terça-feira, 20 de setembro de 2011

Um caso de amor com o avô


(escrito por Kaplan)

Marlene tinha vinte anos. Morena, olhos azuis, sorriso franco e um corpo que deixava os homens olhando e babando: 1,65m, 90cm de busto, 92cm de quadril, cuja beleza era reforçada pelos shortinhos que ela usava. Morava no interior, onde os avós tinham um sitio, local que ela visitava sempre nos fins de semana e feriados. Adorava as frutas do pomar, plantadas e cuidadas com muito carinho pelo avô. E o que dizer dos quitutes que a avó preparava no fogão de lenha? Ela curtia muito tudo aquilo.

Pois num fim de semana qualquer, aconteceu algo que mudou bastante a sua vida. Ela tinha ido, como sempre fazia. E quando se levantou, depois de tomar o café que sua avó preparara, esta lhe pediu que levasse um lanche para o avô, que estava no pomar. O pomar não era muito perto da casa, e avó tinha problemas nas pernas, então pediu a Marlene que levasse. Ela foi, sem qualquer problema. Usava uma camiseta verde, que realçava seus grandes seios e um shortinho jeans, que destava seu bumbum. Mas eram os trajes que ela sempre usava lá.

Depois de caminhar uns 15 minutos, ela viu o avô colhendo algumas frutas. Ele estava sem camisa. Agradeceu muito ela ter levado o lanche, sentaram-se num banquinho perto de uma mesinha que ele mesmo fizera ali, tomou goles do suco de laranja e comeu alguns biscoitos que a avó fizera. Marlene olhava o avô, suado, mas era um homem forte.

- O senhor está muito bem, né, vovô? Quase setenta anos e está ai, firme, cuidando de seu pomar. Nem barriga o senhor tem... ta com o corpo enxutinho!

Ele deu uma gargalhada e retrucou que ela exagerava.

- Você é que está uma gata, minha neta... O namorado deve ficar doido com você, não?

- Que namorado, vô... to namorando ninguém atualmente não.

- Ah... esses rapazes de hoje são muito bobos. Imagina se no meu tempo uma gatinha como você ficaria sem namorado...

- Vocês, antigamente, eram muito mais cavalheiros e atenciosos, né vô? Hoje em dia não está muito mais assim não... os carinhas andam muito bobos mesmo, como o senhor diz. Como é que vocês faziam na sua época, vô?

- Como é que fazíamos o que?

- Ora, como falavam com as moças... eu sei que era complicado namorar, os pais vigiavam muito... como vocês faziam?

- Realmente, tinha toda uma cerimônia. Eu tive de ir na casa dos pais da sua avó pedir licença para namorar com ela, imagina! E o namoro era na sala, com os pais presentes. Eu quase não podia falar nada com sua avó, conversava mais era com o pai dela.

- Que coisa estranha... Beijar, então, nem pensar...

- Ah... na frente dos pais, beijo só na mão, na hora de chegar e na hora de ir embora...

- E o senhor nunca beijou na boca da vovó não?

- Claro, minha querida... claro...eu e ela não éramos bobos não...

- Ahá... então meus avós eram os safadinhos da época!!!

- Éramos mesmo... a gente aproveitava todas as brechas possíveis. O primeiro beijo eu dei na sua avó aqui mesmo neste pomar.

- Ah...me conta...

- Eu estava colhendo mangas e ela veio, nem me lembro como conseguiu vir sem um irmão por perto... ai eu desci, chamei-a para trás da mangueira, e fiz assim, ó...

E o avô de Marlene, entusiasmado com as lembranças, puxou-a para si, deu-lhe um beijo na boca, enquanto sua mão pegava o seio dela, por cima da camiseta. Marlene quase caiu dura de susto...

- Vovô...o que foi isso?

- Ah...minha neta... não sei... fiquei entusiasmado... ficou chateada?

- Não...fiquei assustada... mas adorei seu beijo... muito gostoso!

- E eu adorei colocar a mão em seu seio...ele é macio, grande... me lembra o da sua avó naquela época...

- Mesmo, vô? Acha parecido?

- Bem...o tato é parecido, já a visão não sei... nunca vi o seu...

- Continua safadinho... mas vou te mostrar...

E Marlene tirou a camiseta, mostrando seus seios fartos para o avô, que fitou-os, admirado.

- Mas são muito lindos, menina...

Pegou neles, acariciou-os... Marlene, sem entender bem o que estava acontecendo, sentiu um estremecimento percorrer todo seu corpo. Deixou o avô explorar seus seios. Sentou-se ao lado dele e ele a abraçou, beijou-lhe os ouvidos enquanto sua mão segurava o seio direito dela.

- Vô... eu não sei o que está acontecendo, acho que é pecado, mas ta tão gostoso... eu te excito?

- Se me excita? Olha aqui...

E tirou a calça, ficando totalmente pelado na frente da neta. Ela achou lindo o pau do avô e, sem resistir, abaixou-se e o colocou na boca.

- Ah, minha netinha... você conhece isso...então chupa, tem tempos que eu não sei o que é ser chupado por uma boquinha faminta como a sua... aproveita... e me dê prazer!

Marlene fez tudo que sabia. Sentia um carinho enorme pelo avô e estava ali disposta a dar o prazer maior que ela poderia proporcionar... Como o pau dele não era muito grande, ela conseguiu engolir ele todinho, lambeu-o de ponta a ponta, engoliu as bolas, enfim, arrancou bons gemidos do avô.

