sexta-feira, 18 de maio de 2012

Sobrinha endiabrada



(escrito por Kaplan)

Julia procurou o tio já famoso em nossos contos. Motivo: queria que ele a ensinasse a fazer a declaração de imposto de renda. Era a primeira vez que ia fazer e não tinha a menor ideia de como se faz.


É evidente que o pai dela poderia ajuda-la nisso, ainda mais que sua declaração era a mais fácil de fazer, mas ela argumentou com o tio que nessa época do ano o pai ficava transtornado, tentando, de todas as formas, escapar do pagamento. E isso iria impedi-lo de ajudar a pobre Julia.


O tio se prontificou a ajudar. Disse a ela para reunir todos os documentos necessários e ir na casa dele. Ela foi e em poucos minutos estava tudo pronto. Ela ia apresentar a declaração simplificada. Faltavam apenas alguns dados, como o CPF do pai dela, o valor do carro que ela tinha ganho dele.


Encerrada a “aula”, ela se levantou. Estava de shortinho e camiseta. Ficou de pé, olhando sorridente para o tio, que adivinhou logo o que se passava naquela cabecinha.


- Vamos lá para o quarto? Sugeriu ele.


Ela nem respondeu, já foi correndo e sentou-se na cama. Ele veio atrás, sentou-se também e ficou olhando para ela.


- Sabe que você já me deixou em “estado de graça”?


- Hummmmm... que delícia... deixa eu ver se está mesmo...


Abriu a calça dele e confirmou. Como era muito moleca, bateu palmas e gritou:


- Oba... além da aula vou ganhar um prêmio! O prêmio que mais adoro! Olha só que legal, tio!


Abaixou a cabeça e colocou o pinto dele em cima dela.


- Viu, tio? Dou conta de equilibrar seu pinto na minha cabeça!


Depois ela pulou na cama, ficando deitada, pegou no pinto do tio e o levou à sua boca. Ficou só com a cabeça dele dentro da boca e lançou os olhos para o rosto do tio. Com a voz rouca, o tio pediu que ela chupasse direito, então ela começou a lamber a cabeça, depois lambeu o tronco, as bolas e ai colocou tudo que podia dentro da boca.

- Sabe que seu pinto é o mais gostoso que tem? Muito mais gostoso do que o do meu namorado...


- Fala sério? Pois olha, a sua pererequinha também é uma delícia sem igual! Me dá ela aqui!


Tirou o shortinho dela, colocou-a deitada de bruços, abriu sua bundinha e beijou e lambeu com vontade a xotinha e o cuzinho dela. Ela dava gritinhos de alegria.


- Como vai ser meu prêmio, tio?


- Do jeito que você mais gosta... você está merecendo!


- Oba! Oba!


O que ela mais gostava era de cachorrinho, então tratou de ficar de joelhos na beirada da cama e ele, em pé, foi enfiando o pintão na xotinha dela. Cada estocada que ele dava ela quase saia do lugar... e ele bombou até gozar, deixando-a prostrada...

- Minha delicia, eu tenho um compromisso agorinha...vou ter de sair, enquanto isso, telefona pro seu pai, pede os dados que estão faltando e quando eu voltar a gente termina. Fica ai deitada, vendo TV ou fazendo o que quiser... a casa é sua. Eu não demoro muito!


Ele demorou umas três horas, tempo em que ela conseguiu os dados que faltavam, tomou um banho, vestiu uma camisa do tio e ficou na sala, vendo televisão. Quando ele chegou, ela pegou uma garrafa de vinho, serviu duas taças e chamou-o para a copa. Sentaram-se e beberam o vinho.

- Conheço essa camisa que você está usando...

- Claro que conhece... ela é sua...

- Mas que tesão te ver vestindo minha camisa...


Ela segurou-o pela gravata, puxando-o.


- E sabe que debaixo dela não tem mais nada!


- Não? Não acredito...


Levantou a camisa e viu que ela estava sem a calcinha.


- Meu Deus... eu não mereço isso... que espetáculo essa xaninha lisinha aqui na minha frente... e os peitinhos também, estão sem armadura?


- Veja você mesmo!


Levantou mais ainda a camisa e viu que eles estavam livres... caiu de boca, mordendo de levinho os mamilos. Julia gemia de prazer.


- Tira a roupa, tio...


Ele tirou e ela avançou para o pinto dele, parecia que ia devorá-lo por inteiro. Chupou com muita vontade, deixando seu tio suspirando... ele a carregou no colo e colocou-a deitada na mesa da copa, levantou suas pernas, abrindo-as bastante e enfiou o pinto de uma vez só, arrancando um gritinho de Julia.


- Desculpa, doeu?


- Não, tio, ta tudo ótimo! Come a sua sobrinha querida!


- Não fica falando assim que você me deixa doido!


- Falo sim... me come, mete com bastante força, vai bem fundo... isso... ahhhhhhhhhhhhhh


Bombou nela com força, depois colocou-a ajoelhada na cadeira e enfiou por trás, como ela gostava. Sentou ele próprio na mesa e a trouxe para ficar em cima dela, de cavalinho, como ela gostava de dizer. E foi cavalgando-o que ela gozou e ele também.


Ficaram os dois prostrados... depois se levantaram e foram, pelados, terminar de fazer a primeira declaração de imposto de renda dela.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Sexo no escritório


(escrito por Meg)


Aconteceu um lance comigo que, além de me dar muito prazer, me despertou a curiosidade a respeito da relação de patrões e secretárias em escritório. Por isso chamei a minha casa, num sábado, algumas amigas para conversarmos a respeito disso. Atenderam ao meu chamado quatro delas: Bianca, Leda, Marina e Susana.


