quinta-feira, 2 de junho de 2016

Namorados não devem ficar sozinhos em casa...Coinha

Namorados fugindo à vigilância dos pais... mil histórias para contar!


Namorados não devem ficar sozinhos em casa...
(escrito por Kaplan)

Mais algumas histórias de namorados que conseguiram a proeza de ficarem sozinhos em casa e, logicamente, aproveitaram bastante!

1.                  Adriana estava de caso com Reginaldo, vizinho dela. Mas... a família dele era grande e sempre tinha gente em casa. Na casa dela havia menos pessoas, só ela e os pais. O pai, ausente por conta de trabalho, a mãe era dona de casa e ficava o dia inteiro em casa. Adriana ia às aulas na faculdade de manhã, à tarde ficava em casa, mas nada de a mãe dar uma trégua. 

A sorte bateu na porta dela, uma tarde e ela soube aproveitar. Uma outra vizinha veio pedir ajuda à mãe dela. Precisava de ir ao hospital e não tinha ninguém para levá-la. Ela ia fazer uma colonoscopia, exame que só é feito se a paciente estiver acompanhada de alguém. Então pediu socorro à mãe de Adriana, que, naturalmente, se dispôs a ir com ela. O hospital não era perto, e isso significava a tarde quase toda ocupada. Falou com Adriana para preparar o jantar, pois talvez ela demorasse e não conseguiria tempo hábil para fazer.

Adriana adorou e assim que a mãe e a vizinha saíram, ligou para o Reginaldo e deu a dica de que estaria sozinha. Mais que depressa, ele conseguiu inventar uma desculpa para sair de casa, falou que ia fazer trabalho de grupo e se mandou para a casa da Adriana.

Ela o recebeu na cozinha, estava de vestido, não muito curto, mas com uma fenda atrás que lhe dava bons movimentos. Reginaldo entrou, sentou numa cadeira e ela foi explicar porque estaria livre aquela tarde. Explicou em pé, mas sua perna direita já se inclinava e seu joelho roçava a coxa do namorado. Quando ele enfiou a mão, aproveitando a fenda do vestido, alisou a bunda da namorada que, arrepiada, tratou de arrancar toda a roupa, animando-o a fazer a mesma coisa.

Ela tratou de pegar no pau dele, inclinou o corpo e chupou-o. Ele gostou, mas preocupado com um possível retorno da mãe dela, tratou de avançar, ficaram os dois de pé, ele nas costas dela, roçando seu pau na bundinha dela, enfiando-o entre as coxas... ela arrepiava e gemia.
Então ele fez ela inclinar o corpo, e meteu por trás, preenchendo a xotinha dela com seu pau e fazendo o vai e vem sem parar, arrancando mais e mais gemidos da Adriana. 

Cozinha sempre me inspira...
Ficaram de frente, depois, ela sentou-se na mesa e ele meteu pela frente. Mais bombadas, mais gemidos e o gozo chegou para ela. Sua respiração ficou forte, sentiu um calor imenso subir em direção à cabeça... era bom demais!

Curtiram bem aquele momento, depois ela foi preparar as coisas para o jantar, não podia esquecer disso, pois sua mãe iria desconfiar de alguma coisa.

E os dois, nus, na cozinha, ele a ajudando... e o pau subiu de novo, ele sentou-se na cadeira e a trouxe para sentar-se no pau e ela ficou pulando... até que ele gozasse.


2.                  Já a historia de Zenaide e Ângelo era diferente. Ela morava só com a mãe, numa casa de quatro quartos, o que era, evidentemente, muito grande para as duas. Mas a mãe, que trabalhava fora, usava dois dos quartos para alugar para moças e/ou rapazes que vinham do interior para estudar na capital.

E um desses rapazes que alugou um dos quartos era o Ângelo, cara super simpático, o que deixou a mãe dela alarmada. Afinal, ela saía para trabalhar, a filha saía junto para estudar, o Ângelo estudava à noite. O período da tarde era o período chave onde poderia acontecer alguma coisa. Mas Zenaide não dava demonstração de que acontecia algo, pelo contrário, demonstrava ter uma antipatia muito grande nas conversas com a mãe. Não era verdade, ela e o Ângelo já estavam se conhecendo melhor e descobrindo suas afinidades... e rolou!