- Posso te ver toda, minha neta?

- Enquanto tirava o shortinho e a calcinha, Marlene pensava como aquilo devia ser legal para o avô. Pelo visto ele era um grande amante, mas a avó já não devia dar conta de mais nada.

Segurou-se na mesa, apoiou a perna direita no banquinho e ofereceu seu bumbum saliente para o avô. Ele olhou tudo, admirado, apalpou, beijou, mordeu e, sem perguntar se podia, enfiou o pau na bucetinha dela, por trás. Ela suspirou de prazer e recebeu com alegria as estocadas do avô.

Depois ele sentou-se no banquinho, encostou-se na beirada da mesa e a trouxe para ficar sentada em seu colo.

- Vô... calma... o senhor vai me agüentar? Eu sou pesada...

- Ora... sua avó é muito mais pesada...e eu agüento...

- Mesmo? O senhor ainda faz sexo com ela?

- Ah... muito pouco...ela já perdeu o entusiasmo pelas coisas...

- Então eu vou fazer sempre com o senhor, o senhor quer?

- Se quero? Claro...

E Marlene pulou sentada com o pau dentro de si. Estava curiosa de saber quanto o avô iria agüentar segurar o gozo. Então levantou-se, estendeu as roupas no chão, pediu ao avô para se deitar ali e sentou-se de novo para cavalga-lo. Quando ele avisou que estava indo, ela saiu rapidamente, colocou o pau dele entre seus seios e deixou que ele gozasse ali. Foi lindo ver a porra do avô descer lentamente pelo seu corpo.

Beijou-o, se vestiu e falou que ia voltar, para a avó não desconfiar de nada.

Almoçaram juntos e de sobremesa comeram as frutas que ele trouxera. De tarde, como estava muito calor, ficaram nas redes da varanda, ele contando causos e mais causos e Marlene ouvindo, admirada, feliz. Estava louca de vontade de ficar na mesma rede que ele, abraçá-lo, beijá-lo, mas não podia nem pensar em fazer isso na frente da avó.

Jantaram, viram um pouco de televisão e lá pelas 22 horas foram dormir. Marlene não conseguiu. Ficou horas pensando em tudo que acontecera. Chegou à conclusão de que fizera uma loucura, mas que loucura gostosa... Só de lembrar ela se retorcia toda na cama.

De repente, ela viu a porta do quarto se abrir. Seu avô apareceu, peladão e foi até a cama dela.

- Vô... o senhor ficou doido... e se a avó acorda e vê isso?

- Pode deixar...ela está roncando, e se bem a conheço, só acorda lá pelas 5 horas.

Foi falando e deitando ao lado dela. Ela percebeu que ele já estava de pau duro e nem perguntou se ele queria... foi abocanhando e chupando, tal como fizera de manhã no pomar. Chupou preocupada em não fazer qualquer barulho, mas a cama rangia um pouco.

- Lambe as minhas bolas como você fez...adorei aquilo...

Ela sorriu. Havia agradado mesmo... lambeu, engoliu as bolas, enquanto segurava o pau dele. Depois ele a colocou de costas e penetrou-a, no tradicional papai e mamãe. Marlene delirava, mas continha os suspiros.

De ladinho, ele enfiou e bombou, enquanto uma de suas mãos segurava a perna dela, a outra acariciava os seios dela. De cachorrinho também, mas ai a cama balançou muito, rangeu alto e preferiram mudar. Ele ficou por cima dela de novo, levou o pau até a boca de Marlene e ela o chupou até ele gozar dentro de sua boca.

Arfando, ele se levantou para voltar para seu quarto. Exausta, Marlene finalmente dormiu. Sonhou com outras vindas e outros encontros com o avô... Aconteceram, realmente, depois eu conto...

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

O bolo de aniversário do meu chefinho

(escrito por Meg)


Um amigo nosso, Maurício, era advogado. Era o tipo de homem que toda mulher gostaria de experimentar, nem que fosse só para conferir. Muito bonito, alto, charmoso, inteligente, educadíssimo. Todas nós imaginávamos que ele devia ser muito gostoso também, mas ninguém conseguira jogar o laço e prende-lo.
Resolvi tentar.


Para isso, como quem nada quer, um dia em que estávamos numa festa, deixei escapar que estava cansada de ficar em casa e gostaria muito de ter um trabalho, mesmo que fosse de meio expediente. Falei isso olhando fixamente para ele, pois sabia que ele tinha um escritório e não tinha secretária.
E não é que deu certo?


Na primeira oportunidade em que ficamos a sós, ele me perguntou se era verdade mesmo o que eu falara e como eu confirmei, ele então me propôs trabalhar com ele. Eu seria uma espécie de secretária faz-tudo: correspondência, ficar atenta aos processos, telefone, ir a bancos, a correio... eu não queria nem saber que tipo de trabalho seria, só queria uma oportunidade para agarrá-lo.
Comecei, então, no turno da tarde, a ir até o escritório dele e fazer tudo o que ele pedia. E fiquei matutando como eu daria o golpe fatal...


