sexta-feira, 28 de novembro de 2025

Ela nunca transara num carro

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quinta-feira, 27 de novembro de 2025

Como era gostoso o meu sofá!

 Cozinha ou sofá: qual o melhor?

(escrito por Meg)

 

É fato conhecido que se existe um lugar da casa em que amo trepar é a cozinha. Sempre que posso, arrasto o feliz cidadão que frequenta minha casa pra lá. Transas homéricas já me aconteceram.

Mas além da cozinha – e da cama, naturalmente – os sofás, se pudessem falar, diriam coisas assombrosas a meu respeito.

Vou me lembrando de alguns belos momentos e vou narrando aqui.

Um dos grandes momentos foi quando um casal amigo nosso apareceu aqui. Ficamos tomando vinho e acho que todos bebemos demais, porque, sem mais nem menos começamos a tirar as roupas, o Kaplan pegou a nossa amiga e ele me pegou de jeito. Swing... maravilhoso.


Era a primeira vez que a gente transava. Éramos amigos, nunca acontecera nada de sexo com a gente.

Mas ficou gravado.

Alguns dias depois, recebi o amigo. Viera sozinho.

Estranhei.

Mas ele me disse que tinha adorado trepar comigo e queria bis, mas sem a outra dupla, ou seja, a esposa dele e o marido meu.

Não recusei. Fomos pra onde? Pro mesmo sofá!


Foi uma rapidinha. Era de manhã cedo, ele tinha de ir trabalhar, o Kaplan já tinha saído... um dog style caprichado!

- Posso voltar mais vezes, Meg?

- Poder, pode, mas não gosto de fazer coisas que parece que estamos traindo sua esposa e meu marido...

- Minha esposa não aceitou muito bem nosso swing. Me liberou, mas não quer participar mais.

- Podemos fazer um ménage, então? Você. Kaplan. Eu.

- Tudo bem!

Então o encontro seguinte, foi, no sofá, e ménage. E logicamente teve uma DP, o amigo estava fissurado no meu cu, o Kaplan não se incomodou. Os dois me comeram lindamente. 



Outro caso interessante envolveu dois vizinhos. Tinha de ser com vizinho.

Mas os dois, que moravam juntos no mesmo prédio em que a gente morava, apareceram um dia perguntando se tinha caído pela nossa janela um documento que eles estavam examinando.

Fui ver se tinha caído. Meu shortinho desorientou os dois.

Também... 


Como eu já tinha transado com um deles, no apartamento deles, vi que os dois tiravam as roupas enquanto eu tentava achar o tal documento, que acabei tendo a certeza de que eles inventaram isso.

Ai, no sofá, um me comeu por trás e eu chupei o outro. Depois eles inverteram, fui comida pelo que tinha chupado, e fui chupar o que tinha me comido antes. 











Outra trepada no sofá aconteceu quando um colega da faculdade apareceu por lá e eu estava só de sutiã. Nem havia tido tempo de vestir a calcinha, fui atender a campainha achando que o Kaplan voltara porque tinha esquecido alguma coisa... e lá estava eu, praticamente nua na frente dele.

Como já tínhamos transado várias vezes, não deu outra.

Me jogou no sofá e nem se preocupou com o sutiã que eu ainda estava com ele.

Foi de cachorrinho mesmo... 



Minha memória anda falhando. Sei que teve mais trepadas em sofás.

Quando recordar eu volto para contar.

 

quarta-feira, 26 de novembro de 2025

Strip na gruta pra pegar o professor

 Só mesmo a Meg...

(escrito por Meg, no diário)

 

Todos já ouviram falar de paixões que surgem entre professores e alunas. Bem mais raro é paixão de professora por aluno. Mas acontece também.

Mas a Meg nos traz aqui como ela conseguiu pegar o professor pelo qual ela era apaixonada.

 

Desde que estudava no ginásio (que hoje chama ensino fundamental) que eu e minhas colegas suspirávamos por algum professor. Mas ficava só nisso, afinal a gente tinha 12, 13 anos...

Agora, depois que entrei na faculdade, eu achava que nunca ia acontecer, mas aconteceu. Eu amava as aulas do professor de historia da arte. O nome dele era Italo.

E adorei quando ele nos levou para conhecer arte rupestre, a arte dos homens das cavernas, que nós temos aqui no estado. Algumas grutas mostram os desenhos feitos por eles, em épocas muito antigas. 


