segunda-feira, 11 de junho de 2012

Meg e o primo. Sempre ele!




(escrito por Kaplan)

O primo Paulo estava de novo na cidade, e, como sempre, se hospedava em nossa casa. Eram dias em que Meg se esbaldava, pois além de ficar com ele quase o dia inteiro, a noite ainda tinha que se haver comigo.


Ele tinha chegado numa terça-feira à noite e foi logo dormir. Já trepei com ela pensando no que viria no dia seguinte, assim que eu saísse para trabalhar. Foi uma trepada deliciosa, eu falava baixinho no ouvido dela que era o Paulo, que tinha vindo matar as saudades daquela bucetinha e dos peitinhos... ela delirava e nosso gozo foi sensacional.


Quando me levantei, na manhã seguinte, e fui à cozinha tomar o café, já pude imaginar o que esperava o Paulo. Ela tinha colocado apenas uma camisa social minha, totalmente desabotoada e não estava nem de sutiã e nem de calcinha. A camisa terminava onde começava a bunda dela, o que significava que tanto a bunda quanto a xotinha ficavam totalmente visíveis. Dei-lhe um tapa na bunda e brinquei:

- Onde já se viu receber um hóspede desse jeito? Vai vestir uma roupa decente, sua safadinha!

- Menino, o que é isso? Minha roupa é superdecente! Olha bem: ela tampa tudo que não precisa!!!

Caimos na risada, tomamos o café e eu me mandei, já pensando no que iria ouvir de noite. E ela me contou, quando eu cheguei, que ficou ali na cozinha, lavando as louças que tínhamos usado e o Paulo logo chegou. Devia ter ouvido o barulho das chaves quando fechei a porta para sair.

- Bom dia, priminha linda!

- Bom dia! Senta ai que já te sirvo o café!

- Vai ter leite também?

- Só se for desse aqui, ó!

E mostrou os seios para ele, e foi até a geladeira, abriu-a, abaixou-se para a bunda ficar bem visível, tirou o pote de requeijão cremoso e passou no bico dos seios. O Paulo só ficava sentado, pegando no pau, esperando a hora certa para atacar. E ela ficou andando de um lado para o outro, se exibindo toda para ele.


Mostrava os seios, a bucetinha peludinha. Quando ele tentava segura-la, ela mandava ele ficar quieto, saia de perto dele rebolando, ia até os armários de baixo, abaixava, mostrando a bunda toda para ele.

- Termina este café e vem para a sala, Paulo.

Saiu dali e foi para a sala, pegou o violão e ficou tocando. Daí a pouco ele chegou e sentou-se no chão, perto dela, e ficou passando a mão nas pernas. Ela fazia de conta que ficava brava, pois ele atrapalhava ela tocar, mas no fundo estava amando o toque das mãos dele.

Ai colocou o violão de lado e correu para a varanda. Deitou-se num sofá de vime e falou com ele:

- Este sofá chegou semana passada, vamos estreá-lo?

- Ah, não... aqui a vizinhança toda vê... nem pensar!

- Deixa de ser bobo, Paulo... que importância tem?


- Negativo... se fosse de noite, com as luzes apagadas, eu toparia, mas assim, no claro, nem pensar... vamos lá para dentro.


Chateada, ela foi. Caminhou para o escritório que tínhamos e ficou folheando um livro, como se não quisesse mais nada com ele. Mas bastou ele chegar perto dela e apertar suas nádegas para ela “deixar a braveza de lado” e ai o rala-e-rola começou. Foi pela traseira que ele começou a come-la, enfiando seu pau na bucetinha dela, que teve de se apoiar numa mesa.


Depois ela arrancou toda a roupa dele, ajoelhou em sua frente e chupou o pau dele. Mandou ele sentar no chão e sentou de frente para ele, com as duas pernas sobre as dele. Foi chegando perto, até o pau dele ter condições de entrar em sua bucetinha. Abraçaram-se e ele ficou metendo sem parar. Depois ele falou com ela para sentar direito no pau dele, pois ele sabia que o que ela mais gostava era de cavalgar.

E cavalgando, os dois gozaram. Foram para o banho e lá ela se abaixou, oferecendo seu cuzinho para ele. Ele aceitou a oferta, lógico e comeu-a novamente.

Saíram do banho, foram pelados para a nossa cama e lá ficaram conversando, ele contando as novidades da fazenda e insistindo em que ela devia passar uns dias lá. E tanto falaram, e tanto se tocaram, se beijaram, se amassaram que o pau dele ficou em forma novamente e ele a comeu de cachorrinho, em nossa cama!


Foi uma manhã fantástica para ela. À tarde, ele saiu para resolver os negócios que o haviam trazido à cidade e quando voltou eu já estava em casa. Acho que ele morria de vergonha de mim, pois mal tomou o café e já foi para o quarto de hóspedes. Eu e Meg fomos para nosso quarto, onde ela me contou tudo isso que eu narrei, e meu pau foi ficando cada vez mais duro, então ela teve de fazer um belo boquete em mim, que terminou com um jorro de esperma no rosto dela!

Na manhã seguinte, depois que levantei e eu e Meg tomamos o café, fui embora. Ela me disse, à noite, que fora ao quarto para tirar a roupa de cama, que era o dia de lavar e quando se dirigiu para a área de serviço, encontrou o Paulo sentado numa das cadeiras da copa, pelado e segurando o pau já duro.


- Ah, safado... você já está ai, pronto para mais um round...

- Senta aqui, senta...


Meg jogou as roupas no chão da área, tirou a sua roupa e sentou-se no pauzão dele, de costas para ele. Ficou fazendo uns movimentos com o abdome, que só ela sabe fazer, prendendo o pau dele entre seus grandes lábios. Foi tão gostoso que ele quase a deixou cair no chão. Sorrindo, ela desceu e se pôs a chupar o pau dele. Fez um boquete demorado, lambendo todo o mastro, enfiando várias vezes na boca.


