segunda-feira, 10 de agosto de 2015

As duas estavam numa boa quando o motoboy chegou

(escrito por Kaplan)

Será que a psicologia explica por que patricinhas gostam de bad boys? Não sei, mas fiquei 
sabendo de duas que adoravam transar com um deles, cara tatuado e que era o motoboy que prestava serviços para a empresa do pai de uma delas.

De tanto ir à casa delas, buscar ou levar coisas, ele ficou conhecendo a filha do patrão, uma gatíssima de 22 anos, que muitas vezes estava sozinha em casa e o recebia, de biquíni, na piscina. E ele percebia que ela dava o maior mole pra ele, mas ele tinha o cuidado de não fazer nada, afinal era a filha do patrão. 

Mas o dia em que ela o atendeu, na piscina, fazendo topless, ele perdeu o juízo. Sabia que ela era filha única e que a mãe também trabalhava, então ela estava sozinha em casa. E acabou rolando uns beijinhos e amassos, ele deu uma chupadinha nos peitinhos dela. Ficou só nisso, mas, a partir daquele dia, ele ficava eufórico quando tinha de ir até lá.

E teve a bela surpresa de, num dia em que foi mandado lá levar uns pacotes, encontrar a mocinha e uma amiga nuas, na maior transa, na piscina. Ele ficou abobado, nunca tinha visto duas gatas se beijando, se chupando... e elas não se incomodaram com a presença dele, continuaram sua transa, ele ficou ali, ao lado delas, só olhando e seu pau só endurecendo. 

Via a filha do patrão sendo chupada pela amiga, contorcendo-se toda, pegando nos peitinhos, gemendo.

Ele achou que seria apenas um show delas para ele, mas se enganou. A filha do patrão logo virou-se para ele e perguntou:

- Está gostando? Isso te excita?

Ele só mostrou o pau duro fazendo volume na calça.

- Deixa a gente ver!

Que convite! Como seria possível recusá-lo? Abriu a calça e mostrou a elas o pau e ainda ficou masturbando perto delas. Logo as duas o chamaram para dentro da casa, foram para o quarto dela, o despiram e ficaram chupando seu pau. Na verdade, a amiga ficava mais beijando a filha do patrão, essa sim, chupava com gosto. Depois, a amiga, que tinha uma cara de chata, dignou-se chupar o pau dele também. E parece que gostou, porque aí não queria parar mais!

Foram as duas para a cama, ficaram deitadas na beirada e ele pôde comer as duas. Não estava acreditando que aquilo era verdade. Começou pela filha do patrão e a amiga ficava só olhando, passando as mãos nos seios e rindo dos gemidos que a outra soltava. Parou de rir quando ele largou a filha do patrão e foi meter nela. Meteu com gosto e ela também gemeu, enquanto a outra ficava tocando uma siririca, à espera de que o motoboy voltasse a come-la. E ele veio, mas colocando as duas de quatro na cama e comeu as duas de cachorrinho. 

Já totalmente no comando da situação, ele falou com a amiga para deitar-se de costas, colocou a filha do patrão de quatro na frente dela e disse para ela chupar a amiga enquanto ele a comia. Elas adoraram a ideia dele, tanto é que acabaram revezando.
E ele terminou a farra do dia fazendo as duas beberem leitinho...

- Escuta, o dia em que te mandarem pra cá, me telefona antes, para que eu chame a minha amiga, nós adoramos o dia de hoje!


O motoboy garantiu que faria isso e todas as vezes que o mandavam lá, ele telefonava e tinha o prazer de comer as duas patricinhas.

sábado, 8 de agosto de 2015

Uma brincadeira para o fim de semana

Pensei em dar um tom brincalhão ao blog. E vou começar hoje, se gostarem, a gente pode pensar em novos temas nos próximos fins de semana.

É um teste, e gostaria que os leitores e as leitoras se manifestassem.

Cabelos femininos: curtos, médios ou longos? Qual a preferência? Vejam os modelos para ficar mais fácil a escolha:

01 - curto

02 - curto
03 - longo
04 - longo
05 - longo
06 - longo

07 - curto








Vou dar o meu palpite, para começar. Entre os cabelos curtos e longos mostrados ai em cima, eu voto no bumbum da número 06. Que bunda maravilhosa!!!





sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Depois do banho, a massagem... e aí rolou

(escrito por Kaplan)

A amiga de Meg, Lúcia, veio até nosso apartamento e contou que tinha ido na casa de um amigo que resolveu ser massagista. Como ela tinha ido direto do trabalho para lá, pediu licença a ele para tomar um banho primeiro, antes de ele começar a massagem. 