Chegaram, havia muito tempo que não nos reuníamos, foi aquela festa. Tomamos vinho, falamos das novidades, depois eu entrei no assunto.


- Amigas, vou contar a vocês o que aconteceu comigo, porque foi a partir daí que me veio a idéia de reunir vocês e conversarmos a respeito. A Susana, aqui presente, precisava tirar férias do escritório onde ela trabalha. O problema é que o escritório não podia ficar sem uma pessoa e o patrão dela disse para ela arrumar alguém, ensinar o serviço e ai, sim, ela poderia entrar em férias.


A Susana tentou muita gente e nada. Então um dia, a gente conversando, ela me perguntou se eu não poderia fazer isso. Como vocês sabem que eu não trabalho, achei a idéia interessante, fui até lá, ela me apresentou ao patrão e eu fiquei uma semana aprendendo o serviço.


Notei que o patrão dela me comeu com os olhos todos os dias em que estive lá aprendendo o tal serviço. Comentei com a Susana e ela me confirmou que ele era um garanhão. Que ela tinha conseguido resistir por dois anos, mas depois não deu mais. E que desde então, toda semana eles tinham um horário de serão para ele comer a Susana. E me alertou de que ele, com certeza, ia dar em cima de mim. Perguntei para ela o que eu devia fazer. A sacana me disse que dependia de mim, mas que se eu topasse não iria me arrepender, porque o coroa era muito bom de cama, de mesa, de sofá, de chão...até de parede!


Bem, com essa recomendação toda, eu fui vestida com toda a sobriedade no meu primeiro dia. E não deu outra, mesmo assim eu vi que ele me devorou com os olhos, e foi um tal de me chamar na sala dele toda hora. E me recomendou que anotasse tudo o que se passava, porque na sexta-feira, após o expediente, ele tinha um horário extra com a secretaria, para repassar todos os problemas e definir a agenda da semana seguinte. E na cara de pau ele falou que esse horário extra era regado a vinho e salgadinhos que ele mesmo providenciava.


Saquei na hora o que o coroa estava querendo. Pensei em resistir bravamente, mas durante a semana ele foi se mostrando um cavalheiro. Me trazia bombons, outro dia era uma flor, todos os dias eu ganhei um presentinho. E se no primeiro dia ele nem me encostou, a partir do segundo já começaram a acontecer dois beijinhos quando ele chegava e quando ia embora, pegava no meu braço, na minha cintura... sabe como o cara tem o poder? Ele estava conseguindo me seduzir, fiquei até pensando como a Susana agüentou dois anos...


Então, na tal sexta-feira, terminado o expediente, lá fui eu para o matadouro, digo, para a sala do chefe. O vinho já estava no balde, duas taças ali, um prato de queijos... coisa fina. Como eu já estava sabendo o que ia acontecer, nem fui mais com as roupas sóbrias não, fui com uma sainha curta, cinza, e uma blusa branca, fácil de abrir!


Ele começou a falar, perguntou sobre tudo que ocorrera, me disse que compromissos ele precisava ter na semana seguinte, eu fui anotando tudo. Eu sentada e ele em pé, caminhando e sempre parando bem perto de mim. Ai me serviu o vinho, comemos os queijinhos, e veio mais uma taça e mais outra, e a garrafa acabou e ele pegou mais uma... e ai me abraçou, por trás. E acho que a Susana me entregou, pois ele foi direto na minha nuca e beijou-a, e eu fiquei arrepiada da cabeça aos pés.


Ele me tirou da cadeira e me levou para o sofá, sentou-se bem perto de mim, com uma mão na minha perna e a outra na cintura e começou a beijar meu ombro, abriu minha blusa e meus seios apareceram, vocês sabem que eu quase não uso sutiã... os olhos do coroa arregalaram, mas ele nem tocou, tratou foi de tirar a minha saia. Fiquei de calcinha e de blusa aberta, ele me pôs de pé e começou a beijar meu corpo todo, tirou minha calcinha e beijou minha xoxota, lembrei da Susana falando que eu iria gostar... estava ótimo mesmo.


Me colocou peladinha sentada na poltrona enquanto ele tirava a roupa. Mal terminou, eu já tinha gostado do instrumento...muito bom tamanho... ele me fez ficar ajoelhada no sofá de costas para ele e mandou a língua na minha bunda, lambendo meu cu, minha xoxota...quase gozei ali mesmo...

Ai me ofereceu o pau dele para eu chupar e eu chupei, se é uma coisa que gosto de fazer é isso. E o pau dele é muito bom, né Susana?


Naquele dia eu vi que ele era bom de sofá mesmo. Sentou-se, me pôs sentada no pau dele e cavalguei até a gente gozar. A mesa, a cadeira e o chão eu pude comprovar que ele era bom nelas nas outras sextas feiras. Foi um mês de férias da Susana e quatro serões em que eu pude experimentar as delícias de transar com um patrão.


E ai? Eu queria saber de vocês se este tipo de assédio existe com todo mundo e o que vocês fazem.


A Susana falou, confirmando o que eu dissera.


- Gente, o coroa é realmente muito bom. Eu tive de reunir minhas forças todas para resistir a ele, e quando cedi me dei conta de que havia perdido boas oportunidades. Hoje eu já capricho no visual nas sextas feiras porque eu sei que vai rolar coisa boa. A maioria das vezes foi lá mesmo, mas ele já me levou a motéis também. Toda vez que a mulher dele viaja eu já sei que vamos ao motel. É muito bom, e não me arrependo não.


