terça-feira, 11 de outubro de 2011

Quatro casais em férias e muita trepação! (parte 2)




(escrito por Meg)

(recomendado ler a parte 1 antes de ler essa continuação)





No terceiro dia, as idéias já começavam a ficar escassas. Malu lembrou-se de um filme francês, em que um soldado de Napoleão se perdia no campo e acabava chegando a uma casa de camponeses. A partir daí, pensamos inúmeras sacanagens que poderiam acontecer com ele... e saiu o terceiro teatro.
Tivemos de improvisar as roupas, mas até que ficou legal. Só que o soldado seria uma soldada! E se encontraria, na casa, com três camponesas lésbicas. Pode parecer horrível, mas nas circunstâncias, foi a única coisa em que pensamos para deixar nossos maridos malucos de tesão.
Ana seria a soldada. Ela chegou à cena montada em um cavalo que nada mais era que uma prosaica vassoura. Sentou-se num banco e ficou a lamentar-se por estar perdida. Olhou para trás, onde estava a casa das camponesas (pintada numa cartolina) e perguntou, em voz alta:

- Quem será que mora aqui? Serão inimigos ou amigos? Tenho de arriscar, estou com fome e sede, creio que não recusarão alimentos e água para um soldado.

Esta foi a deixa para nós três chegarmos à cena, com ancinhos e enxadas, como se fossemos nos defender do inimigo.

- Quem é você?
- Sou um soldado de Napoleão, que me perdi de meus companheiros, tenho fome e sede. Não vim para molestá-las, apenas peço que me dêem comida e água, depois continuarei minha marcha à procura do exército.
- Entregue-nos suas armas primeiro.
- Claro, aqui está minha espada e meu fuzil.
- Não tem mais nada escondido?
- Não, não tenho.

Malu disse que iria revistá-lo. Virginia e eu ficamos em posição ameaçadora para qualquer tentativa. Eis que Malu abre o casaco de Ana e nos diz, surpresa:

- É uma mulher!
- Uma mulher?
- Sim, este soldado é uma mulher. E tem seios lindos, venham ver!

Largamos as armas e fomos verificar in loco. De fato, era uma mulher. Na mesma hora a despimos para conferir todos os detalhes. Em nossa frente surgiu um belo corpo feminino, que imediatamente passamos a alisar. A soldada se mostrou receptiva aos nossos carinhos, o que nos animou a tirarmos nossas roupas também.
Malu pegou no rosto da soldada e começou a beijá-la. Como a soldada estava sentada, Malu ficou com o corpo inclinado, o que me permitiu ir despindo-a. Virginia, já totalmente nua, descia minhas roupas.


Malu continuava a beijar a boca da soldada e eu, me agachando, comecei a bolinar a bucetinha dela. Virginia beijava a bunda de Malu e quanto mais beijava, mais Malu se entusiasmava com os beijos que dava na soldada.
Sentamos, Virginia e eu, uma de cada lado da soldada, que estava com as pernas abertas, mostrando sua bucetinha para a platéia. Como sempre, os quatro taradinhos já estavam segurando seus paus, totalmente duros, enquanto acompanhavam atentamente o desenrolar da história.
Colocamos as pernas da soldada sobre nossos ombros e começamos a beijar sua bucetinha. Virginia entrou com seus dedos. A cabeça da soldada era segura pela Malu, que aproveitava a posição para segurar também os seios dela, amassando-os. A soldada já estava gemendo de prazer. Ficamos assim um bom tempo, apenas eu e Virginia é que mudamos um pouco nossa posição, de modo que nossas bundas ficassem viradas para a platéia. Kaplan depois me disse que estava a coisa mais linda eles vendo nossos cuzinhos e a bucetinha da Ana.
- Me segurem firme! Pediu a soldada.

Virginia e Malu a seguraram por trás. Eu deitei na frente dela e comecei a chupar a bucetinha já toda melada. Entendi porque ela pediu para ser segurada. As chupadas a faziam delirar, seu corpo tremia todo... que delícia!
Quando ela gozou, me pegou e me deu um beijo demorado, agradecendo pelo prazer que tivera. Ai nós todas começamos a orgia, nos chupavamos, nos beijávamos, enfiávamos os dedos em nossas bucetinhas e cuzinhos, rolando pelo chão, estava tudo alucinante demais. Como eu comentei com as meninas depois, e elas concordaram comigo, naquela altura já nem lembrávamos mais que estávamos brincando de teatro. Estávamos, nós quatro, realmente loucas de tesão e se nossos maridos não parassem com nossos carinhos, nem sei como aquilo terminaria.

Mas eles aplaudiram a peça e novamente cada um pegou uma mulher diferente e fomos transar. Passamos a noite toda nos quartos, cada menina com um marido diferente. Foi bom demais!

A quarta noite seria o teatro dos homens. Agora sim, queríamos ver até onde eles teriam coragem de se tocar como nós havíamos feito. Nenhum deles quis comentar nada sobre o que haviam pensado fazer. Ficamos no aguardo, então.
De noite, fomos ao quarto da Malu, que era onde os espetáculos aconteciam. O cenário estava meio esquisito. Uma escrivaninha, uma cadeira, e só. O que eles estavam pretendendo? A curiosidade estava quase matando a gente...
Eis que chega o Paulo, senta-se na cadeira e faz de conta que estava datilografando alguma coisa. Estava só de calça. Sem camisa, sem sapatos. Dali a pouco ouvem-se batidas, como se alguém estivesse batendo à porta. Ele se levanta, abre a porta imaginária e entram os três, Kaplan, Roberto e Zé Carlos, vestidos com roupas normais.

- Olá, o que você está fazendo?
- Nada de mais...
- Vamos ver... olha só, turma... ele está escrevendo um conto erótico!
- Conto erótico? Também quero ler!
- Calma, gente... só comecei...
- Mas já ta de pau duro, pelo visto...

Kaplan falou isso e pegou no pau do Paulo, por cima da calça.

- Vamos ler, gente, quem sabe a gente também fica excitado?

E começaram fingindo que estavam lendo. O primeiro a se manifestar foi o Zé Carlos:

- Hum... bacana, cara, muito bacana... olha, também fiquei de pau duro. E o engraçado é que você está escrevendo sobre dois gays... e me excitou...
- Ei gente... vamos falar abertamente sobre isso? Algum de vocês já transou com homens?
- Transar mesmo não, disse o Kaplan... já tive aqueles troca-troca na adolescência, com um vizinho.
- Eu também, falou o Ze Carlos.
- Eu, nem isso, falou o Roberto.
- Confesso a vocês, eu fiz os troca troca também e mês passado reencontrei meu amigo de adolescência. Puxa... sabe que fiquei com vontade de novo? Criei coragem, lembrei a ele do que fazíamos e acabamos indo prum motel e transamos loucamente!
- Mesmo?

Os três olharam espantados para Paulo.

