quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Minha mulher fica em casa todo o tempo, e recebe os amigos...



(escrito por Kaplan)

Encontrei o Rafael, velho amigo, apesar de ser um rapaz novo, de seus trinta e poucos anos. Notei que ele estava com uma expressão que eu custei a definir como de tristeza.

- O que foi, meu amigo? E nem adianta falar que não foi nada porque sua cara está dizendo que está preocupado ou triste com alguma coisa. Vamos lá, desembucha!
- Você é amigo mesmo, consegue ver o que a maioria não vê. Sim, cara, estou muito chateado, triste. E acho que você sabe a razão, é a Adriana, minha esposinha querida, que está desempregada e fica o dia inteiro em casa.
- Ora, mas isso é passageiro, daqui a pouco ela recebe alguma proposta de trabalho!
- É, eu acho que sim, mas a tristeza é porque os amigos estão frequentando demais a casa, entende? E ela acabou me confessando que tem rolado sexo com alguns deles... eu realmente não sei o que fazer. Me diga, se fosse com a Meg, ela em casa, transando, e te contando depois que transou, o que você faria?
- Ficaria de pau duro e transaria loucamente com ela!
- Sem brincadeiras, cara!
- Não estou brincando não, é o que eu faço sempre!
- O que??? A Meg transa com amigos em sua casa e te conta e você aceita isso?
- Claro! Eu não aceitaria que ela não me contasse!
- Não estou acreditando em nada do que você está falando.
- Vou te contar uns casos dela. 

- Você conheceu um vizinho nosso, o Ademar. Ele estava de férias no trabalho, a esposa dele não, ele não viajou. Ia lá em casa toda tarde, durante uns 20 dias ele foi. A Meg já o esperava pelada, ele ia só de bermuda que tirava na hora em que chegava. E eles transavam no sofá da sala, no tapete, no nosso quarto. Te dou até a descrição da tatuagem que ele tem na virilha. A Meg me contava tudo, inclusive o quanto ela gostava de transar cavalgando, chupava o pau dele depois, aí ele a comia de cachorrinho no tapete... cara, foram 20 dias em que ela transou adoidado, porque quando eu chegava ela me contava e aí eu não perdoava, comia de novo!
- Não dá para acreditar! 

- Pode acreditar! Sabe aquele amigo nosso, o Pedro? Também andou indo lá em casa, mas como ele mora na cobertura, chamou-a um dia para plantar uma flores lá na cobertura. Ela foi, de short e camiseta e viu que ele fazia um belo jardim na cobertura. Plantou um vaso e depois foi descansar numa espreguiçadeira. Ele falou que estava muito calor, ela entendeu, e tirou a camiseta e ficou de topless. Endoidou o Pedro, que largou o que fazia e foi dar uma assistência a ela. 

Ela me contou que ele beijou os peitos dela, depois tirou o short dela, lambeu a bunda, a xotinha, tirou a calcinha. Aí ele tirou a roupa e ela fez aquele boquete nele e depois transaram na espreguiçadeira. De vez em quando ele dá um pulinho lá em casa, em outras vezes ela é que vai lá.
- E você fica sabendo por ela. 

- Claro, isso se chama confiança! Outro caso, também com um cara que você conhece, o Telmo. Vou te falar uma coisa que te peço para não comentar com ninguém, o Telmo é fissurado em pé. Quando ele vai lá em casa, enquanto não pega, beija, lambe os pés dela por minutos que parecem séculos ele não fica excitado... aí ela chupa o pau dele e ele ataca. Diz ela que é uma boa transa, mas tem que ter o lance dos pés primeiro. O único dia em que ela não deixou ele pegar nos pés dela, ele broxou. Aí ela nunca mais impediu.

É interessante, ela me disse que ele é o que tem o pau maior de todos os amigos que a visitam, mas ele só endurece depois que ele dá o trato nos pés dela. Ela, inclusive, inovou algumas vezes, masturbando-o com os pés. Ele adorou!