A Bianca confirmou que sempre acontece. E nos contou que o patrão dela, que é médico, trabalha todos os dias até as 20 horas. Exceto nas quartas, em que ele encera o expediente para os clientes às 18 e reserva duas horas para a secretária.


- E o engraçado é o fetiche dele. Ele sempre começa me “consultando”, manda eu tirar a roupa e me examina todinha. Ai me põe de pé perto da cadeira dele e começa a passar as mãos em meu corpo, elogia cada parte, beija meus peitos, alisa minha bunda, lambe minha perereca. Ai é que ele tira a roupa, já está sempre de pau duro e gosta que eu pegue e faça carinhos nele.


Ai coloca uma outra cadeira perto, eu fico em pé nas duas e ele vem, por baixo de mim para me chupar todinha. Gente, vocês não imaginam como isso dá um tesão danado. Mesmo sabendo que vai acontecer, toda vez eu sinto meu corpo tremer todinho, da cabeça aos pés. Depois disso, ele não gosta de transar no chão, então a gente vai para o sofá da recepção e lá ou ele senta e eu o cavalgo, ou eu deito e ele me come, ou fico ajoelhada e ele me come por trás... sempre varia um pouco.


Gosto muito, gente, não trocaria ele por outro mesmo que me pagasse mais.


A Leda começou a rir e nos falou:


- Estou rindo porque vocês todas até agora falaram que foram seduzidas pelos patrões, mas no meu caso foi diferente, eu é que o seduzi!


- Mentira... conta pra nós como foi isso!


- Foi assim: eu comecei a trabalhar com um advogado. Cara novo, mas sério. Por mais que fosse com roupas provocantes, decotes enormes, saias curtíssimas, ele nunca me olhou, e nem devorou com os olhos como o patrão da Susana. Pelo contrário, sempre educadíssimo, mantinha uma distância que me incomodava. A verdade é que tinha o maior tesão em vê-lo trabalhando, conversando com o pessoal que ia procurá-lo, aconselhando a fazer isso e não aquilo...e eu estava a fim de ter um caso com ele. Só que ele não dava a menor chance.


Aí eu vi num filme e resolvi colocar em prática. Como éramos apenas ele e eu no escritório, numa tarde em que ele saiu para uma audiência no fórum, eu tirei as calças, sentei na copiadora e mandei imprimir minha bunda.


- Ela é louca!!! Xerocou sua bunda???


- Pois é, fiz isso. Saiu um borrão só, mas com o formato certinho. Peguei o papel, guardei e quando ele voltou, mais tarde, passei vários papeis para ele assinar e lá no meio – sem querer, querendo – coloquei o dito cujo. E fiquei ali em pé, vendo ele assinar e me passar cada um dos papéis.


Quando ele chegou no Xerox, arregalou um olho enorme. Me fingi de assustada, olhei para ele e pedi desculpas, aquilo não devia estar ali. Para dar realidade à coisa, deixei os papeis que estavam na minha mão cair, me abaixei para catá-los e demorei de propósito, eu tinha certeza de que ele estaria olhando. Quando me levantei, ele estava sério como sempre, terminou de assinar e me passou tudo.


Levei para a minha mesa e ai vi que o Xerox não estava no meio. Ele tinha escondido quando eu me abaixei para pegar os papeis no chão. Meu coração disparou: será que eu tinha conseguido? Por que ele ficaria com o Xerox da minha bunda? Ofegante, eu imaginava mil coisas, quando ele se levantou, veio até minha mesa com o papel na mão e me disse algo que eu jamais pensaria em ouvir.


- O que foi? Conta logo!


- Sabem o que ele me disse? Me mostrou o Xerox e disse que precisava confirmar se ele estava de acordo com o original! Ah! Eu tinha conseguido. Dei um sorriso para ele e disse que sim senhor, agora mesmo! E baixei a calça, a calcinha, me inclinei na mesa e deixei que ele examinasse cuidadosamente minha bunda. O que os dedos dele fizeram com minha adrenalina, eu nem sei como contar a vocês. E ai eu mesma arranquei minha blusa, a roupa dele e ficamos pelados nós dois. E foi na mesa dele que aconteceu, eu deitei com minha xoxota na beirada e ele veio e me comeu. Depois me colocou na posição inicial, com a bunda virada pra ele e me comeu por trás, para, segundo ele, autenticar bem aquela copia Xerox.


- Leda, você é demais... e você, Marina, tem algo a nos contar?


- Estou aqui morrendo de tristeza... alguma de vocês quer trocar de emprego comigo? Só por uma semana, para eu experimentar essas delicias que vocês falaram e que me deixaram com água na boca... nunca tive nada disso! Sou uma azarada!

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Fui nadar... e fui comida!



(escrito por Meg)



Tem horas que paro e me pergunto como a vida da gente é cheia de surpresas. Quando menos esperamos conhecemos alguém, sentimos aquele “click” e nos derretemos todas por este alguém.


Foi assim que conheci Dilson. Puro acaso. Ele contratara o Kaplan para fazer fotos de sua casa nova. Como era um sábado e de lá a gente ia para um compromisso mais social, fui junto com o Kaplan.


E quando eu o conheci, foi aquele “click” de que falei acima. Na hora eu descobri que ele era o “meu número”. E ele deve ter pensado a mesma coisa, porque ficou indócil, quase não deu atenção para o Kaplan, só ficava do meu lado, me devorando com os olhos. E olha que eu estava vestida de maneira bem comportada! Sempre que podia ele me pegava pelo braço, me mostrava os detalhes todos da casa, maravilhosa, por sinal...


Quando o Kaplan foi fotografar a área da piscina, nós ficamos um pouco mais distantes e ai ele me disse:


- O que você vai fazer no sábado que vem?