Rolou nas férias. Já tinham acontecido beijos e abraços, alguns amassos... e Zenaide já estava muito a fim, Ângelo também.

Então, quando começaram as férias, numa bela manhã a mãe de Zenaide saiu para o trabalho e ela foi tomar banho. Saiu do seu quarto nua e ficou andando pela casa assim, até que o Ângelo a visse. Então, ela sorriu e entrou no banheiro, deixando a porta aberta. Ele conferiu que a mãe já tinha saído, tirou a roupa toda e entrou pelado no banheiro, onde Zenaide arrumava os cabelos, lindos cabelos, compridos, do jeito que ele gostava. 

Como é bom sentir isso entrando...

Abraçou-a, beijou-a, ela correspondeu, os corpos se roçaram, o pau endureceu, ela sentiu, viu, pegou, chupou.
Depois ela apoiou-se na pia, ele levantou a perna direita dela e sua pica foi procurar o endereço certo, a xotinha que já estava úmida de tanto tesão. Penetrou-a e bombou bastante, arrancando suspiros e gemidos dela.

Não satisfeitos, ele estendeu uma toalha no chão do banheiro, deitou-se e ela sentou no pau dele, de frente pra ele, oferecendo seus seios para serem manuseados pelas ávidas mãos, enquanto ela pulava sofregamente. Depois virou seu corpo, sem tirar o pau de dentro dela, e ele teve a divina visão do bumbum dela enquanto ela pulava.

Ela viu estrelas e ouviu fogos de artifício explodindo dentro do banheiro. Tinha sido bom demais, e ela pegou no pau dele de novo, chupou-o até que ele gozasse também.
Sorrindo, felizes com o que tinha acontecido, eles entraram debaixo do chuveiro, tomaram um gostoso banho, com direito a novas chupadas, a muitos beijos e abraços.
Naquele mês de férias, todas as manhãs, exceto os fins de semana, eles transaram bastante. Quando as aulas dela recomeçaram, as tardes é que se tornaram o horário adequado para as transas continuarem.

3.                  Fabiana já namorava o Amaro há meses e já haviam transado, mas na casa dela nunca. E a transa aconteceu, mas sem que eles houvessem programado. Foi numa tarde, ela estava sozinha em casa e ele passou lá, sem ter avisado que ia. Eis que ela abre a porta, depara-se com ele e na hora puxou-o para dentro.

- Você adivinhou que eu vou ficar sozinha hoje a tarde?
- Não estava sabendo, simplesmente eu vim aqui perto e passei para ver se você estava. Está sozinha, então? Vai ficar quanto tempo sozinha? Podemos fazer alguma coisa interessante?
Ela olhou o relógio.
- Temos umas duas horas e meia... o que você sugere?
- Sugiro irmos ao seu quarto, tirarmos a roupa, você me chupa, eu te chupo, depois eu te como. Que tal?
- Ótima sugestão, mas não podemos desgrudar o olho do relógio. Você tem de cair fora antes que alguém chegue, se não... estou frita!

Hmm... slurp, slurp...
Não perderam tempo, correram para o quarto, ele já foi tirando sua roupa, ela tirando a dele, ela conseguiu primeiro que ele e pegou no pau para fazer o boquete, findo o qual, foi a vez de ele acabar de tirar a roupa da Fabiana, colocá-la deitada na cama e dar-lhe um banho de língua na xotinha. Ela vibrou!

Aí sentou-se no pau dele, virada para ele, inclinou o corpo e ficou beijando-o enquanto ele movimentava os quadris para fazer o vai e vem.

Depois comeu-a de cachorrinho, fazendo-a gozar e terminaram rapidamente com ele se masturbando e gozando no rosto dela.
Nunca mais tiveram uma chance como aquela. Ficou guardada na memória dos dois!