- Verdade... e vou dizer a vocês, é ótimo! Sensacional... acho que agora entendo com mais clareza quando fico sabendo de mulheres que transam com mulheres...
Os três começaram então a beijar o peito de Paulo. Kaplan sentou-se na escrivaninha, tirou a camisa, puxou o Paulo para si e deu-lhe um beijo na boca. Nos quatro ficamos boquiabertas, não imaginávamos ver aquilo, mas se soubéssemos o que viria depois ficaríamos mais de boca aberta ainda!
Roberto começou a tirar a calça do Kaplan e Zé Carlos a do Paulo. Ficaram os quatro de cuecas. Kaplan e Zé Carlos ficaram de pé na escrivaninha, se beijando. Paulo, de costas para eles, segurava os paus deles, por cima das cuecas e Roberto ameaçava beijar o pau dele. Quando sentiu a boca do Roberto em seu pinto, Paulo puxou as cuecas dos dois. E não é que os cacetes deles já estavam meio endurecidos? Quem diria!!!

A surpresa maior: Paulo virou a cabeça para trás e Kaplan e Zé Carlos colocaram seus pintos na boca dele. E ele chupou! Ai é que os dois cacetes endureceram de verdade! E o do Paulo também, pois estava sendo chupado pelo Roberto.

Tudo aquilo nos deixava emocionadas. Nunca pensáramos ver nossos maridos numa legítima transa gay. Sabiamos que eles eram muito machos, liberais, mas nunca imaginamos que eles fossem capazes de tal proeza. Era ter muita confiança nos amigos e nas esposas. Fantástico!

Paulo continuava a chupar os cacetes dos dois. Roberto ficou ao lado deles e teve seu pau chupado também pelo Paulo. E ai chegou a hora decisiva.
Paulo ficou na posição de frango assado e Zé Carlos, depois de passar um óleo em seu pau, enfiou tudo no cu do amigo, que fez até uma careta, mas agüentou firme. Kaplan ficou beijando a boca de Paulo e Roberto ficou batendo uma punheta para ele, enquanto ele era comido. Quando Zé Carlos saiu, Paulo desceu as pernas, abocanhou o pau do Kaplan e ficou chupando-o. Roberto passou a chupar o Paulo. A situação começava a ficar muito interessante para as esposas. O tesão que sentíamos era algo difícil de controlar...

Sabendo que era inevitável todos darem o cu, Kaplan ficou de quatro, chupando o Paulo e o Roberto enfiou seu pau no cu dele. Zé Carlos ficou alisando a bunda do Roberto, talvez já iniciando uma preparação para ele...

E não deu outra. Logo, logo ele enrabou o Roberto e ai o Paulo veio e enrabou o Zé Carlos. Ficaram naquele trenzinho da alegria por alguns minutos e ai fingiram um gozo enorme, caindo desfalecidos para o lado.

Nem preciso dizer que foram aplaudidos fortemente. A Malu, muito gozadora, chegou a pedir Bis, mas a resposta que o Roberto deu é impublicável...

Chamei as meninas de lado, conversei algo com elas, que concordaram. Então falei com os rapazes:

- Olha gente, vocês nos surpreenderam, de verdade. A gente imaginava que haveria uns beijinhos, umas punhetinhas, mas nunca pensamos que vocês iriam até o final. Acho que entendemos o porque, afinal, em três noites, nós quatro transamos bastante e animamos vocês. Mas temos de agradecer o espetáculo que vocês nos proporcionaram. Foi fantástico! Então vamos dormir agora e amanhã não teremos teatro. Nós quatro vamos preparar algo para agradecer a vocês, ok?

Eles concordaram e aquela foi a primeira noite em que os maridos dormiram com suas respectivas esposas.

A noite seguinte, que também seria a última que passaríamos no hotel fazenda, nos reunimos no mesmo local (era o quarto maior que havia lá). Falei com os quatro maridos para tirarem as roupas e ficarem sentados na beirada da cama, um ao lado do outro. Mandei que aguardassem e fomos as quatro para o banheiro. Eu havia levado os filós que usáramos no dia da dança. Improvisamos quatro sainhas de filó, vestimos e com os seios nus voltamos ao quarto. Coloquei um Cd e fizemos uma dança bem sensual para eles, cada uma na frente de seu marido, passando as mãos nos seios, passando a língua nos lábios, de forma bem sensual. Não foi preciso mais do que isso para os quatro cacetes ficarem durinhos...

Puxamos nossos maridos e dançamos com eles, bem juntinhos. A um sinal meu, nós quatro nos desfizemos das sainhas. Falei com eles para voltarem a se sentar um ao lado do outro. Ficaram assim: Roberto, Kaplan, Zé Carlos e Paulo. Malu ficou de frente a Roberto, eu de frente a Kaplan, Ana Maria de frente a Zé Carlos e Virginia de frente a Paulo.

- Hora do boquete, eu disse.

Então nós quatro nos ajoelhamos e começamos a chupar o pau de nossos respectivos maridos. Depois de alguns minutos trocamos. Malu chupando Kaplan, eu chupando Zé Carlos, Ana chupando Paulo e Virginia chupando Roberto. Mais alguns minutos e nova troca: Malu e Zé Carlos, eu e Paulo, Virginia e Kaplan, Ana e Roberto. Alguns minutos depois, nova troca: Malu e Paulo, eu e Roberto, Ana e Kaplan, Virginia e Zé Carlos.
Haviamos experimentado os quatro cacetes. Hora de nova atividade

- Cavalgando!

Fizemos o mesmo rodízio, de forma que todas cavalgamos todos. Era muito interessante sentir a mudança de um cacete para outro. Forma, tamanho, grossura, textura... gostoso demais!

- Agora de cachorrinho!

Ficamos as quatro de quatro em cima da cama e eles é que fizeram o rodízio dessa vez, nos comendo com uma vontade que parecia que era a primeira vez que faziam isso!

- Agora, o cuzinho! Cada um escolhe a posição que achar melhor!
E nossos cuzinhos experimentaram quatro cacetes num intervalo de uns 20 minutos. Loucura, loucura!!!

- E para terminar, nesta semana de muita chuva, queremos uma chuva de porra!

Sentamos as quatro e eles ficaram de pé nos fechando. Bateram punhetas e recebemos uma quantidade enorme de porra em nossas cabeças, bocas, ombros, seios...

Nos abraçamos, nos beijamos e agradecemos a todos por aquela magnífica semana de férias. Abençoada chuva que nos levou a criar tanta coisa interessante!

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Quatro casais em férias e muita trepação (parte 1)

(escrito por Meg)