- Inacreditável!
- Tem um outro ex-vizinho, acho que este você não conheceu não, que ficava secando ela no elevador, na piscina, mas não falava nada, só olhava, olhava, dava a entender que estava a fim, mas faltava coragem, acho que é porque na época eu era o sindico! Aí ela teve de chamá-lo em casa. E foi ela quem começou a agarrar, porque o cara tremia que nem vara verde. Mas depois que ela pegou no pau dele, por cima da calça, deu uns amassos, ele criou coragem, tirou a roupa dela, mamou nos peitinhos, deu uma bela chupada na xotinha e depois... crau! Comeu-a direitinho. Depois dessa primeira vez, ele ficou mais saidinho e voltou diversas vezes! Ela gostava muito desse rapaz, mas ele só ficou lá um ano, depois se mudou e nunca mais o vimos.

- Poxa, ela recebeu muitos amigos, hem?
- Tô me lembrando de outro, esse era um trepador antigo, que sumia de vez em quando e quando reaparecia tratava de ir lá em casa. Era o Arnaldo, um fotógrafo amigo nosso. Na última vez que ele apareceu, ela me disse que até ficou assustada. Mal ela abriu a porta, ele entrou, arrancou as roupas dela, jogou-a no sofá e começou a chupar a bucetinha, a mamar nos peitinhos, estava enlouquecido, parecia que havia meses que não transava com ninguém!

Ela adorava o Arnaldo, aliás, adora. Já viajou com ele, eu fui em algumas vezes, era muito legal, praias desertas, hotéis, a gente fazia cada ménage! E o que ele mais gostava era de chupar a bucetinha da Meg, tinha vez que ele nem a comia, ficava só na chupação.
- Mas os caras avisam quando vão lá? 

- Nem sempre. Ela até prefere que eles avisem, porque aí pode preparar alguma surpresa, mas nem sempre eles avisam. Teve um, por exemplo, esqueci o nome dele, que avisou e aí ela se lembrou de uma coisa que ele havia falado fazia tempo. Então se preparou. Recebeu-o só de avental. Avental, você sabe, só tem a frente, então se a mulher usa só ele, toda a traseira fica exposta e os seios acabam ficando porque a parte de cima é bem folgada. Na hora em que ele chegou, ela falou com ele que a porta estava aberta, ele entrou, foi para a cozinha e lá estava ela, só de avental, mostrando o bundão pra ele. O cara ficou tão alucinado quando viu que arrancou a roupa e avançou pra cima dela, não tirou o avental dela não, comeu-a de avental. E o gozado é que ela não tinha fechado a janela da cozinha, que dá para a cozinha do outro prédio, e quando eles acabaram, foram aplaudidos por dois caras que estavam lá e viram tudo!

- Isso parece brincadeira!
- No fundo é, Rafa. Sexo é legal porque é algo que nos alegra, por isso que estou te contando essas coisas, para você tirar essa tristeza do rosto e da alma.

Só mais um caso da Meg. Esse nem se tratava de amigo, se bem que era, porque era um primo dela, que mora no interior, o Paulo e vem sempre aqui e sempre se hospeda lá em casa. Veja bem, ele se hospeda, não vai lá furtivamente não. Ele se hospeda lá e assim que eu saio para o trabalho... ele nem espera ela se levantar, pula na nossa cama e eles passam a manhã toda trepando, ali na cama, na cozinha, tomando banho... é uma festa completa.

Meu amigo, ser corno é ótimo! Aproveita que sua mulher teve a confiança de te contar, não a julgue, seja cúmplice dela. Aproveite o que ela te conta, se excite e a coma em seguida. Verá que sua vida vai melhorar muito!

Algumas semanas depois ele me telefonou.

- Cara, você estava certo! Fiz como você disse e eu e ela estamos numa ótima!

