terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Seduzindo a amiga da mamãe

Já está mais ou menos convencional que, da mesma forma que garotas novas andam gostando mais de homens mais velhos, mulheres mais velhas andam gostando muito de garotões... Vejam este exemplo, que pode engordar as estatísticas!




(escrito por Kaplan)

Estava Douglas em seu apartamento, com sua mãe, quando uma amiga dela apareceu. Chamava-se  Inês e era divorciada, sem filhos. Morava perto deles. Ela foi lá para saber se a mãe do Douglas queria ir com ela ao supermercado. Estava com uma saia e uma blusa, bem decotada, talvez até demais! 

- Puxa, Inês, por que você não me falou antes? Fui ontem à noite!
- Ah, que pena! Eu detesto fazer compras sozinha! Bem, mas vamos lá então.
- Por que não pede ao Douglas para ir com você?
- Tenha dó! Que graça um rapaz de 22 anos vai achar em acompanhar uma coroa nas compras?
- Deixa de ser boba! Vou chamá-lo.


Gritou por ele que apareceu logo. Inteirado do assunto, disse que não tinha problema, iria com muito prazer. Na verdade, o Douglas já vinha secando a Inês há um bom tempo. Ter uma chance de ficar a sós com ela era legal... ainda mais com aquela blusa superdecotada!!!

- Tá bem, eu aceito, mas com uma condição, Douglas. Você vai almoçar lá em casa hoje. É o mínimo que posso fazer para te agradecer!
- Não era necessário, mas já que você insiste... eu aceito!

E foram e ficaram algumas horas fazendo as compras. O Douglas, solícito, empurrava o carrinho e ela só ia enchendo. Quando terminaram, ela dirigiu até seu apartamento, o Douglas ajudou-a com as sacolas, colocaram tudo na mesa da copa. 

- Bem, Douglas, nem tenho como te agradecer. E o almoço não será nenhuma maravilha, porque demoramos demais. Então vou só esquentar essa massa que compramos e vamos come-la, tudo bem?

Foi falando e colocando um avental que logo despertou “maus pensamentos” no Douglas. Ele ficou imaginando se ela estivesse apenas com o avental, sem a saia e a blusa...

Resolveu atacar. Quando ela foi verificar se a massa já estava no ponto, ele foi até ela e aventurou-se com as mãos. Ela o repeliu, mas ele não sentiu firmeza, então insistiu. Desamarrou o avental e tentou colocar as mãos nos seios dela, aproveitando o decote.

- Douglas, para com isso... vou contar prá sua mãe! 

- Contar prá que, Inês? Se você disser que não está gostando, eu paro! Encostou o corpo no dela, ela sentiu o pau dele duro e ele abriu o decote expondo os seios fartos da Inês. Beijou-os, segurou-os e ela sentiu um arrepio que havia tempo não sentia!

- Douglas, Douglas... você é tão novo... vai fazer isso com as menininhas... eu sou tão coroa prá você!
- Eu não gosto de menininhas... gosto de você!

Ela desmontou. Pensou: Ah... quer saber? Vou deixar rolar... ele parece ter um pau bem interessante... vou olhar!
Deixou ele beijando os seios e foi abrir a calça. Só de ver a cueca estufada ela já sentiu outro calafrio. O do seu ex-marido não era aquilo tudo... abaixou a cueca.   

- Nossa, Douglas, que maravilha!
- Pois é todo seu!

Que oferta tentadora! Ajoelhou-se, pegou no pau, ficou admirando e depois colocou-o na boca e ficou chupando. Era uma loucura o que ela estava fazendo, mas só havia uma certeza: estava muito bom e ela ia querer mais vezes. 

Levantou o corpo um pouco e apertou o pau dele entre seus peitos. Ele acabou de tirar a calça, despiu a Inês por completo e a colocou sentada na mesa. Ajoelhou-se na frente dela e mostrou-lhe como era bom de língua também. 

Chupou-a até senti-la bem molhadinha, levantou-se, enfiou o pau e meteu com uma vontade muito grande. 

A Inês, que andava sem sexo há algum tempo, não demorou muito a recordar como era um orgasmo. E ele, logo em seguida, gozou dentro dela. 

Pelados estavam, pelados almoçaram, pelados transaram de novo na cama dela. 