- Não sei ainda, por que?


- Queria te convidar para vir, sozinha, nadar aqui...


- Olha!!!


- O que foi?


- Isso é uma proposta indecente?


Ele fixou os olhos nos meus e confirmou. Era sim uma proposta indecente. Sorri, disse que ia pensar e telefonaria para ele para dizer se aceitava ou não. Eu já sabia que ia aceitar, mas não custa nada fazer um charminho, não é mesmo?


Kaplan terminou as fotos, fomos embora, dei um sorriso, o mais encantador que pude, para o Dilson e entrei no carro. O Kaplan logo sacou que ele tinha me cantado e eu contei tudo para ele. E disse que achava que iria aceitar o convite indecente dele.


Na quinta-feita, com efeito, telefonei para ele e perguntei se o convite ainda estava de pé. Ele confirmou e eu disse que iria. E fui, já sabendo qual seria o desfecho da história. E só para provocar bem, escolhi o menor biquíni que eu tinha, calcinha fio dental, sutiã de cortininha bem estreita.

Cheguei lá, ele já estava de sunga, na piscina. Perguntei onde poderia trocar de roupa, ele me mostrou o vestiário, fui lá, tirei a bermuda e a camiseta, ajeitei bem o biquíni e fui até onde ele estava. Ele me olhou dos pés à cabeça.

- Meu Deus... que corpaço você tem! E quase todo queimado por igual, hem? Só algumas tirinhas brancas...se quiser perder essas marquinhas pode vir tomar sol aqui todos os dias, ninguém vai te ver, a não ser eu, é claro!


- Rsss. Realmente, eu gosto de me queimar por inteiro. Adoro praias de naturismo por isso mesmo. Já foi em alguma?


- Não, mas pelo visto preciso ir. Se possível com você ao meu lado.


Atrevido, ele chegou a mão até meu sutiã e afastou a cortininha, para ver, segundo ele, o tamanho da marquinha branca. Claro que meu seio ficou todo de fora, então, fingindo, puxei a cortininha de volta para o lugar.


- Não vai me deixar ver tudo?


- Calma, moço, calma... acho melhor irmos lá para dentro... vamos?


- Como você quiser...


Entramos na casa. O andar de baixo era apenas ocupado pela cozinha e por uma enorme sala, com um armário enorme, cheio de livros e discos e uma televisão. Um tapete cobria toda a extensão e em frente ao armário, um sofá gigantesco, para umas 10 pessoas.


Foi ali que eu me despi para ele me ver. Primeiro desamarrei o sutiã e expus meus seios. Vi a sunga dele apresentar um movimento bastante interessante, então me agachei na frente dele, abaixei-a e vi o mastro já ficando duro. Enfiei-o na boca e chupei-o, deixando-o durinho, durinho...


Dílson suspirava a cada chupada, a cada lambida que eu dava...


Ai me levantei e tirei a calcinha. Ele se deitou no sofá, com o pau virado para cima e lá fui eu me sentar nele e cavalga-lo. Fiz questão de descer meu corpo bem devagar, para o pau entrar aos pouquinhos, antes de chegar ao fim eu voltava e quase deixava ele sair de mim, depois descia novamente, até que minha bunda encostou no corpo dele e ai é que comecei a cavalgar.


Abaixava meu corpo em direção ao dele, meus cabelos batiam no rosto dele, meus peitos ficavam à mercê das mãos dele... uau...como aquilo estava delicioso. Foi então que ele, sem tirar o pau de mim, foi levantando o corpo e o meu foi deitando no sofá e ai ele ficou metendo em mim com uma vontade incrível, o que me fez dar um grito quando gozei. Esse grito deixo o Dilson alucinado, e ele gozou também.


Levantamo-nos com cuidado para não deixar a porra escorrer para o sofá ou para o tapete, voltamos para a área da piscina e ficamos debaixo do chuveiro. Nadamos pelados a manhã toda, com direito a intervalos onde novas trepadas eram dadas, ao ar livre mesmo.


Ele queria que eu ficasse o dia inteiro lá, mas eu falei que não dava, já tinha combinado com meu marido voltar para o almoço. Com certeza eu seria o prato principal do almoço dele...


Ele riu, não insistiu, mas disse que eu poderia voltar quando quisesse, era só telefonar avisando. Voltei, várias vezes, e todas foram ótimas!

terça-feira, 15 de maio de 2012

Almoçando na casa de meu amigo, comi a mulher dele...




(escrito por Kaplan)

Tenho um amigo, que não é dos mais chegados, ele se chama Aldo. Metido a besta, adora humilhar a mulher dele na frente da gente, é até constrangedor quando nos reunimos.


Um dia, eu estava sozinho na cidade, ele me chamou para almoçar na casa dele. Agradeci e fui. A Tânia, esposa do Aldo, já me conhecia e se mostrou feliz em me ver. Mas demorou um pouco para colocar o almoço na mesa, o que fez o Aldo ficar nervoso, pois ele teria de sair logo para o trabalho. Começou a discutir com a mulher e quando ela finalmente trouxe os pratos, eu comecei a comer, ele também, mas logo ele voltou a criar caso com ela, dizendo que o almoço estava uma porcaria.


- Como você tem coragem de servir isso pra gente? Temos convidados, o Kaplan é nosso amigo, mas você devia se envergonhar de servir um prato tão ruim como este.


Tentei acalmá-lo, dizendo que não estava achando a comida ruim, mas ele era um chato mesmo, continuou a discutir. A Tânia perguntou se ele queria que ela fizesse outra coisa, mas ele, levantando-se, falou que não daria tempo e que iria embora sem comer mesmo.