Virginia e Paulo, Kaplan e eu, Malu e Roberto, Ana Maria e Zé Carlos. Quatro casais de bem com a vida, todos liberais, e curtindo cada momento em que podiam se encontrar e fazer as maiores estripulias, tudo terminando nas camas, com parceiros trocados quase sempre.
Pois bem, nós viajamos juntos nas férias de julho. Escolhemos um hotel fazenda no sul e não deu outra... choveu todos os dias em que ficamos lá.
O que fazer num hotel fazenda quando chove? Pode-se ler, ver televisão, conversar, beber, comer. Como a previsão do tempo indicava que haveria chuva e mais chuva, nos reunimos para bolar alguma coisa.
Roberto deu a idéia de improvisarmos teatros.
- Teatros? Como assim, Roberto?
- Ora, vocês, meninas, são muito criativas. Pensem ai em fazer algumas peças pequenas de teatro, ensaiam durante o dia e apresentam para nós à noite. Sugiro que pensem em peças bem sensuais, eróticas mesmo, porque assim todos ficaremos animados para festejarmos as apresentações...
- Hum...entendi, doutor! Quer dizer, as garotas se apresentam sensualmente para vocês, vocês ficam de pau duro e depois nos comem...
- Nossa... que linguagem mais chula, Meg... mas é exatamente isso!
- Eu sei... vocês querem ver nós quatro nos esfregando... Pois bem, eu topo, mas com uma condição.
- Qual?
- Nós faremos as peças quatro dias, pois somos mais criativas mesmo, mas no quinto dia vocês é que terão de fazer, e se esfregar como nós nos esfregaremos, e se chupar como nós nos chuparemos... Topam? Se toparem, eu e as meninas vamos começar a pensar agora mesmo na peça de hoje a noite.
- Pera ai... calma... muita calma nessa hora... você quer dizer que nós teremos de nos beijar, passar a mão e até mesmo nos comermos uns aos outros?
- Sim... exatamente isso... se nós podemos fazer, por que vocês não podem? E olha aqui, sem discussão, a gente vai dar um role por ai e vocês decidem. Se toparem, bem, se não, vamos ver novelas na tevê.
Saímos, as quatro, às gargalhadas. Ficamos uma meia hora apostando que eles não topariam. Quando voltamos, o Roberto disse que apesar de totalmente contrariados pela chantagem, eles topariam. Mas só fariam se nossas peças fossem realmente bem eróticas.
- Olha, a gente apostou que vocês não aceitariam. Já que aceitaram, podem se preparar... verão peças que deixarão seus membros viris duros como nunca ficaram!
Fomos então, nós quatro, pensar no que poderíamos fazer. Filmes e livros que conhecíamos nos deram algumas idéias. Tivemos de improvisar o vestuário, claro. Lençóis, fronhas, cobertores, tudo foi usado para criar os figurinos.
A primeira peça era bem óbvia. Três criadas ajudariam a patroa a se despir e a tomar banho. Mandamos os cavalheiros arrumarem uma caixa de madeira bem grande para ser a banheira. E à noite a peça começou.
Os quatro estavam sentados em semi circulo, observando atentamente o que iríamos fazer. Pelo frio que estava fazendo, deixaram a cerveja de lado e optaram por um bom vinho, do qual nós tomamos alguns goles para aumentar a coragem de fazer a peça.
As três decidiram que eu seria a patroa e elas as criadas. Os diálogos eram mínimos, pois não havia tempo para ensaiar textos grandes.
A peça começou com as três preparando o meu banho. Entrei, com ares de patroa brava, e perguntei se a água já estava no ponto. Responderam que sim, então ordenei que me despissem.
Para dar bastante sensação, eu havia enrolado uns 4 lençois como se fossem anáguas e combinei com elas que tirassem bem devagar. E assim foi feito, até que surgi completamente nua para os quatro ficarem babando. Enquanto Malu recolhia as roupas, Virginia e Ana Maria me davam a mão e me levavam para a banheira. Fiquei em pé, com uma das pernas apoiada sobre um dos lados do caixote que servia de banheira. Uma mangueira servia como chuveirinho para Ana me molhar, enquanto Virginia esfregava um falso sabonete em meu corpo. Demorou-se bastante nos seios e na bucetinha. Eu via que os quatro já estavam de pau duro, alguns com ele pra fora, mas todos na mão, enquanto bebiam vinho.
Terminado o banho, as duas me enxugaram, com suavidade, e em câmera lenta, para tesar bastante a platéia. Então me levaram para a cama.
- Quero uma massagem – ordenei.
As três se posicionaram. Malu fazia massagens em minha nuca e ombros, Virginia nos seios e Ana nas pernas. Conforme ensaiado, levantei o vestido da Ana, que estava com uma cueca samba canção. Virginia olhou, ajudou a levantar o vestido e ficou admirando a cueca. Ana tirou o vestido e na mesma hora ajoelhou-se na cama e começou a chupar minha bucetinha. Com o rabo do olho eu vi a platéia ir à loucura! Virginia abraçou-a, por trás e Malu começou a chupar meus seios.
Rapidamente as três tiraram as roupas e ficamos as quatro, totalmente nuas, na cama. Elas me colocaram de quatro, com a bunda voltada para a platéia e abriram minhas pernas. Nunca eu havia ficado tão exposta assim! Malu enfiou o dedo em minha buceta, Virginia enfiou um no meu cu e Ana ficou embaixo de mim, mamando em meus seios. Malu deitou-se embaixo de mim e ficou me chupando, enquanto as duas continuavam a fazer o que estavam fazendo. Nós não tínhamos ensaiado esta parte, havíamos apenas combinado que elas fariam o que bem entendessem comigo. E começou a ficar muito gostoso. Era indescritível, para mim, a sensação de ter três amigas lindas me devorando, enquanto os maridos delas e o meu observavam, punhetando-se freneticamente...
Elas me deitaram na cama, suspenderam minhas pernas. Virginia deitou-se de frente para mim e ficou chupando minha buceta. Malu passou a beijar minha boca e Ana esqueceu-se um pouco de mim e ficou passando a mão na bunda das duas.
Resolvi deixar de ser a passiva. Colocamos Malu apoiada na parede, ainda em cima da cama, eu enfiei meu dedo na xota dela, Virginia lambia a bunda e o cuzinho e Ana voltou a me chupar. Ficamos enroladas assim e a peça terminou.
Fomos aplaudidas com entusiasmo e mais do que isso, fomos comidas em seguida com mais entusiasmo ainda. Trocamos todos os maridos, ninguém ficou com o seu, e foi bom demais.
- Preparem-se para amanhã, rapazes... amanhã à noite teremos outro belo espetáculo. E então, Roberto, foi erótico?
- Erótico? Eroticissimo!!! Vocês estão de parabéns! Que loucura!
- Pois é... então vocês já tratem de se preparar... nós queremos ver coisas bem eróticas entre vocês também, viu?
- É, estamos perdidos, rapazes...estamos perdidos!
Fomos dormir, agora cada um com seu respectivo marido. Kaplan vibrou com o que eu preparara e não se conteve... me comeu também! Fiquei sabendo, pelas meninas, que todas foram devidamente comidas pelos maridões... eles realmente gostaram.
Então o segundo dia tinha de ser melhor. Ficamos a manhã toda pensando o que poderia ser feito.
Malu sugeriu que fosse um numero de dança, afinal, todas nós havíamos freqüentado academias de dança. Topamos. Bem, o cenário não tinha problema, era só afastar tudo e deixar o “palco” livre. As roupas... olhamos o que tínhamos. Havia uns dois lenços bem transparentes e só. Tivemos de pedir aos rapazes para irem a uma cidade perto e comprarem alguns metros de filó, se possível de cores variadas.
Não sei como, mas o entusiasmo deles fez com que nosso pedido fosse atendido na totalidade. Então estava tudo pronto. Escolhemos uma música entre os Cds que havia no hotel fazenda e ensaiamos alguma coisa.
À noite, nos apresentamos, nenhuma de nós estava usando sutiã nem calcinha. Os lenços transparentes e os filós coloridos com os quais improvisamos bustiês e sainhas não tampavam nada. Tomando seu vinho, os quatro se assentaram e esperaram o espetáculo ter início.
Dançamos do jeito que foi possível, mas fizemos questão de exagerar nas aberturas, nas pernas levantadas e, aos poucos, fomos nos despindo, ficando ora com um bustiê, ora apenas com a sainha.
Ficamos as quatro de costas, com as bundas aparecendo e levando a platéia ao delírio novamente. Malu colocou as mãos no chão e levantou a perna esquerda, que Virginia e eu mantivemos levantada. A bucetinha dela ficou totalmente escancarada e os quatro já estavam com os paus duros, se punhetando.
Eu e Virginia nos apoiamos em Malu e em Ana e levantamos as pernas o mais alto que conseguimos e nossas bucetas também ficaram à vista dos marmanjos. No movimento seguinte, nós quatro arrancamos o que ainda restava de roupas e passamos a dançar totalmente peladas.
Com a música chegando ao fim, sentamos todas no chão, nos demos as mãos e, ao ouvir os acordes finais, nos aproximamos e nos beijamos. Aplausos foram muitos, e, tal como na noite anterior, trocamos os maridos e ali mesmo trepamos alucinadamente.
Continua.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