Depois voltou para cima dele, agora de frente, apoiou seus pés nas bordas da cadeira em que ele estava sentado, foi descendo lentamente o corpo até receber toda a extensão do pauzão. E ai começou a pular, arfando alto para deixá-lo com bastante tesão. Ele lhe dava uns tapinhas na bunda, chupava seus peitinhos, abraçava seu corpo e ela pulou até gozar. Ficou indo e vindo com sua xoxota deixando Paulo louco. Ele segurou com firmeza a bunda dela, que chegou até a ficar com uma marca vermelha e foi erguendo o corpo dela pra cima e pra baixo. Meg já estava suando e ele, incansável, ainda tirou-a de cima, fez com que ela ficasse curvada, apoiando as mãos no assento da cadeira, enfiou por trás e meteu com um vigor tal que ela só conseguia dar gritinhos de tanto prazer.


E ele não parava, parece que quanto mais ela gritava mais tesão ele ficava e toma estocada... ela já estava sem forças nos braços, começou a pedir para ele gozar rápido, pois ela já tinha gozado mais uma vez. Ele ainda demorou um pouco, mas finalmente gozou dentro dela.


Completamente extenuada, ela foi caminhando para o banheiro, ele foi atrás.


- Paulo, eu sei que você gosta muito, eu também, mas nem pense em comer meu cu aqui no boxe...hoje eu não agüento mais nada, ta?

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Eu e a irmã de meu amigo




(escrito por Kaplan)

Em uma noite, no boteco com meus amigos, um deles me apresentou sua irmã, Fátima. Moreníssima, alta, bunduda, os seios não pareciam ser muito grandes. Muito simpática, batemos bom papo.


Alguns dias depois, este meu amigo me telefonou e insistiu tanto para eu passar um dia numa casa que eles tinham no interior, mas perto da capital, que fiquei até achando algo estranho. A desculpa dele era que eu devia fazer umas fotos da casa, que eles pensavam em vender... algo que ele mesmo poderia fazer... mas enfim, se queria gastar dinheiro, eu não me incomodo de receber...


Fui com ele e a irmã, ela sentada no banco de trás do carro, de shortinho. Pude examinar as pernas dela e gostei muito do que vi. Eram muito bem torneadas, queimadas de sol, uma delícia. Mas fiquei na minha, não sabia se o meu amigo ia ficar bravo caso eu me insinuasse para a irmã dele.


Chegamos lá de tardinha, tomamos banho, jantamos num restaurante ali perto e depois ficamos na pracinha da cidade, conversando. Voltamos para a casa e fomos dormir, cada um em um quarto. Deixei a porta do meu quarto aberta, caso ela fosse sonâmbula...rsss... mas nada aconteceu.


Acordei no outro dia, coloquei uma calça jeans e, sem camisa mesmo, já que só estávamos nós três ali, fui para a cozinha, para tomar um café. A Fátima estava lá, usando só uma camiseta dessas mais compridas, que chegam até a metade das coxas. Perguntei pelo irmão, ela disse que ele saira para resolver negócios e só voltaria para o almoço. Sorridente, ela me falou para sentar que iria me servir o café.


Me sentei e fiquei olhando para ela, para as pernas dela, e vendo que, pelo movimento na parte de cima, ela estava sem sutiã. Delícia! Mas fiquei na minha... só que ela não estava para brincadeiras. Com a maior cara de pau do mundo... sentou-se no meu colo. No ato de sentar, a camiseta subiu mais um pouco e deu para ver uma pontinha da calcinha. Ficou me encarando, sorrindo e eu resolvi atacar. Minha mão esquerda começou a passar sobre as pernas dela. Ela fechou os olhos e eu aproveitei para dar um beijo, enquanto minha mão subia, passava pela calcinha e atingia a região do umbigo. Subi com a mão mais um pouco e pude sentir a maciez dos seios dela, estava realmente sem sutiã. Continuei a beija-la enquanto minha mão segurava os seios, encontrava os biquinhos e os puxava, para deixá-los bem durinhos.


Só então eu subi a camiseta dela o suficiente para ver os dois, branquinhos, em contraste com a pele queimada de sol. Duas auréolas cor de chocolate e os biquinhos na verdade eram maiores do que os da maioria das mulheres que conheci. Bem salientes mesmo, parecia que estavam pedindo para eu colocá-los na boca, e foi o que eu fiz, e senti como ela tinha sensibilidade ali. Mamei gostoso e ela só fazia segurar minha cabeça e puxar meus cabelos, o que me dizia que ela estava gostando muito.


Tirei a camiseta e a calcinha dela. Sentei-a na mesa e apreciei uma bucetinha toda depilada e também branquinha onde o biquíni protegia. E era um biquíni bem pequenininho o que ela usava... eu ia chupa-la, mas ela desceu rápido da mesa e abaixou minha calça e cueca. Meu pau pulou pra fora já bem duro, como não ficar perante aquele monumento de mulher na minha frente?

E ela demonstrou saber o que fazer. Chupou a cabeça, prendeu bem a cabeça com os lábios, depois soltou, fazendo barulho. Ai lambeu ele todo, enquanto suas mãos faziam carinhos em minhas bolas. Acabou de tirar minha calça e me pôs sentado na cadeira, veio de costas em minha direção, abriu as pernas e sentou em meu pau, bem devagar...até ele sumir completamente dentro dela. Me cavalgou por um tempo, depois se levantou.


Então a coloquei deitada em cima da mesa, de lado, e voltei a meter em sua xoxota. Sem tirar, fiz ela ficar de costas na mesa e continuei a meter. Já estávamos, os dois, suados e ela me pedia para agüentar mais, pois queria gozar muito. Eu fiz o possível, cheguei até a colocá-la de pé e meter de novo, numa posição mais desconfortável pra mim, mas que me permitiria segurar por mais tempo a vontade de gozar.


Quando vi que ela estava com o corpo quase em transe, sinal de que estava gozando, não segurei mais, gozei também e foi aquela explosão de gritos e ais... genial!


Aí é que fui tomar o café que ela havia preparado. E tomei com ela chupando meu pau, que garota fenomenal aquela! Acabei o café, abracei-a e beijei-a. Perguntei, só para confirmar se ela havia combinado com o irmão e ela confirmou que sim.


- Espero que não tenha ficado chateado...


- Perdeu o juízo, Fatima? Como eu iria me chatear transando com uma garota linda como você? Adorei! Foi ótimo. Bem, agora vou tomar um banho e fazer as fotos que seu irmão pediu.