Só não ficou a tarde toda com ela porque a mãe dele ligou, precisava dele. 

Teve de ir, mas com a promessa de sempre fazer compras de supermercado com a Inês!

Fotografando duas lobas e sendo devorado por elas

A vida dura de um fotógrafo... ah, como é dura!!!




(escrito por Kaplan)

Ah, vocês dirão: a vida de fotógrafo é muito boa. Belas mulheres, muitas das quais se despem na sua frente... bem, se fosse assim todo dia seria ótimo mesmo. Mas os espinhos também são muitos!

Claro que aqui não vou falar das coisas espinhosas. Sempre falo das coisas boas. E até das ótimas! É o caso que vou narrar hoje. Fui procurado por duas “lobas”, ou seja, mais de 40, explodindo de sensualidade. Queriam fazer fotos, no Studio, ao ar livre, tinham locais apropriados. Queriam fotos, muitas fotos!
Lá fui eu ao trabalho.

Começamos com fotos no Studio, a pedido delas, se bem que eu prefiro sempre fazer as externas primeiro, porque as pessoas ficam mais desinibidas. Studio é difícil para quem nunca posou antes. Porem... freguesas sempre tem razão. Queriam primeiro no Studio? Pois vamos fazer primeiro no Studio!

Levaram duas malas com roupas. Queriam muitas fotos! 


Sabem o que elas usaram no Studio? Uma lingerie cada uma. E só. Fiz algumas fotos e elas perceberam porque eu tinha insistido em fazer as externas primeiro. 

Não estavam se soltando, não estavam à vontade com flashes espoucando. 

Então marcamos para o sábado, no sítio de uma delas. 



Começamos pela piscina. Colocaram biquínis, curtinhos, reveladores. Tirei fotos delas individualmente e as duas juntas. No deck e depois dentro da água. Aí elas relaxaram, ficaram bem à vontade.


Dali fomos para um pomar e aí a coisa esquentou. Vendo que  o caseiro e a esposa dele não nos viam, as fotos foram com as duas tirando as roupas até ficarem totalmente nuas. Eu já tinha admirado os dois belos corpos no biquíni e então pude vê-los ao natural. Belíssimos. 

Seios ainda bem firmes, bundas roliças, via-se que elas cuidavam bem dos corpos.   


Tiraram fotos também individualmente e depois as duas juntas, se abraçando. 

Comecei a suspeitar que talvez fossem namoradas. Havia muitas mãos pegando nos seios, nas bundas, tudo com muito riso, é verdade, mas... dava para suspeitar que eram mais do que amigas.

Colocaram shortinhos e camisetas para andar em outros locais, onde poderiam ser vistas. 


Fomos andando e em todos os locais interessantes eu pedia que elas parassem, estudava as poses com elas e tirava fotos. Se havia uma vegetação que as protegia, tiravam as roupas e eu fazia as fotos nuas.

Bati uns cinco filmes de 36 poses naquela tarde. Já estava cansado e meio sujo. Propus que encerrássemos por aquele dia e se fosse o caso, voltaríamos no sábado seguinte. 

Elas concordaram. Perguntei se havia um local onde eu pudesse tomar um banho, pois estava com terra até o joelho. Elas me levaram a um banheiro que era usado pelo pessoal que frequentava a piscina. Tirei minha roupa, comecei meu banho. 

Eis que vejo uma delas chegando lá dentro, só de camiseta e calcinha. 

Bem, eu estava pelado, mas também tinha visto as duas peladas. Nenhum problema.
- E então, fotógrafo? Acha que as fotos ficaram boas?
- Com certeza ficaram. Olha, eu tirei 180 fotos. Se vocês não gostarem de, pelo menos, 70%, eu nem vou cobrar o serviço.
- Você está dizendo que pelo menos umas 130 vão ficar boas?
- No mínimo! Aposto com vocês!
- O que te dá essa certeza?
- Vários fatores: o local, maravilhoso, vocês duas, com corpos espetaculares e, modéstia à parte, minha experiência de mais de 20 anos fotografando.
- Você achou nossos corpos espetaculares? Que bom, mas o seu também não fica atrás...
- Bondade sua. Nem tem como comparar o meu com o de vocês!
- Posso te experimentar?

Eu já imaginava que ela teria ido lá prá isso. Como recusar?