Ele não se opôs, levou-a ao banheiro, providenciou uma toalha e ela tomou seu banho, com direito a uma rápida siririca, pois tinha certeza de que ia rolar sexo depois.

E já foi decidida, não colocou roupa alguma e foi ao quarto onde ele tinha uma maca armada para fazer massagens. Viu que ele arregalou os olhos quando a viu nua, mas não fez  nada. Apenas pediu que ela se deitasse de bruços. 

Ela deitou e ele começou a fazer a massagem, derramando um óleo morno nas costas dela e, em seguida, massageando firmemente as costas, até chegar na bunda.

- Na hora em que ele derramou mais óleo morninho na bunda, escorreu um pouco pra xotinha e me deu um frenesi, que vocês nem imaginam!

E aí ele massageou minha bunda, coisa deliciosa, foi para as coxas, para a perna toda, os pés... muito bom mesmo. E, claro, depois voltou à bunda e os dedos dele passaram pela minha xotinha... eu já estava pro que desse e viesse! 

Aí mandou eu ficar de costas. As mãos dele, passando nos meus seios, me faziam ficar arrepiada, e lá vinha ele na minha barriga e ai chegou na xotinha, mas não parou lá, massageou as pernas e os pés de novo. Depois é que voltou para a região perigosa e aí massageou minha xotinha.

Eu já não aguentava mais, falei com ele para tirar a roupa e ele ficou pelado e eu vi o pau dele já duro. Inclinei minha cabeça para trás e chupei o pau dele. 

Um pau normal, nada de exagerado, mas delicioso. Chupei pra valer e depois desci da maca, me inclinei nela e ele ficou com minha bunda à disposição. 

Poderia fazer o que ele quisesse, eu aceitaria tudo, mas ele só meteu na xotinha mesmo. E com ela cheia de óleo, e o pau dele já também, ficou aquela meteção escorregadia... adoro essas melecadas! 

Me fez voltar para a maca, deitada, com minha bunda na beirada e ele ficou ali, em pé, metendo de novo. E terminamos com uma bela cavalgada, que me fez gemer e gozar loucamente. Nossa... estou ótima, foi bom demais!


- Ah, Meg, antes que você peça, está aqui o cartão dele. Tenho certeza de que você vai querer experimentar também!

Quero dar pra você, hoje à noite, aqui no quintal!

(escrito por Kaplan)

Numa bela tarde de fim de verão, Meg, eu e nosso amigo Eustáquio conversávamos à beira da piscina que ele tinha no quintal da casa, em um condomínio. Tudo ali era muita paz, tranquilidade. Desde a hora que chegamos – e era a primeira vez que íamos lá – só vimos natureza, só ouvimos pássaros, só sentimos perfume de flores. 

Pra variar, Meg, do alto dos seus 1,75m, 86 de busto e 100 de quadril, estava com um dos seus biquínis indecentes, sinal de que estaria muito a fim de receber uma cantada do Eustáquio. Eu percebia, pelos olhares dela pra ele, que ela procurava seduzi-lo de todas as formas. Vi, várias vezes, o pé dela esbarrando “sem querer, querendo” na perna dele. Notei algumas ajeitadas na cortininha do biquíni que se destinavam a dar algum lance do seio para ele.

E notei que ele estava ficando constrangido, com certeza pela minha presença ali. Então dei uma desculpa de que iria fotografar algumas belas flores que tinha visto por lá. De sacanagem, perguntei pra ela, rindo porque eu já sabia a resposta, se ela queria ir também. Lógico que ela disse que não estava muito afim... então dei uma boa saída, demorei a voltar porque sabia que ela precisava de um tempo pra terminar a sedução. E não sabia se eles já iriam partir para os finalmentes ali mesmo...

Fotografei dezenas de flores, algumas belíssimas, outras bem comuns. Quando vi que a tarde caía, retornei. Havia esfriado um pouco e Meg tinha colocado uma camiseta sobre o biquíni. Ficamos ainda um pouco, tomando mais algumas cervejas e depois entramos para tomar um banho e, depois, jantar ou lanchar, não sei o que ele iria servir. 

No banho, que tomamos juntos, ela me disse que custou, mas conseguiu convencer o Eustáquio. Ele estava incomodado pela minha presença, conforme eu previra, mas ela o tranquilizou, disse que eu ficaria dormindo, e foi enfática:

- Quero dar pra você, hoje à noite, aqui no quintal!