A oportunidade veio dois meses depois que eu trabalhava lá. Era o aniversário dele. Bolei um plano maquiavélico e o coloquei em prática. Comprei um bolo de festa, levei para o escritório, mas não deixei que ele o visse. Quando se aproximava o horário de eu ir embora, liguei da minha salinha para a sala dele, perguntando se ele já havia encerrado o expediente daquele dia. Imaginando que eu queria ir embora, ele me disse que sim e que eu já poderia me retirar.


O que eu fiz, então? A suprema loucura!


Tirei a roupa toda, todinha mesmo, peguei o bolo, acendi algumas velinhas, abri a porta e deixei que ele visse apenas o bolo. Comecei a cantar o Parabéns pra você e quando a música terminou, abri a porta e me mostrei toda nua para ele. Ele estava sentado no sofá que havia na sala, arregalou os olhos, não acreditando no que via.

Com a maior naturalidade, caminhei lentamente até ele, sentei-me ao seu lado.

- Você quer me matar, Meg?
- Não...imagina... mas todo aniversário precisa de um bolo bem gostoso, não acha?
- É... mas você me trouxe o bolo e me deu um belo presente... te ver nua com certeza foi o melhor presente que já recebi até hoje!


Sorrindo, eu provoquei:


- E o que é mais gostoso, o bolo ou o presente?
- Olha...
- Vamos, faça seu pedido!
- Que pedido?
- Ora... o pedido que se faz antes de soprar as velinhas...
- Ah..entendi...


Ele pensou um pouco e depois soprou as velas.
Pegou o bolo e o colocou na mesa.


- Sabe qual foi meu pedido?
- Não sei não, mas se não for o que eu gostaria que fosse eu vou ficar tão decepcionada...


Ele passou o dedo sobre o chantily do bolo, e lambuzou meus biquinhos. Arrepiei... tive a certeza de que conseguiria, finalmente, traçar aquele homem maravilhoso.
Ficou olhando, admirado, para meus seios, depois lambeu todo o chantily e ai ficou segurando-os, balançando-os... eu já estava ajoelhada no sofá, louca para ele me agarrar totalmente, mas ele, com calma, voltou a me lambuzar os seios com o chantily e a chupar, beijar, agarrar, amassar...


Ansiosa para os finalmentes, apalpei o pau dele e o senti bem durinho. Tirei a sua calça, a cueca e pude admirar o belo pau que ele tinha. Fazia justiça ao homem bonito que ele era.
Foi a minha vez de lambuza-lo com o chantily, chupa-lo. Ele adorou. Passei mais chantily no pau dele e sentei em cima, deixando que ele me penetrasse, para poder cavalgar aquele mastro que mais parecia um pedaço de rocha. Enquanto pulava sobre ele, segurava em suas bolas. Ele, com as mãos na minha cintura, me ajudava a pular bastante. Eu não me incomodei com os gemidos...estava ótimo, tudo aquilo, pulei até sentir seu leite quentinho me inundar toda...


Fui demitida no dia seguinte. Ele disse que fora um momento de fraqueza, não podia ficar colocando chifres no amigo dele. Por mais que eu tentasse falar que não tinha problema algum, ele não quis saber...que pena!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Menage com minha amiga e seu gato



(escrito por Meg)



Minha amiga Thais é uma mulher para homem nehum botar defeito. 1,73cm, 94 de busto, 96 de quadril, morena de longos cabelos negros. Nunca fica sem namorado, pelo contrário, a gente brincava que tinha fila organizada de homens querendo ficar com ela.
Outro dia encontrei com ela no shopping, acompanhada de um homem que - juro - mulher nenhuma colocaria defeito nele... que gato! pouco mais alto que ela, cabelo penteado de forma desalinhada, barba cerrada... tudo de bom... não pude deixar de observa-lo com a devida atenção. Mas ficou nisso.
Umas duas semanas depois, ela me telefona.
- Meg, tudo bem com você?
- Tudo Thais... e aquele gato, já domesticou ou é selvagem?
- Kakakaka... domesticadissimo!!!
- Onde você arranjou? tem mais para comprar?
- Kakakaka... você é demais...
- Mas e ai, o que me conta de novo?
- Bem... tem a ver com o gato... sabe que ele ficou vidrado em você?
- Para... com você do lado e o cara vai ficar vidrado em mim? tem dó...
- Sério... e ele tá afim da gente fazer um menage... você topa?
- Que brincadeira é essa, Thais?
- To falando sério... ele tá afim, e eu topo... se você quiser...
- Uau.... fiquei sem ar...
- Bem, não tem pressa...pense a vontade, se topar me ligue que a gente combina.
Pensei uns três dias, sem parar... acabei topando... o cara era gatissimo e já que a minha amiga que propôs... vamos lá!
Liguei, combinamos. Ela me disse que seria no apartamento dela mesmo.
No dia, coloquei um vestido vermelho, de alcinha, bem decotado e fui. Thais me recebeu e me levou à sala de tv, onde o gato estava sentado, vendo o jornal e tomando uma taça de vinho. Levantou-se, sorrindo, me cumprimentou e ficamos sentados no confortável sofá. Eu no meio dos dois. Me ofereceram vinho, que aceitei, brindamos. O jornal acabou, ele desligou a tv e ligou o som, numa música bem suave. A sala estava iluminada apenas por um abajur. O ambiente favorecia em tudo.
Voltou a sentar-se ao meu lado. Thais já havia desabotoado um botão de sua blusa. E ele, ao sentar-se, já colocou a mão esquerda em minha perna. Olhei para ela e ela sorriu, aprovando. Num minuto meu vestido desapareceu e fiquei só de calcinha. Ele olhava admirado para mim, Thais já conhecia meu corpo de outras festas...rsss....ela ficou passando a mão em minha perna e ele, sem perder tempo, tirou minha calcinha. Só eu estava nua, com as pernas abertas, a Thais segurando a direita e ele a esquerda. A mão dele chegou à minha buceta, seu dedo enfiou-se um pouco e ele o tirou, levando-o à boca e experimentando o meu gosto.
Thais tirou a roupa também. Colocamos ele no meio e fomos tirando a blusa, desabotoei o cinto e baixei um pouco, o suficiente para o pau dele aparecer já bem duro. Era grosso, apesar de não ser dos maiores que já conheci.
Chupei um pouco, assistida pela Thais. Depois passei o pau para ela chupar e fui beijar a boca do gato. Nos beijamos como dois namorados apaixonados.
- Vem experimentar o que ele tem de bom, Meg...
Ela me convidava para ser a primeira a ser comida. Não recusei. Sentei-me no pau dele. Ela colocou a cabeça dele em seu colo e com suas mãos alisava meus seios, enquanto eu cavalgava. As mãos dele seguravam os seios dela, ela inclinou o corpo em minha direção, eu fiz o mesmo e nos beijamos, para delicia do olhar do gato. Ele segurou em minha bunda e meteu com vigor.
- É lindo ver duas mulheres transando... vocês me matam!!!
Coloquei a Thais sentada num dos lados do sofá e fiquei de quatro, para ele meter em mim por trás, enquanto eu chupava a bucetinha dela. Ele ficou enlouquecido vendo aquilo e me castigou com estocadas muito fortes. Quando viu que ia gozar, beijou a Thais enquanto eu o punhetava e ele derramou tudo em meus seios.
Thais me levou ao banheiro e tomamos banho juntas, nos beijando e nos chupando. Falei com ela que o gato tinha sido egoista... deveria come-la também.
- Ele não segura muito tempo não...mas não tem problema. Foi legal pra voce não foi?
- Foi...não vou negar... mas agora você trate de exigir que ele compareça e te coma também, viu?

