segunda-feira, 24 de maio de 2021

Dois pintores em minha casa, recebidos pela Paulinha

Ela já demonstrava uma queda por pintura...

(escrito por Kaplan)  

Realmente, foi uma situação bem inusitada. Meu apartamento andava precisando de uma pintura, fazia mais de 10 anos que ele estava sem ser pintado e já era hora de resolver isso.

Contratei dois caras, o Elias e o André, já os conhecia, haviam feito um trabalho pra mim no meu Studio. E sim, claro, eles treparam com a Meg todos os dias em que ficaram lá. Mas isso já tinha bom tempo.

Só que eu não podia ficar no apartamento enquanto eles trabalhavam, e tive de pedir à Paulinha para quebrar o galho. Não que eu desconfiasse dos dois, mas havia muitos equipamentos valiosos que tinham de ser bem protegidos para que não ficassem cheios de pó ou pior ainda, que caísse tinta neles. Ela se prontificou, o que me deixou mais aliviado. 

Só de ver a jovem assim, eles ficaram interessados...


E foi assim que quando eles chegaram, foram recebidos por uma linda jovem de 29 anos, vestida com uma modesta camiseta e um shortinho daqueles que deixam qualquer defunto acordar do sono eterno.

Já ficaram enlouquecidos e ela, sabendo do que eles eram capazes, porque a tia Meg tinha contado tudo pra ela, estava bem interessada...

E ficou ajudando os dois a tampar os móveis, a proteger os equipamentos. E depois de a sala já estar preparada, ela demonstrou seus interesses de imediato.

- Foram vocês que pintaram o Studio dos meus tios há um tempo, não foi?

- Sim, respondeu o André. Fomos nós mesmos. Mas você nos viu lá?

- Não, não, mas fiquei sabendo pela minha tia.

- Ah... entendi, disse o Elias e piscou o olho para o colega, dando a entender que eles estavam sacando onde aquela conversa ia dar.

- Ela gostou do nosso trabalho lá?

- Muito, elogiou tanto vocês! Tanto pela pintura, quanto pela pintada!

Gargalharam.

- Espero que tenhamos jeito de demonstrar pra você a nossa competência.  Claro, se você quiser!

- Por que vocês acham que me ofereci para ficar aqui? 



Ela queria saber se as referências eram corretas... eram!



- Ela é das nossas, Elias! Acho que teremos de interromper um pouco o que estamos fazendo...

- Só um pouco? Não pode ser um muito?

- Gente, mas ela é igual à tia! Venha aqui, garota!

E a pegaram, colocaram em cima da mesa e começaram a alisar o corpo dela. E foram tirando a camiseta, o short, o Elias começou a lamber a bunda dela e ela começou a chupar o pau do André.

Depois ela chupou os dois, lado a lado, pegava num, chupava o outro, depois invertia. Eles elogiaram bastante o boquete dela.

O André foi o primeiro a comer, enquanto ela chupava o Elias. De quatro. Depois ela virou o corpo, passou a chupar o André e recebeu as bombadas do Elias. Adorou tudo. Eles eram, realmente, grandes pintores. 


Foram 14 trepadas... duas por dia... ela gostou muito deles!


Cavalgou o Elias, chupando o André; depois cavalgou o André, chupando o Elias.

Gozou. E eles punhetaram até derramar tudo nos seios e na boca da Paulinha.

- Meninos, adorei! Tia Meg não mentiu, vocês são ótimos. Agora, trabalhem, senão o tio demite vocês e não poderemos nos divertir mais!

Foi tomar um banho, preparou almoço pros quatro. Sim, porque eu fui almoçar e ver como estava o andamento da pintura. Pela cara dos três, eu saquei que tinha rolado alguma coisa bem interessante. Ela iria me contar depois, com certeza.

E contou, à noite, e falou o que tinha acontecido de manhã, e de tarde também. E gostou tanto que iria repetir nos dias em que eles ficassem por lá. E eles ficaram uma semana toda! Ela se saciou!

Foi levar um lanche para ela na piscina e acabou comendo-a!

Ela preferiu ser comida do que comer

(escrito por Kaplan) 

Rosita foi visitar uma amiga, na casa que ela tinha num belo condomínio. Na verdade, eram verdadeiras chácaras, de mais de 5.000 m2  que eram ocupados por uma casa e um vasto quintal, com piscina, quadras... um espetáculo. 