A sobrinha veio dormir em meu apartamento...



(escrito por Kaplan)

20 horas. Chego em casa, abro a porta. Tudo escuro, exceto a luz do banheiro do corredor. Eu tinha certeza de que havia desligado de manhã. Será possível que eu me esquecera daquela? Fui até lá e pela porta entreaberta vi uma cena maravilhosa. 

Minha sobrinha Cecília, vestida apenas com a lingerie, limpava o rosto, tirando a maquiagem, escovava os dentes. Pelo visto ia dormir lá, eu não sabia a razão, ela não me telefonara, será que queria me fazer uma surpresa?

Ver aquela bundinha numa calcinha pequena atiçou meus mais profundos sentimentos. Senti meu pau endurecendo, então resolvi fazer uma surpresa para ela. 

Silenciosamente tirei minha roupa e fiquei me masturbando bem perto da porta do banheiro, mas ela não notou minha presença. Então entrei e coloquei a mão em sua bundinha. Ela se virou, sorrindo.

- Oi, tio, não ouvi você chegar! Vou dormir aqui hoje, está bem? Meus pais viajaram e eu não gosto de ficar sozinha, então vim prá cá, mesmo sem te avisar.

Continuei masturbando.

- Sem problemas, pode dormir sim. 

- E por que você está peladão assim, com esse cacete duro na mão?
- Se você não o pega, só me resta eu mesmo pegar...
- Continua safadinho como sempre, vem cá, sabe que adoro pegar nele.

Já que a mão dela iria substituir  a minha ali, levei a minha até a calcinha dela, abaixei um pouco e fiquei passando meu dedo na xotinha, forçando a entrada dele na rachinha. Só vi ela encostando na porta, fechando os olhos e curtindo profundamente o que eu fazia.

- Ai, tio, que gostoso... vem cá, vamos lá pro quarto.

Foi me puxando segurando em meu pau. Lá chegando ela se ajoelhou e começou um boquete. Bom, muito bom! Eu só ficava olhando a cabeça dela ir e vir e meu pau sendo engolido, de vez em quando ela o pegava e batia com ele nas bochechas, depois voltava a colocá-lo em sua boca. 

Levantou-se e tirou a calcinha, depois o sutiã. Era um belo corpo, eu não cansava de admirar sempre que a via nua. Deitou-se na cama, abriu as pernas e chamou.

- Vem! Estou doidinha prá você acabar comigo!

Dei-lhe uma chupadinha e em seguida enfiei meu pau na xotinha já umedecida. Fiquei socando-a bem devagar, depois fui acelerando. Ela, de olhos fechados, gemia baixinho, mordia os lábios. Logo ela ficou de quatro na cama e eu continuei comendo-a, mas aquele cuzinho... hummmm.... parecia tão apetitoso! Coloquei um dedo nele, fiz uma pressão. Ela me perguntou se eu estava a fim, respondi que sim.

- Então eu autorizo...

Foi rápido tirar o pau da xotinha e enfiar vagarosamente no cuzinho. 

- Aiiiiiiiiiiiii... vai com calma... doeu!
- Já entrou a cabeça, agora vai doer menos...

E aí, depois de enfiar tudo e dar umas bombadas, gozei.

- Doeu muito hoje?
- Engraçado, doeu mais do que de costume, mas tudo bem. Você já lanchou? Eu trouxe uns pães de queijo. Vamos lá na cozinha?

Ela quis se vestir, mas não deixei. Fomos os dois para a cozinha pelados, lanchamos pelados e depois fomos para a cama. Dormimos pelados até umas 2 horas quando eu acordei, vi aquele monumento de mulher ao meu lado... e aí não dormimos mais!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Bons frutos de uma exposição – o músico



(escrito por Kaplan)

Outro indivíduo que apreciou a exposição de fotos e fez questão de conhecer Meg foi um músico. Veio com o papo de que gostaria de fazer uma exposição de fotos de uma mulher com instrumentos musicais e quis saber se eu e ela poderíamos fazer isso.