Dei-lhe mais um beijo e fui para o banheiro do meu quarto, tomei o banho, pus uma cueca e fui fazer a barba. A porta do quarto e a do banheiro estavam apenas encostadas, então, quando eu estava fazendo a barba, vi, pelo espelho, ela chegando, agora de shortinho preto, um sutiã preto e uma camiseta lilás, que já estava acima do sutiã. Chegou por trás de mim e começou a passar a mão na minha bunda. A cena era até engraçada... eu com a cara cheia de espuma de barbear, ela puxando minha cueca e agachando-se para chupar meu pau. E chupou, e chupou, e ele ficou duríssimo novamente.

Passei uma toalha no rosto, tirei a espuma, fiz ela se apoiar na pia, coloquei uma perna dela sobre o bidê e a outra no chão, entrei debaixo e chupei a bucetinha maravilhosa dela. Estava super cheirosa, ela também tomara banho e se perfumara toda. Com ela nessa posição, enfiei o pau de novo. Ela gemeu quando ele entrou e se segurou para agüentar as bombadas que eu comecei a dar. Depois ela sentou-se na tampa do vaso, levantou as pernas e eu tornei a meter em sua xoxota. Ela voltou a gemer e a gritar, pedindo para eu não parar.

Troquei de lugar, sentei-me na tampa do vaso e encaixei-a em meu pau. Aquela potranca cavalgou até me esfolar o pau. Agarrei os peitos dela e apertei-os bastante e quanto mais eu fazia isso, mais ela delirava e gritava. Cansada, ela parou de pular, pegou meu pau, colocou na boca e me chupou até eu gozar, mas não na boca, e sim nos seios. Ficamos vendo a porra escorrer lentamente pela sua barriga e ai ela entrou no chuveiro e tomou outro banho, enquanto eu conseguia, finalmente, fazer a barba.


Quando o irmão chegou pra nos levar ao restaurante onde iríamos almoçar, perguntou a ela se ela tinha conseguido acabar comigo.


- Quase! Mais algumas e ele nem vai dar conta de levantar!


Adorável Fátima! Trepamos tanto depois desse dia!

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Comendo a noiva... de outro



(escrito por Kaplan)

Conheci Anete numa festa que eu fotografava. Morena, alta, lindíssima, cabelos enormes, chegando quase à bunda. Fiz questão de tirar algumas fotos dela e deixei meu cartão com ela.


O tempo passou e nada de ela me ligar. Pensei que não daria em nada mesmo e já estava quase rasgando as fotos, quando ela apareceu no Studio. Um perfume inebriante tomou conta da sala onde eu a atendi.


- Lembra-se de mim? Vim ver se as fotos que você tirou ficaram boas...


- Claro que lembro! Imagina se eu iria esquecer... elas estão aqui, veja.


Eram só umas 3 ou 4 fotos, mas ficaram muito bonitas. Também com um mulherão daquele na frente da lente, tinha de ficar boas!


- Quanto lhe devo por elas?


- Ora, o que é isso? Nada me deve...o dono da festa já pagou!


- Obrigada. Gostei muito mesmo. Me diga, você só faz fotos de casamentos, festas, essas coisas?


- Não, não... sou mais versátil...rss... veja aqui alguns álbuns.


Mostrei a ela álbuns de fotos feitas no Studio e em ambientes externos e mostrei também, esperançoso que fiquei, alguns nus que eu tinha feito. Ela examinou atentamente e me disse que gostaria de fazer fotos sensuais, mas “coisa bonita, não quero fotografar igual essas mulheres que aparecem nas revistas”.


- Entendo... você quer algo parecido com isso aqui, veja.


E mostrei a ela alguns livros de um fotógrafo que eu admiro muito, com fotos sensualissimas, sem cair na baixaria, nem no erótico gratuito e muito menos no pornô.


- Nossa... que coisa linda... é exatamente isso que eu gosto. Você faz esse tipo de foto?


- Claro... esse fotógrafo ai é meu guru. Uso os recursos que ele usa e as fotos ficam tão bonitas quanto. Talvez as suas fiquem ainda mais bonitas, afinal você tem uma beleza fantástica.


- Olha... vou pensar bem sobre isso. Te ligo!


Demorou uns dois meses para ligar. Perguntou sobre minha agenda, eu disse quais dias estaria livre, ela disse que no dia X passaria para me pegar. Iríamos ao sítio do namorado. Fiquei meio triste com essa noticia, o tal do namorado provavelmente estaria lá...enfim...coisas da vida!


No dia marcado ela passou lá de carro, me pegou e fomos. No caminho fui perguntando sobre o local, ela me disse que já tinha preparado um cenário e se eu o aprovasse seria lá que as fotos seriam feitas. Arrisquei perguntar se haveria mais alguém lá.


- Não, estaremos só nós dois. Essas fotos serão para um álbum, que é o meu presente de noivado.


- Ora... vai ficar noiva? Em breve?


- Dentro de 3 meses.


- E seu namorado sabe que presente ele irá receber?


- Rss... não... é segredo! Eu sei que ele vai ficar bravo num primeiro momento, mas eu sei como amansar a fera...


Chegamos ao sítio, descemos e ela me levou ao local que tinha preparado. Era uma mesa grande e larga, onde ela colocara um vaso enorme cheio de folhagens e taças grandes de vidro cheias de frutas: maçãs, uvas, peras. O sol estava perfeito. Ao fundo deste cenário que ela preparara, muita vegetação e o sol batia nas folhagens e provocava um brilho sensacional.


Comecei a preparar a máquina e quando me virei, ela já estava pronta. Nua, deitada de lado na mesa, apoiando a parte de cima do corpo no braço esquerdo. Os longos cabelos caídos sobre a mesa, exceto alguns fios que tampavam o seio direito, onde seus dedos estavam pousados. De olhos fechados, ela aguardava.


Fiquei extasiado. Nua era mais esplendorosa do que quando eu a vi vestida. Tremendo, achei melhor colocar a máquina no tripé, para evitar que as fotos também saíssem tremidas. Ao ouvir o primeiro clik ela abriu os olhos, sorriu e perguntou se tinha ficado legal.


- Com certeza ficou... está tudo lindo!


- Agora é com você, meu caro... dirige ai!


- Sim, não saia dessa posição. Apenas leve sua mão direita e pouse-a suavemente em sua coxa. Vire o rosto para cima e sorria.


Fui variando a posição das mãos, do rosto, sem ela sair da posição original do corpo. O que eu via no visor da máquina era sensacional. E fui batendo dezenas de fotos.