A amiga sabia viver... e trepar!!


Só que, quando ela chegou, sem ter avisado, a amiga estava saindo, tinha coisas importantes para resolver.

- Rosita, não fique constrangida. Eu volto pro almoço. Pode ficar aí na piscina ou vendo TV, o Neremias vai providenciar tudo que você precisar.

- Quem é Neremias?

- Ah, desculpe, é o caseiro, vou te apresentar.

E chamou o tal do caseiro. A Rosita, quando viu a peça, só de bermuda, um peitoral de atleta... logo desconfiou e acompanhou a amiga até o carro.

- Você não me engana, esse cara não é caseiro coisa nenhuma...

- Claro que é, quem você acha que toma conta da casa quando eu e meu marido viajamos?

- Sei... e é só isso?

- Você é terrível... claro que não... trepo com ele quase todo dia. Ele é muito bom, se quiser aproveitar, eu te empresto ele esta manhã. Fique à vontade!

E ela se foi. 



Já que ela emprestou o rapaz... vamos usar e abusar!

A Rosita então, foi colocar um biquíni e ficou deitada numa espreguiçadeira, óculos escuro, tomando aquele solzinho gostoso das 9 horas da manhã.

E teve a surpresa de ver o Neremias chegando, com aquela bermuda e aquele peitoral, trazendo uma bandeja com um copo de suco de laranja e algumas coisas para ela “beliscar”.

Ela olhou bem pra ele e resolveu que iria pegá-lo emprestado, já que a amiga oferecera.

- Neremias, você sabe fazer massagens?

- Sim senhora.

- Por favor, não me chame de senhora... meu nome é Rosita.

- Está bem, Rosita, quer que eu faça uma massagem em você?

- Ando com uns nódulos aqui, na barriga...

- Vamos ver.

Ele colocou a bandeja numa mesinha e foi com as mãos massagear onde ela reclamava. Mas era tão perto do sutiã... que um dedo dele esbarrou e quase tirou, e ela arrepiou e tirou pra ele ver.

Mais que depressa, já entendendo o que iria acontecer, o Neremias mamou gostoso, chupou aqueles biquinhos já tesos, e ela quase pulava com seu corpo.

- Você é dos meus, não preciso enrolar para conseguir o que quero.

Ele deu um sorriso e nada falou, continuou beijando, agora a barriguinha, e chegou à calcinha, que tirou com a boca e deu uma chupada fenomenal na xotinha já molhadinha...

E ela viu que a bermuda dele denunciava a excitação, então tirou-a e viu o pau que a amiga utilizava quase sempre, como ela dizia. E fez um belo boquete nele!

E depois, tratou de sentar nele e pular até quase gozar! Que pau gostoso! A amiga era tão feliz por conta disso... era difícil vê-la triste ou chateada com alguma coisa! Mulheres do mundo todo deveriam ter um Neremias à sua disposição... que homem!

E chupou o pau dele de novo e ficou de quatro para ele tornar a meter, e aí ela gozou. Fantástico!

- Pode levar o lanche pra dentro... gostei mais de ser comida do que de comer...

Ele riu, levou e ficou pelado, já que a tal da Rosita era do time da patroa. 


Como não usar e abusar disso aí?


Ela não aguentou. Aquela primeira trepada tinha sido maravilhosa, mas ela desejava mais... então, pelada estava, pelada ela entrou na casa e encontrou o Neremias pelado na cozinha.

Nem preciso dizer que ali rolou outra trepada daquelas!

Ela entendeu que precisava fazer mais visitas àquela amiga.

Quando a amiga chegou, elas conversaram e não houve problema algum.

- Pode vir sempre que quiser, mas avise antes, porque tenho outras amigas que também gostam muito de me visitar, entendeu?

Claro que ela entendeu... e entrou no time das amigas que visitam a amiga...

quinta-feira, 20 de maio de 2021

Duas amigas e uma escada

E um voyeur olhando...


(escrito por Kaplan)

Aquele sítio da irmã da Meg me proporcionou momentos de indescritível prazer. Não apenas transando, como vendo, como sabendo do que acontecia com elas nas casas de amigos que fizeram. E isso aconteceu com Meg, com Denise, com as três sobrinhas e com uma irmã da Meg que depois andou morando lá um tempo.