Trocaram dezenas de beijos, amassos, ela aproveitou para fazer um boquete nele que deve ter ajudado a convencê-lo e ele chegou a rasgar o sutiã do biquíni dela quando tentava, desesperadamente, tirá-lo para mamar nos peitinhos. Por isso ela colocara a camiseta...

Então, pra colaborar com os dois, eu bebi várias cervejas enquanto lanchávamos e, fingindo um sono profundo, fui pra cama, deixando os dois à vontade. Pensei que daria para ver alguma coisa, mas a noite estava bem escura e eles não acenderam as luzes do quintal. Havia apenas uma pálida luz que vinha da cozinha, mas não iluminava o local em que eles ficaram.
Mas fiquei sabendo de tudo, quando ela chegou, sorridente e feliz e deitou-se comigo.

- Correu tudo bem?
- Muito bem... que bela trepada! Quer saber de tudo, não quer? Vou contar. 

Assim que você subiu para o quarto, nós pegamos uma garrafa, dois copos e fomos lá pra fora. Ficamos no mesmo local onde estávamos de tarde. E depois de alguns minutos, que ele quis manter para ter certeza de que você dormia, aí ele me agarrou. Pegada boa! Eu estava sentada naquele banco, ele sentou atrás de mim e as mãos já agarraram meus peitos e ele beijou minha nuca... comecei a ficar no clima!

Tirou minha camiseta, me deitou no banco, tirou meu short e a calcinha foi junto, me deu uns bons apertos na bunda. Vi que ele estava com um tesão enorme e mal acreditava que era verdade o que estava rolando.

Me deu uma chupada e tanto! Fiquei louca! E tratei de fazer um boquete, ele tinha gostado muito do que fiz na parte da tarde, então repeti e ele gostou demais também. 

A primeira comida foi ali mesmo na mesa, só me inclinou e me comeu. Foi beleza. Tomamos mais cerveja, fiquei sentada no colo dele, a gente se fazia carinhos, estava muito legal. E ele continuava preocupado com você, tive de abrir o jogo e falar como a gente vive, aí ele ficou mais calmo.

Pus o pau dele, molinho, na boca e fiz ele endurecer lá dentro.

Mas eu fiquei fissurada numa coisa, que me lembrava da adolescência, quando a gente ia pro meio das bananeiras e ficava dando uns amassos por lá. Me deu vontade, e como ele tem aquela bananeira lá no fundo, fomos pra lá. 

Lá não teve outro jeito, tive de me apoiar na bananeira, curvar o corpo para ele me comer por trás de novo. Não deu o tesão que eu pensava, então voltamos e aí ele deitou no banco e eu o cavalguei. Aí gozei gostoso, ele também, então resolvemos entrar. 

E aqui estou eu, feliz da vida e muito agradecida a você.

Abracei-a e dormimos de conchinha. Só de manhã, quando acordamos, é que eu a comi também!

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Ela foi olhar estrelas... e viu um senhor astro!

(escrito por Kaplan)

Nosso amigo Ademir era um fanático com astronomia. Mas vivia lamentando que para poder observar o céu, tinha de sair da cidade, porque o que havia de edifícios impedindo que ele pudesse ter uma visão adequada não era fácil. 

foto: Kaplan
Foi aí que perguntei se ele tinha interesse em levar o telescópio dele à nossa cobertura, que ficava num bairro mais afastado e que dava ampla visão do céu. 

Meg e eu vivíamos contemplando a lua, mesmo sem telescópios. Ele gostou da ideia, foi até lá para conhecer o ambiente, gostou muito e falou que na primeira oportunidade iria levar o equipamento lá para poder examinar as estrelas e planetas.

Não sei se foi apenas coincidência, mas o dia em que ele telefonou para perguntar se poderia ir... eu estava viajando! A Meg disse que ele poderia ir sim e lá pelas 18 horas ele chegou, carregando um telescópio de bom tamanho. Enquanto ele montava o equipamento no tripé, ela deixou-o à vontade, desceu, tomou um banho, colocou um shortinho e uma camiseta, preparou alguns salgadinhos e subiu, levando os salgados, duas taças e uma garrafa de vinho.

Ademir já olhava. Com as luzes da cobertura apagadas, a escuridão ali era total, porque não havia luzes perto do nosso prédio que pudessem atrapalhar a visão. Ele identificava as constelações, entusiasmava-se e ela começou a ficar curiosa, com vontade de ver. Mas ficava com receio de pedir, vendo o entusiasmo dele. 

