quarta-feira, 4 de setembro de 2013

A sogra atrevida traçou o genro e a filha viu




(escrito por Kaplan) 

Ercilia era a mãe de Rafaela, que se casara com Lauro. Por uma questão de economia, como Ercilia iria viver sozinha, os dois concordaram em morar com ela. Mas Ercilia era bem safada e logo começou a reparar em Lauro e a ter fantasias com ele. E como quase sempre acontece, as fantasias acabam se realizando. E foi isso que aconteceu, mas com desdobramentos que ninguém poderia imaginar.

Numa sexta-feira, Lauro e Rafaela foram a uma festa e chegaram em casa às 4 da madrugada. Apagaram, e às oito horas, Lauro acordou com aquela boca de ressaca e resolveu ir buscar água. Rafaela ressonava ainda, de tão cansada, se ninguém perturbasse dormiria até na hora do almoço.

Só que Lauro pensou que a sogra não estaria em casa, foi só de cueca na cozinha para pegar a água. E eis que ela aparece e o flagra. Ele fica sem jeito, mas o que poderia fazer? Na verdade, nada, a não ser se assustar com o que a sogra fez. Ela olhou para a cueca dele e gostou do volume. E como era atrevida, chegou perto dele e pegou. Ele quase deu um pulo para trás, mas não conseguiu se mexer e o pior de tudo, com o toque da mão dela, o pau começou a ficar duro. 

Ela pôs um dedo na boca, como a pedir silêncio e baixou a cueca dele. Maravilhou-se. Não tanto por alguma característica especial, mas porque havia muito tempo que não via um pau duro na sua frente. Pegou nele, e segredou no ouvido do genro:

- Você é um homem de sorte, Lauro. A partir de hoje terá duas xoxotas para seu uso. A minha e a da Rafa.
- Dona Ercilia, isso não é certo...
- Cala a boca e me come, por favor! 

Levantou a saia, tirou a calcinha, inclinou-se sobre a bancada da pia e ofereceu-se para ele. Ele não conseguiu resistir. Enfiou o pau na xoxota da sogra e ficou bombando.

E foi ai que a Rafaela entrou. Acordara, não vira o marido e descera, só de camisetinha e calcinha para ver onde ele estava. E o encontrou metendo na sua mãe, de cachorrinho. 

- Mas o que é isso? Não estou acreditando!
Pego com o pau na xoxota da sogra, Lauro não teve o que falar, apenas se afastou e tentou esconder o pau com as mãos. Nem ele sabia porque fizera isso, mas foi algo instintivo.
Quem tomou a iniciativa foi a Ercilia. 

- Minha filha, nada de escândalos. Fui eu quem tomou a iniciativa, o Lauro não queria, mas eu insisti e acho que você não precisa ficar com essa cara de doida prá mim. Sou mulher também, sabe? E acho que em vez de ficar procurando homens na internet, é muito mais prático e saudável transar com quem está dentro de minha casa. Vamos lá, não se aborreça, vem aqui e deixa ele te comer também.

Os dois não sabiam o que fazer, a Ercilia então levou a filha até o canto da cozinha onde Lauro estava e fez com que ela se abaixasse para chupar o pau dele. E enquanto a filha chupava, ela ficou fazendo carinhos nos cabelos do genro, sorrindo para ele como para dar confiança de que tudo estava bem.

Depois tirou a calcinha da filha, fez ela ficar na posição em que Ercilia estava quando fora vista e mandou o genro comer a filha. E nunca o Lauro trepara com tal intensidade com a Rafaela. Pensou que deveria ser porque a sogra estava ali ao lado, vendo e passando as unhas em suas costas, deixando-o mais excitado do que o normal.
foto: Voluptatis

- Deixa eu de novo, filha?
Perguntou e não esperou pela resposta. Só se apoiou na mesa, levantou a perna e o Lauro tornou a meter na sogra. A Rafaela, já no clima, encostou sua pélvis na bunda do marido, e ficou mexendo o corpo no ritmo em que ele metia na mãe. Ercilia gemia e gemia e gozou.
- Quero gozar também, meu bem!

E Lauro colocou Rafaela sentada na mesa e meteu outra vez, bombando até a esposa também conseguir seu gozo. Junto com ele.

Depois daquela primeira vez, outras se sucederam, por uns dois anos. Depois que os filhos apareceram, ficou mais complicado. Mas sempre davam um jeitinho...

terça-feira, 3 de setembro de 2013

A empregada exibida e o patrão comedor




(escrito por Kaplan)

A esposa de Heitor contratara recentemente uma nova empregada, chamada Alzira. Mulata, bonita, charmosa, seios fartos e um bumbum maravilhoso. Nunca entrara alguém tão “especial” naquela casa, Heitor até estranhara quando viu a Alzira pela primeira vez.