E teve momentos de ver os vizinhos da casa... ah! Que momentos adoráveis foram aqueles. Casais héteros, lésbicos... vi de tudo.

Hoje vou contar o que vi numa casa perto do sítio, em que eu, sem querer, presenciei um belo espetáculo. Era uma casa de dois andares, com uma ampla escada numa das laterais. Ou seja, quem quisesse entrar direto no segundo andar, podia fazê-lo pelo exterior da casa, não precisava entrar no andar inferior.

E eu, fazendo uma caminhada, numa terça-feira, dia em que aquele local ficava muito vazia, pois a maioria das pessoas que lá moravam só apareciam nos fins de semana, então, eu fazendo minha caminhada, vi um lance espetacular.

Na escada lateral, duas lindas garotas estavam se amando loucamente.

Ambas de vestidos curtinhos, uma estava sentada num degrau, a outra estava de frente pra ela e passando a mão nos seios dessa amiga. Vou dar os nomes, porque fiquei sabendo depois. Uma, a que estava sentada, se chamava Fátima, a outra era Auxiliadora. 


Sempre é delicioso ver duas amantes em ação!

E eu vi, claro que me escondi bem para poder ver, a Fátima já de olhos fechados, curtindo a mão da amiga em seus seios, ainda debaixo do vestido.

Depois foi a vez de as mãos da Auxiliadora chegarem a calcinha da amiga, que foi afastada e os dedos dela entraram ali dentro, que devia estar fervendo de tesão, e acariciaram o grelinho. A Fátima só não caía porque estava sentada, mas ver a expressão de prazer no rosto dela era algo sensacional, divino!

E aí, para minha alegria, a Auxiliadora se levantou, tirou a calcinha, suspendeu o vestido e mostrou sua xotinha totalmente depilada para a Fátima, que tratou de dar uma bela chupada.

Vestido tirado, a Auxiliadora ficou totalmente nua, virada de costas para a Fátima, que beijou sua bunda e continuou lambendo, acho que xotinha e cuzinho... não dava para ver direito, mas meu pau, ereto, dizia que estava acontecendo aquilo tudo! 



E o que elas faziam... meu pau endurecia!!!

Auxiliadora não aguentou ficar de pé. Sentou-se num degrau mais acima e a Fátima continuou chupando a xotinha dela.

Daí, fiquei triste... Elas se abraçaram, beijaram, e subiram correndo a escada, entrando na casa.  Só a minha imaginação poderia supor o que elas ainda fizeram...

Na piscina deserta, a sobrinha e seu namorado

 E só eu vendo...

(escrito por Kaplan) 

E eu, mais uma vez, dando guarida pra uma sobrinha trepar à vontade com um supostamente namorado, no sítio da família, em dia de semana, claro, porque não teria ninguém lá. O tal se chamava Gustavo, e a sobrinha que pegou o rapaz era a Cecilia.

Eu não me incomodava. Na verdade, meu prazer de voyeur era imenso, e eu sabia que depois, ela iria me agradecer do jeito que a gente mais gostava: rolando na cama! 


Ela começou de biquini... mas logo tirou!

Então levei os dois e subi pro meu recanto de voyeur. Pela fresta da janela, eu via a Cecilia, de biquíni, recostada numa espreguiçadeira. Ela olhava numa direção e falava alguma coisa, que não consegui ouvir. Só imaginei o que seria quando vi o Gustavo chegar perto dela, peladão e com a barraca armada. A cara de satisfação que ela fez! Dava gosto ver!

E já foi chupando o pau dele. Pau normal, me pareceu, depois eu iria saber dela se minha impressão de longe era verdadeira. Mas eu já tinha visto ela e as primas levando rapazes de paus maiores do que aquele... enfim, tamanho não é documento!

Ela até ajoelhou para poder chupar à vontade. E depois foi chupada também. Ele tirou a calcinha do biquíni e mandou ver, com ela ajoelhada mesmo, mandou ver a língua na xotinha, deu pra ver que mandou um ou dois dedos também, e aí deu pra ouvir os gemidos dela. Devia estar muito bom mesmo! 



Ela gostava de chupar e eu de ver...

Depois ela me deu um presente, fez o rapaz deitar na espreguiçadeira para ela chupá-lo de novo, mas ela ajoelhada, com a bunda virada pra mim... que espetáculo era aquele... e ela ainda ficava abrindo e fechando as nádegas, devia estar rindo sabendo que meu pau estava duro vendo-a daquele jeito.