O artista queria me comer





Escrito por Meg

Tenho um amigo que é artista plástico e que por diversas vezes me convidou a ir em suas vernissages, o que faço com prazer, apesar de não curtir muito a arte abstrata que é o forte dele. Mas acredito que os amigos precisam de força, de apoio, e sempre estou lá, atendendo ao convite dele.


Raul, este o nome do meu amigo, sempre me tratou com muita deferência, mas, de um tempo para cá comecei a notar que ele estava meio que se insinuando pro meu lado. A principio achei que era impressão minha, mas acabei percebendo que ele, de fato, estava tentando me seduzir.

Bem... eu não sou de ferro e não posso deixar de reconhecer que Raul é um sujeito boa pinta. É alto, moreno, cabelos compridos que de vez em quando ele faz um rabo de cavalo (coisa que acho maravilhosa). Nossa afinidade é grande, pois como sabem, também sou artista, apesar de não ser pintora, mas sou fotógrafa, fiz Belas artes... enfim, temos muitas afinidades e nossos papos sempre eram longos e deliciosos.

Fiquei sabendo que ele iria fazer uma nova exposição. Telefonei e confirmei, ele me disse que iria mandar o convite lá prá casa e fazia questão que fossemos. Claro que sim, eu respondi.

Mas uns três dias antes da vernissage, ele me telefonou, perguntando se poderia ajuda-lo a montar a exposição, pois a moça que trabalhava com ele havia se hospitalizado e deixado toda a tarefa para ele.

Como eu não tinha nada pra fazer mesmo, aceitei e fui ao local que ele me indicou para ajuda-lo a dispor os quadros nas paredes. Pensei que deveriam estar outras pessoas lá, mas não, apenas ele. Os quadros estavam espalhados pelo chão, alguns ainda embrulhados.
Ele me agradeceu muito e começamos a trabalhar. Desembrulhamos todos primeiro, para analisar a posição que iriam ocupar nas paredes.

Depois que definimos todas as posições, ele começou a pendurar uns. Eu olhava, via se estava torto, enfim.. o trabalho pesado era com ele.
Depois de uns seis quadros pendurados, ele parou um pouco, tomamos água. Eu estava em pé, encostada numa parede e ele sentado no chão, bem perto de mim. E ai aconteceu!

Ele olhou fixamente para mim e, sem nada dizer, levou as mãos às minhas pernas e começou a acariciá-las, me deixando arrepiada, e ele percebeu.


Então, ousadamente, ele tirou minha bermuda. Fiquei de calcinha e camiseta, mas esta logo sumiu. Meus seios foram apanhados pelas mãos grandes de Raul e sua boca fez com que meus biquinhos ficassem duros, foi muito tesão naquele momento.
Tentei falar alguma coisa, mas ele me cobriu de beijos e então me entreguei totalmente.

No chão havia vários panos que ele usara para embrulhar os quadros. Ajeitou-os mais ou menos e me deitou neles. Continuou a beijar meus seios e eu não conseguia parar de gemer. A muito custo consegui me sentar para ajuda-lo a tirar a roupa. Tirou a camisa e na sequencia, arrancou minha calcinha com um gesto rápido.

Maravilhou-se com a visão de minha bucetinha, que estava toda depilada naquele dia. Caiu de boca nela, me arrancando gritinhos de prazer.

- Raul, Raul... que gostoso...chupa bastante... olha meu grelinho como está... acaba comigo, meu gostoso... Cadê seu pau... deixa eu pegar nele...

Ele tirou a calça e a cueca e ficou pincelando seu pau em minha bucetinha. Era grande, e ele o enfiou, me arrancando novos gritinhos. Já alucinada, eu apenas pedia, aos gritos, que ele me comesse, que ele enfiasse bem fundo. E ele me atendia, parecia que cada grito meu fazia ele ficar com mais tesão e ele me socava com força, me fazendo gozar bastante...

Eu queria muito, muito mais, mas ele não era de ficar a vida inteira metendo... não demorou muito e senti seu leitinho derramar-se dentro de mim. Não me incomodei de ter sido muito rápido, eu já havia gozado umas duas vezes.

Ficamos deitados naqueles panos por alguns momentos. Eu fazia carinhos no rosto e no corpo dele, ele mamava em meus peitos.

Mas tinhamos de terminar o trabalho. E terminamos pelados, fazendo as maiores safadezas entre o pendurar de um quadro e outro. E assim, claro, ficamos excitados novamente e quando terminamos tudo, voltamos aos panos no chão, rolamos ali por mais um bom tempo e ele me comeu de novo, me deixando cavalga-lo. Foi muito gostoso aquele dia.

Inexplicavelmente, depois de ter conseguido me comer, o Raul nunca mais me procurou para transarmos. Achei estranho, mas... fazer o que?

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Três amigas em Paris



(escrito por Meg)

Minha amiga Angela mudara-se para Paris. Sim, isso mesmo, Paris, França, aquela cidade mais que linda, adorável! E vivia me chamando para ir visitá-la. Devo avisar aos leitores e leitoras que Angela é homosexual e nós já nos havíamos relacionado diversas vezes quando ela ainda morava no Brasil.


Acabei convencendo Kaplan a financiar minha ida. Não iria gastar muito, já que ficaria hospedada no apartamento dela. Era um apê pequenino, num velho edifício do Quartier Latin, perto da Sorbonne e de tudo interessante que acontece por lá!
Ela ficou contentíssima em me ver, me levou do aeroporto pro apartamento e lá chegando já fomos nos beijando, me levou para a cama e fizemos um momento demorado de sexo... delicioso, como sempre!


No outro dia, saímos e fomos a Montmartre, andando por aquelas ruas apinhadas de lojinhas interessantes, artistas com seus quadros e desenhos, músicos tocando no meio da rua... que coisa mais adorável...
Passamos numa loja que vendia jóias e ficamos admirando a vitrine, claro... grana para entrar e comprar não tínhamos! Ali perto havia uma outra lojinha que vendia chapéus, ela pegou um e colocou na minha cabeça, mas ficamos rindo, porque o chapéu era muito feio. Ah...esquecia-me de dizer que estávamos de minisaias e camisetas. A minha era particularmente decotada... como sempre...