Alzira era cozinheira de mão cheia, fazia o trabalho de limpeza do apartamento, que não era grande, mas ela o deixava brilhando todo dia. Estavam muito satisfeitos com ela. No verão, ela perguntou à esposa de Heitor se poderia trabalhar de bermuda, por causa do calor. A patroa não se opôs, mesmo porque ela e Heitor só viam a Alzira na hora do almoço. Ela tinha a chave do apartamento, quando chegava eles, invariavelmente, já haviam saído, vinham para o almoço e à noite ela já tinha se retirado.

Foi um erro, porque em breve Alzira mostrou que, além de ser excelente na cozinha, era também uma exibicionista de primeira, e Heitor logo percebeu que ela queria se exibir era para ele. E foi ficando com um tesão enorme. E ela notava os olhares dele para ela e caprichava nos olhares para ele, principalmente quando a patroa não estava por perto. Um dia ele quase perdeu a cabeça, a pretexto de beber água, foi à cozinha e deu um jeito de chegar bem perto dela e sua mão, “sem querer, querendo” encostou na bunda de Alzira, que só deu um sorriso e fez um comentário maroto:
- Ah, seu Heitor... cuidado! 

Na hora em que se sentaram para o almoço, ela veio trazendo os pratos com as comidas e “sem querer, querendo”, derramou um pouco de feijão em sua bermuda. Pediu desculpas e foi tirar a bermuda e colocou um short minúsculo. Quando voltou para a mesa do almoço, Heitor quase infartou e a esposa olhou contrariada. Quando o almoço terminou, ela foi até a cozinha e disse para a Alzira não usar mais aquele tipo de roupa.

- Eu sei, eu não iria usar, mas como a bermuda ficou suja tive de trocar, e só tinha essa. Mas prometo para a senhora que isso não se repetirá.

A patroa foi saindo e não viu a careta e a língua de fora que Alzira fez. 

O estrago havia sido feito. Heitor estava alucinado e quando saíram para o trabalho, cada um no seu carro, ele fez meia volta e voltou ao apartamento. Abriu a porta e foi até a cozinha, onde Alzira estava inclinada sobre a pia, lavando as louças.

- Seu Heitor, esqueceu alguma coisa?
- Você fez de propósito, não foi?
- Se o senhor acha que foi... não vou contrariar... mas o senhor também ficou bravo comigo como sua esposa?
- Você sabe que não. 

E chegou perto dela e lascou um beijo na bunda de Alzira que se arrepiou toda. E não achou ruim quando ele a despiu e se despiu. Viu o pau dele duro, gostou do que viu e na mesma hora fez ele se sentar , ajoelhou-se na frente dele e começou a lamber e engolir o pau, que pulsava dentro de sua boca.

Heitor sabia que não podia demorar muito. Colocou-a de quatro e meteu. Bucetinha apertadinha a dela! Meteu firme e ela começou a falar que ele era muito gostoso, que estava muito bom, que ela queria que ele socasse com bastante força, e ele socou até gozar feito um louco dentro dela. Vestiu-se rapidamente para ir para o escritório.

- Alzira, às quintas-feiras eu sempre posso chegar atrasado no serviço. Quer que eu faça como hoje?
- Por mim, podia fazer todo dia, patrão, mas se o senhor só pode quinta-feira... eu quero sim! 



Na quinta feira seguinte, o mesmo procedimento. Saiu junto com a esposa, voltou. Alzira já o esperava nua na sala e ele comeu a Alzira, com ela cavalgando-o. Ele deu de presente a ela uma meia e pediu que ela usasse na quinta-feira seguinte.  

Ela obedeceu e até ampliou o pedido dele, esperou-o depois do almoço, nua, só com a meia e um sapato de salto. Ele ficou alucinado quando viu e a comeu em pé mesmo. 

Ficaram nessa brincadeira por uns bons meses, até que a esposa começou a desconfiar e resolveu demitir a Alzira, para tristeza de Heitor.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Meg foi fotografar uma nova amiga e as duas se apaixonaram




(escrito por Kaplan)

Numa festa, Meg ficou conhecendo Priscila, uma garota realmente linda. Loura, cabelos revoltos, estava com um vestido curtinho e mostrava um par de pernas invejável. As duas foram apresentadas e conversa vai, conversa vem, Meg contou que se dedicava à fotografia, Priscila disse que achava legal, e Meg a convidou para posar. 

A princípio Priscila se recusou, disse que gostava de fotografia mas não gostava de ser fotografada. Meg ficou triste com a recusa. Ela tinha um olho muito bom e sacou que com Priscila faria fotos maravilhosos. Mas não insistiu naquele primeiro contato, não queria parecer inconveniente.   