Em um certo momento, fui ajeitar os cabelos dela para mais uma foto.


- Seu noivo vai amar este presente, Anete... vai ser o álbum mais bonito que já fiz!


- É um bom presente, não é mesmo?


- Bom? Não... ótimo, excelente.


A proximidade daquela deusa acabou provocando o “Kaplan de baixo”. E eu estava com uma calça de moleton... ela viu. Não falou nada... mas viu.


Depois de dezenas de fotos tiradas, eu fui ajeitar os cabelos dela de novo. E ai ela me surpreendeu.


- Sabe de uma coisa? Meu namorado vai receber um presente lindo desses. Mas o meu presente é você que vai me dar!


- Como assim?


Nem terminei direito de perguntar. Ela virou o corpo, com uma rapidez impressionante, abaixou minha calça e pegou em meu pau, levando-o à boca. Não precisou nem de dar dois beijinhos e ele já estava duro como ferro.


Ela virou o rosto para mim, e ainda segurando meu pau, perguntou se eu concordava em dar aquele presente para ela.


- Com o máximo prazer! Use e abuse!


Ela ficou de quatro na mesa, ainda segurando meu pau e veio me beijar. Que boquinha mais carnuda, que língua mais agitada ela tinha...

Depois sentou-se na beirada da mesa, levou o corpo para trás, abriu bem as pernas e me mostrou a sua bucetinha toda cor de rosa. Com a carinha mais gulosa e pidona ela disse:


- Vem!


Eu sabia que era muita areia pro meu caminhão, mas enfrentei... primeiro com os dedos, enfiando um, depois dois, tocando no clitóris dela, que dava até pulos quando isso acontecia. Ela não estava mais recostada, havia deitado, olhos fechados, boca aberta de prazer. Merecia uma foto, mas como faze-la se meus dedos estavam ocupados?


Vendo-a já no ponto, enfiei meu pau naquela bocetinha maravilhosa. Tirei o pau, levei-o até perto do cuzinho, para ver a reação dela. Nada... ela continuava sentindo prazer, puxava os biquinhos dos seios... tornei a enfiar o pau, segurei em suas pernas e meti com toda a força que consegui. Ela só levantou a cabeça e me encarou:


- Isso... come com vontade... acaba comigo! Faz tudo que você quiser...Ahh..... que maravilha...


Depois de meter bastante, arrancando sorrisos e fazendo-a gozar, tirei-a de cima da mesa, fiz com que ela se curvasse e se apoiasse na mesa e fui experimentar as delícias daquele buraquinho traseiro dela. Quando ela sentiu o que seria, só pediu para eu ir devagar. Obedeci e lentamente fui enfiando a cabeça.

- Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii... doeu!!! Devagar, por favor! Não to acostumada...


Fui mais devagar, ela suspirou quando a cabeça entrou toda... ai relaxou e entrou tudo. Não meti com força, mas o suficiente para eu gozar... ela não gozou, ainda não estava acostumada... depois me disse, se desculpando, que só tinha dado uma vez para o namorado.


Enquanto nos aprontávamos para voltar, ela me deu um abraço e um beijo e disse que eu merecia mais do que o namorado ganhar o presente que ela pensara.


Que gata deliciosa!!! A sorte minha é que depois de casada ela ainda me procurou mais quatro vezes. Ai, claro, não foi para fazer fotos, nem foi no sitio do marido. Foi num motel mesmo, foram tardes deliciosas passadas com Anete.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Mais dos tempos de faculdade


(escrito por Kaplan)

A maioria dos estudantes morava em repúblicas, mas havia também aqueles que eram moradores da cidade. Tanto homens quanto mulheres. Conheci Rosemary, uma dessas estudantes que moravam lá. Ela era morena, fazia Ciências Sociais. Mas o que me atraiu bastante foi a coleção de discos que ela possuía. Enorme, todos os LPs que a gente comentava ela tinha.


Um dia eu duvidei que ela tivesse tantos discos, então ela me convidou a ir à casa dela para ver. Eu fui, e de início eu pensava apenas nos discos mesmo, apesar de achar a Rose um tesão de mulher. Cheguei lá, ela estava sozinha, vestida com um daqueles vestidos indianos tão em moda nos anos 70. Cabelos soltos e molhados, o que me dizia que ela havia acabado de sair do banho. Um cheiro de incenso em seu quarto, onde ela tinha prateleiras e mais prateleiras de discos. Realmente, ela não mentira. Tinha tudo que se pudesse imaginar.


Pegamos um do Bob Dylan e ficamos ouvindo. Blowin´in the Wind, It Ain´t me babe, Lay lady Lay, Like a Rolling Stone, Mr. Tambourine Man… grandes músicas.


Ela não tinha cama, apenas um estrado baixinho e foi lá que deitamos para ouvir. Ela trouxe uma garrafa de Antarctica tampinha azul (só os mais coroas vão se lembrar disso...) e bebemos no gargalo. Ai começaram a acontecer as coisas sensacionais que me fizeram ficar cada vez mais apaixonado pela Rose.


Ela pegou a garrafa, olhou para mim sorrindo e disse:


- Vou rodar esta garrafa. Se ela parar apontando para você, eu te dou um beijo. Se ela apontar para mim, você me dá um beijo.


- Que ótimo! Assim ninguém perde!


Rimos e ela rodou a garrafa, que parou em minha direção. Então, como uma cobra, ela veio se arrastando pelo colchão, e me deu um beijo. Lento, demorado, molhado, muito gostoso...então, sem desgrudarmos nossos lábios, fomos levantando nossos corpos até ficarmos de joelhos um em frente ao outro. Os braços dela rodearam minha cabeça, os meus já foram direto para o bumbum. Fui levantando o vestido para tocar minha mão direto na bundinha...


- Tinha medo de que você não me quisesse... estou gostando muito de você, dos nossos papos...


- Não fale nada...só ouça o Dylan e se entregue...


Continuei a puxar o vestido dela pra cima e ela acabou me ajudando a tira-lo. Estava com um conjunto de lingerie vermelha e eu tratei de tira-lo logo. Pude ver pela primeira vez um par de seios redondinhos, com biquinhos já durinhos e uma bucetinha toda peludinha... maravilhosa...