4.                  Iasmin saía da faculdade, quando teve a surpresa de ver seu namorado, Cândido, parado na porta, dentro do carro.

- Oi, que surpresa boa? Veio me dar uma carona?
- Melhor do que isso... Estou sozinho em casa, vim te buscar pra gente matar as saudades, se é que você me entende...
- Claro que entendo, mas espera aí, tenho de arrumar uma desculpa lá pra casa...

Pensou e chegou à conclusão de que o melhor era avisar que ia fazer trabalho de grupo na casa de alguma colega. A mãe não gostou, o almoço já estava pronto, mas ela falou que o trabalho era urgente e precisava ir.

Daí entrou no carro e eles foram para o apartamento onde Cândido morava. Riam da peça que ela havia pregado na mãe,mas não perderam tempo. Já foram tirando as roupas, na sala mesmo. Ela sentou no colo dele e pediu que ele tirasse o sutiã, o que foi feito e ele aproveitou a deixa para pegar nos seios dela, massageá-los, puxar os biquinhos, coisa que ela adorava... 

Senta no meu cavalinho, senta...

Puxou a cueca dele e fez-lhe um boquete, depois ele tornar a sentar e ele sentou-se nele. Ele segurou nas nádegas dela e ficou apertando-as, puxando o corpo dela para si e depois levando de volta e tornava a puxar... em vez de pular era assim que ela gostava de transar com ele.

Ficaram de pé, ele fez ela apoiar-se numa mesinha e o bumbum dela ficou à disposição dele que meteu e bombou bastante. Ela pediu para irem para o tapete, ficou de quatro e ele continuou metendo por trás. E ainda a virou de frente, comeu-a de papai e mamãe, quando ela mostrou que tinha chegado a um orgasmo sensacional.
Agradecida, tornou a pegar o pau dele, colocou-o na boca e chupou até ele gozar e ele engolir tudo.

5.                  Marilda e Denis moravam no mesmo prédio, o que levava os pais dela a uma redobrada vigilância. Porém, namorados loucos para transar sempre encontram as brechas que Cupido lhes proporciona. Foi o que aconteceu quando, num sábado, os pais quiseram levá-la a visitar a avó, que morava num distrito, perto, mas eles iam passar o dia lá. Só que ela alegou não poder ir, pois tinha prova na faculdade. Era verdade isso, não foi invenção dela, mas quando ela recusou, já pensou na oportunidade. Aí ela fingiu uma tristeza muito grande, disse que queria muito ir e pediu que dessem um grande beijo na avó. Prometia ir na primeira oportunidade, passar um dia inteiro com ela.

Os pais, ao que parece, esqueceram que o perigo morava ao lado e foram. Ela foi à faculdade, fez a prova, e não assistiu as aulas depois. Correu para casa e telefonou para o namorado.

- Oi, você não vai acreditar mas vou ficar o dia inteiro sozinha. Quer vir pra cá?
- Vem você, porque estou tomando banho, mas vou correr lá na sala e abrir a porta, pode entrar e me espere na sala. Não tem ninguém aqui também não!

Foi o que ela fez. Desceu dois andares, pela escada. Não usou o elevador para não ser vista. As escadas ficavam desertas naquela hora da manhã. Entrou rapidamente no apartamento do namorado. Viu que não tinha ninguém mesmo não. Foi até perto do banheiro e ouviu a água caindo. Pensou se deveria entrar, mas aí viu que o chuveiro era desligado. 

Mão naquilo... aquilo na mão...
Foi, então, para a sala, sentou-se no sofá e ficou aguardando. Tirou o short, ficou só de calcinha e camiseta. Sorriu quando viu Denis chegar, só com uma toalha amarrada na cintura. Ele a beijou e sentou-se ao lado dela. Que não pensou duas vezes pra tirar a toalha que tampava o que ela mais queria ver e pegar. Então, pegou e ficou masturbando-o,  vendo ele ficar bem duro em sua mão. E já começava a delirar com a mão dele nos seios dela, mesmo por cima da camiseta. 