- Kaplan, estou vendo você comendo, sei que está horrível, mas se quiser continuar, tudo bem, eu vou indo porque tenho de estar no trabalho na hora, não dá para esperar mais.


Tudo bem, ele se foi e eu continuei a comer. Não estava tão ruim assim não. A Tânia, coitada, toda sem graça com a brutalidade do Aldo, ficou de pé ao lado da mesa, sem saber bem o que fazer. Se a situação era constrangedora para ela, imagina para mim.


- Kaplan, desculpa a comida ruim, desculpa as grosserias do Aldo...


- Você não tem de pedir desculpas, Tânia. A comida está boa, eu não sei porque ele não gostou.


Pondo as mãos no rosto, ela desabafou:


- Sabe, estou ficando cansada de tudo isso. Não estou agüentando mais!


Levantei-me, vi que ela estava com os olhos mareados de lágrimas. Abracei-a, afinal éramos amigos e eu senti o quanto a barra estava pesada para ela. A força com que ela me abraçou dizia isso. Parecia que não queria se soltar mais dos meus braços. E me beijou, na boca. Fiquei um pouco assustado. Eu não tinha abraçado Tânia pensando em outras coisas, mas aquele beijo dela me mostrou uma mulher super carente. E que beijo gostoso foi aquele.


Meu pau deu sinal de vida e ela percebeu, porque nossos corpos estavam unidos. E mandou a mão nele, por cima da minha calça, foi me empurrando até a parede. Não parava de me beijar, suas mãos começaram a desabotoar meu cinto e abriram minha braguilha. Pegou em meu pau e acabou de endurece-lo com suas mãos.


Até então eu tinha ficado parado, mas ai não deu para segurar mais...abaixei o vestido dela, tirei o sutiã e admirei um par de seios deliciosos. Minhas mãos e minha boca se fartaram com eles. Ela acabou de tirar minha roupa e eu acabei de tirar a dela. Nus, no meio da sala, ela me empurrou para o sofá.


- Vou te servir um prato delicioso, meu amigo. Como esse aposto que você nunca comeu!


Pegou meu pau e colocou-o na boca. Engoliu-o todinho, era uma garganta profunda a Tânia! Me chupou bastante, depois sentou-se em cima de mim, fez meu pau entrar rapidamente em sua buceta. De costas para mim, me cavalgava e eu admirava aquele bundão que ela tinha.


Levantou-se, me chupou mais uma vez e tornou a sentar-se no meu pau.


- Tá gostando da sobremesa? O almoço pode ter sido ruim, mas a sobremesa está compensando, não está, Kaplan?


- Está sim, Tânia... sobremesa maravilhosa!


- Então come bastante, repita, peça bis...te dou tudo que você quiser! Mas come com vontade!


Coloquei-a de quatro no sofá e enfiei meu pau em sua buceta, por trás, comendo-a de cachorrinho. Meti bastante, com vontade, como ela me pediu. Senti quando ela teve um orgasmo, seu corpo ficou rígido, suas pernas tremeram e ela deu um suspiro fundo. Continuei a comer e já estava doido para experimentar o rabinho... ela não disse que daria tudo? Então tirei o pau da buceta dela e fui enfiando, devagar, naquele cu bonito. Arranquei um grito dela quando entrou tudo.


- Isso, meu querido, fode esse meu cu, ele é todo seu.


Meti bastante, com força, ouvindo-a gemer, mas de prazer. E gozei lá dentro, derramando tudo que tinha direito.


Depois de um tempo parados, nos levantamos e nos vestimos.


- Kaplan, desculpa ter te usado.


- Me usado?


- É, querido, te usei para me vingar do Aldo. Eu estava precisando dar um troco nele por tudo que ele me faz passar. Você é amigo dele também, não sei se tinha esse direito, mas... era você que estava aqui hoje!


Beijei-a.


- Pode me usar sempre que quiser, Tânia. Eu adorei esta “sobremesa”. Que buceta e que cu maravilhosos você tem! Podemos fazer novas receitas qualquer dia desses. É só me avisar!

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Três numa cozinha




(escrito por Kaplan)

Soraia e Verônica eram duas gatissimas amigas que moravam numa república e estudavam na mesma universidade que eu, apesar de serem cursos diferentes. Em cidade pequena, com dezenas de repúblicas de estudantes, a gente acaba conhecendo todo mundo e muitas vezes o conhecimento acaba na cama... beleza pura!


Pois eu fiquei conhecendo as duas e uma vez que levei a Soraia ao cinema, rolou um clima bem legal entre a gente. Beijos e amassos dentro do cinema e depois uma bela trepada em meu quarto. Soraia era loura, mignon, mas o que a gente chama de “falsa magra”. Quando ficava nua era deslumbrante, uma buceta com um triângulo de cabelos pretíssimos, coxas firmes, peitinhos clarinhos. Bunda gostosa de apertar e morder e um cuzinho apertadinho, mas que se abria quando se encostava o pau na portinha.


Daí passei a ser convidado a ir na república delas. Moravam lá só as duas e eu gostei muito de ver que ambas andavam bem à vontade, seios eram vistos, lances de calcinhas eram comuns.


Um dia eu estava na sala dando uns amassos na Soraia, quando a Verônica passou, apenas de saia indiana. Nossa... fiquei de boca aberta vendo os peitinhos dela. Sorrindo, perguntou se queríamos um suco e foi para a cozinha preparar. Soraia percebeu o tesão que bateu em mim, mas, em vez de ficar enciumada, me confessou que Verônica era muito a fim de mim. E perguntou se eu tinha vontade de transar com ela. Confessei que sim, então ela me chamou para irmos à cozinha, falou que ia gostar de ver a gente trepando.