Mas as duas ficaram amigas, Priscila esteve em nosso Studio, admirou bastante nossas fotos e como morava perto, volta e meia aparecia por lá, para um papo, para tomar um café, e as duas conversavam, teve uma vez que Meg estava fotografando uma pessoa e pediu que Priscila a ajudasse, ela achou o maior barato.

E ai, tantas a Meg a convidou, que ela resolveu aceitar. Marcaram o dia, eu fiquei tomando conta do Studio enquanto as duas subiam para o mezanino, onde fotografávamos as pessoas.  As duas conversaram bastante primeiro, Meg queria mostrar a ela as roupas que tínhamos lá para ela usar, e depois de algumas fotos bem convencionais, com a roupa que ela levara, para deixar a Priscila relaxada, pois ela estava um pouco tensa,  Meg pediu que ela escolhesse entre as roupas do Studio alguma que gostasse. 

Ela gostou muito de uma blusa preta, bastante transparente. Mas disse que ia descartar porque estava sem sutiã. Meg insistiu: que mal havia?

Ela acabou concordando. Se bem que ficou bem inibida nas primeiras fotos. E Meg ficou particularmente excitada quando viu os seios dela, ainda que cobertos por uma blusa fina e transparente. Quando sentiu que Priscila já estava bem mais à vontade, perguntou porque ela não tirava a blusa. E aí aconteceu uma coisa interessante, que sempre acontecia quando fotografávamos uma pessoa que, a principio, se recusava a posar nua, mas no decorrer da sessão de fotos acabava ficando desinibida e até sem pedirmos, a própria pessoa tirava a roupa. Algo para os psicólogos de plantão analisarem... 

Meg me disse, depois, que ficou extasiada quando viu a Priscila apenas de saia. Os seios dela eram pequenos e lindos. E Meg os fotografou de frente e de perfil, com ela tampando com as mãos ou deixando-os totalmente à vista. E Meg começou a sentir que o olhar de Priscila era convidativo... então convidou-a a tirar a saia. E ela tirou...

Então Meg fez com que ela ficasse deitada no sofá que estava usando para as fotos, ajudou-a a ficar na posição que ela desejava e, para testar, deixou suas mãos encostarem nos peitinhos. Falou que ia puxar os biquinhos para eles ficarem salientes e quando fez isso, Priscila fechou os olhos e suspirou. Meg teve a certeza de que poderia ousar mais... Mas fez as fotos dela só de calcinha.

- Sabe o que não acho justo, Meg?
- O que?
- Só a modelo que fica nua... por que a fotógrafa também não fica?
- Porque se eu ficar nua aqui na sua frente, com o tesão que estou, a sessão de fotos acaba... é o que você quer?
- É sim... não é só você que está com tesão... 

Então Meg tirou a roupa, ficou só de calcinha como Priscila. Ficaram alguns minutos elogiando os corpos uma da outra, até que Meg, sem conseguir se conter, deitou-se sobre ela e foi beijar os peitinhos, e lambeu o corpo dela até chegar na calcinha, lambeu-a e depois a tirou, cheirou-a e começou a chupar a bucetinha já úmida de Priscila.

E Priscila segurava nos seios de Meg, e elas se beijaram, cada uma com a mão na bucetinha da outra e gemiam tão alto que eu ouvia no andar de baixo, tive de fechar a porta do Studio, porque se alguém entrasse seria um problemão. Não resisti à vontade de ver o que estava acontecendo, subi as escadas sem fazer barulho e olhei. 

Priscila estava deitada no sofá e tinha sua bucetinha inundada pelos dedos de Meg, que, por sua vez, inclinada sobre a nova amiga, também recebia os dedos dela em sua bucetinha, e as duas já estavam com os rostos vermelhos, suadas, quase no ponto de um gozo, que eu assisti, emocionado, quando vi e ouvi os gemidos mais altos e aí Meg deitou-se sobre o corpo de Priscila e as duas ficaram se beijando. Priscila ria e chorava ao mesmo tempo.

Desci a escada e fiquei esperando. Dali a pouco as duas desceram, Meg disse a ela que eu iria revelar as fotos e no dia seguinte elas estariam prontas. Ela se despediu, Meg me contou tudo, eu disse que vira o final.

Revelei as fotos, copiei todas. Meg separou umas duas ou três que não haviam ficado boas e levou para casa as outras. De lá ela telefonou e falou com a Priscila para ir vê-las, em nosso apartamento, no dia seguinte. Entendi o recado... ela queria ficar com a Priscila de novo, sem o risco de eu ver alguma coisa.

Elas namoraram por quase um ano. Pena que Priscila nunca quis fazer um ménage com a minha humilde presença...