Tirei minha roupa também. Meu pau já estava duro e ela nem quis saber de preliminares, foi me empurrando para o colchão, me deitando e sentando em cima de mim. Ficou mexendo lentamente o corpo para cima e para baixo, eu segurando a bunda dela. Depois aumentou o ritmo, suspirando e me olhando sorrindo sempre.


Não sei quanto tempo ela pulou em meu pau, entremeando movimentos suaves com outros mais rápidos. Quando dos movimentos lentos, ela se curvava para mim, permitia que eu chupasse seus biquinhos, me beijava, dava pequenas mordidas em meu pescoço. O disco acabou e não nos preocupamos em colocar outro, ela so queria saber de continuar a pular. Os suspiros transformaram-se em gemidos e depois em um grito, quando ela gozou e deitou seu corpo no meu.


Mas passados alguns minutos, voltou a pular, só que já estava meio sem forças, então se levantou e começou a chupar meu pau. Gulosamente ela enfiava ele todo em sua boca, entretanto ela queria mesmo é ser comida, então tornou a se sentar em meu pau e voltou a pular até que ambos gozamos. Foi uma loucura aquela tarde, e acabou que eu tive de voltar lá outras vezes para ouvir mais discos...

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Decamerão brasileiro (parte 4)



(escrito por Meg)

Neusa era a ultima mulher a contar sua história. Casada com Reinaldo, ela era uma morena de altura mediana, muito bonita e sensual. E apareceu com uma roupa super sexy, acho que ela queria agradar tanto no visual quanto no relato.


- Bem, gente, minha história é individual, meu marido não estava presente, apesar de saber o que eu ia fazer. Isso porque eu disse a ele, alguns dias antes, que tinha conhecido um balconista de uma loja de roupas que me provocara o maior tesão. E eu fui lá umas três ou quatro vezes e cada vez que eu ia, o tesão aumentava, eu chegava em casa e quase acabava com o Reinaldo.


E de tanto eu ir lá, ele acabou desconfiando que não era só atrás de roupas que eu andava. Sempre que a loja estava vazia, só nós dois, os papos eram animados, ele me contava muita coisa interessante que acontecia ali e eu mal me continha. Minha vontade era pular em cima dele e devorá-lo por inteiro! Mas me continha, a sedução tinha de ser lenta...na terceira vez já nos despedimos com dois beijinhos que se transformaram num selinho na quarta vez.


E na quinta vez que fui lá aconteceu. Peguei uma calça para experimentar, mas peguei um número menor do que eu uso, porque pretendia que ele viesse me ajudar a experimentar. Como a loja era pequena, havia muitas araras cheias de vestidos, calças, blusas e, em vez de ir ao provador, eu fiquei entre três araras que formavam um quadrado com a parede e vendo que ele me via, tirei a minha calça pra colocar a que eu ia “experimentar”.


Comecei a vesti-la e, claro, ela não passava pelo meu bumbum de jeito nenhum. Então chamei o rapaz para me ajudar. Agora, imaginem a cena. Eu em pé, com uma calcinha fio dental, minha bunda toda de fora e abaixo dela uma calça que teimava em não subir. Ele ficou louco com o que viu e sacou direitinho que era a hora dele. Pegou na calça e tentou forçar para cima. Uma das mãos fazia isso, e a outra pegava em meu bumbum para segurar.


- É... ta dificil, deixa eu tentar de outro jeito.


E sabem qual era o outro jeito? Ele mordeu a calça exatamente na altura do meu reguinho e começou a tentar levantar, mas é lógico que apenas o nariz dele se levantou, percorrendo meu reguinho todo... enlouqueci! Sentei num pufe que tinha lá e ele me ajudou a tirar a calça. E ai tirou também meus sapatos, beijou meus pés. Me pôs de quatro no pufe e lambeu minha buceta e meu cu... que lambida! Arrepiei toda e ai me lembrei de que a porta da loja estava aberta, falei com ele mas ele nem se deu conta, continuou a fazer o que estava fazendo.


E depois ele se levantou, eu via o pinto dele já duro, abri a braguilha e puxei o bicho pra fora. Já veio duro, era grande e fino e quando comecei a chupar, chegou um amigo dele, chamou por ele e ele disse que dali a pouco sairia. Nessa hora eu quase engoli o pinto dele, de tanto susto! Por sorte o amigo foi embora e eu pude continuar a chupação.


Voltei para o pufe, tornei a ficar de quatro e ele me comeu. Foi meio rapidinho, por causa da situação, mas foi gostoso.


Voltei lá ainda umas três vezes, mais para o final do expediente, para poder transar com ele com as portas fechadas. Ai foi bem melhor, demorou mais tempo, mas não teve a descarga de adrenalina da primeira vez não.


- Uau... você foi corajosa mesmo... bem, sobrou o meu querido marido para contar pra nós. Veja lá o que você vai contar, hem?


Todos riram, e o Kaplan começou falando que, de fato, um dos lances mais interessantes e excitantes dele foi aquele que eu contara, do exibicionismo em Portugal. Mas já que eu tinha contado, o jeito era ele falar agora de um outro, que não tinha sido tão excitante quanto aquele, mas tinha sido também.


- Eu tinha ido fotografar uma festa de bodas de prata de um casal, eles tinham um casal de filhos, ela com 23 e ele com 21 anos. Casa grande, de dois andares, num bairro nobre da cidade. A filha era morena, cabelão, muito bonita.


Pois bem, lá estava eu fotografando o casal, o casal com os filhos, o casal com os pais, depois com os amigos...aquela coisa de sempre. Mas a filha, Carol, ficava do meu lado o tempo todo, me pegando pelo braço, me indicando as pessoas a serem fotografadas, e tomando vinho, e me oferecia, eu dizia que depois, não bebia enquanto estivesse trabalhando e ela falando que eu podia beber sim, que afinal a festa era da família dela, acabei dando uma bicada na própria taça que ela usava.


Dali a pouco ela vira-se para mim e fala que vai ao banheiro. Fiquei imaginando a razão de ela falar isso comigo. E ela insistiu e me falou que ia ao banheiro do andar de cima. Tudo bem, ela foi e eu continuei na minha. Dali a pouco ela desce, com cara de brava, enfia um papel no meu bolso e torna a subir as escadas. Comecei a perceber que havia algo, então me afastei das pessoas, peguei o papel. Era papel higiênico e ela escrevera com o batom.