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

O massagista da praia


(escrito por Meg)

Lúcia e eu estávamos com nossos maridos na praia. A gente se hospedava sempre na mesma pousada, éramos velhos conhecidos da dona Margarida, que gerenciava tudo. Um dia, ao voltar da praia, vimos alguns folders sobre o balcão da recepção. Um deles era de um massagista. Ficamos interessadas e procuramos saber mais informações dele. A dona Margarida, que sacava muito bem a nós duas, demorou-se em explicações, o que fez os dois maridos subissem antes de ouvir tudo.


Foi ai que ela nos disse:


- Olha, se vocês só querem massagem mesmo, este ai não é o indicado. Pelo que eu soube de outras hóspedes que lá estiveram, ele, depois da massagem costuma dar “outro tipo de massagem”, entendem?


E disse isso fazendo com as mãos o gesto que se usa geralmente para dizer que a pessoa tem um pinto enorme.


- Dona Margarida, não conte para ninguém... mas nós gostamos muito desse tipo de massagem também...


Eu falei isso e as três caímos na risada.


- Então podem ir, acho que vão gostar. Querem que eu marque?
- Por favor.


Ela pegou o telefone e ligou para o Itamar, que era o massagista. Mas ele não tinha dois horários livres no dia seguinte, então a Lúcia marcou para o primeiro dia e eu fiquei para o segundo dia.


Mal podíamos esperar. Ela foi atendida no dia seguinte, às 17 horas. O local era perto da pousada, eu fiquei na porta esperando-a para saber dos detalhes. Ela chegou às 19 horas, eu já estava ficando preocupada. Chegou cambaleando, mas não pôde me dizer nada porque, por azar, nossos maridos acabavam de descer dos quartos, querendo ir jantar.
Ela só pediu um tempo para tomar banho, pois estava com o corpo cheio de óleo, então ficamos esperando ela voltar. No restaurante, tentei adivinhar o que ela me dizia com os olhos, mas estava difícil.


Na tradicional ida ao banheiro em conjunto, é que ela pôde, finalmente, me dizer alguma coisa, mas não entrou em detalhes porque, segundo ela, teríamos de ficar uma hora lá dentro... só me garantiu que eu não iria me arrepender... o tal do Itamar era muito bom em tudo que fazia... e falou assim dando uma gargalhada.


Pronto! Fiquei quase louca para saber pessoalmente os detalhes da “competência massagistica” do rapaz. Mal pude me conter e aquela noite devorei o Kaplan e contei para ele o que aconteceu naquele dia com a Lúcia e o que iria acontecer comigo no dia seguinte. Kaplan sabia de tudo, mas o marido dela não. Então tínhamos de tentar manter o maior segredo.

Na praia eu estava indócil, esperando a hora de ir embora e poder fazer minha massagem. O Kaplan, safado, via meu desespero e sempre que estávamos a sós, ficava me provocando. Teve uma hora que eu e Lúcia entramos no mar sem eles e tentei arrancar mais alguma coisa dela, mas ela, rindo de maldade, me disse que não iria contar nada, eu iria descobrir tudo na hora.