- Mas vamos chegar já de acordo, tira a roupa, fica pelado!


Sem saber o que ela pretendia direito, tirei tudo. Meu pau já estava duro e mais ficou quando Soraia, que estava com um vestidinho, puxou as beiradas do decote e ficou com os peitos de fora. Cai de boca neles, mas ela mandou eu parar, era pra guardar pra Verônica.


Fomos para a cozinha, Verônica estava distraída preparando frutas para colocar no liquidificador. Quando nos viu entrando, do jeito que entramos, deu um sorriso largo. Fiquei pensando se elas não tinham tramado isso. Mas não importava. Ela ficou na ponta dos pés, o que fez a bundinha dela ficar bem empinada e apoiou as mãos na bancada da pia.


Soraia ajoelhou-se atrás dela e puxou a saia e a calcinha. Também me ajoelhei e comecei a lamber a a bunda, a buceta e o cuzinho de Verônica. Ela tinha acabado de sair do banho, estava toda perfumada. E ai eu percebi que entre ela e a Soraia havia algo mais que amizade. A Soraia ficou perto da cabeça dela, fazendo carinhos no corpo dela, pegando nos seios e as duas se olhavam amorosamente. Enquanto isso eu enfiava o pau na buceta da Verônica e quanto mais ela arfava e gemia, mais a Soraia fazia carinhos nela. Inclusive acariciava a buceta dela enquanto meu pau entrava e saia.


Verônica estava se desmanchando de prazer. Soraia me beijava e depois tirou meu pau e chupou-o. Falou que agora era a vez dela. Sentou-se no banquinho alto que havia lá, tirou a calcinha e suspendeu o vestido para que eu pudesse meter. Verônica ficou do lado, beijando os seios da amiga, depois, vendo os gemidos dela, ela encostou o rosto no corpo de Soraia e ficou se masturbando, pondo a língua de fora, de vez em quando puxava meu pau e o chupava.


Ela subiu num móvel que havia na cozinha e lá de cima ficou se masturbando enquanto assistia eu enfiar meu pau em Soraia. Os gemidos das duas eram excitantes, e meu pau se deliciava. Quando Soraia gozou, voltei para Verônica e meti nela lá em cima do móvel em que ela estava e fiquei metendo até ela gozar também. Para não haver disputa entre elas, eu as coloquei de joelhos lado a lado e gozei no corpo das duas.


Aquela tarde havia sido sensacional. Elas me pediram sigilo absoluto, porque se faziam passar por lésbicas para não terem de aturar os estudantes mais bobos.


- Mas vocês são namoradas, de verdade, não são? Eu observei o carinho de vocês duas...


- Não é que sejamos namoradas, mas gostamos muito de transar uma com a outra. Apesar de sermos heteros, como você pôde sentir. Ou não sentiu?


- Tá brincando? Foi fantástico hoje à tarde.


- Então, mantenha o sigilo que vai poder voltar aqui sempre!

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Tres morenas famintas e só uma lingüiça para comer




(escrito por Meg)

Eu e Cláudia tínhamos ido à casa de nossa amiga Silvia, casada com Warley. Éramos amigos de encontros, então não estava excluída a possibilidade de acontecer algo interessante.


E aconteceu, de fato. Fomos para a piscina, a principio todo mundo bem comportado, mas logo os sutiãs desapareceram, em seguida as calcinhas e a sunga do Warley, ficamos nadando pelados, e mãos bobas começaram a aparecer, e a gente viu que o pau dele já estava ficando duro, foi ficando todo mundo excitado, então saímos da piscina, nos enxugamos e fomos para a sala da casa deles.


- Bem, Warley, você é o bendito é o fruto aqui hoje... acho que você vai sofrer. Mas vai ser um sofrimento gostoso, não vai? Olha só... três morenaças na sua frente, três lobas famintas, e você fica nos mostrando essa lingüiça durinha...


- Minhas queridas, usem e abusem! Só não mordam, por mais fome que vocês tenham...


Começamos então a chupar o pau dele. Cada hora uma de nós se encarregava e as outras ficavam olhando, esperando sua vez. Acho que ele nunca foi chupado por tantas bocas famintas...


Depois que deixamos ele bem feliz, a Claúdia pegou uma blusa e tampou os olhos deles. O que ela estaria aprontando?


Logo ficamos sabendo.


- Você já nos viu te chupando. Agora, com os olhos tampados, vai ter de adivinhar quem é que está fazendo o que. Não vale tocar, nem olhar.


- E o que eu ganho se acertar?


- Você terá o direito de comer a pessoa.


- E se eu perder?


- A pessoa terá o direito de te comer.


- Gostei desse jogo. Mandem brasa!


Eu peguei duas fatias de pão e coloquei o pau dele dentro. Ai comecei a comer o pau e dar umas linguadas no pau. As duas ficaram chupando os mamilos dele. Ele me errou e errou a posição das duas. Três erros de uma vez só. Resolvemos castigá-lo, fazendo uma nova sessão de chupada ao pinto, já que era impossível as três o devorarem ao mesmo tempo.


No final, não fomos egoístas. Claudia e eu fomos embora, deixando que a loba faminta devorasse seu maridinho gostoso.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Das fotos para a orgia



(escrito por Meg)


Nada como reunir amigos e amigas que tem o mesmo tipo de vida que a gente, e curtem o sexo pelo enorme prazer que ele nos proporciona. Por sorte, Kaplan e eu fizemos muitas amizades assim. E muitas vezes nos reuníamos, às vezes com um casal, às vezes com dois e curtíamos alguns momentos que ficaram marcados.