Aí ele saiu da espreguiçadeira, deixou-a ajoelhada lá e mandou ver na penetração da xotinha pela pica. Mais gemidos e ela quase caía da espreguiçadeira, tal a vontade com que ele bombava.

Depois, logicamente, ela foi cavalgá-lo. De costas pra ele e de frente pra mim, ria, piscava o olho, e pulava muito, demonstrando o prazer que estava tendo com aquela trepada.

E terminaram com ele a comendo de ladinho, vi, pela expressão do rosto dela, o gozo chegando e ela gemendo mais alto. Delícia de trepada!

Saíram do meu campo de visão e ouvi o barulho do chuveiro. Estavam tomando banho. E foi muito demorado aquele banho. Mas só fiquei imaginando o que estava rolando lá...

Depois ela me chamou e viemos embora. Ao chegar, ela me pediu que deixasse o Gustavo na casa dele, porque ela teria de terminar um trabalho lá no meu apartamento.

Assim que ele desceu, não me contive. Ela estava rindo e eu também.

- Cecilia, você vai ganhar uma medalha de a maior mentirosa da cidade! Terminar um trabalho lá no meu apartamento? Desde quando você faz algum trabalho lá?

- Tio, eu precisava inventar uma desculpa, imagina se eu falasse com ele que era para te pagar o favor...

- Humm... então o pagamento será agora mesmo?

- Se quiser...

- Claro que quero! Mas me conta, o que foi aquele banho tão demorado?

Ela riu de novo. 


Até anal rolou... ela era demais!

- Você nem imagina, né? Mas foi outra trepada daquelas. Bastaram algumas chupadinhas pro Gustavo ficar em forma de novo, então... ainda bem que o boxe do banheiro é grande, ele deitou, cavalguei de novo... e lá se foi meu fiofó... ele quase explodiu de prazer quando meteu lá, disse que nunca tinham deixado ele fazer isso. Imagina, em pleno século 21, ainda tem meninas recusando...

Rindo, chegamos em casa e ela fez o que falou que ia fazer: demos uma bela trepada. Era assim, sempre, o “pagamento” pelos bons serviços que eu prestava a elas!

Delicioso ménage na cama de solteiro

 Com cuidado para não cair

(escrito por Kaplan) 

 

Não era bem uma cama, era mais um estrado, de solteiro, sim. Mas era baixinho e não se corria muitos riscos não. E lá encontramos a Jéssica e a Emilainy começando um festival de beijos e mãos nos seios, enquanto esperavam alguém. Seria mais uma amiga? 

Eram grandes amigas, mas gostavam de pau também!

Não... era o Anchieta, colega da faculdade, que elas haviam descoberto há um tempo e que sempre comparecia para dar alegrias e mais alegrias às duas. E a ele também, claro!

Já tinham deixado a porta aberta, pois ele avisara que não demoraria a chegar. Então as duas ficaram brincando, mas elas sempre faziam isso, gostavam muito uma da outra. Tanto é que não se incomodavam de transar com um cara, fosse ele namorado de uma delas, ou apenas amigo. O Anchieta era dos amigos, ele tinha uma namorada e foi ela que, sem querer, deu a dica para as duas ficarem interessadas. Elogiou tanto o pau dele, que elas ficaram com uma vontade enorme de conhecer, e não ficaram constrangidas não, foram direto ao assunto com ele, que adorou saber da propaganda feita pela namorada e gostou mais ainda de saber que teria duas xotinhas novas à sua disposição.

E elas estavam, como eu disse, já nas brincadeiras, quando ele chegou, viu, trancou a porta e baixou as calças, mostrando o que elas tanto gostavam de ver, pegar e chupar. Um belo pau, de quase 20cm, que já chegava pronto pra tudo. 



Esse ai deixou as duas encantadas!


E elas abocanharam o dito cujo.

A Emilainy foi quem chupou primeiro, deliciou-se e depois, deu o pau para a Jéssica também chupar. E enquanto ela chupava, a Emilainy foi se despindo, para animar bem o rapaz.

E elas o jogaram na cama, a Jéssica também tirou a roupa e elas chuparam mais um pouco e depois a Jéssica foi sentando no pau dele e a Emilainy ficou ao lado, permitindo que ele enfiasse o dedo na sua xotinha enquanto o pau estava ocupado com a amiga. Ela sempre pedia que ele colocasse dois dedos, ficava mais parecido com o que viria depois!