- Meg... repara agora não, mas tem uma morena do outro lado da rua que não tira os olhos de nós... acho que sacou que somos namoradas!
- Uai...nós somos namoradas? E Você nem me participou isso?


Demos gargalhadas, o que me permitiu olhar para a figura que ela dizia que estava nos observando. Era uma bela morena, sem dúvida, cabelos negros compridos, estava de minisaia também e com uma camiseta azul claro.
Ficamos observando-a e ela não tirou os olhos de nós. Angela falou:

- Vamos lá falar com ela? Se ela for do nosso time, a gente poderá devorá-la, o que acha?
- Olha só, minha namorada querendo me trair!!!
- Kakakaka.... eu não, querida... você vai participar de tudo!!! Prometo!!!

Fomos em direção a ela. Como meu francês é sofrível, deixei o papo por conta da Angela, mas deu para perceber que a garota se apresentou, chamava-se Claire e depois a Angela me disse que ela ficara nos observando porque nos achara muito bonitas. Tava na cara que ela era do nosso time...

Bateram um bom papo e depois continuamos o passeio nós três, rindo muito, fazendo palhaçadas, e ficando cada vez mais íntimas...aquilo prometia!!!
Depois de muito rodar, Angela jogou a cartada, perguntando se ela queria ir com a gente para o apartamento. Falou isso passando a mão nos cabelos de Claire que deu um sorriso e nos acompanhou.

Entramos e sentamos na cama, ela no meio de nós duas. Como estávamos de minisaia, nossas calcinhas estavam aparecendo. A de Claire era preta, a minha e a de Angela eram brancas. Ficamos conversando, doidas para partir para a ação, mas ainda estávamos meio receosas com relação a Claire. Angela foi mais atirada... começou a passar a mão na perna de Claire que correspondeu, chegando-se a ela e dando um beijo. Aproveitei então e comecei a passar a mão na outra perna de Claire, chegando até a xotinha dela, o que fez com que ela se virasse e passasse a me beijar também. Beijo delicioso, perfumado, língua macia, que roçava a minha...muito gostoso o beijo dela...

Ela se levantou e enquanto voltava a beijar Angela, fomos tirando a camiseta dela e vendo aqueles pequenos seios franceses, lindos de morrer... beijei-os, suguei-os... Angela também os beijou e Claire ficou toda arrepiada, sorrindo bastante. Nossas mãos conseguiam pegar o seio dela e comentamos sobre o tamanho. Ela perguntou se os nossos eram muito grandes.


Não eram, mas eram maiores... então quis ver e começou a tirar a camiseta e o sutiã de Angela. Adorou ver os seios dela, colocou-os em contato e depois abaixou-se e começou a beija-los. Aproveitei para beijar a boca de Angela.
Depois ela quis ver os meus seios, me virei para ela desamarrar minha camiseta nas costas. Ela pegou meus seios, encostando os dela em minhas costas enquanto Angela encostava os dela nas costas de Claire... um trenzinho...

- Merveilleuse...merveilleuse

Entendi que ela estava gostando muito. Ela não se cansava de pegar em meus seios. Mas a Angela a colocou apoiada na cama e começamos a tocar a bundinha dela. tiramos as saias e as calcinhas ao mesmo tempo e ficamos as três pegando na bunda uma da outra, enquanto Claire beijava ora a mim , ora a Angela. Ela adorou quando demos alguns tapas na bundinha dela. subimos na cama. Claire apoiou uma das pernas na cabeceira e Angela ajoelhou-se na frente dela, chupando a bucetinha lisinha que ela tinha. Eu me abaixei atrás da Angela e fiquei chupando o cuzinho e a bucetinha dela. as duas gemiam, Claire de olhos fechados. Eu sentia a vontade de estar sendo chupada também, será que uma delas se lembraria de mim? Parecia que não, tão entretidas estavam....

Claire estava em transe, falava coisas que eu não conseguia entender, mas alguns Je t´aime eu entendi... Angela estava dando um “castigo” nela... quando ela se cansou de ficar na cabeceira, deitou-se no meio de nós duas. Os dedos dela procuraram e encontraram minha bucetinha peludinha, enquanto a Angela continuava a chupa-la. Depois a Angela foi até o armário e voltou com dois consolos, e ficou enfiando-os na minha bucetinha e na da Claire. Ai eu comecei também a gemer e fiquei beijando e chupando os seios de Claire. Eu já estava tão excitada que consegui ter um orgasmo intenso com o consolo e ajudada também pelos beijos nos seios que a Claire passou a me dar. Não satisfeita em me cutucar o tempo todo com o consolo, a Angela ainda veio dar umas belas lambidas em mim.

- Obrigada, Angela... agora vamos cuidar da nossa amiga...
E Angela continuou a enfiar o consolo nela, beijando a bucetinha dela, enquanto eu beijava os seios e os lábios de Claire. Ela também conseguiu um orgasmo que a fez ficar quase estática, respirando forte.
Angela voltou a enfiar os consolos em nós duas. Nossos corpos fremiam de tesão, nossas mãos e bocas não paravam quietas...

Angela buscou um consolo maior, com duas cabeçorras. Eu e ela ficamos bunda a bunda, enfiamos aquela vara em nós duas e ficamos nos “comendo”, enquanto ela continuava a chupar a bucetinha de Claire, enfiava os dedos dentro dela. Claire quase arrancava os seios de tanto que os puxava, enlouquecida ... enquanto isso, eu conseguia novos orgasmos com aquele consolo enorme e a bunda da Angela batendo na minha sem parar...
Gente, que loucura foi aquilo...

Angela estava impossível...para ela, que é lésbica, ter duas mulheres na cama ao mesmo tempo, dando e recebendo um prazer enorme era algo fantástico e ela não se cansava, se desdobrava para nos dar tanto prazer quanto o que ela recebia de nós duas. Eu reparei que ela estava dando uma atenção dobrada à Claire e não me importei, porque entendi o que isso significava. Eu voltaria para o Brasil, mas a Claire continuaria ali em Paris e elas poderiam se tornar namoradas. E teriam todo o meu apoio, lógico.

Angela tinha um verdadeiro arsenal de “brinquedos” no armário. Foi lá e voltou com um pinto enorme, de silicone, desses que se amarram na cintura. Colocou a Claire deitada e enfiou o pau nela. Vendo aquilo, fiquei com tesão de novo e coloquei minha bucetinha na boca da Claire e ela me chupou com vontade, só parando para gemer com as cutucadas que recebia de Angela. Angela ainda conseguiu me beijar enquanto se fazia de homem para comer Claire.
Eu já percebera que Claire já tinha tido uns três orgasmos, e igual número eu também já tivera... ninguém agüentava mais nada... deitamos na cama e ficamos ali, paradas, ressonando... Claire disse alguma coisa a Angela e começou a se vestir. Despediu-se de mim com um beijo gostoso e deu um abraço e um beijo demorado em Angela, que foi leva-la até a porta.

Quando voltou para o quarto, olhou pra mim, sorrindo, meio que envergonhada, mas eu a acalmei dizendo que ia torcer para dar tudo certo entre as duas.

- Ela é muito gostosa, não achou Meg?
- Deliciosa...tanto quanto você!
- Tenho de te agradecer... se você não tivesse vindo a Paris, eu não estaria em Montmartre naquela hora, não teria conhecido a Claire...