Um desses foi quando nós fomos para o sítio de um casal amigo, o Laércio e a Simone. Além de nós, eles haviam convidado também o Jairo e a Alzira, outro pessoal super gente fina. Simone, Alzira e eu tínhamos físicos muito parecidos, praticamente a mesma altura, todas com seios médios e bumbuns meio avantajados. A única diferença, fora os traços do rosto, lógico, era a cor dos cabelos. Simone os tinha bem pretos, os meus são castanhos escuros e a Alzira é praticamente ruiva.





Alzira                                                Simone



Meg


Já os rapazes eram fisicamente bem diferentes. O mais alto era o Jairo, que tinha quase 1,80m. o Kaplan e o Laércio tinham 1,75m. todos os três tinham físicos bem cuidados, já os membros apresentavam pouca diferença, em torno dos 17 a 19 cm.

Pois bem, estávamos lá os três casais, numa tarde maravilhosa de abril, com muito sol. O local era maravilhoso, com muita vegetação. O Kaplan resolveu aproveitar para fazer fotos e ai, por pressão dos maridos, as três garotas foram posar. Nuas, evidentemente. O Kaplan fotografando, os dois coçando os paus o tempo inteiro e nós três peladas na frente da câmera.

Para ficar bem caprichado, pedi a eles que levassem para o deck da piscina um sofá grande que ficava na sala. Eles o levaram, então comecei a produzir as fotos para o Kaplan bater. Coloquei a Simone do lado esquerdo, sentada com a perna direita em ângulo de 45 graus, a Alzira no lado direito, com as duas pernas dobradas e eu me deitei nas almofadas que serviam de encosto. Ao fundo, uma vegetação exuberante, com o sol batendo nas folhas das árvores. Ficou linda a foto. Apenas um dos seios da Simone apareceu, os dois da Alzira e os meus e mais a minha bucetinha.

Na segunda, eu fiquei meio que sentada onde havia ficado, a Alzira sentou-se ao meu lado e a Simone ficou ajoelhada, recostando a cabeça em meu peito. Dessa vez, apenas um seio meu ficou aparecendo, os braços da Alzira tamparam totalmente os dela e a Simone deixou aparecer um dos seios e mais a bucatinha.

A gente reparava que os maridos já estavam ficando indóceis, então curtimos muito mais continuar posando ali.


Para a terceira foto, eu continuei sentada onde estava, mas desci meu corpo para o assento do sofá e virei o rosto para o fotógrafo. A Simone se ajoelhou na almofada de encosto, segurando uma das minhas pernas e a Alzira segurava a outra perna minha, ficando meio que ajoelhada no sofá. Os seios e a bunda da Alzira ficaram visíveis, a Simone estava de perfil e escondeu praticamente tudo e eu fiquei a mais exposta de todas.

Para a foto seguinte, eu fiquei ajoelhada com uma perna só no sofá, bem de frente. Alzira ficou ajoelhada com a mão em minha coxa, de bunda para os assistentes, e Simone ficou ajoelhada na almofada de encosto. Mais uma vez ela foi quem menos mostrou. Apesar de estar de frente, deixou os longos cabelos caírem sobre os seios e praticamente os tambou. A bunda da Alzira estava lá, toda exposta e meus seios também estavam.

Na foto seguinte, finalmente a Simone se mostrou inteira, bem de frente. Os seios e a bucetinha dela apareceram, a Alzira, sentada com as pernas cruzadas, deixou aparecer apenas os seios e eu fiquei meio deitada, segurando na perna da Simone. Como o Kaplan tirou a foto se abaixando, minha bucetinha não apareceu, apenas meus seios.

A foto seguinte fez a alegria da rapaziada. Nós três ajoelhadas, de frente para eles. Eu na esquerda, Alzira no centro e Simone na direita. Todos os seios e bucetas à vista. O Jairo já tinha arrancado a roupa e nos mostrava seu pau duríssimo. O Kaplan e o Laércio ainda estavam de bermuda, mas se via claramente o volume dos paus duros...

Mexemos um pouco, eu me sentei meio de perfil, segurando o corpo da Alzira, meio inclinada para o meu lado e a Simone recostou seu corpo no da Alzira. Nesta, só a Alzira mostrou tudo, minha bucetinha e a da Simone ficaram escondidas. Já começávamos a fazer caras e bocas para nossos maridos, sabendo que assim que aquelas fotos acabassem ia rolar de tudo a que tínhamos direito!

Para deixa-los com mais tesão ainda, fizemos duas de costas para eles. A primeira eu e a Simone ajoelhadas no sofá e a Alzira, entre nós duas, em pé, no chão, inclinando-se e deixando as pernas um pouco abertas... a bucetinha dela ficou totalmente à mostra. Só ouvimos um comentário do Laércio:

- Jairo, você está bem de vida... que maravilha!

Morrendo de rir, nós puxamos a Alzira para cima do sofá e ficamos as três ajoelhadas e ela com os braços em nossas cinturas. Falei baixonho com elas para abrirem um pouco as pernas. Pronto! Agora os taradinhos podiam ver todas as bucetinhas... e os cuzinhos também!

Para a foto seguinte, Simone e Alzira ficaram de pé, de perfil para o fotografo. Eu coloquei a perna direita no chão, mas mantive a esquerda ajoelhada no sofá. A Alzira segurou os cabelos com as mãos, a Simone segurou a bunda da Alzira e eu, do outro lado, segurei o ventre dela.