E as duas, gemendo, aproveitavam para se beijar sofregamente. Deixando o Anchieta mais louco, porque foi com elas que ele fez ménages pela primeira vez, e saber que as duas eram bissexuais o deixava sempre entusiasmado. Excitante demais ver as duas se pegando...

Depois que a Jéssica aproveitou tudo que podia, se bem que poderia ter aproveitado mais ainda... a xotinha da Emilainy é que foi engolir o pau dele. E a Jéssica não titubeou, foi praticamente sentar na boca do rapaz para ser lambida, chupada... e eram só aiiiiisssss e hummmmmssss que enchiam o ambiente.

Tendo atendido às expectativas, o Anchieta levantou, as duas ficaram deitadas e ele bateu uma punheta até gozar na barriguinha da Emilainy, o que permitiu à Jéssica passar a mão na porra e levar à boca. 


Felizes, elas continuaram seu belo encontro!


Ele foi embora, já marcando com elas o dia da semana seguinte em que poderia trazer alegria a todos. E elas ficaram na cama, agora o prazer era só das duas. E riam de satisfação. Que sorte elas tiveram de ele, mesmo com namorada, se dispor a brincar com elas toda semana!

Depois de rir muito, elas foram fazer coisas sérias, tipo um 69, com as xotinhas ainda com gosto do pau do Anchieta, um velcro e depois foram tomar um banho, cheio de carícias e chupadas. Eram muito felizes as duas!

 

sexta-feira, 14 de maio de 2021

Três gatas para um pau é covardia!

Tinha de ser individual, mas ele deu conta!

(escrito por Kaplan) 

 

Geralmente, quando minhas três sobrinhas arrumavam um namorado novo, faziam algumas brincadeiras com ele, para saber até que ponto ele era bom de cama. Ou de sofá, ou de piscina... eles tinham de provar isso.

E assim, o Álvaro, supostamente um namorado sério da Paulinha, foi a vitima da vez. E eu, como sempre, era o escolhido para dar guarida a elas para que as mães e pais não descobrissem o que elas aprontavam.

Pegaram um fim de semana para que eu as levasse ao sítio, junto com o rapaz. Como ele não sabia de nada, achou que ia ficar num quarto com a Paulinha e durante os dois dias teriam as outras duas para bater papo, coisas assim. Mal sabia ele o que o esperava!

Como sempre eu me alojava num dos quartos do andar de cima. E dessa vez as coisas não estariam acontecendo na piscina. Pelo menos num primeiro momento.

A Helena falou que ia dar uma caminhada, colocou um shortinho e uma camiseta, tênis e saiu. Foi caminhar mesmo, ela gostava muito disso.

A Paulinha e a Cecilia ficaram conversando com o Álvaro na sala. Eu conseguia ouvir tudo que falavam, mas não podia abrir a porta porque ele me veria e – supostamente – eu deveria estar dormindo, cansado por ter dirigido os 50 minutos...

Ouvi que elas abriram um vinho, brindaram, beberam e as conversas foram ficando mais quentes, e ele levou um susto quando a Paulinha falou que tinha uma surpresa pra ele. E as duas tiraram as roupas, ficaram totalmente nuas e avançaram sobre ele, tirando sua calça e começando a fazer boquete. O Álvaro não dizia nada, provavelmente não estava entendendo, mas devia estar gostando. Nisso, a Helena chegou da caminhada e quando viu, falou que também queria. 


O rapaz quase enlouqueceu quando viu que tinha três xotinhas pra ele!

Então as duas se afastaram para ela poder chupar o pau do Álvaro. Tudo isso eu fiquei sabendo depois, quando elas me contaram, eu não conseguia ouvir mais nada. Havia silêncio vindo da sala.

E ele estava, então, com sua pica disputada por três bocas famintas... será que ele pensava que estava no paraíso? Eu pensaria isso, se estivesse no lugar dele!

E quando as três ficaram ajoelhadas no sofá, mostrando suas bundinhas pra ele e eu ouvi a Paulinha dizer que ele podia meter à vontade... barbaridade! Que loucura! 


E ainda pôde ver esse espetáculo bundal!


E pelo visto, o rapaz dava conta do recado. Comeu as três numa boa!