Fiquei fascinada, mas como estava a turma toda, houve piadinhas, coisas sem noção. Eu vi que o Italo ficou contrariado e comentei com ele na volta, no ônibus.

Ele gostou de ver meu interesse, bem diferente do resto da turma.

A partir daí, ele ficou me dando mais atenção e eu fui ficando encantada com a cultura dele.

E criei coragem para propor a ele irmos, só nós dois, de volta àquela gruta para examinarmos melhor o que tinha lá.

Ele, num primeiro momento, achou que seria complicado, mas insisti tanto que ele aceitou. E assim fomos os dois, no carro dele.

Que diferença a “aula” dele ali, só pra mim, sem as piadinhas sem graça de alguns colegas... vasculhamos tudo, entrando mais dentro da gruta. Foi ótimo, porque o calor era enorme e me deu o motivo para fazer um strip.

Ele se assustou um pouco vendo eu tirar a camiseta e ficar com os seios à vista, porque não usava sutiã. 





E na maior cara de pau, falei que estava com um calor infernal... e tirei o short também. Fiquei totalmente nua na frente dele.


E ele estava embasbacado. Nunca pensara naquela situação.

- Professor, você está suando também. Tira a roupa, qual o problema? Não tem ninguém por aqui!

Falei e fiquei de costas pra ele, pra dar coragem... 

Quando senti que ele já devia ter tirado pelo menos a camisa, mas torcendo para ele estar só de cueca, virei de frente. Ele me viu completamente nua.


Ele ainda estava de calça...

- Professor, tenho de confessar que vim bem intencionada...

- É, eu imaginava...

- Você já me deu uma aula espetacular. Agora eu quero agradecer do meu jeito. 

Fui até ele, tirei a calça dele e fiz um boquete.

Brinquei:

- Será que as mulheres das cavernas faziam boquete em seus homens?

- Nunca saberemos...

- Mas outras coisas elas faziam e passaram de geração a geração...

- É? O que, por exemplo?

Eu ri. Ele já entrara no meu jogo.  Delícia!

Não foi ele que me comeu. Eu é que o comi. Abri a boca lá de baixo e engoli a linguiça. Uma maravilha.

- Temos de fazer segredo, não é, Meg? Ninguém pode saber do que fizemos.

- Fica tranquilo, sou casada, não posso contar a ninguém. Será sempre o segredo do fessô com a sua aluninha mais querida!

Deu vontade de voltar lá outro dia, mas ele achou melhor não brincar com a sorte.

Então trepamos outras vezes, mas em motéis.  



Muito bom, também!

 

terça-feira, 25 de novembro de 2025

Como ela seduziu dois jovens.

 Grande professora!

(escrito por Kaplan)

 

Estava aqui revendo antigas fotos minhas e da Meg. Fui ver as fotos de quando nós casamos, há muito tempo!

E vi fotos da casinha em que a gente morou por uns bons anos, até que tivéssemos condições de comprar algo melhor. Na verdade, a casinha era muito boa, simples, mas com compartimentos adequados e um quintal com arvores frutíferas e um jardim todo gramado, em que ela se deliciava tomando banhos de sol.


Às vezes ela estendia uma toalha e ficava lá por muitos minutos. Conseguiu alguns amantes vizinhos graças a esse estratagema. Eles viam, entravam como quem não quer nada... e como ela já estava interessada nesse ou naquele, logo o arrastava para dentro da casa e transava gostoso.

Outras vezes ela ficava só de saia, deitada num banco que tinha no jardim.

Também era tiro e queda. Vizinho viu, ela gostou dele, crau! 





Muitos casos desses eu já narrei aqui. Hoje vou falar de um, inédito, que me recordei ao ver as fotos.

Numa casa que havia em frente à nossa, morava um camarada que já tinha se beneficiado dos favores dela. Mas ele alugava aquela casa, e provavelmente não teve como continuar. Muito cara? Pode ser.

Ela ficou triste, já tinha gostado muito do rapaz.

Dois meses depois, a casa foi alugada. Ela viu chegar o caminhão com a mudança. E viu dois jovens que lhe chamaram a atenção. Eram irmãos, como ela ficou sabendo depois.

Ficou pensando se eles dariam um bom caldo...

Tinha que testar.

Uns três dias depois, parecia que a casa da frente já estava toda arrumada, ela foi pro gramado, estendeu a toalha e deitou-se, só com a calcinha do biquíni.