Logo ele tirou a camiseta e beijou-lhe os seios, ao que ela respondeu inclinando o corpo e colocando o pau dele em sua boca, engolindo, lambendo, sentindo a dureza do mastro. Ele voltou a mamar nos seios dela enquanto arrancava a calcinha.

Agora sim, os dois nus se abraçaram, se beijaram, roçaram os corpos um no outro, sentiram o quanto estavam com tesão e não brincaram mais. Partiram para o lado sério e ele a comeu de dois jeitos: o dele, com ela cavalgando; o dela, com ele a comendo de cachorrinho. O gozo dela chegou primeiro, do que ele se aproveitou para gozar nos seios dela. A toalha que ele usara serviu para ela se limpar.

- Seu pessoal vai demorar a chegar, Denis?
- Não, não devem demorar, foram ao clube e virão almoçar.
- Bem, eu vou ficar a tarde toda sozinha... se quiser aparecer lá em casa... sabe onde moro...

6.                  Uma história um pouco diferente, envolveu Neli e seu namorado Edgar. Ele morava com seu irmão, Ovídio, num apartamento que o pai, fazendeiro, alugara para eles morarem enquanto faziam faculdade. Ovídio era dois anos mais velho que Edgar e era o típico “empata foda”.Toda vez que Neli aparecia por lá, ele não arredava pé nem deixava que eles ficassem sozinhos no quarto. Não adiantava Edgar reclamar com ele, depois que ela ia embora, frustrada por não poder usufruir da facilidade que teriam de transar ali.

Até que um dia, Ovídio abriu o jogo. Deixaria os dois transarem, não contaria nada aos pais... desde que ele participasse também. Quase levou um soco do irmão!
Só que quando Edgar comentou com Neli, teve a surpresa de ver que ela não se opunha ao ménage.

- Meu amor, para poder transar com você aqui, eu faço qualquer sacrifício, inclusive este, de aceitar seu irmão com a gente. Mas converse com ele e seja claro. Eu topo, mas não será todo dia e toda hora não. No máximo duas vezes por mês ele entra na jogada.

Perante a firmeza da namorada, Edgar conversou com o irmão, que aceitou os limites que ela colocava. E assim, no dia em que ela apareceu por lá, os dois a esperavam e mais que depressa tiraram o shortinho dela e levantaram a camiseta. Edgar a colocou ajoelhada no sofá, de costas para eles e a bundinha dela foi alisada, beliscada e apalpada pelos irmãos.

Os dois tiraram as roupas e ela também. Sentada na poltrona, ela via o Edgar ajoelhado ao seu lado direito e o Ovídio em pé ao seu lado esquerdo. Começou a pensar que havia feito a coisa certa. O pau dele era um pouco maior e mais grosso do que o do Edgar. Mas não teve tempo de ficar pensando muito nisso, porque sentiu a mão do namorado passeando pela sua xotinha e a boca do Ovídio mamando nos peitinhos. Delirou e logo pegou os dois paus e ficou chupando-os e masturbando-os. Chupava um e segurava o outro com a mão, depois invertia. Gostou do pau do Ovídio em sua boca. Bem interessante! 

Nóóó... isso é bomdemais!
Deu primeiro para o cunhado. Ele colocou camisinha, sentou-se e ela o cavalgou, enquanto o namorado ficava ao seu lado, exibindo seu pau que ela pegou e brincou com ele enquanto pulava. Ovídio tinha um pau interessante, mas gozou logo. Ela tirou a camisinha e o chupou, esperando ser comida pelo namorado, que não faltou: meteu por trás e bombou, fazendo-a gozar alguns minutos depois. Então ele gozou na boca da Neli.

A experiência tinha sido legal e foi repetida conforme ela estabelecera. O bom  é que Ovídio deixou os dois bem à vontade, não aparecendo em momento algum no quarto.