Deixei que ela experimentasse. E acho que ela gostou, porque no dia de buscar as fotos foi a outra que esteve no Studio e quis me experimentar também.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Ela viu o irmão observando-a pelo espelho e aproveitou

Mais um relato de aventuras sexuais de dois irmãos... como isso acontece, hem?



(escrito por Kaplan)

Livia acordou. Preguiçosamente levantou-se e, ainda de camisola, foi até o banheiro. Pretendia tomar um banho e ir para a faculdade, pois teria de apresentar um trabalho na terceira aula. Ficou ajeitando os cabelos frente ao espelho e aí viu que seu irmão, Raul, a espreitava pela fresta da porta. Ele a via pelo espelho e os movimentos de sua mão estavam indicando que ele estava mexendo no pau. 

Foi o bastante para ela resolver dar um showzinho para ele. Começou, lentamente, a abaixar a alça da camisola, desnudando um seio, acariciando-o, depois desnudou o outro e repetiu as carícias nele. Puxou os biquinhos. Raul ficou com um tesão enorme e entrou no banheiro.

- Está me tesando, né? Conseguiu!

Abraçou-a por trás, segurando em seus peitinhos. Ela virou o rosto e eles se beijaram, e se beijaram e logo a boca dele já estava em seus biquinhos e ele a puxou para a cama. Sentados, ele voltou a sugar os peitinhos de Lívia e sua mão foi até a calcinha dela e fez pressão, e ela gemeu.

- Raul, não posso me demorar, tenho de apresentar um trabalho na faculdade. E você ficou doido? Não combinamos fazer nada quando nossos pais estiverem em casa?
- Mas quem disse que eles estão? Hoje é sexta-feira, eles já foram para o sítio e eu resolvi matar aula para te comer...
- Meu Deus! Vamos ter o dia quase todo para nós?
- Vamos...
- Então vamos deixar para quando eu voltar da faculdade?
- Ah, não! Olha só como eu estou! 

E colocou a mão dela sobre seu pau. Aquilo era demais para Lívia. Tratou de abrir a calça dele e conferiu que o pau estava duríssimo. Caiu de boca, chupou até não poder mais. E ele arrancou a camisola e a calcinha dela e a colocou de pé, encostada numa cômoda e veio beijando sua bunda, e lambendo seu reguinho e seu cuzinho e colocando seus dedos dentro da xotinha da irmã. E enfiou o pau na xotinha e bombou até gozar.

Preocupada com o horário, Lívia não conseguiu gozar. Estava tensa e quando olhou o relógio viu que não daria tempo nem de tomar um banho. Vestiu-se correndo e foi apresentar seu trabalho. 

Quando voltou, não viu o irmão. Deveria ter saído. Então foi ao banheiro e tomou o banho que queria. Vestiu um sutiã e uma calcinha. Ouviu o celular tocando. Era o irmão.

- Cadê você? Já cheguei em casa e você não está!
- Olha para o espelho!

Ela olhou e começou a rir. Ele estava lá, observando-a como na parte da manhã.

- Me mostra seus peitinhos, Lívia! 

- Você é doido mesmo! Já não cansou de ver hoje de manhã?
- Claro que não...
- Então vou mostrar, mas depois você vai ter de me mostrar este pinto delicioso. OK?

Tirou o sutiã e não deixou ele pegar.

- Nada disso, mostra o pinto primeiro. 

Ele abaixou a bermuda e mostrou o pau, já duro. Ela ajoelhou-se na frente dele e chupou o pau do irmão, demoradamente. Agora não tinha pressa, tinham a tarde toda à disposição. Depois de se contentar, ela tirou a calcinha, inclinou-se sobre a pia e avisou que era para ele segurar porque ela queria gozar também.

E tome vara! O pequeno banheiro ecoava as batidas das pernas dele na bunda dela. E não demorou muito para ela começar a gemer, sinal de que o gozo não iria tardar. Ele acelerou o vai-e-vem, ela aumentou os gemidos e logo deu um suspiro mais profundo e prendeu o pau dele dentro de sua xotinha.

- Que delícia! Raul, você está ficando cada vez melhor a cada dia que passa! Muito bom mesmo! Seu pinto ainda está duro, hem? Tá querendo mais alguma coisa, seu safado?
- Eu estou... e você?
- Você sabe que eu não recuso nada pra você... aproveita que meu cu é todo seu!