Quando voltamos para a barraca, o marido dela tinha ido ao banheiro, então o Kaplan comentou com a gente, morrendo de rir, que ele havia dito que a tal massagem devia ser boa mesmo, porque de noite a Lúcia quase acabou com ele! Tivemos de conter o riso, porque ele já estava vindo do banheiro. Pisquei para o Kaplan, ele entendeu, eu estava dizendo que ele devia se preparar, porque se fosse tão bom mesmo, de noite eu iria devorá-lo todinho!


Bem, o tempo passou e chegou minha hora de ir conhecer a fera. Fui com uma miniblusa, bem decotada e uma calça jeans, só para aparecer que eu era uma mulher muito séria!
Cheguei lá, batemos um papinho antes. Ele quis saber se eu tinha sido recomendada por alguém. (Que safado, pensei... ele quer saber se eu fui atrás das emoções de alguma amiga...)
Respondi que não, tinha sido a dona da pousada que me indicara. Ele então falou para eu tirar a roupa, enquanto ele preparava as toalhas e os óleos. Comecei a desabotoar a miniblusa, ai parei e disse:


- É... eu vim sem sutiã... tem problema?
- Não, claro que não... se quiser tirar tudo pode, eu vou cobrir você com toalhas, pode ficar à vontade...


É... realmente o cara não perdia tempo. Então, de frente para ele, tirei a miniblusa e passei a mão nos meus seios. Joguei-a no chão, ao lado da mesa de massagem, tirei as sandálias e fiz o mesmo. Para tirar a calça, eu fiquei de costas, porque sei o que meu bumbum avantajado provoca nos homens. Tirei bem devagar, me curvando... meu bumbum ficou bem saliente... Ainda de costas, tirei a calcinha e me deitei de bruços na mesa.

Fechei os olhos, mas não totalmente. E vi que ele já chegou de pau duro... também, usava uma calça de moleton branca... como não ver?


Ele colocou uma toalha vermelha, pequena, em minha bunda e fez uma massagem de verdade, começando nos ombros, e descendo até os pés... hummm, quando ele massageou meus pés... que coisa deliciosa...até dei um suspiro.


- Está doendo?
- Não... não...está ótimo... adoro massagem nos pés...

Ele continuou e depois pediu para que eu me virasse.
Fiquei deitada de costas, ele colocou uma toalhinha nos meus seios e outra em minha virilha. Já estava com o pau quase estourando a calça, mas eu saquei que ele, de fato, fazia a massagem primeiro, depois é que viriam os complementos... então, pacientemente, aguardei, curtindo as mãos vigorosas dele passando pelo meu corpo. Pensei que ele não iria tocar nos meus seios, mas não... ele enfiava as mãos por baixo da toalhinha e massageava-os também...

My God... como pode uma mulher resistir a esses carinhos? Fiquei imaginando quantas mulheres o Itamar conseguia comer ali, graças à massagem que fazia... Se ele atendesse 10 por dia, será que comia todas? Que energia devia ter o rapaz... e nem precisava de ser estimulado pelas minhas mãos ou pela minha boca... eu via que o pau dele já estava duro desde o começo...

Eu já estava ficando impaciente para os complementos, então, quando ele passava as mãos em meus seios, eu mexia com as pernas, dando a entender que já estava excitada o suficiente. Ele então tirou a toalha dos meus seios e jogou-a longe. E passou a fazer uma massagem erótica neles... rodeava os biquinhos, puxava-os, depois desceu com as mãos, jogou fora a toalhinha da virilha e seus dedos apertaram meus grandes lábios...

- Ahhhhhh, que gostoso...

Falei e não resisti... comecei a passar a mão no pau dele, por cima da calça de moleton mesmo.. Uau... parecia enorme, de fato...
Ele ficou atrás de minha cabeça, encostando aquela coisa em mim, enquanto suas mãos desciam pelo meu corpo até chegar em minha xotinha e apertar os grandes lábios...

- Não me martiriza... deixa eu ver essa coisa enorme que você tem...

Ele sorriu e desceu a calça. O safado nem cueca usava... Quando ele desceu a calça, um gigantesco pau duro pulou alegremente na minha frente... nossa... era algo descomunal mesmo... Fiquei imaginando como a Lúcia, tão magrinha, tinha agüentado aquilo tudo... não foi atoa que ela chegou cambaleando na pousada...

Fiquei de lado, chupando aquela vara, o quanto foi possível. A mão dele continuava a percorrer meu corpo, mas chegou aonde ele e eu queríamos... enfiou o dedo em minha xotinha e um no meu cuzinho. Sua mão vigorosa cutucou meus dois buraquinhos com força, quase enloqueci...

Fiquei de bruços, ele estava num dos extremos da mesa e ali fiquei mamando aquele cacetão baiano. Ele brincava, tirava o pau da minha boca e batia com ele em meu rosto, de leve, é claro... Mas eu o segurava e tornava a colocar em minha boca... e mamava nele gostosamente.

- Eta mineirinha safadinha, você, hem? Como gosta de chupar um caralho...
- Ah..gosto mesmo... se você soubesse como é bom, não tirava o seu da boca...
- Arre! Que é isso... imagina se eu ia chupar meu próprio caralho...
- Pois devia... é uma delícia...
- Então chupa, mineirinha... chupa que eu estou gostando muito...
Chupei mais um bom tempo, mas depois me ofereci, queria sentir aquilo tudo dentro de mim. Sentei numa das extremidades, pus os dois pés em cima da mesa, abri bem as pernas e chamei-o com os dedos...
- Vem aqui, baiano gostoso...vem experimentar uma bucetinha mineira, vai adorar!