7.                  Paula havia completado 18 anos e resolveu atender, em parte, aos apelos de seu namorado, Lino, de 22 anos. Ela queria chegar virgem ao casamento, e não sabia se iria casar com ele ou com outro, afinal, Lino era apenas o primeiro namorado que ela tivera. Já tinham 3 anos de namoro, e sempre ficaram só nos amassos gostosos quando ficavam sozinhos na sala e os pais lá dentro, vendo televisão. Mas os amassos eram gostosos e tinham de ser muito rápidos, pois a qualquer momento o pai ou a mãe poderiam surgir. Era gostoso, aquilo, mas Lino reclamava que podia ter algo mais, só que ela não aceitava. Perder a virgindade só no casamento. Lino dizia que isso era coisa do século XIX, mas ela era intransigente.

Chegou o momento em que ele propôs que ela desse o cuzinho. Ele se conformaria em apenas comer o cuzinho dela, já que ela insistia em casar virgem. A principio ela achou estranho, mas conversando com algumas amigas, ficou sabendo que relação anal era mais comum do que ela pensava. Então resolveu, depois que fez os 18 anos, dar esse presente ao namorado. A questão era: onde?
Cupido atuou novamente a favor do casal. Recebeu um telefonema dele.

- Pode vir aqui em casa? Vou ficar a manhã toda sozinho e a gente pode brincar à vontade...
- Jura?
- Sim, minha mãe saiu e vai demorar a voltar. Dá um jeito de vir logo!

Ela conseguiu despistar os pais, falando que iria dar uma volta e correu para a casa do namorado. Camiseta e shortinho, entrou na casa dele e o viu só de cueca e pelo avantajado, já devia estar de pau duro. Ela pegara muitas vezes nele e vira apenas de relance, uma vez que ele abriu a braguilha e mostrou pra ela. Ficara admirada de como era grande e pensando como aquilo iria entrar dentro dela. Tremendo de emoção, ela viu ele abaixar a cueca e mostrar – orgulhoso – seu pau duríssimo. 

Ele é tão bonito!!! e duro!!
Pôde pegar nele, com calma, sem correria, sem medo de alguém aparecer. E ele disse a ela como chupar. Ela tateou um pouco, mas logo pegou o jeito e fez um boquete que ele, mais experiente, soube que não tinha sido o melhor da vida dele, mas era um avanço em relação ao que já tinham feito. Ela iria aperfeiçoar com o tempo.

Levou-a para seu quarto, despiu-a. Como era linda! Já tinha visto os seios dela, mas nua de corpo inteiro era a primeira vez. Pegou uma pomada apropriada, passou bastante em seu pau, depois no cuzinho dela.

- Vamos ver qual será a posição melhor para você. Vou tentar uma, se não gostar me fale que eu tento outra, tá?
- Tá bem, vá devagar, minhas amigas falaram que a primeira vez costuma doer muito.

Ele foi bem carinhoso. Colocou-a de quatro e foi enfiando lentamente o pau no cuzinho. Ela choramingou, doía bastante. Ele tentou de ladinho, ela também não curtiu muito. Já preocupado, ele tentou com ela sentada no pau dele e aí ela fez caretas, mas não choramingou e conseguiu. Somente ele gozou, claro. Gozo anal é bem mais difícil e na primeira vez que ela fazia, dificilmente isso aconteceria.

8.                  Simone e Marcelo estavam jogando bola no quintal da casa dele. Eram namorados de longa data, estavam já pensando em marcar  noivado. Mas tinham o problema de onde transar, como já vimos, problema bastante comum. Eis que a mãe dele aparece na porta da cozinha e avisa que vai ao mercado. Se eles precisavam de alguma coisa. Ele disse que não e os dois, com o coração na mão, esperaram a mãe sair para entrar correndo dentro de casa. Finalmente teriam algo como uma hora, ou hora e meia, sozinhos, dentro da casa.

Não demorou muito para ela deitar com a cabeça no colo dele e ele, sem esperar o convite, começou a descer a mão em direção ao shortinho dela, que foi aberto e a mão dele entrou lá dentro, procurando o que mais interessava.

Antes que ele fizesse algo, ela tirou a camiseta, exibindo seus belos seios. Beijaram-se apaixonadamente. Depois ele mamou bastante nos peitinhos dela, e ela, aflita, pediu que ele ficasse nu.   