E depois a Paulinha bateu uma punheta pra ele, que gozou no rosto das três. Rindo, elas o carregaram para o banheiro onde ele pôde dar banho nas três que pagaram o serviço dele com beijos, amassos, chupadas, mordidas na bunda.

Aí ficaram todos comportados, porque iriam me chamar para tomarmos um lanche.

Fiz de sonso, como se realmente tivesse dormido e perguntei se haviam passeado, mostrado o sitio para ele, elas garantiram que sim, tinham mostrado tudo! E que ele gostara de tudo! Falavam isso rindo, ele vermelho, e eu sério, achando que elas falavam a verdade. Mas entendi o recado, tinham trepado e gostaram muito!

Vimos um pouco de televisão, depois a Paulinha chamou o Álvaro para irem dormir, subiram para um dos quartos. Cecilia e Helena, rindo muito, falaram que iriam invadir o quarto deles e passar a noite os quatro na cama.

Me deram o prazer de vê-las nuas, pois tiraram tudo antes de subirem a escada. Fui para meu quarto. Fiquei pensando na boa vida dessas garotas. Custei a dormir e quando estava quase, vejo a porta do quarto abrir. Era a Paulinha.

- Vim te agradecer. Tá tudo ótimo, ele já dormiu porque teve de comer nós três de novo, está exausto. Vamos lá?

Não acreditei...depois de toda aquela trepação, ela queria ainda mais uma, comigo, só para agradecer eu ter levado elas lá? Bem, vocês, leitores e leitoras, devem imaginar que eu estava bem excitado ouvindo e vendo algumas coisas. Então, não recusei... trepei gostoso com ela.

Ela voltou para o quarto, eu dormi.

Fui acordado algum tempo depois,  pela Helena subindo na cama e acomodando-se ao meu lado.

- Lá tá muito apertado, vou dormir com você, tá bem? 

Duas me contaram... e eu comi...

Não iria criar caso, mas com ela encostando os seios em minhas costas e com a mão pegando em meu pau... comi!

De manhã, ela saiu correndo e foi pro quarto deles. Eu desci, fiz o café, preparei a mesa para todos lancharem e logo eles estavam descendo, já todos vestidos para ficarem na piscina assim que terminassem de lanchar.

E eu tratei de subir pro quarto, porque agora eu poderia ver o que iria acontecer.

E  o Álvaro teve a surpresa de ver que as três gostavam de homem... e também de mulher. Quando a Paulinha começou a dar uns beijos nele, a Helena e a Cecilia se beijaram também. Ele levou um susto e mais ainda quando as duas se separaram, a Cecilia veio beijá-lo e a Paulinha e a Helena começaram a se beijar também.

E aí as três começaram a tirar os biquínis e colocaram os sutiãs nas mãos dele e ficaram esfregando os seios no rosto dele, pedindo para ele mamar. E ele se deliciou mamando naqueles seios lindos que elas tem.

- Vamos nadar?

Todos concordaram, ele tirou a camiseta e ia de sunga quando elas o impediram.

- Nada disso... nós estamos nuas, trate de ficar também.

Ele não teve outro jeito. Tirou a sunga e quando elas viram que o pau dele já estava quase duro... trataram de chupar até ele endurecer de vez.

A cara dele era de espanto, misturado com alegria, com prazer. Acho que ele nunca imaginou viver algo parecido. Três gatas, usando e abusando dele, e se dando prazer também, ele continuava admirado vendo elas se beijarem, se mamarem... 



É... elas tinham razão em querer se aproveitar dele!


Quando ele ficou em pé, eu entendi o motivo da euforia delas... que pau o rapaz tinha! A sacana da Cecilia, sabendo que eu estava olhando, mediu o pau dele no braço. Ele quase chegou no cotovelo dela! Devia ter uns 24 ou 25 cm! Depois a Paulinha me disse que era 23,5, já tinha medido a primeira vez que trepou com ele.

E os boquetes que ele ganhou... nossa, me fizeram ficar de pau duro.

E ele comeu as três de novo. Helena cavalgando, Cecilia de quatro e Paulinha cavalgando.

Aí tomaram uma ducha, entraram na piscina, nadaram à vontade, saíram, secaram ao sol e resolveram ir embora. Cecilia foi me chamar. Pôs o biquíni e subiu as escadas, entrou no meu quarto.