Me abraçou e nos beijamos, com um carinho muito grande.

Claire só apareceu três dias depois e fizemos outra festa daquela. Mas depois eu voltei para o Brasil. Um telefonema da Angela confirmou que as duas estavam morando juntas e morrendo de felicidade...

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Uma doméstica dadivosa e um patrão comedor


(escrito por Kaplan)


Margô trabalhava como doméstica no apartamento de meu amigo Rafael. Ele a selecionara numa agência e fez questão de contratar uma bonita e com carinha de safadinha. E ela não o desapontou.

Ele morava sozinho, era bancário, tinha um apartamento pequeno de dois quartos, sala para dois ambientes, dois banheiros, cozinha, área de serviço. Não havia quarto nem banheiro para as domésticas, um absurdo que se vê cada vez com mais regularidade nos novos edificios de apartamentos.

No primeiro dia em que Margô foi trabalhar, Rafael explicou a ela onde estavam

os produtos de limpeza, o que ele esperava do trabalho dela e deu-lhe um uniforme para ela trabalhar. Bonito, o uniforme, mas um tanto ou quanto curto... Autorizou-a a usar o banheiro social para se trocar, para fazer suas necessidades. Ela foi vestir o uniforme e quando voltou à sala, disse a ele:

- Seu Rafael, acho que ele ficou curto demais... quer que eu abaixe a bainha?
- Não, não precisa... deixe-me ver... está bom assim pra mim...
- Tô perguntando porque a minha ultima patroa não gostava de roupas nem uniformes curtos, queria tudo sempre grande.
- Tudo bem, mas aqui você não terá patroa alguma... então, por mim, pode ficar com ele neste tamanho.

E ao sair, virou-se para ela e comentou:

- E além disso, Margô, você tem as pernas bonitas...e não devemos esconder o que é bonito, não acha?

Ela não respondeu, mas Rafael gostou muito do sorriso safado que ela esboçou...
E o tempo foi passando. Cada dia o Rafael procurava bater papo sobre um assunto, trazia um presentinho para a Margô, que foi ficando cativada por esses mimos. Era um patrão bem diferente, o seu Rafael.

Mas Margo não era boba. Era escolada, logo ela percebeu que o patrão estava interessado não apenas nos serviços dela. Aqueles presentes, aqueles papos... ele estava tentando seduzi-la, com certeza. E estava conseguindo, ela era obrigada a aceitar a idéia de que estava de fato seduzida por ele. Afinal, era um homem bonito, maduro, alinhado, vestia-se muito bem, usava perfume caro.
Ela tinha certeza de que, mais dia menos dia, ele iria dar uma cantada nela. E ela estava disposta a aceitar. Afinal, era solteira, não tinha namorado, e sentia falta de um sexo gostoso.

E até ajudou um pouco o seu Rafael a se decidir.

Um dia, ela estava limpando o chao da sala, chão de porcelanato. Ouviu quando ele terminou o banho e sabia que em menos de dez minutos ele iria aparecer, de terno, já perfumado. Preparou-se. Ajoelhou no chão e ficou limpando, demoradamente, mas teve o cuidado de puxar bem o vestido, assim o seu Rafael iria ver um lance de sua calcinha quando entrasse na sala.

O coração de Margô estava disparado. Se ele gostasse, era a certeza de sexo, se ele não gostasse, ela seria demitida, com certeza. Estava pensando se devia continuar com a cena ou não, quando ouviu a voz dele. Agora a sorte estava lançada.

E tudo saiu como ela queria. Ele ficou bem atrás dela, ajoelhou-se também e passou a mão na bunda dela, chegando na calcinha. Fez-lhe caricias no bumbum. Ela se arrepiou toda. Levantaram-se. Ele a puxou pela mão, encostou-a na mesa, abriu o uniforme e já foi vendo que ela estava sem sutiã.

E tinha belos seios...que ele, mais que depressa, abocanhou. Sua mão esquerda levantou o uniforme e entrou dentro da calcinha branca que ela usava. Seus dedos encontraram a basta cabeleira que ela tinha protegendo a gruta do prazer. Seus dedos enfiaram-se na buceta de Margô, que passou a gemer. Ela sentiu que o pau dele já estava duro e enquanto recebia tapinhas na bunda, começou a passar a mão nele.

Sem esperar muito, Rafael fez com que ela se debruçasse sobre a mesa, tirou a calcinha dela e admirou a bunda e a buceta. Enfiou o dedo na buceta, tirou, lambeu, beijou.
Abriu a calça e pôs o pinto para foram, batendo na bunda dela com ele.

- Gosta disso, Margô?
- Adoro, seu Rafael... continua... não pare.. está muito bom...
- Vai gostar mais agora... vou enfiar meu pau dentro de você...
- Enfia sim.... quero sentir tudo...

E ele enfiou, e começou a bombar, com bastante firmeza. Ela gemia, pedia mais... e ele atendia, bombando sem parar. Depois tirou e pediu a ela que o chupasse. Foi então que ela viu o pau dele, muito grosso, custou a coloca-lo na boca.

Ele fez ela voltar para a posição inicial e tornou a come-la. Debruçada sobre a mesa, Margô suspirava, gozou de forma a ter o corpo todo retesado.
Ele então a levou para a cama dele, tirou a roupa. Ela pôde ve-lo nu pela primeira vez. Deitou-a lá, abriu-lhe as pernas e voltou a enfiar seu pau, bombando sem parar. Quando sentiu que ia gozar, tirou o pau e deixou sua porra espirrar pelo corpo dela.

Patrao e empregada partilharam o mesmo chuveiro, como se fossem velhos amantes. Depois ele saiu para o trabalho.


Cavalheiro, passou em uma flora e mandou que entregassem uma duzia de rosas para ela. Ela se derreteu toda com aquilo.

Daquele dia em diante eles transaram sempre que era possivel. Até o dia em que ele arranjou uma namorada, o namoro ficou sério e a namorada exigiu a demissão de Margô, porque andava suspeitando de alguma coisa... Coisas de namoradas ciumentas...

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Despedida de solteira apimentada


(escrito por Meg)


Não, leitores e leitoras, não vou tratar da minha despedida de solteira, mesmo porque não tive essa festa. Também, naquela época...nem pensar!
Vou contar a vocês sobre uma despedida de solteira que eu organizei a pedido de minha amiga Brenda, a noiva em questão. Ela me telefonou e pediu que eu bolasse algo bem interessante, porque tinha certeza de que os amigos do noivo dela iam levar mulheres de programa para a despedida de solteiro dele.


- Tudo bem, me dá a lista das amigas que você quer convidar... Mas escuta aqui, você quer que eu leve garotos de programa para a sua festa?
- Não... eu só quero um, para divertir todo mundo e a mim também. E Meg, eu sei que você já transou com muitos...será que conseguiria levar algum conhecido seu que tivesse pinto bem grande? E que aceitasse ser chupado pela noiva?
- Brenda, você está ficando mais safada do que eu!!! Tem certeza disso?
- Tenho... eu pretendo ser fiel depois de casar, mas quero sentir o gosto de ter chupado alguem com um pinto bem grandão...o do meu noivo é um pinto comum. Gostoso, mas comum, nada de especial em termos de tamanho.
- Bem... eu posso ver se consigo alguem... mas preciso saber de tudo. Ele será apenas chupado? E se alguma amiga sua quiser algo mais?
- Bem, eu respondo por mim...eu só quero chupar, nada mais. Agora, se alguma amiga quiser dar pra ele, é problema dos dois, eu não vou interferir.
- Tá bem, querida.. vou fazer alguns contatos e te falo.