Foi mais fácil do que imaginara. Logo viu os dois chegando ao portão e dando bom dia.

Convidou-os para entrar.

- Bom dia pra vocês também. Nunca os vi por aqui. Estão passeando?

- Não, a gente se mudou praquela casa ali na frente.

- Ah... eu vi mesmo um caminhão descarregando os móveis lá. Sem bem vindos! Vão gostar daqui, super tranquilo, bem gostoso. E ainda tenho mangas e jabuticabas no quintal. Vou convidá-los no final do ano quando os pés estarão carregados!

- Que beleza! Gostamos muito de frutas.

- Mas estou sendo muito mal educada... vizinhos novos e eu fico aqui deitada... pode não, vou convidá-los a entrar e tomar um suco de abacaxi! Querem?

- Nossa... quanta gentileza!

Aproveitando que os dois estavam bem na frente dela... ela levantou o corpo para ficar de pé. Eles quase tiveram um ataque do coração! 


Rapidamente ela se enrolou na toalha e se dirigiu à casa,seguida pelos dois. Ela tentava disfarçar o riso. A cara dos dois tinha sido muito engraçada quando viram os seios dela.

Entraram, ela falou com eles para sentarem ali na sala.

- Me esperem só um minuto, vou me vestir e venho preparar o suco pra vocês.

Eles sentaram e começaram a observar a decoração da sala.

Tinha dois quadros que chamaram muito a atenção.

Estavam em belas molduras.

Quando ela voltava do quarto, um deles perguntou se eram pinturas.

- Não, são fotografias. Meu marido é fotógrafo. Ficaram lindas, não ficaram? 




- Sim... quem é a modelo? O rosto não aparece. É alguma artista de TV?

- Não... desculpem, tenho de rir... sou eu!

Os dois engoliram em seco. Ela! E punha os quadros na sala, pra todo mundo ver. Que mulher era aquela? E que marido ela tinha?





- Venham aqui na cozinha, o suco já está pronto, vou apenas dar uma chacoalhada neles.

Mais deslumbramento.

Que short era aquele que ela estava usando? 


Não... não era short... ela estava usando um colant... como é que pode?

Intrigados estavam, intrigados ficaram.

Beberam o suco que ela havia feito.

Conversaram muito, ela quis saber tudo da vida deles.

E disse que em outro dia contaria tudo da vida dela.

- Agora, vocês precisam ir. Tá na hora do meu marido voltar para almoçar. Tenho de terminar o que já comecei. Mas, ó... meus horários de manhã são esses, viu? Vocês querendo, podem vir pra gente conversar mais. Geralmente fico tomando sol ou então arrumando a casa. Podem entrar, sem problemas. Adorei conhecer vocês! Vamos ser bons amigos!

Eles ficaram encantados e foram. Quando cheguei ela me contou, rimos bastante.

No dia seguinte, eles voltaram.

Ela estava sentada no sofá, aguardando, tinha certeza de que eles voltariam.

E a blusa dela era reveladora... 



E uma saia curtinha, que quando ela levantava a perna, mostrava a calcinha. Eles não conseguiam parar de olhar.

Ela quis saber a idade deles. Era importante isso.

O mais velho tinha 20 completados dois meses antes. O mais novo ia fazer 18 na semana seguinte.

- Ah... vou te dar um presente! Venha, no dia, mas só você. O presente é só pra você. E você – disse falando pro mais velho – não fica triste. Como seu aniversário já passou, vou pensar numa data próxima para te presentear também.

O mais novo, tremendo de emoção, apareceu no dia do aniversário.

Encontrou-a deitada no sofá só de calcinha. 



- Vem cá... tira minha calcinha...

Ele tremia, mas conseguiu.

- Já transou antes?

- Não.

- Vou te ensinar tudo, viu?

- Obrigado.

- Comece dando umas lambidas na minha perereca.

Desajeitado, ele fez.

- Agora tire sua roupa. 




Ele tirou, o pau estava duríssimo. Bom tamanho.

Ela fez um boquete e depois mostrou como ele deveria penetrá-la. Ensinou o papai e mamãe, porque as demais posições ela iria ensinar pros dois, nas semanas seguintes.

Eles se tornaram excelentes aprendizes!

 

segunda-feira, 24 de novembro de 2025

Eu sei que você não tirava os olhos de mim...