Que pau lindinho!
- Gosto de ter ver peladinho... acho seu pau fofo demais, gosto de pegar nele, de beijar, de chupar...
- Pois pegue, beije, chupe...

Pois foi o que ela fez, deixando-o maravilhado como sempre ficava. Então tirou o shortinho dela, a calcinha, e seus dedos dedilharam sobre os grandes lábios, entreabrindo-os e um dedo entrou lá dentro e fez Simone gemer baixinho.

- Cadê a camisinha, amor?
- Vou pegar.

Foi até a gaveta do criado, pegou e colocou e comeu a namorada no mais autêntico papai e mamãe. Ela conseguiu chegar ao orgasmo e ele, então, tirou a camisinha e deu o pau para ela chupar até ele gozar, enchendo sua boca. Ela engoliu tudo.

Vestiram-se rapidamente e voltaram ao quintal. Quando ouviram o barulho do carro chegando, voltaram a rebater a bola, como se nunca tivessem parado aquele joguinho...

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Brincadeira de molhar pega fogo!

Quando eu digo que a época em que estudamos na faculdade é a melhor época da vida, tem gente que duvida...


Brincadeira de molhar pega fogo!
(escrito por Kaplan)

Minha sobrinha Helena estava no sitio de uns amigos da faculdade. Muito sol, muita cerveja, piscina. Ela estava deslumbrante, como sempre, em seu biquíni. Mais à tarde, todo mundo começou a se retirar e ela ficou, pois iria embora justamente com o colega Jaques, cujos pais eram os donos do sitio.

Estava aproveitando os últimos raios de sol para melhorar o bronzeado quando sentiu jatos d’água caindo sobre ela. Levou um susto e custou a entender o que estava acontecendo. Era o amigo Jacques, que pegara a mangueira utilizada para aguar as plantas e despejava o precioso líquido no corpo dela. 

Me molhou? Te molho também!
Fingindo-se de brava, ela correu até onde ele estava e tomou a mangueira de suas mãos. Devolveu a ele a “chuva” que havia recebido. E os dois ficaram naquela brincadeira por um bom tempo, cada hora um molhando o outro.

E esse tipo de brincadeira, quando estão apenas duas pessoas no local, local aprazível... acaba levando a outras brincadeiras. Corpos molhados, eles se abraçavam e dos abraços ele levou as mãos aos seios dela. E puxou o sutiã e os seios dela ficaram à vista.

Em represália, ela puxou a bermuda dele e viu o pau, já duro.

- Ah! Jaques... quem diria que isso ia acontecer...
- Não está gostando?
- Estou adorando... mas não consigo ficar só olhando...
- Nem eu...
- Você é uma gracinha. Deixa eu te mostrar o que sei fazer!

Dito isso, pegou no pau dele e chupou-o. Estava gelado, devido à quantidade de água que recebera na brincadeira anterior. Parecia um picolé e foi assim que ela o chupou. Só não mordeu, claro...

As roupas foram tiradas e eles nem se preocuparam em entrar na casa. A transa rolou ali mesmo, no gramado. Com ela sentando-se no pau dele e pulando selvagemente. E depois sendo colocada de quatro e ele a penetrando por trás, vigorosamente, até que ambos conseguiram um gozo simultâneo.

- Helena, você tem certeza de que precisa de ir embora hoje?
- Tenho não... se você prometer me levar amanhã bem cedinho, pois tenho de trabalhar às 9 e precisarei ir em casa trocar de roupa.
- Era tudo que eu queria ouvir. Passe a noite comigo, então!

Adoro pegar seu pau... e ter sua mão na minha bunda...
 Entraram. Molhados ainda e com fiapos de grama no corpo, acharam melhor tomar um gostoso banho de banheira, que serviu para mais uma transa deliciosa, cheia de espuma. 

Dali saíram para a cama, onde ficaram conversando e se descobrindo. Colegas há tanto tempo e nunca haviam pensado em transar. O que um banho de mangueira não consegue!