Tarefa parecia fácil, mas foi dificil. Todos os meus amigos a quem convidei recusaram, não queriam se expor assim. Um dos últimos para quem telefonei explicando a situação foi o Wesley, um mulato maravilhoso, que tinha um pau enorme e que eu ja tivera o prazer de experimentar em duas oportunidades. Achei que ele tambem recusaria, mas finalmente um aceitou. Quis saber de todos os detalhes, expliquei tudo. Ai veio a surpresa:

- Meg, eu topo, acho que vou me divertir muito e vou divertir a noiva e as amigas dela. Mas tem uma condição.
- Condição? qual?
- Eu quero te comer no final da festa, na frente de todas elas.
- Pirou o cabeção... tá doido, Wesley?
- Não... esta é a minha condição. Se você concordar, eu vou, do contrário, procure outro.
- Wesley, não estou te entendendo... Me coma antes, me coma depois, mas durante a festa não... vai ser muito esquisito...
- Não adianta, Meg... ou é o jeito que eu estou falando ou nada feito...
- Mas por que isso?
- Quero ver a cara das suas amigas e da noiva vendo eu te comer daquele jeito que nós sabemos e gostamos...
- Wesley, por favor... eu nem sei se a noiva vai concordar com isso...
- Pois fale com ela e depois me retorna. Ah... e tem mais um detalhe. eu quero que você va de vestido branco, curto, e sem calcinha.
- Meu Deus...
- Vai lá, liga pra noivinha e depois me fala.


Fiquei perturbada com aquela conversa. Achei melhor nem falar com a Brenda e tentei mais alguns amigos, mas todos se recusaram. Então liguei para ela, expliquei a situação. O único cara que concordara fizera aquela exigência.

- Meg... eu não deveria te pedir para aceitar... mas aceita? Você é a unica pessoa a quem eu poderia confiar este pedido. Se você já transou com ele... transa mais uma vez...
- Pois é Brenda... é muito bom, mas na frente de 30, 40 mulheres... eu não sei se consigo...
- Te dou a maior força na hora... por favor...
- Uff.... está bem, vou ligar para ele.


E assim, no dia da despedida de solteira da Brenda, lá estava eu de vestido branco, sem calcinha, levando o Wesley para se despir e dar o show dele.
Quando ele entrou no salão, onde havia realmente mais de 30 mulheres, foi uma gritaria infernal, aplausos, elas ficaram enlouquecidas vendo aquele homem maravilhoso balançando sua piroca enorme para elas. Algumas, mais timidas, só olhavam, outras só estavam esperando ele chegar perto delas para o agarrarem.
Puseram uma música bem animada e ele começou a dançar, indo de garota a garota como se estivesse oferecendo seu pau para o deleite delas.
Ele era muito safado, mesmo. Chegou perto de uma, colocou-a de pé e encostou seu pau na bunda dela, sob os aplausos delirantes das demais.
Foi ate um sofá onde havia três assentadas. A da esquerda segurou no pau dele, a do meio só olhou e a da direita tentou segurar, mas ele se afastou e foi se sentar perto de uma que tinha uma cara bem safadinha. E ela mostrou que era mesmo. Segurou o pau dele e colocou-o na boca, fazendo um boquete legal.
Dali ele foi para perto da mais gordinha de todas que tambem não regateou: chupou o pau dele e ainda pôs os peitos enormes para fora e colocou o pau entre os dois, como se fosse fazer uma espanhola.
As meninas foram ficando cada vez mais ousadas, pegando, chupando, passando a mão na bunda dele.
De repente, fez-se silêncio. Brenda chamou o Wesley e avisou às amigas que iria, naquele momento, fazer sua despedida de solteira, porque pretendia ser bem fiel ao marido.
Ajoelhou-se numa poltrona e começou a chupar o pau dele. Enfiou quase todo ele dentro de sua boca, mas ela não era uma garganta profunda para conseguir por tudo. Mamou por minutos e mais minutos, sob os aplausos delirantes das amigas que fizeram um circulo em volta dos dois. Eu percebi que ela estava querendo tomar o leitinho dele e fiz sinal para o Wesley despejar no rosto dela. No intimo, eu queria que ele, gozando na boca de Brenda, se esquecesse de mim e não pensasse em me comer, como havia exigido.
Mas qual... não deu certo...
Ele realmente gozou nela, para delirio das amigas, exceto umas 5 ou 6 que ficaram à margem, profundamente envergonhadas do que viam. Brenda perguntou a ele se iria me comer, ele disse que sim.
- Então, moço, se apresse. Você terá 20 minutos, depois a festa acaba.
Ai aconteceu.
Ele me puxou, me pôs sentada em uma mesa redonda, levantou meu vestido e todas puderam ver que eu estava sem calcinha. Enfiou uma camisinha no pau e começou a meter. Eu confesso que aquela situação inusitada me deixou constrangida a principio. Depois, fiquei anestesiada com a gritaria delas e mais porque o pau do Wesley sabia me deixar maluca. Acabei esquecendo que havia garotas alucinadas á minha volta, me entreguei totalmente àquele homem lindo e seu pau maravilhoso. Já que era para dar show, levantei o vestido até o pescoço, exibindo meus seios para a platéia.
Ergui meu corpo, apoiando-me em meus braços. Ele continuou a bombar dentro de mim. De vez em quando tirava o pau, dava umas batidas com ele em minha xota e voltava a enfiar.
Meu corpo já mostrava o grau de prazer e tesao. Eu suava e passei a gritar bem alto quando meu gozo se aproximava.
Era uma loucura aquela situação.
Brenda, depois de se lavar, voltara ao salão e vendo a cena, aproximou-se e começou a fazer carinhos nas costas de Wesley, que reagiu aumentando o ritmo das estocadas e quase me jogando no chão.
Eu ja tinha gozado duas vezes, estava acabada, mas ele continuava, ate que gozou. Tirou o pau e mostrou para todas a camisinha lotada de porra. Deu um adeus, e saiu, me carregando nos braços até o banheiro.


- E então, minha morena linda? O que achou?
- Wesley, que loucura... nunca pensei que seria capaz de trepar na frente de tanta gente enlouquecida!
- Mas gostou ou não?
- No começo eu não estava me sentindo muito bem não... mas depois entrei no clima e aproveitei. Foi demais!
- Que bom! eu tambem gostei muito. Quando tiver outra amiga casando, pode me chamar, nas mesmas condições!
- Sai prá lá, taradão... essa foi a primeira e última! Nunca mais quero saber disso!

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Eu e meus primos na fazenda

(escrito por Meg)


Geralmente nos períodos de férias eu e Kaplan viajávamos, e quase sempre para praias ainda pouco conhecidas. Mas em outros momentos, em que apenas eu estava de férias e cansada da cidade, eu ia sozinha para uma fazenda de parentes. Lá tinha de tudo, rio, piscina, bosques, pomar...além de alguns primos encantadores... entenderam, né leitores e leitoras?