Estava escrito lá alguma coisa como “primeira porta à esquerda, depois do banheiro de cima. Agora!”


Assim que deu, subi para o local que ela indicou. Abri a porta e lá estava ela a me receber, me puxar para dentro e trancar a porta. Sentou na cama com as pernas tão abertas que deu para eu ver a calcinha branquinha que ela usava.

 
- Senta aqui!


Sentei na cama, ao lado dela.


- Não me acha bonita?


- Acho, muito bonita sim.


- Não me deseja?


- Como?


- Não me deseja, não quer nada comigo?


- Carol, eu não pensei nisso... estou apenas trabalhando...


- Eu te quero!


- Não podemos conversar sobre isso depois? Vá ao meu Studio, pegar as provas das fotos, lá a gente conversa, aqui ta meio complicado, não acha? Tem uma multidão lá fora, daqui a pouco vão sentir a nossa falta.


- Não estou nem ai e não quero falar outro dia. Estou com vontade agora, poxa cara, to me oferecendo, vai me rejeitar?


- Não é isso, jamais te rejeitaria...mas é o ambiente...


Ela pegou minhas mãos e colocou sobre os seios. Percebi que ela não usava sutiã e ai acabei perdendo o juízo. Ela estava com uma blusa preta e uma saia, levantei a blusa e vi dois seios pequenos, lindos, com bicos grandes. Não resisti, mamei neles com vontade, beijei-a e minha mão tirou a saia dela e enfiou-se dentro da calcinha, sentindo toda a umidade daquela bucetinha novinha.


Ela estava bem alta e não titubeou, tirou a roupa toda e me fez ficar pelado também, em cima da cama dela. Sentou com as pernas abertas, me colocando entre elas e encostou os seios em meu pau. Queria fazer uma espanhola, mas só fiquei esfregando meu pau entre eles, ela não conseguia baixar a boca até encontrar meu pau.


Tive que tirar o pau dos seios dela e levantar meu corpo para que ela pudesse me chupar. E chupou direitinho e ficaria chupando uma eternidade, mas eu estava preocupado com a situação, e vendo que só conseguiria sair dali comendo-a, tratei de colocá-la de frango assado e a comi.


Ela me fez parar, levantou-se e encostou na parede.


- Me come de costas, em pé? Nunca fiz isso.


Tratei de obedecer, eu precisava gozar logo para me vestir e voltar ao trabalho. Mas ela insistia e num dado momento tirou meu pau, virou-se e encostada na parede levantou as duas pernas, me abraçando com elas. Mandou eu enfiar de novo e eu enfiei.


Ai... bateram na porta chamando por ela. Era o irmão. Ela não respondeu, ele tentou ver se a porta abria, mas ela tinha trancado. Esfriei completamente, meu pau murchou, ela olhou desolada...


Vestiu-se, falou comigo para esperar ela sair porque se tivesse alguém no corredor ela levaria para baixo. Foi o que eu fiz, sai de fininho depois, voltei a fotografar. Agora, o que as pessoas fazem sob efeito de bebida é fantástico, ne? No dia em que ela foi buscar as provas das fotos me tratou como se eu fosse um velho desconhecido. Nem tocar no assunto ela tocou. Fiquei na minha!


- Gente... que legal... ouvimos dez histórias ótimas! Nunca pensei que uma semana de chuva fosse proporcionar tanto prazer para mim. E para vocês?


- De fato, foi ótima a sua idéia, Meg. Ouvimos casos interessantes, ficamos de pau duro a noite toda, trepamos otimamente em nossas camas. Se tivéssemos mais tempo para mais dez histórias seria ótimo! Mas podemos ajeitar isso em outra ocasião!


Quem comentou isso foi o Reinaldo. A Alessandra também se manifestou:


- Também acho, foi fantástico. E você, cheia de idéias, teria mais alguma para este final de noite?


- Eu tenho... que tal fazermos um troca troca geral até amanhã de manhã? Quem concorda levanta a mão.


Não é preciso dizer que todos levantaram a mão, cada um pegou quem queria e só nos vimos no café da manhã, todos com a cara amarrotada mas felizes da vida!!!


sexta-feira, 1 de junho de 2012

Decamerão brasileiro (parte 3)

(escrito por Meg)

Depois de termos ouvido 5 historias fascinantes (e eu inclui a minha ai sem falsa modéstia alguma...rsss.), estávamos todos ansiosos para ouvir os 5 restantes. E, como combinado, o primeiro a falar seria o Vicente, marido da Gisele.



- Bem pessoal, quando eu escutava a Eugênia contar do carro dela, eu me lembrei de algo que aconteceu comigo e com a Gisele quando ainda éramos namorados. Foi até bom ficarmos para esta seção de hoje porque ela pôde me ajudar em alguns detalhes que eu já tinha esquecido.

Nosso namoro foi bem “quente”, como acredito que os de vocês também. Mas o que aconteceu num certo dia com a gente foi demais. Conseguimos que os pais dela nos deixassem ir sozinhos a um churrasco da minha turma de faculdade. Uau!!! Iríamos aproveitar bem a folga...aliás, aproveitamos bem mais do que eu podia imaginar, foi algo tão sensacional que é por isso que vou contar.

Saímos de manhã cedo, eu pedi a ela para ir bem sexy. Quando fui pegá-la, vi que ela estava com o biquíni e, por cima, uma camiseta e uma saia xadrez. Aí saímos.

O churrasco era num sitio de um colega. Andamos um pouco no asfalto, movimentado, e depois entramos numa estradinha de terra, bem deserta. Foi ai que tudo começou. A danadinha se ergueu na cadeira e tirou a calcinha do biquíni. E levantou a saia, me deixando ver a bucetinha peludinha que ela tem até hoje. Ah, pessoal, eu fiquei louco de tesão. Parei o carro, descemos e começamos a nos dar uns amassos superlegais. Eu a encostei na frente do carro e baixei a camiseta dela, tirei o sutiã do biquíni e comecei a mamar nesses peitinhos deliciosos.

Fiz a loucura de tirar a saia dela também e ela ficou peladona na estrada, e eu mamando nos peitinhos e chupando a bucetinha. Imagina só o risco de alguém aparecer, mas a gente nem estava pensando nisso. Nem eu nem ela, tanto que depois de eu chupa-la bastante, ela baixou minha calça e começou a me fazer um boquete e ai ficamos com uma vontade louca de transar.