Bem, antes de dormir, mais uma transa, ali na cama, quando ela concordou em dar o rabinho pra ele também, o que ele curtiu muito!


Um violeiro sabe dedilhar...

Quem toca viola, tem dedos que fazem maravilhas...até em "violões"... entendem?


 Um violeiro sabe dedilhar...
(escrito por Kaplan)

No interior de Minas, por onde quer que a gente ande, encontra, ainda e sempre, violeiros. Sanfoneiros também, porque uma coisa linda dos tempos mais antigos ainda não morreu: a serenata embaixo da janela da amada. Ah! Romântico demais!

Nas fazendas, então, todo mundo sabe: depois que o trabalho termina, os violeiros entram em ação, cantando músicas sertanejas de verdade, não essas babaquices que são chamadas hoje de sertanejo, sertanejo universitário... não, eles tocam as legítimas músicas sertanejas, que enchem os olhos e o coração da gente! 

A alegria de ouvir uma viola... (foto: Kaplan)
Meg e eu estávamos na fazenda de um casal amigo e uma tarde, já a escuridão chegando, sentados na varanda e bebendo um bom vinho, ela sentada com um short e mostrando suas belas pernas, quando ouvimos a viola e a voz de um camarada que não sabíamos quem era, mas imaginamos que fosse um trabalhador da fazenda. Meg ficou apaixonada com o que ouviu. Claro, ela se lembrou de sua infância, de sua adolescência, no interior, onde era comum se ouvir os violeiros e sanfoneiros todo dia. Na cidade grande... nada! 

Ouvindo, portanto, aquela voz e aquela viola que não sabíamos de onde vinha, ela ficou encantada. Enlevou-se e ficou escutando, tomando vinho e olhando as estrelas que começavam a brilhar no céu escuro.

- Quem é que toca assim?
- É o Ciro, filho de um cabra que trabalha aqui. Ele mesmo é um preguiçoso, já ofereci trabalho pra ele, mas só quer saber de tocar e cantar. Se quiser ouvir mais, te falo onde ele fica todo santo dia, tocando sem parar. Acho que ele pensa que é ou será um grande artista!
Imagina se Meg não iria querer ver o rapaz tocando e cantando. Imaginou que fosse um adolescente, ainda em dúvida sobre o que queria ser, mas, no dia seguinte, ao conhecê-lo, viu que se enganara completamente. O Ciro tinha 28 anos, era um rapagão forte, simpático e que andava sempre com a viola nas costas.

Viu ele passando, o nosso amigo falou que ele estava indo para o recanto onde ficava tocando e ela disse que iria lá para ouvir mais. Comecei a achar que ela não pensava somente em ouvir, mas... quem sabe era só isso mesmo? 

Olha só... a moça da cidade veio me ouvir...
Ela seguiu o Ciro, de longe, não queria que ele mudasse seus hábitos por conta da presença de uma intrusa. Logo viu ele chegando numa clareira, estendendo uma colcha no chão, sentando, pegando a viola e começou a dedilhar. A voz dele era maviosa, os sons da viola eram divinos e naquele silêncio ali apenas os pássaros faziam o acompanhamento.
Ela foi chegando e, em dado momento, ele notou a presença dela.

- Incomodo?
- Não senhora, pode chegar!
- Ciro, eu ouvi você tocando e cantando ontem à noite e fiquei apaixonada. Você tem uma voz linda e toca muito bem, fiquei curiosa e acabei sendo informada de que você vem sempre aqui, não resisti e vim ver você tocar e cantar. Faça de conta que não estou aqui, continue!
- A senhora é que está visitando a fazenda, não é? Vi a senhora chegando com um senhor, deve ser seu marido.
- Sim, é meu marido, ele também gostou muito de te ouvir. Vamos lá, rapaz, manda brasa!

Ele sorriu do jeito engraçado que as pessoas da cidade falavam. Começou a tocar e a cantar e Meg olhava para ele, embevecida, sorrindo. Ciro era uma figura apaixonante mesmo. Ouviu umas dez músicas, depois falou que precisava ir.