Pois bem, numa dessas viagens, encontrei dois primos lá, o Joca (Joaquim) e o Rubens. Quando me viram, abriram um largo sorriso... percebi que eles ficaram animados com a perspectiva de algumas festinhas de natureza sexual... coisa, aliás, que eu adoro!

Como eu cheguei de tardinha, ficamos na parte da noite bebendo cerveja e contando as novidades, sentados nas redes da varanda da casa. Meus tios estavam lá também e ficaram conosco até umas 23 horas, depois foram dormir. Nós ainda ficamos mais uma hora e meia lá e ai alguns “aperitivos” aconteceram, tipo eles me pegarem nos seios e os beijarem, eu dar uma chupadinha nos paus deles, mas só coisas mais discretas, afinal os tios poderiam aparecer.

Na manhã seguinte, pus um biquíni vermelho e fui para a beira do rio. Levei uma dessas cadeiras de plástico, sentei e comecei a passar protetor no meu corpo. Achava que estava sozinha, mas, de repente, vi um arbusto se mexer bastante e calculei que alguém estava ali. E era justamente o Joca, me espionando...

Vendo-se descoberto, ele saiu do esconderijo e veio sorrindo em minha direção. Sorri também e brinquei com ele:

- Ai, malandro, me espionando, né? Achou que eu ia tomar banho pelada?
- Ora...não custava nada conferir, né prima? Afinal, ver você pelada é algo divino, maravilhoso!!!
- Sei disso, seu safado... vem cá, passa protetor nas minhas costas....

Ele veio sorrindo, ajoelhou-se perto da cadeira, pegou o protetor e começou a passar nas minhas costas, bem devagar, curtindo cada centímetro de meu corpo que estava ali à disposição dele...
Sem que eu pedisse, passou protetor também na frente, e ai seus dedos começaram a entrar dentro de meu sutiã, a procurar meus biquinhos...e ai não deu para segurar... quem consegue resistir a isso? Meus biquinhos começaram a ficar de fora do sutiã... e ele começou a beijar meu pescoço, minha nuca, meus ombros, e foi descendo e a boca dele encontrou meus seios... e ai eu já estava totalmente entregue...

Puxei-o e beijei-o. Um beijo longo, demoradissimo, em que nossas línguas duelaram por um bom tempo. Depois ele desceu de novo para meus biquinhos e sugou-os com uma vontade incrível. Não agüentei mais. Pedi que ele ficasse de pé, tirei seu pau pra fora e chupei-o com tanta sofreguidão quanto a que ele usara nos meus seios.

Sentei-o na cadeira, me ajoelhei na frente dele e continuei a chupar. O pau dele já estava uma rocha, de tão duro e eu já estava louca para que ele me comesse.

- Joca... eu quero... me come!
- Não ouvi direito... o que você quer? Fale mais alto, implore!!!
- Viado... você me ouviu direito sim... me come, quero sentir esse pauzão dentro da minha xoxota... anda, seu preguiçoso!
- Rsss.... vem cá minha priminha taradinha e gostosa... senta aqui no pauzão que você gosta!

O Joca nem tirou a roupa, e eu não me preocupei com isso, eu já estava pelada mesmo, sentei no pau dele e mandei que ele mexesse bastante.

- Ah.... mete bastante... gostoso!!! Esse seu pauzão me deixa maluca!!! Me come bastante... mete, mete, mete!!! Ahhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!!

Ele conseguiu levantar mesmo comigo em cima dele, e me pôs virada, apoiada na cadeira. E continuou a me comer, por trás, dando estocadas firmes que quase me faziam cair sobre a cadeira... quando ele viu que eu tive um orgasmo, deu uma parada, tirou a roupa, estendeu-a na grama e me pôs deitada ali, de ladinho e voltou a enfiar o pauzão em mim.

- Deixa eu gozar na sua boca, prima?
- Deixo, deixo... faz o que você quiser...

Ele então tirou o pau e masturbou-se furiosamente, até despejar tudo em minha boca, meu rosto, meus seios.

- Gostou, prima?
- Adorei! Aliás, sempre gosto, né Joca? Trepar com você sempre foi muito bom... esse seu pau é delicioso, de verdade... vem cá, vamos mergulhar...

Fui segurando-o pelo pau, entramos na água e nos banhamos, entremeando os mergulhos com beijos e amassos. Saimos da água, nos secamos. Só para ter certeza de que ele e o irmão já haviam combinado tudo, perguntei se no dia seguinte seria o Rubens que viria me “espionar”. Ele deu uma gargalhada e disse que seria isso sim, eles haviam tirado par ou impar para ver quem me comeria primeiro...

- Bem, então amanhã eu irei esperar por ele...

No dia seguinte, coloquei uma calcinha de biquíni branca e uma camisetinha amarela. Dispensei o sutiã. Quando cheguei na beira do rio, Rubens já estava lá, impaciente, só de bermuda, a me esperar.

- Demorei muito?
- Séculos se passaram!!!
- Oh...dó... então você nem vai agüentar nada, hem?
- Claro que vou... imagina!!!

Levantou-se e me deu um beijo, no rosto, mas a mão, atrevidissima, já pousou sobre a minha calcinha branca. Depois a mão subiu e levantou minha camiseta, deixando meus seios à mostra. Agarrou os dois, balançou-os, dizendo que adorava eles, beijou-os até cansar. Ai passou a me beijar a boca, enquanto a mão direita descia até a calcinha e juntava as duas partes em cima da minha bucetinha, passou para o lado e lá estava a minha xoxota livre, leve e solta...

Estávamos de pé, ele se agachou e começou a me chupar. Tirou minha calcinha. Enquanto sua língua percorria minhas entranhas, sua mão direita explorava minha bunda. Meu cuzinho tinha sido o primeiro que ele comera na vida dele e percebi que estava com vontade novamente... parece que tinha gostado!

Coloquei-o de pé, abaixei a bermuda e peguei no pau dele, já duro, para dar uma bela chupada. Ele urrava de prazer e, mais que depressa, me colocou deitada na grama, levantou minhas pernas e cravou o pau em minha bucetinha. O pau dele era menor do que o do Joca, mas bem mais grosso, doeu um pouco e eu dei um gritinho quando ele enfiou tudo de uma vez só. Me pediu desculpas, me beijando e me deixando de ladinho para meter bem gostoso dessa vez.

- Deixa eu cavalgar você?
- Mas eu é que devo te cavalgar, afinal você é a potranca aqui!!!
- Lindo, muito lindo, mas vou te fazer de potranco, então...

Deitei-o na grama e sentei em cima, e comecei a pular bastante, até gozar. Vi que ele ainda não gozara e perguntei se ele queria fazer como o Joca. Ele disse que sim e ai então eu o masturbei até ele despejar o leitinho em minha boca e rosto.

Como fizera no dia anterior, agarrei-o pelo pau e levei-o para o rio, onde nadamos bastante, também entremeando mergulhos com beijos, amassos, um pau que endureceu novamente e um cuzinho que pôde experimentar de novo ser arreganhado por aquela grossura de cacete...

Ah...férias na fazenda... que delícia!!!