Fomos para o lado da mata, para ficar mais protegidos, ela se curvou sobre a lateral do carro e eu meti atrás. Mas ela gostava muito que eu metesse pela frente, então deitou-se no capô, abriu as pernas e me pediu para come-la. Foi na hora mesmo, enfiei o cacete e fiquei socando ela que gemia alto, afinal, a estrada estava deserta!

Para não correr o risco de o biquíni dela ficar manchado, não gozei dentro, quando senti vontade, tirei e gozei nos peitinhos dela. E ai peguei uma esponja que eu tinha no carro para limpar minha porra... e quando eu estava assim, com o pau para fora da calça, ela pelada e eu limpando os peitinhos...ouvimos um carro. Levamos um susto tão grande que ficamos paralisados, em vez de entrar no carro ou nos esconder, ficamos parados ali. O carro chegou, e parou atrás do nosso. Era um colega meu que também estava indo pro churrasco, meu xará, amigo desde o curso primário. Sempre estudamos juntos, e fizemos faculdade juntos também. Era um irmão, gente finíssima.

Ele saiu do carro, olhou para nós, claro que olhou bem mais para a Gisele.

- Seus malucos, isso é lugar para fazer essas coisas?

Nem eu nem a Gisele conseguíamos responder. Estávamos quase como estátuas, parados, só olhando. E ele fez uma coisa que nos surpreendeu: tirou a roupa, e avançou para nós, pelado, falando que queria participar da brincadeira. Fiquei mais surpreso ainda com a Gisele, que, sem falar nada, ajoelhou-se, pegou o pau dele e começou a chupar, enquanto a mão dela se dirigia para o meu, já mole e ficava me punhetando, tentando acordar o gigante adormecido...

Conversando com ela ontem, ela me falou que não sabe como aquilo aconteceu, milhões de coisas se passaram na cabeça dela, principalmente a possibilidade de o meu amigo deitar falação e os pais dela virem a saber. Então entrou no jogo dele para torna-lo cúmplice e não correr esse risco.


E o meu xará não perdoou. Colocou-a curvada para dentro do carro dele e foi logo enfiando no cuzinho dela. Poxa, ela sentiu. Já havia dado uma vez para mim e o pau dele era mais grosso que o meu. Eu só via ele enfiando e tirando, enfiando e tirando, e ela agüentando firme.


Daí ele pegou no porta malas do carro dele um papelão bem grande, estendeu-o no chão e levou a Gisele para ficar de quatro lá, e voltou a enfiar o pau no cu dela. O meu pau, a esta altura, já estava duro de novo, só de ver aquela cena, então me ajoelhei na frente da Gisele e ela abocanhou meu pau, ficou chupando enquanto tinha o cu comido por ele. E ele meteu, meteu, meteu... até cansar. Ai deixou ela levantar o corpo, mas ainda ajoelhada no papelão e mandou, é mandou mesmo, ela punhetar nós dois e acabou que gozamos de novo nos peitinhos dela.


Aquilo foi uma loucura completa. Na verdade nenhum de nós conseguiu entender direito o que acontecera. Eu conversei muito com ele depois daquilo e ele não conseguiu me explicar o que sentiu quando nos viu lá e a vontade que ele teve de entrar na dança. Aquilo acabou nos deixando meio desgastados.


- Ufa... que história! A gente agüenta mais alguma hoje?


- Claro, temos mais dois ainda! Vamos lá, Gustavo, você é o próximo.


Gustavo era o marido da Alessandra, que já nos encantara com sua história. Estávamos todos ansiosos para ouvir o que ele tinha a nos contar.


Bem... interessante é que os temas acabam se encaixando, mesmo sem a gente ter planejado nada. O Vicente acabou de falar de um ménage e é sobre isso que eu vou falar também. O nosso primeiro, e todos vocês sabem como é que a gente fica quando isso acontece.


Depois daquele caso que a Ale contou, é claro que ficamos conversando sobre o assunto e acabou surgindo a ideia de ter alguém não nos observando, mas participando ativamente, entendem, ne? Nossa, ficamos quase um ano conversando sobre isso, até termos a certeza de que nós dois queríamos mesmo experimentar. E ficou muito claro para nós que, se não fosse legal, seria a primeira e última vez.


O passo seguinte foi escolher a “vitima”. Muita gente acha difícil encontrar o primeiro parceiro para o menáge, mas conosco não teve problemas, pois ela já vinha recebendo assédio de um colega de trabalho, cara legal, eu já o conhecia também. Eu liguei para ele, falei que queria bater um papo, nos encontramos num barzinho. Fui direto, falei que sabia das cantadas que ele dava na Ale, o cara ficou pálido, acho que ele pensou que eu ia enche-lo de porradas, mas ai eu o acalmei e expliquei o que estávamos pretendendo.


Ele não resolveu na hora, pediu tempo para pensar, mas na verdade ele queria é conversar com ela para saber se era aquilo mesmo, e como ela confirmou, ele então topou. No dia em que ele foi lá em casa, foi bem romântico, levou um buquê de rosas para a Ale, ela ficou toda dengosa. Mas a gente estava uma pilha de nervos, sem saber como conduzir a coisa. Chegamos até a ler contos eróticos para saber como nos comportar, o que vestir. No final, resolvemos deixar rolar. Ela estava com um vestido verde claro, acima do joelho e quando ele entrou, ela estava com as pernas cruzadas, mostrando uma boa parte da coxa.

Ele sentou-se ao lado dela e eu me sentei do outro lado. Ela ficou com as rosas no colo, rindo, mas era aquele riso de nervoso, sabe como é? Ficou um silêncio assim meio estranho então eu resolvi quebrar o gelo, abracei-a e beijei-a e minha mão ficou passeando pelos peitinhos dela, sobre o vestido. Aí o cara se entusiasmou, puxou-a para ele, beijou-a e pegou nos peitinhos também.

Ao colocar as mãos nos seios dela, eu vi como o coração estava disparado. E o meu também, quando ele a beijou eu não sabia o que fazer. Me bateu um lance de raiva dele, mas ao mesmo tempo um tesão danado de ver a Ale se entregando a outro homem. Ai fiquei roçando as pernas dela, ela descruzou as pernas, ficou com elas abertas e minha mão foi chegando até a grutinha deliciosa...