- Você estará aqui amanhã, de novo? Nesse horário?
- Sim, com certeza, só não virei se estiver chovendo!
- Posso voltar para ouvir mais?
- Sim senhora!
- Virei só se você prometer que não vai me chamar de senhora. Meu nome é Meg, é assim que todos me chamam. OK?

Ele sorriu e concordou. 

Esse violeiro tá mexendo comigo...
No dia seguinte ela voltou. De shortinho e blusa folgada, tênis, como no dia anterior. Ciro já estava lá, tocando e cantando quando ela chegou, sorriu e sentou na toalha para ouvir. Virou o pescoço com muita rapidez e aquilo doeu. Fez uma careta, ele perguntou o que era e ela contou.

- Posso fazer uma massagem no seu pescoço? Minha mãe sempre tem isso e melhora com a massagem.
- Por favor!

Ela deitou de bruços, com o pescoço ligeiramente erguido e ele sentou ao lado dela e suas mãos fortes massagearam a nuca e os ombros dela. Ela fechou os olhos porque não apenas a dor passou, mas o tesão dela explodiu. Agradeceu, virou o corpo e ficou com a cabeça nas coxas dele, que olhava para ela com seus grandes olhos enfeitiçadores.

- Ciro, eu estou a fim de você...
- Mas a senhr.... desculpe, mas Meg... você é casada, seu marido está ali na casa.
- Esquece isso, meu anjo. Se você está a fim, vamos em frente... não terá problema algum, acredite em mim... Você quer?
- Sim... eu quero, achei você uma pessoa linda, a primeira que me deu valor por aqui.

Ela ficou de pé.

- Tira meu short, Ciro...

Enquanto ele tirava, ela tirou a camiseta e ele ficou admirado da beleza dos seios que surgiram à sua frente. Não era um neófito, sabia das coisas e sua língua lambeu os biquinhos dela, antes que ele os sugasse. Ela gemeu baixinho... mexer nos seios dela era muita provocação... como eram sensíveis!

Nóó´... Ciro, que coisa linda você tem aí...
Só de calcinha, ela quis ver o outro instrumento dele e ele mostrou. Normal, nada de gigantesco nem de anão. Um pau absolutamente normal, como o meu e vários outros que ela conhecera.E é claro que ela o chupou gostosamente, ajoelhada na toalha, ele sentado e a mão dele percorrendo o corpo dela, chegando à bundinha, apertando o cuzinho, descendo mais e entrando na xotinha.

- Seus dedos são maravilhosos, tocando a viola e me tocando... não pare de dedilhar, está me deixando alucinada...

Ele continuou, e ela também não parou de chupar o pau dele. Até que sentiu que era hora de experimentar tudo que o instrumento dele podia lhe dar de prazer.
Sentou nele e pulou bastante. Notou que Ciro devia ser o garanhão das redondezas, porque mantinha o vigor sem parar.  Ela gozou com a cavalgada, mas ele não e a comeu de cachorrinho, de ladinho e de frente. Já exausta, ela notou que ele estava prestes a gozar também.

- Quero beber seu leite! 

Ah... o leite rural.. in natura... delicioso!
Ele não criou caso, levou o pau à boca da Meg que deu umas duas chupadas e sentiu sua garganta recebendo aquele gostoso leite do meio rural. O leite mais nutritivo que existia, segundo ela!

- Ciro, mas isso foi bom demais! Não ponha a roupa, ainda. Quero ver você tocar pelado e eu quero ouvir pelada.

Ele riu. Ria sempre das coisas malucas que a moça da cidade falava. Mas atendeu ao pedido dela e cantou duas músicas. Ela agradeceu, eles se vestiram, ele continuou lá e ela voltou à casa, onde me contou o que acontecera.

- Meu bem, que pena que temos de ir embora amanhã... vamos à tarde? Quero dar mais uma com ele de manhã...deixa?

Claro que ela sempre fazia esses pedidos segurando em meu pau... e como eu poderia negar?

Na manhã seguinte, Ciro pôde experimentar como era comer o cuzinho de uma moça da cidade...