou o rosto bem perto do dele e esperou o beijo. E o beijo veio e ela pediu para ver o pau dele e ele levantou-se, abriu a calça e mostrou. Um pau enorme, como a colega falara. Admirou-o longamente. Nunca havia visto um tão grande. E não resistiu a dar uma chupada nele, o que o Juliano gostou muito.
- Juliano, não podemos demorar. Mamãe vai voltar dentro de uma meia hora.


Rapidamente ele tirou a roupa, deitou-se na cama. Enquanto isso ela tirava a saia e a calcinha e já foi sentando no pau dele e ele mesmo se encarregou de fazer o corpo dela subir e descer durante um bom tempo. E ele quis saber se ela transava anal, ela respondeu afirmativamente, mas disse que estava com receio, porque o pau dele era muito grande. Ele não quis saber, já foi enfiando e conseguiu enfiar tudo.

Eliete estava suando, a enfiada doera muito. Respirou fundo antes de começar o vai-e-vem e não aguentou muito tempo, saiu fora.
- Não me leve a mal... está doendo muito. Numa outra ocasião, quem sabe? Agora, vamos nos vestir e ir lá prá sala, onde a mamãe espera nos encontrar, bem concentrados na aula de violão!