Os maridos já estavam impacientes, pedindo ao Kaplan para acabar logo com as fotos, mas ele ainda fez mais duas. Na primeira, eu estava de pé, virada para a Alzira e segurando na cintura dela. A Simone, no outro lado, tinha a mão da Alzira em sua coxa. Todas as bucetinhas ficaram tampadas, só os seios apareceram. E na última, as duas mantiveram a posição, apenas eu modifiquei um pouco a minha.

Quando o Kaplan falou que tinha terminado...eles levaram o sofá para dentro e todos entramos. O Laércio abriu um champanhe e brindamos à nossa amizade, às fotos e por ultimo ele brindou às deliciosas esposas. Os pares já estavam mais ou menos delineados. No sofá, o Kaplan sentou-se numa extremidade e a Alzira ao lado dele. Eu estava ao lado dela e na poltrona próxima, o Laércio e em duas cadeiras do outro lado, o Jairo e a Simone.

Brindamos, bebemos, enchemos as taças novamente. Pelados já estávamos. Ai começou a rolar... o Laércio, com um pé na poltrona e outro no sofá, me colocou na frente dele e ficou amassando meus peitos, se esfregando na minha nuca... o Kaplan estava rindo, vendo a Alzira e a Simone imitarem poses de manecas. O Jairo também estava rindo sem parar das duas.

Sentamo-nos de novo para ter as taças enchidas pelo Laercio. A Alzira estava impossível, colocou uma das pernas sobre a perna do Kaplan e a outra sobre a minha perna, de tal modo que o calcanhar dela ficava relando na minha bucetinha.

- Ei, garota... ta a fim de mim, é? Te tomo meu marido já já...

Morrendo de rir ela ainda me deu uma reladinha, depois foi cuidar do Kaplan.

- Mas esses homens só pensam em beber... venha aqui, Simone.

A Alzira chamou a Simone para sentar do nosso lado e ficamos as três alisando umas às outras. Pensamos que eles iriam tomar uma atitude, e tomaram: ficaram vendo e aplaudindo... sacripantas!

Mas finalmente o Laércio e o Kaplan resolveram. Subiram no sofá e ofereceram seus paus para mim e para a Alzira. Começamos a chupar os dois, mas a minha bunda e a dela ficavam se tocando sem parar. Estava gostoso, não vou negar... mas parecia que ela estava mais a fim de mim do que de meu marido...

A Simone também estava chupando o Jairo, só que ele estava sentado na cadeira e ela ajoelhada no meio das pernas dele. A visão da bunda dela era maravilhosa!

O Kaplan foi o primeiro a comer. Colocou a Alzira sentada no sofá, abriu as pernas dele e meteu fundo, ficamos ouvindo os gemidos dela... o Jairo já tinha colocado a Simone sentada no pau dele e o Laércio meteu em mim, por trás, me segurando os peitinhos. Eu não estava nem sentada nem em pé, estava a meio termo, porque meu joelho esquerdo estava apoiado no sofá e minha perna direita estava no chão.

Uma coisa que a gente sempre fazia quando estávamos os três transando marcou o final daquela tarde. Nós três nos ajoelhamos, colocamos nossas línguas umas nas outras e esperamos eles derramarem seus leitinhos em nossos rostos.

De noite, estávamos novamente na sala, reunidos para beber mais umas e outras e comer petiscos e mais petiscos. Estávamos de roupas, mínimas, é verdade, mas de roupas. Os três marmanjos com suas indefectíveis calças jeans e camisetas, eu de sainha xadrez e camiseta rosa, superdecotada, a Simone de calça jeans e blusa verde e a Alzira de camiseta menos decotada que a minha e sainha também.

Dessa vez a bebida não era champagne, era cerveja mesmo. Mas brindes aconteciam a cada rodada de copos cheios.

- Um brinde às fotos de hoje à tarde!!!


- Eu brindo a essa cerveja geladíssima!!!

- Brindo à essas mulheres lindas com seus maridos maravilhosos!!!

E por ai a coisa ia andando...

Não demorou muito a Simone começou a ter sua blusa levantada pelo Kaplan. E aí, nem eu nem a Alzira esperamos alguém tirar a nossa camiseta, nós mesmos as tiramos. O Jairo veio pro meu lado e o Laércio atacou a Alzira. Em poucos minutos, estávamos as três sem a parte de cima de nossas vestes. Nossos seios eram explorados com carinho pelos novos parceiros.

Tiramos as roupas deles. Pronto! Todo mundo nu com a mão no copo de cerveja! Eu e Alzira sentamos no meio do sofá e Jairo e Laércio sentaram-se ao nosso lado, ficamos os quatro bem apertadinhos... o Kaplan e a Simone estavam de pé no maior amasso e olhando pra gente. E foi a Simone quem deu a partida para os boquetes. Ela se ajoelhou na frente do Kaplan e começou a chupá-lo. Então eu e a Alzira colocamos nossos parceiros de pé e, sentadas, começamos a chupa-los também.

Logo o Kaplan colocou a Simone de quatro no sofá e meteu gostoso na xotinha dela. O Jairo fez a mesma coisa comigo, já o Laércio preferiu deitar a Alzira no sofá e meter de frente. A gente via uns aos outros, o que dava muito mais tesão para todos. Mas teve aquele momento em que todos se esqueceram dos outros e ficaram concentrados só nos respectivos parceiros. A sala recendia a sexo e a única música que se ouvia eram os gemidos e as respirações fortes.


Depois que todos meteram bastante na gente, nos fazendo gozar, terminamos com o ritual de sempre. Nós três nos ajoelhamos, juntamos nossas bocas e aguardamos o leite ser derramado sobre nós. Uma delícia!!!