- Gostou de ver, tio?

- Uau... onde a Paulinha arrumou esse cara?

- Ele não é daqui não, é modelo e estava posando para as aulas de escultura. Ela disse que a turma toda ficou enlouquecida, mas ela conseguiu pegar o rapaz primeiro. Pena que ele vai embora no próximo fim de semana. Ah, e outra coisa, eu sei que a Paula e a Helena já te agradeceram, e eu não vim de noite porque ele dormiu segurando meus peitos... mas amanhã eu vou no seu apê e te agradeço, viu?

Menage com duas – o primo mentiroso

Ele era muito safado, mas elas descobriram!

 (escrito por Kaplan) 

 

Tem pessoas que adoram mentir sobre o que fazem. Não sei a razão disso, mas costuma dar um bode, de vez em quando... em outras ocasiões até que se consegue sair bem da situação.

Vou contar o caso do Francisco, que tinha duas primas, a Ana Maria e a Fabiana. Moravam todos na mesma cidade, porém em casas diferentes.

E o safado era gostoso, na opinião delas, mas elas nunca tinham comentado isso uma com a outra. E ele percebeu que o mar estava pra peixe e acabou conseguindo transar com elas. 


A Fabiana foi a primeira que ele comeu...

Primeiro foi com a Fabiana, bela morena. Transou com ela, às escondidas, na casa dela mesmo, em um dia em que ela estava sozinha. E ela, muito curiosa, quis saber se ele já tinha transado com alguma prima que morava ali. Na verdade, havia muitas primas e primos na mesma rua. Eram famílias numerosas, naquele tempo.

Ele garantiu que não. Ela não sentiu muita firmeza, mas deixou pra lá. O importante era ele transar com ela e geralmente eram trepadas sensacionais.

Só que, um dia, aconteceu de ele estar passando na rua e a Ana Maria o viu e chamou e o seduziu e transaram. Ela era filha única, e ficava quase toda tarde sozinha em casa. Ele então, andou frequentando a casa dela e tal como a Fabiana, Ana Maria quis saber se ele transava com alguma prima e ele negou. Com firmeza, negou tudo. Ela gostou de saber que era a única.

O lance mais interessante foi que, numa tarde em que ele se dirigiu à casa da Ana Maria para a trepada tradicional, a Fabiana viu e resolveu ir até lá. Como, no interior, as janelas costumam ser baixas e não tinham grades, ela viu uma janela aberta e entrou. 



Isso é que é um flagra!

Encontrou o Francisco já metendo na Ana Maria, em plena sala! Sua reação foi imediata, chamou o primo às falas. Ele se levantou assustado e a Ana Maria custou a entender a bronca que ele estava recebendo.

Quando compreendeu tudo, ficou tão furiosa quanto a Fabiana. As duas conversaram e ficaram sabendo que ele transava com as duas e mentia sobre isso.

Ele foi ameaçado.

- Se não contentar nós duas agora, nunca mais daremos pra você. Combinado, Fabiana?

- Certo! Apoio total!

Levaram o primo pro quarto, tiraram a calça dele, elas se despiram. Nunca haviam feito um ménage, mas iriam fazer naquela hora.

A Ana Maria ajoelhou na cama e foi fazer um boquete nele. E a Fabiana levou os seios até a boca do primo, para ele mamar a vontade, coisa que ele gostou muito, por sinal.

Depois a Fabiana foi chupar o pau dele e a Ana Maria levou sua xotinha para ser chupada pelo primo. Em seguida, a Ana Maria sentou no pau dele e pulou bastante, conseguiu o que pretendia, teve um gozo como sempre acontecia quando transava com ele. A Fabiana preferiu dar de cachorrinho e também teve seu gozo.

E como ele ainda resistia, foi premiado. 


No fim, deu tudo certo e ele comeu as duas...


- Muito bem, primo mentiroso. Vai ganhar um prêmio porque conseguiu nos dar prazer.

Ele ficou esperando para saber que prêmio seria e quase morreu de emoção quando viu uma ficando em cima da outra e oferecendo seus cuzinhos. Que prazer ele teve ao comer os dois!

E depois elas o obrigaram a jurar que jamais contaria mentiras pra elas.

E assim, todos acertados, as duas sempre o recebiam juntas no quarto da Ana Maria.

Belas tardes foram aquelas!