Ela achou interessante a ideia. E então fomos à casa dele, morava sozinho numa casa enorme e os quartos eram os locais que ele transformara em verdadeiro Studio. Havia piano, saxofone, violão, violino, contrabaixo, flauta... uma infinidade de instrumentos. Fiquei até me perguntando se ele tocava todos eles, e acabei ficando sabendo que não, ele dava aulas e tinha uma banda, coisa amadora, não se preocupavam em ganhar dinheiro com a música, todos tinham bons empregos e a música era o momento de curtição.

Nos recebeu muito bem, nos deu vinho, e começamos perguntando o que ele desejava de fato. Ele foi explicando que queria fotos ampliadas para pendurar nos vários “studios” que ele tinha ali. Deixou bem claro que não precisava de aparecer o rosto da Meg, ele não queria coisas assim muito diretas, queria mais fotos que tentassem insinuar o sexo com os instrumentos.

Não era algo muito fácil, mas Meg se dispôs a posar, então começamos. Pensamos em locais e resolvemos que algumas seriam feitas ao ar livre, e outras na própria casa dele (caso do piano, por exemplo, que seria impossível levar a um outro local)

Começamos pelas externas. Eu conhecia uns locais bem bonitos, aliás eu tinha fotografado muito neles para a exposição. Então fiz lá as fotos com flauta, violino e violão. 

foto: Kaplan

foto: Kaplan
O projeto do músico era realmente bonito e acabou sendo excitante também. 

Ele ajeitava os instrumentos e isso permitia a ele ficar em contato com Meg, e eu comecei a sentir que ela ficava excitada não só com o projeto, mas também com o autor...

Quando passamos para as fotos na casa dele, a coisa aconteceu. 

foto: Kaplan

Aproveitei um cantinho que ele tinha lá para fazer a foto com o berimbau. A Meg estava com um minivestido e ao se sentar deu o maior lance para ele e como ela me disse depois, viu que ele ficou de pau duro.   
 
Então, quando fui fazer as fotos no órgão e no piano, ela não se aguentou mais. Quase colocou os seios para fora do vestido quando tirou as fotos no órgão, e sempre observando a dureza do pau dele fazendo um grande volume nas calças.

E na hora do piano, ela pronunciou as palavras mágicas que eram o recado para mim, significava que eu devia fazer algumas fotos e cair fora!

- Escuta, até agora fizemos fotos bem comportadas, acho que não está tendo aquela sensualidade que você queria.
- O que sugere?
- Posso posar nua?

O cara até engasgou. Olhou para ela, para mim e acabou dizendo que sim, ela poderia. 



 Então ela tirou a roupa toda, mas toda mesmo, sentou-se na banqueta e ficou fazendo de conta que sabia ler a partitura e tocar alguma coisa. Fiz várias fotos e inventei uma desculpa para ir embora. Fui para casa esperar ela resolver a questão e me contar tudo.

- Claro que quando você se mandou, me deixando nua lá, nem precisamos falar nada. Ele tirou a roupa, deitou-se no sofá e me chamou e fizemos um 69 bárbaro! Elogiei muito, a língua dele é maravilhosa. E enquanto ele enfiava a língua em mim eu enfiava o pau dele em minha boca. Foi sensacional! Depois ele ficou de pé e quis que eu continuasse a chupar o pau dele, o que fiz com muito prazer, diga-se de passagem. 

Aí ele me deitou no sofá e veio por cima de mim, levantou minhas pernas e meteu gostoso... ah, como foi gostosa aquela metida! Ele sabe das coisas, viu? Muito bom mesmo! Eu já estava excitadíssima e ele conseguiu me fazer gozar. Ai chupei o pau dele de novo, imaginando que ele queria que eu engolisse o leitinho, mas não, ele quis fazer uma espanhola, que foi muito legal também! E então tornou a meter e eu acabei pedindo a ele para cavalgá-lo, ele gostou da ideia e aí, meu querido, gozei de novo!