Ele veio e enfiou tudo de uma vez, afinal estávamos cheios de óleo e não foi difícil entrar... mas acho que não entrou tudo não... não cabia, é verdade.... Fiquei esfolada de tantas estocadas que recebi. Gozei como nunca... E ele... nada... continuava firme...

- Baiano, você é demais.... nunca gozei tanto assim... você não vai gozar? Já estou esfolada... você ta acabando comigo...ahhhhhhhhhhhhhhhhh... vem, baiano, goza comigo.....aiiiiiiiiiiiiiiii.....

Eu quase desfalecia até que ele finalmente gozou em cima de mim... lambuzou meus seios, meu ventre...
Nossa... que experiência fantástica... fiquei ali deitada, me recuperando, respirando forte. Ele me trouxe toalhas de papel, me ajudou a limpar tudo, eu estava com as pernas trêmulas, ele me ajudou a por a roupa e me deu um beijo de despedida.


- Mineirinha, quando quiser, volte... adorei te massagear... e você tem uma bundinha tão apetitosa... eu gostaria muito de experimentar...
- Nem pense, Itamar... nem pense... eu só volto se você prometer que nem vai pensar nisso... só de você pensar já dói... imagina enfiando isso tudo aqui... Nem vem!!!

terça-feira, 6 de setembro de 2011

O rapaz do brechó não broxou


(escrito por Meg)

Passando um dia na rua, um rapaz me deu um papelzinho de propaganda de um brechó que ele estava abrindo. Perguntei o que eles teriam de interessante lá, ele me falou de roupas, de móveis, máquinas, discos. Achei legal e prometi a ele que iria lá “qualquer dia desses”.

Acabei me esquecendo, apesar de ter guardado em alguma gaveta, o papel que ele me dera. E não é que surgiu uma ocasião para ir lá? Nos convidaram para uma festa à fantasia. Eu precisava de uma, me lembrei do brechó, achei o papel e lá fui eu.

Estava de calça comprida rosa escuro e uma miniblusa preta. Cheguei ao local, o rapaz estava sozinho lá, perguntei se ele se lembrava de mim, ele disse que sim, então perguntei se ele teria algo que eu pudesse usar na tal festa a fantasia.

Ele pensou, coçou a cabeça e me disse que fantasia completa ele não tinha, mas quem sabe eu, olhando as roupas, poderia pensar em alguma coisa? Me levou até a sessão de roupas, que ficava mais ao fundo e disse que eu poderia ficar à vontade para escolher.

Olhei tudo... estava difícil... ai vi uma saia preta tipo aquelas que a Vilma dos Flintstones usava. Separei e procurei alguma blusa preta que pudesse fazer um par com aquela saia. Achei também.

Procurei o rapaz la na frente e disse que tinha encontrado, mas precisava experimentar. Ele me disse que as pessoas ali não tinham o habito de experimentar, então ele não tinha um provador... mas que eu poderia experimentar lá mesmo, não havia como alguem me ver se entrasse na loja.


Fiquei com receio, coloquei as duas peças sobre meu corpo e perguntei a ele o que ele achava, se caberiam em mim.

- Olha... assim é difícil falar, parece que elas são o seu número, mas por que não experimenta?
- Está bem... mas vigia lá fora para mim...

Ele saiu e eu comecei a tirar a calça. Muito justa, tive de fazer uma pequena ginástica até que ela saísse. E foi num dos trejeitos que vi, por um espelho pequeno, que o rapaz estava me observando. De onde ele estava, devia estar tendo uma visão privilegiada de minha bunda, que não é pequena, diga-se de passagem.

Não sei porque, mas aquilo me excitou... é tão bom saber que somos observadas, não é, garotas? Vocês me entendem... Então caprichei na ginástica para tirar a calça. Eu sabia que ele ia ficar doido, porque minha calcinha era fio dental e meu bumbum ficava praticamente todo à mostra.

E para ele não achar que eu não o via, fiz questão de virar o rosto e dar um sorriso para ele. Ele ficou encabulado, mas não saiu do lugar.

Eu podia ter experimentado só a saia, mas eu já havia entrado no clima, então tirei a miniblusa também... e estava sem sutiã. Deixei ele ver apenas um lance lateral e voltei a ficar de costas para ele.


Ai, lentamente fui experimentar a saia, vi que ficou boa, mas resolvi perguntar para ele. Chamei-o e perguntei, e ai fiquei de frente para ele, com os seios à mostra.

- Acha que a saia ficou boa?
- Boa? ficou ótima, parece que fizeram para você!
- Mesmo? Que legal...então vou levar... e o que você acha se eu fosse só de saia? Como estou agora?
- Ia deixar todos os homens assim, olha!