Por sorte, Ademir não era egoísta. Vendo-a ali, ele perguntou se ela queria ver, ela concordou e ele então começou a mostrar a ela como operar o telescópio. Isso o obrigava a ficar com o corpo praticamente colado ao dela, e ele sentiu o perfume, aquele perfume maravilhoso que as mulheres exalam quando saem dos banhos.  Pegando no corpo dela para posicioná-la, aspirando aquele perfume, o pau dele deu sinais de vida e ela sentiu quando ele encostou nela.

Era o que precisava pra ela ficar com uma vontade enorme de ver um outro “telescópio”, aquele que estava escondido pela calça do Ademir.  Só para ter certeza, sem olhar para ele, ela perguntou o que estava acontecendo.

- Nada, enquanto você observa bilhões de estrelas, eu, no momento, só tenho olhos para uma, a mais bela estrela de todas. 

Virou-se para ele, os rostos ficaram bem próximos e os olhares diziam tudo, beijaram-se  e ele suspendeu a camiseta da estrela e beijou os seios. Sem perda de tempo, ele já foi abaixando também o shortinho dela, enfiando a mão dentro da calcinha e acariciando a xotinha e Meg, já ficando alucinada com o que acontecia, não perdeu tempo, ajoelhou-se e foi abrindo a calça do Ademir, pondo o “telescópio” pra fora e fazendo um boquete.

Aí começou a trepação que levou horas, pois, já que eu não estava ali, ele passou a noite com ela. Mas tudo teve início ali mesmo. Ela puxou almofadas que ficavam num sofá, ajoelhou-se numa delas, ele colocou outra logo atrás, também se ajoelhou e a comeu de cachorrinho e depois de ladinho, foi só virar os corpos e, em cima das almofadas aconteceu. Gozaram, ambos, depois tomaram vinho e ele foi olhar o telescópio de novo. 


Os dois pelados. Assim que ela viu o pau dele subindo novamente em direção às estrelas, tirou-o de lá, fez ele deitar nas almofadas e cavalgou-o, depois fez um novo boquete e ele a comeu em pé, apoiada no telescópio.

Feliz da vida com o uso dos dois telescópios, ela disse que iria se deitar e ele ficou observando as estrelas de novo. Quando cansou, guardou o equipamento e foi pro quarto. Meg ressonava, ele se deitou ao lado dela, ela não acordou e ele logo dormiu.


De manhã cedo, treparam de novo. E na saída, ele falou que quando eu estivesse viajando de novo, era para avisá-lo, que ele traria o telescópio novamente! Muito safado, ele!

Tio, nós duas vamos tomar banho... você vem também?

(escrito por Kaplan)

Cecília e Paulinha, sobrinhas da Meg e, por afinidade, minhas também, estavam em meu apartamento, me ajudando a arrumar algumas coisas. O dia era de muito calor e aquela arrumação toda fez com que ficássemos suados. Quando acabamos, peguei uma vassoura e uma pá de lixo e fui recolhendo o que era para jogar fora.
Foi aí que a Cecília me falou:

- Tio, nós duas vamos tomar banho... você vem também?
- Vou sim, mas podem ir que já termino essa limpeza aqui e vou ter com vocês. 

Na verdade, eu precisei apenas de dois minutos para jogar aquela tralha no lixo, mas demorei de propósito porque eu sabia que elas iam ficar “brincando” enquanto eu não chegasse e se tem algo que adoro ver, são as “brincadeiras” das duas. Assim, logo que terminei, fui silenciosamente até o banheiro da suíte, que era o que tinha hidro, e elas adoravam tomar banho nele.

E fiquei vendo, pelo espelho, o que as duas faziam. Elas já estavam se ensaboando, e, corpos bem juntos, encostavam os seios uma na outra, se beijavam, pegavam nos bumbuns, ensaboavam os seios. Era muito lindo ver as duas, 25 anos, com corpos bem parecidos e que haviam descoberto, recentemente, o prazer do sexo com pessoas do mesmo sexo.

Depois de muita relação, em pé, Paulinha sentou-se na borda da hidro e falou:

- Acho que o safadinho está nos olhando e esperando para ver a gente se masturbar... então vamos fazer isso para que ele apareça!

Foi o que elas fizeram. Paulinha sentada e Cecília em pé, levaram suas mãos às xotinhas respectivas e ficaram se masturbando. De fato, era o que eu esperava, então, já pelado, entrei no banheiro e me dirigi à hidro, sendo recebido com sorrisos.

- Não falei? Eu tinha certeza de que ele só iria aparecer quando a gente já estivesse quase gozando... temos de castigá-lo! 