- Tive de falar com ele, que depois de posar ao lado de tantos instrumentos, sentir o “instrumento” dele foi a melhor coisa do dia!

Vou ter de desligar... alguem chegou aqui muito animado!



(escrito por Kaplan)

Valquiria estava calmamente sentada numa poltrona, em sua casa, conversando ao telefone com uma amiga. Eram aqueles papos gostosos que as mulheres tem, esquecidas de que no final do mês vai chegar uma conta que registrará 40, 50 minutos de uma única conversa... e o marido é quem irá pagar!

Naquela tarde, na verdade, ela até que conversou pouco, algo em torno de 15 minutos. Isso porque o marido chegou mais cedo e chegou com uma vontade louca de trepar com ela.
Então...

- Vou ter de desligar... alguém chegou aqui muito animado!

Desligou e olhou para o marido. Ele sorria, ela também sorriu, já sabendo que ia rolar alguma coisa interessante. Não era todo dia que ele chegava com aquele espírito trepador! 


E ele ficou mais animado ainda quando viu os poucos trajes que ela usava. De fato, estava com um top e uma saia bem pequena. Ela se levantou da poltrona, tirou o top, depois tirou a saia. Vestia uma lingerie preta, fina, que, aliás, fora presente do marido. Tirou o sutiã e ficou só com a calcinha. 

Sentou-se na poltrona novamente e ficou acariciando a xotinha, afastando a calcinha pro lado e passando o dedo nos grandes lábios, chegou até mesmo a enfiar um dedo lá dentro. 

Silenciosamente ela dizia ao marido que estava pronta...

Ele tirou a camisa, ajoelhou bem em frente a ela e substituiu o dedo dela pelo seu. Valquiria começou a gemer e mais ainda quando a outra mão dele foi cuidar de seus seios fartos. Ela os tinha bem fartos mesmo, e ele achava o máximo, principalmente porque eram naturais, nada de silicone existia ali. 

Ela o levantou e tirou-lhe a calça. Gostou de ver que o pouco que haviam feito já fizera o pau dele ficar pronto para o combate que se avizinhava. Fez o boquete que ele sempre gostava, ela era a própria “garganta profunda”, conseguia colocar os 20cm do pau dele totalmente na boca.

Ele a levou até a mesa, deitou-a lá, com a bunda encostada no final da mesa e, em pé, segurando o seio dela com uma das mãos e a outra apoiando-se na cintura dela, meteu gostoso, arrancando gemidos e ais da esposa.

Foram vários, muitos minutos de meteção, ela sentia o pau dele entrando até quase em seu útero, depois saindo quase totalmente, voltando às profundezas e causando-lhe uma sensação maravilhosa de prazer.

Ela pediu que ele parasse um pouco, a madeira da mesa estava machucando suas costas, ela preferiu ficar debruçada sobre a mesa e ele a comeu por trás. Ela já estava suando, sentindo que seu gozo iria acontecer em breve, quando ele a levou para a poltrona, sentou-se lá e colocou-a sentada em seu pau, de costas para ele e ela o cavalgou até que seu gozo chegasse, fazendo-a dar um grito de prazer!
Viu que ele não gozara. 

- Meu bem, hoje você esteve maravilhoso... ainda tem mais?

Ele tornou a enfiar o pau dentro da boca da esposa, ela entendeu o que ele queria. Voltou a chupar até que sentiu o leitinho saindo do pau dele para ela engolir tudo.

- Delícia de vitamina esta! Mas me conta, que novidade boa foi essa de chegar mais cedo e com esse apetite todo?
- Consegui convencer a minha secretária e o marido dela a virem aqui hoje a noite para uma bela troca de casais. Fiquei tão animado que precisei te comer antes!