Seduzida? Fácil, fácil...

(escrito por Kaplan)

 

Teve uma época em que Meg e eu fomos contratados por um empresário para tirar as fotos das dançarinas que faziam strips para uma plateia essencialmente masculina. Não vou citar o nome porque ela ainda existe, fica num bairro chic da cidade, recebe prefeitos, deputados... tudo sigiloso, é claro.

Tinha cada moça bonita... e era até chato ver os políticos babando em cima delas e pagando caro para levá-las a motéis ou sei lá onde...

Elas entravam vestidas, dançando elas iam tirando as roupas até ficarem totalmente nuas. Ou vinham enroladas em filós ou panos bem transparentes. 


Aí sentavam junto dos homens, que pagavam bebidas e depois as levavam, quando o horário dos shows acabava. 

Pois bem.

O trabalho era exaustivo, mas financeiramente compensava, então ela e eu nos revezamos para fazer as fotos. Como na época ainda se usava fotografar com filme, depois revelar... a gente fazia o serviço e depois levava ao dono, para receber o pagamento.

Teve um dia que a Meg foi à tarde, para entregar as fotos feitas na noite do sábado anterior. Ela usava um conjunto de bermuda e camiseta... que fiquei pensando se ela imaginava alguma coisa a mais. Qualquer abaixadinha que desse... alguém veria! 



Chegou lá, apenas o dono estava, pois na segunda feira a casa não funcionava.

Ele pegou as fotos, gostou, separou as que podia colocar nos jornais onde anunciava. Pagou e os dois ficaram conversando.

Meg comentou a diferença do ambiente com aquela homaiada toda babando nas meninas e ali, sem ninguém.

- Muito diferente...

- É, apesar de tudo, temos de ter um dia para descansar.

- Sabe que muitas vezes eu fico pensando nas meninas... não sei se daria conta de fazer o que elas fazem. Sei que fazem pela grana... mas aguentar esses políticos deve ser muito difícil.

- Com certeza... eu de vez em quando olhava você fotografando e via você fazendo caras de espanto, às vezes de nojo...

Ela, que gostava muito dele, não ia perder a chance...

- Eu sei que você não tirava os olhos de mim...

- Fui descoberto... e agora?

Ela riu.

- Nada... não me incomodo nem um pouco.

- Por que você não tenta fazer o que elas fazem? Sem a plateia, claro.

- Eu? Acha que levo jeito?

- Você tem os ingredientes físicos ótimos. Tenho certeza de que sabe dançar.

- É, de fato gosto sim.

- Quer tentar agora? Só estamos nós dois. Tenho roupas limpas, apropriadas.

- Me ganhou. Quero sim.

Então ele a levou ao local onde ficavam as roupas das meninas. Ela escolheu um vestido. Ele falou que não era bom fotógrafo, mas tiraria as fotos para ela poder mostrar pros netos, no futuro.

Colocou uma música e ela começou a dançar. 



Ele foi fotografando e dando as dicas do que ela tinha de fazer, se bem que ela já tinha uma boa ideia, pelo tanto de strips que já fotografara ali. Mas deixou ele dar as dicas, pois estava interessada em seduzi-lo.

O primeiro passo foi desabotoar o vestido, por trás e deixá-lo cair. 






Só de calcinha...

Ela viu o volume na calça dele.

Tava no papo...







Demorou a dança só de calcinha, passando bem perto dele, escutando a respiração dele... 



Piscava o olho pra ele.

Perguntava:

- Estou fazendo direito?

Ele nem respondia, só balançava a cabeça confirmando.

Então ela tirou a calcinha.

Sentou e tirou.  



Buceta à vista...

A música acabou.

Ela levantou e perguntou pra ele:

- Fala francamente: acha que levo jeito? Fiz tudo certinho?

- Sim, foi maravilhoso!

Ela correu até onde ele estava e o abraçou forte. Poxa... ela nua abraçando o cara... o que podia acontecer?

Começaram com alguns beijos, mãos dele nos seios dela, mão dela no pau dele, a roupa dele tirada por ela...

E aí aconteceu algo que não era usual nos shows daquela casa. Ainda bem que não tinha ninguém para fotografar!

 

 

quarta-feira, 19 de novembro de 2025

Que secretária eficiente eu arrumei!