Ela se mostrou a mais despachada de nós três. Com a maior falta de cerimônia abriu nossas braguilhas e colocou nossos paus para fora. Nem preciso dizer que os dois estavam duríssimos. E ela ficou nos punhetando e a gente passando a mão nos peitos dela, beijando-a... a coisa começava a ficar tensa.

Ela curvou-se na direção do amigo e começou a chupar o pau dele. Eu quase gozei vendo aquilo e mais que depressa coloquei as pernas dela em cima do sofá, dei um puxão na calcinha que chegou a rasgá-la e comecei a chupar a bucetinha dela. Agora não tinha mais volta. Iríamos até o fim.

Ale virou-se pra mim e começou a chupar meu pau. Isso fez com que a bunda dela ficasse à mercê do amigo que mais que depressa começou a dar tapinhas nela, a lamber tudo, inclusive o cu, como ela me contou depois, porque não dava para eu ver.


E depois de lamber à vontade, ele ajoelhou no sofá e enfiou o pau na buceta dela, que continuava a me chupar e de vez em quando soltava um “obrigada!”. Ela estava se deliciando, mas não posso negar que eu também. Ver sua mulher sendo comida por outro é algo divino!


Depois ele deitou-se no sofá e a colocou sentada no pau dele. Então eu fiquei em pé para ela continuar me chupando enquanto cavalgava. O olhar dela para mim era algo indescritível. E minhas defesas caíram todas, ao perceber que o tal do ménage era alguma coisa de muito bacana mesmo.


Depois de muito comida por ele, ela virou o corpo me dando a bucetinha dela para eu comer, enquanto ela ia chupar o amigo de novo. E ai, nem ele nem eu agüentamos mais muito tempo, ele encheu a boca da Ale com a porra dele e eu enchi a bucetinha ela. Isso no meio de gemidos dela, urros de alegria meu e dele.


O amigo dela foi-se embora. Nós agradecemos muito a presença dele. Fomos tomar um banho e eu a comi de novo, enquanto a gente combinava chama-lo de novo e ai fizemos uma DP. Fantástico!


- Gustavo, olha bem, estão todos de pau duro com a história de vocês, e nós estamos molhadinhas, aposto! Gente, estou com um calor!!! Será que conseguiremos ouvir a história do Washington?


- Poxa, não dá para parar, Meg...como você disse, ta todo mundo excitadíssimo, vamos ouvir mais uma!


O Washington, marido da Eugenia, veio nos contar a história dele.


Pois é... vamos lá... Olha pessoal, eu acho que a adrenalina corre solta é quando transamos em situação de perigo. Foi o que aconteceu comigo, quando eu ainda era solteiro e nem conhecia a Eugênia ainda. Do lado da minha casa morava uma loura sensacional e bem safadinha, adorava ficar provocando todo mundo, inclusive eu. Só que ela era casada com um sujeito enorme, fortão, e ninguém arriscava nada com ela com medo dele. Eu devia ter uns 19 anos quando aconteceu isso.


Eu estava na porta de casa, quando vi o marido dela saindo pro trabalho. Dali a pouco sai ela de casa com uma camisa xadrez e um shortinho jeans, bem pequeno. Me viu, deu o sorriso que sempre dava quando estava sozinha e foi cuidar do jardim. Ajoelhou-se, empinando a bunda e ficou rebolando mesmo enquanto podava umas plantinhas. E diga-se de passagem, com a bunda virada pro meu lado.


Ai me deu a louca. Olhei na rua, não tinha ninguém. Entrei no jardim da casa dela e me aproximei. Ela me viu e não esboçou qualquer reação de desagrado, pelo contrário, deu aquele sorriso de novo. Cheguei perto dela, estendi a mão, me apresentei, ela me disse o nome também. Puxei conversa sobre o jardim, ajudei-a a se levantar quando ela fez menção disso. Ai eu vi que a camisa dela estava com alguns botões abertos e dava para ter uma visão legal de parte dos seios. E as pernas... hum.... que maravilha!


Mas ai pintou aquele lance de bobeira. O que eu fui fazer ali? Fiquei meio parado, sem saber o que dizer. A minha sorte é que a safadinha sacou logo o que eu gostaria de fazer, porque era o que ela queria também. Virou-se para mim e disse que até que enfim alguém criava coragem para conversar com ela.


- É por causa do seu marido, né? Ele é bem fortinho... intimida...


- Ele tem de ser forte mesmo, para agüentar o peso dos chifres...


Poxa... aquilo me deu a coragem que eu precisava. Passei a mão na bunda dela, dei uns amassos e perguntei se ela estava pensando em colocar mais algum galho na cabeça do maridão. Ela apenas sorriu e me levou para dentro da casa. Entrando lá, já fui tirando a camisa dela e vendo dois peitões lindos, que peguei na mesma hora, dei uns amassos neles, chupei. Tirei o shortinho dela e deixei ela só de calcinha. Corpaço, viu? Muito gostosa mesmo.


Arranquei a calcinha e cai de boca na bunda, na buceta dela que começou a gemer alto, se empinava toda, chupei ela todinha. Ai ela abriu minha braguilha, pegou meu pau e me pagou um boquete jóia. Era muito escolada, sabia das coisas. Pela primeira vez uma mulher colocava minhas bolas na boca e depois puxava, devagar... cara, isso é bom demais!


E ai sentou em cima de mim, nem se preocupou em tirar minha roupa, o que, aliás, foi ótimo. Depois ela ficou de quatro, no chão, apoiando-se no sofá e eu vim por trás e a comi bastante, ela gozou de ficar quase parada sem respirar... muito doido... e eu continuei bombando dentro dela.


Ai aconteceu o lance. O marido voltou, sei lá porque e começou a enfiar a chave na porta. Por sorte ela havia colocado aquela correntinha que prendia a porta, foi o tempo que eu tive para correr para o quarto dela, pular a janela e correr para o muro, escalar e cair no quintal de casa. Ainda ouvi ele perguntando porque ela estava pelada e ela disse que havia arrumado o jardim e estava entrando para o banho. Não sei se o cara se convenceu, mas meu coração só parou de bater forte uns 10 minutos depois!


- Divertidissimo, Washington... bem engraçado, apesar de seu susto... bom para darmos uma relaxada. Vamos dormir, pessoal, amanhã terminamos.