E me mostrou o volume que seu pau fazia em sua calça. Ele não devia ter feito isso... não tinha idéia do que esta visão provoca em mim... como a calça dele era de moleton, abaixei-a e vi um pau maravilhoso, fino e grande, duríssimo! Peguei nele, é claro, e fiquei examinando-o fervorosamente. Ele levou as mãos aos meus seios e começou a acariciá-los...
- Tem perigo de alguém entrar não?
- Não...já fechei a porta...
- Hum... safadinho...
- Não tanto quanto você... você começou...
- É, é? Quem é que ficou me espionando?
- Eu tinha de espionar... não é todo dia que uma gata como você entra aqui e se despe...
- Hum.... e você, não se despe???
- Claro, gata, claro...
Tirou a roupa toda. Me levou ate um balcão, colocou minha perna esquerda sobre ele, alisou meu reguinho e enfiou o pau em minha xota. Uiiiiiiii... fino, mas grande... me cutucou até a alma! Me sacudiu toda com as bombadas... Sai da posição e fui examinar mais detalhadamente aquela vara comprida.


Coloquei-a entre meus seios e depois não resisti...chupei bastante, apesar de so conseguir colocar a metade dele em minha boca... O que não pus dentro, eu lambi, passei a mão...ele gostou!

- Senta nele, senta...
Tentei sentar... mas era difícil... acabei conseguindo e cavalguei bastante o rapaz. Mas preferi ficar de ladinho...doia menos e o prazer era maior... então ficamos assim até ele gozar. Confesso que, apesar de bom, não foi suficiente para me fazer gozar também...mas foi legal.

Comprei as duas peças, fui à festa, e ainda não tive chance de voltar ao brechó...

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

O pintor não broxou

(escrito por Kaplan)


Minha amiga Barbara é charmosa, bonita, simpática, um doce de pessoa. Casada, ela não se cansa de por chifre no marido, um pacato cidadão. E escolhe sempre pessoas que prestam algum tipo de serviço na casa deles. Ela tem um fraco por pedreiros, bombeiros, entregadores de pizzas, eletricistas e assemelhados...

O último, segundo ela me contou, foi um pintor.

Ela e o marido resolveram dar uma pintura nova na casa, pois a atual já estava meio desgastada.
Compraram as tintas e contrataram um pintor, um sujeito boa pinta, fortão, o Jorge.
Dia marcado, lá estava o Jorge. O marido o recebeu, explicou a ele o que eles queriam, que cores usariam, e se mandou para o trabalho, deixando a Barbara e o Jorge em casa... Pobre marido...

Já disposta a não perder tempo, Bárbara colocou um vestidinho branco, bem curto e foi levar um cafezinho pro Jorge. Ele estava na sala, já tinha aberto a escada, dessas de madeira, que tem degraus nos dois lados e começara a mexer no teto.


Desceu para tomar o cafezinho, e Barbara então subiu três degraus na escada. Mesmo que o Jorge não quisesse, não teve jeito...ele viu a calcinha dela.

Então subiu três degraus do outro lado e resolveu investir.

- A senhora gosta de trepar? Na escada, digo, gosta de trepar na escada?

Falou isso dando um sorriso maroto, que ela devolveu, dizendo que sim, gostava muito de trepar.
Vendo o volume na calça do Jorge, ela atirou:

- Hoje em dia vocês só usam esses rolos para pintar, não é? Antigamente usavam aquelas broxas.

- Ah...não, não usamos mais...
- Isso quer dizer que vocês não broxam mais... isso é muito bom..

Quando ela me contou esse diálogo insano, eu tive vontade de dar uns tapas na bunda dela, mas ela ria tanto, que acabei rindo também e mandei ela continuar.

Ela então desceu um degrau e o rosto dela ficou na altura do pinto do Jorge. Sem a menor cerimônia, ela abaixou a calça dele e pegou no pau, dizendo que, de fato, com aquele pau ele não devia broxar mesmo... O Jorge quase endoidou... puxou o vestido dela pra cima e pode ver a bunda dela, coberta com uma minuscula calcinha. Desceu rápido, passou para o outro lado da escada onde ela ainda continuava, subiu um degrau, beijou a bunda dela e afastou a calcinha para o lado, lambendo o reguinho dela, o cuzinho e chegando ate a bucetinha.

Excitadissima, ela desceu, sentou-se no primeiro degrau da escada , abaixou o vestido para expor os seios para o Jorge.

Enfiou o cacete dele na boca e mamou até.

Ele deitou-se no chão e ela sentou em cima, estavam entre as duas pernas da escada e ela segurou nelas, para poder pular à vontade. Ele, depois, a levou para o chão, deixou-a de lado e continuou a meter.

- Viu como não se broxa mais, dona?
- Estou vendo... estou vendo...mete mais, tá muito bom...

Forte como ele era, ele levantou-se e levantando-a também e ficou metendo em pé. Depois segurou na escada, sentou numa lata de tinta, e ficou olhando para Barbara, sorrindo e oferecendo seu pau para ser chupado de novo.

Ela aceitou a oferta e voltou a chupa-lo, até sentir o leitinho quente entrar em sua garganta.

- Jorge, Jorge, isso foi muito bom, viu? Precisamos repetir... você vai demorar muito com este serviço?
- A senhora é que vai ditar o ritmo, dona... fico quantos dias a senhora quiser... e prometo que não broxarei... só usarei o rolo...

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Meg e o consertador de bicicletas


(escrito por Meg)

Quando eu tinha meus vinte e poucos anos, já casada, e iniciada nos grandes prazeres do sexo pelo meu maridinho querido, estava sempre atenta às possibilidades. Magra, esguia, apesar de um bumbum avantajado já naquela época, chamava a atenção, mas só dava bola mesmo para pessoas especiais, que, de uma forma ou de outra, ganhavam a minha confiança.