Vocês nem imaginam o que descobri

(escrito por Kaplan)

 

Bem, como essa história é totalmente verídica, não vou colocar os nomes das personagens. Só as iniciais. Ela é a D. Ele é F.

Foi o seguinte:

Depois daquelas bagunças generalizadas dos planos econômicos do Sarney, do Collor, ficou inviável manter o meu Studio fotográfico. O aluguel subiu de forma astronômica. Fechei, portanto, com grande pesar; e fiquei às voltas com mil coisas para arquivar.

Então aluguei uma sala menor, para onde levei o computador, as dezenas de caixas com os negativos das fotos feitas por mim e pela Meg, e também alguns equipamentos, que me permitiriam transformar a sala em um mini Studio, caso alguém ainda precisasse de meus serviços. 



Mas tive de arrumar um emprego fixo. Consegui.

O tempo para organizar as fotos daquelas caixas, ficou reduzido. Tive de contratar uma pessoa para fazer isso. Aí entra em cena a D.

Moça jovem, recém formada na universidade e sem emprego, aceitou numa boa. Expliquei o que eu queria.

Ela deveria pegar, em cada caixa, os envelopes com os negativos. Nomes dos clientes e data já existiam. O trabalho dela seria colocar tudo em sequência de datas, além de separar os assuntos: casamentos, 15 anos, empresariais, moda, e pessoais.

Fiquei tranquilo ao final do primeiro dia, quando passei lá para conferir. Ela tinha feito tudo certo. Ótimo. Fiquei tranquilo. 





Depois de alguns meses, comecei a notar que havia algo diferente. Eu via hoje, por exemplo, que ela estava trabalhando a caixa de casamentos. Amanhã, quando eu passava lá, a caixa estava exatamente igual. Ela não mexera na caixa! E nem havia outras abertas... o que ela andava fazendo?

Perguntei se ela tinha ido, se estava tudo bem, ela assentiu. Desconfiei que era mentira. E imaginei um meio de saber.

Como ela tinha acesso ao computador, eu instalei um daqueles programas que registram tudo que se faz no dia: conversas, imagens, além, é claro, das anotações na planilha.

E vi que ela conversava muito com o F. Quem seria? Fui examinando o teor da conversa e vi algumas coisas bem interessantes. Creio que era um namorado.

Parecia que a conversa já vinha de longa data.



Observem:

F. – Oi amor, manda mais aquelas fotos das gatas que tem aí...

D. – Posso não, meu bem. Se o patrão descobre, to na rua e não posso perder este emprego.

F. – E que dia vc vai pedir a ele pra te fotografar igual essas gatas... peladinha?

D. – Só porque te falei outro dia que eu adoraria ter posado pra ele não quer dizer que vou pedir isso. Sei lá se ele vai gostar...

F. – Claro que vai... quem não gostaria de ver vc pelada?

D. – Ah, vc tá muito chato hoje. Tchau!

Após essa conversa, o que ela digitou foram as coisas do trabalho mesmo. Mas fiquei sabendo de algo preocupante... ela mandava fotos de clientes nuas para ele ver?

No dia seguinte, lá estava o tal do F. pedindo fotos dela.

D. – Já te falei que não pedi isso a ele. Que coisa!

F. – Cê tá me enrolando não, né?

D. – Não, querido... para de ficar pedindo. Você me vê pelada sempre que a gente transa... pra que quer fotos? Vai mostrar pros seus amigos, é? Termino com vc  na hora, safado!

F. – Hoje quem tá chata é vc... tchau.

Fiquei pensando o que ela já teria enviado... AH... se ela foi descuidada, não apagou o histórico...

Fui ver. De fato, ela mandara uma foto da Meg, uma minha, e duas de clientes. Todo mundo nu. Vejam: Meg na praia e eu na cozinha.













As duas amigas:




 

Não teve jeito. Tive de chamá-la às falas. Ela chorou, pediu desculpas, mas falei que tinha perdido a confiança nela. Acertaria no dia seguinte.

Ela foi embora.

No dia seguinte, um sábado, ela apareceu e perguntou se não tinha jeito mesmo de continuar. Prometia que nada daquilo iria se repetir. Não aceitei as desculpas, paguei o que devia e falei que se ela quisesse, tiraria fotos dela.

Ela aceitou e pude satisfazer a vontade dela.




Até que ela levava jeito...

Mas confiança a gente perde e é quase impossível voltar atrás, não é mesmo?