Me colocaram sentado na borda e as duas se ajoelharam para me dar o “castigo” mais sensacional que eu poderia receber... ficaram me chupando o pau sem parar. Delicioso ver meu pau sendo engolido pela Paulinha e a Cecília lambendo minhas bolas. Depois elas trocaram e foi a vez da Cecília engolir e a Paulinha lamber.

Aí as duas se beijaram e ficaram de pé. Continuei sentado, a Cecília curvou o corpo e continuou me chupando e a Paulinha ajoelhou-se atrás dela e ficou lambendo-lhe a xotinha. Que sofreguidão das duas! Eu não sei como conseguia não gozar vendo aquele espetáculo.

- Espera ai, meninas... eu preciso comer vocês... vamos sair daqui.

Elas aceitaram a ideia, saímos, nos enxugamos e fomos para a sala, onde me sentei num sofá, a Paulinha sentou-se ao meu lado e começou um boquete, e a Cecília deitou-se para chupar a xotinha da prima. Minha mão percorria o corpo da Paulinha, afagava-lhe os seios e ela não parava de chupar. 

Tive que parar com a chupação. Coloquei Paulinha de quatro e a comi, por trás, com a Cecília, ao lado, me beijando e passando as mãos na prima. Quando Paulinha caiu no sofá, escornada, gemendo, porque tinha gozado, fui comer a Cecília, também de cachorrinho.

E como não poderia deixar de  ser, para que nenhuma ficasse prejudicada, levantei, me masturbei e gozei no rosto das duas, que trataram de me lamber o pau, deixando-o limpinho e depois voltaram a se beijar.

Tarde maravilhosa, aquela!

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Tem uma surpresa pra você em nossa cama...

(escrito por Kaplan)

Fiz uma viagem, a trabalho, de quase uma semana. Já estava doido pra chegar em casa e a recepção foi maravilhosa. Meg abriu a porta com aqueles trajes mínimos que sempre usava em casa, um shortinho e uma camiseta. Mal fechamos a porta, agarrei-a e fomos andando, aos beijos e amassos, para nosso quarto.
Quando chegamos na porta, ela me falou:

- Tem uma surpresa pra você na nossa cama...
- Não brinca... hoje eu queria só você...
- Vai gostar! 


Abriu a porta e lá estava Maura, só de shortinho e camiseta também, sorrindo. Fomos para a cama e eu tive de dar um trato na velha amiga, mesmo porque Meg já estava tirando a camiseta dela e pegando nos peitinhos. Então tirei o shortinho e beijei as pernas da Maura. Meg arrancou suas roupas e as duas, já nuas, tiraram minhas roupas.

As duas começaram a me fazer um boquete, mas em posição diferente da habitual. Eu fiquei ajoelhado na cama, Meg deitou-se de costas com a cabeça logo embaixo do meu pau e Maura ficou por cima dela, beijando-a e ajudando-a a me chupar.

Era muito gostoso – sempre foi! – ver as duas se amando ao mesmo tempo que davam conta de mim. Meu pau saía da boca da Meg e a Maura o abocanhava. Quando Meg voltava a me chupar, maura descia o corpo e beijava os seios da Meg. E as xotinhas das duas se encostavam, se relavam, elas gemiam, e eu só curtia aquele espetáculo.

Lá estava Maura de novo me chupando e Meg beijando e sugando os seios dela. Meu pau voltou para a boca da Meg e Maura ficou alisando os seios da amiga. 

Resolveram fazer um 69, o que colocou meu pau em rota de ataque à xotinha da Maura, porque a Meg continuava por baixo. Meti bastante, até que Meg falou que também queria, então Maura desceu, Meg sentou em meu pau e ficou me cavalgando e Maura passando as mãos na bunda dela, nas minhas bolas...

Como boas amigas, logo Meg saiu e deu o lugar para Maura, que também me cavalgou e era beijada por Meg. Dali a pouco voltei a comer Meg, de cachorrinho e com a Maura embaixo dela. Meg virou o corpo, fiquei metendo de frente e lá estava a Maura aproveitando alguns momentos em que meu pau saia de dentro da Meg para me chupar de novo. 

Gozei, Maura pegou boa parte do “leite” em sua boca e foi levar até a amiga, beijando-a e deixando que Meg também se aproveitasse do “leite”.

- Gostou da surpresa, querido? Maura chegou ontem, sem avisar e achei melhor não te falar também, para a surpresa ser boa.

- Se gostei? Adorei! Chegando de viagem, louco para comer uma, encontro duas... o que eu podia querer mais?


Maura ficou cinco dias conosco. Podem imaginar a farra?