Sexo pelo sexo não dá. Tem de ter afinidade, do contrário não rola mesmo.

Muitas vezes eu via um carinha, entusiasmava, mas depois de alguns papos desistia, porque via que era uma pessoa comum, geralmente machista. Desses, eu sempre quis distância.

Um dia mudou-se para nosso bairro, ainda um pacato bairro, um senhor italiano, já grisalho. Na garagem de sua casa ele abriu uma oficina para conserto de bicicletas. E eu andava muito de bicicleta pelas ruas do bairro e sempre que passava pela porta dele, ele me cumprimentava, sorridente. Era muito educado o seu Nicola. E como todo italiano – dizem – bem safadinho... Um safadinho educado...interessante o conjunto...

Encurtando a história, eu fiquei interessada nele. Mas com medo de me aproximar demais, queimar meu filme, essas coisas. Então pensei qual seria a maneira mais adequada... e cheguei à conclusão óbvia de que minha bicicleta precisava estragar, para eu ter o motivo de chegar lá dentro da oficina dele e tentar alguma coisa.

Coloquei uma saia pequena, uma camiseta, calcei um tênis e fui pedalar. Chegando perto da oficina, eu fiz que desequilibrei e deixei que o pneu dianteiro batesse com força no passeio, amassando um pouco. Seu Nicola viu e foi até lá. Perguntou se eu tinha me machucado, eu respondi que não, que apenas a bicicleta.

- Venha comigo, vou ver se posso consertar para você, menina!

Entramos na oficina. Havia várias bicicletas lá sendo consertadas, ele já estava conhecido nas redondezas. Examinou bem a minha e disse que aquele amassado não era coisa grave, mas que não poderia consertar naquela hora, porque já havia prometido entregar outras naquele dia. Eu disse que não tinha importância. E ficamos batendo papo.

Ele viu minha aliança e se admirou de eu, tão nova, já ser casada. O papo não estava rolando como eu imaginara. Acho que eu sonhara que ele me pegaria nos braços, me levaria para o fundo da oficina e faríamos tudo lá... mas nada indicava que seria assim... Então radicalizei.

- Que calor que faz aqui, hem?

- É... de fato... é muito quente.

- Incomoda-se?

Ele me olhou para saber do que se tratava e ai viu que eu levantei a camiseta, de modo que ele pôde ver meus seios. A cara de assustado dele logo desapareceu, quando ele viu meu olhar. Consegui colocar todo meu desejo nos olhos e ele entendeu. Mas para não ter dúvida alguma, me encostei numa bicicleta, levantei a saia e ele viu minha calcinha azul. Nem eu entendi como tive coragem de levantar a perna esquerda e ficar tão “aberta” aos olhos dele.

Deu certo. Ele, mais que depressa, fechou a porta da oficina. Tirou a calça, sentou-se numa cadeira e me mostrou seu pinto, meio mole, meio duro.

- A menina prometeu... agora vamos ver o que a menina sabe fazer de bom...

Sorri para ele, abaixei-me, peguei o pinto e examinei-o. Não era tão diferente dos pintos brasileiros...será que o sabor era o mesmo? Só provando... então não perdi tempo, coloquei-o na boca e comecei a chupar. A mão dele, carinhosamente se apoiava em minha cabeça, sentindo os
movimentos que eu fazia com a boca em seu mastro.

Depois de fazer um belo boquete, me levantei, suspendi a saia de novo, deixando-a na cintura e tirei minha calcinha. Ele olhou para minha bucetinha e deu um sorriso, dizendo que gostava muito de bucetas peludinhas como a minha.

Me colocou na cadeira que ele estava sentado, ajoelhou-se na minha frente e veio examinar com cuidado minha bucetinha. Abriu os grandes lábios, cheirou e começou a me lamber. Um dedo aventurou-se e entrou lá dentro, enquanto sua língua continuava a lamber meu grelinho... estava difícil continuar sentada naquela cadeira...

Tive de colocar os pés em cima da cadeira, ficando com as pernas totalmente arreganhadas para que ele me lambesse e dedasse à vontade. Mas tinha momentos em que eu juntava as pernas, prendendo sua cabeça e ai ele enfiava a língua junto com o dedo e eu quase levitava de tanto prazer! Italianos seriam todos como ele? Que sorte as italianas tinham!

Me tirou da cadeira, sentou-se de novo e me trouxe para sentar em seu pau. Uma delicia, deixar meu corpo descer lentamente engolindo o pau italiano... Pulei bastante nele. Depois ele se levantou, me fez dobrar o corpo em direção à cadeira e me enfiou o pau de novo. Segurava em minha cintura e começou a bombar devagarzinho...foi acelerando...acelerando e eu me descabelando toda com aquilo dentro de mim...nossa...que gozo eu tive naquela hora!

Ele também gozou e ficou preocupado depois com a possibilidade de eu ficar grávida. Mas eu o tranqüilizei, dizendo que tomava pílula e que não haveria perigo. Naquela época ainda não se falava de AIDS e camisinhas não eram usadas como hoje.

No dia em que fui buscar a bicicleta, fizemos outra sessão erótica, mas dessa vez dentro da casa dele. No final ele me disse que infelizmente não poderíamos continuar a nos encontrar, pois sua família estava chegando. Uma pena... acho que preciso conhecer a Itália!!!